A Enfermeira me Mamou no meu carro e depois do Platão arrombei seu cu

Voltando de uma festa. Eu no volante, um casal atrás e uma mulher ao meu lado. Seu nome é Diana, uma novinha, cabelo castanho, de médio pra grande. Corpo lindo, estilo violão. Trabalha como enfermeira. Pediu para deixar na casa dela que ela iria pegar a sua roupa e iria para o plantão. Primeiro deixei o casal em sua casa. e Seguimos para a casa de Diana. Papo vai, papo vem. Assuntos bem descontraídos. Confesso, estávamos um pouco bêbados. Ela encosta a mão na minha coxa, alisando ela. Eu retribuo o olhar com cara de safado. No primeiro sinal que o carro para. Ela vem até mim e me beija enquanto o farol estava fechado.

Aquele beijo bem devagar que atiça a vontade para beijar mais. Encosto o carro na porta da casa dela, me ofereço para levar ela até o hospital em que ela trabalha, já que afinal de contas era caminho para minha casa. Ela reluta um pouco, mas aceita. Desce do carro, eu desligo o motor. Eu saio também, chamo ela, puxo pra mim e tasco um beijão de língua nela e só largo depois de ficar ofegante. Eu largo ela, ela fica rindo toda boba e desorientada. Fala eu já volto. Entro de volta no carro e ligo o motor. Depois de uns dez minutos e volta, toda de branco, e com um batom vermelho. Eu pergunto o porquê do batom, ela responde que ela gosta de chupar um pau sempre com batom vermelho que faz ela se sentir mais safada. Mas que infelizmente o tempo estava apertado e que não daria para fazer muito além de uma chupeta.

Prontamente eu aceitei, ela entrou no carro. Trancou a porta, subiu o vidro e sem nem esperar eu bater a chave no contato, voou em mim,desabotoando minha calça. Primeiramente, passou a mão por cima da calça. Fazendo cara de safadinha e me beijava com muita volúpia. Beijava gostoso e com vontade. Me deixando cada vez mais sedento por ela. Abaixou minha calça Cheirou a minha pica por cima da cueca, lambeu por cima do pano. E murmurou que adorava cheiro de pica de macho. Nisso, enquanto ela brinca com meu pau, seguimos.

Com o pau já duro entrelaçado nas mãos, começou a bater uma punheta lenta e bem cadenciada enquanto, eu dirigia, como já estava tarde, eu realmente parei em poucos sinais. O que fez a viagem ser encurtada e quem deu tempo de aproveitar uma boa mama.

Chegando perto do hospital que Diana trabalhava, segui para a rua de cima e inconstei o carro perto de um pracinha. A sua era bem residencial e tranquila. Tranquilamente ninguém nos incomodaria ali.

Imediatamente ela tirou o cinto, abaixou a boxer e começou a beijar a cabeça do meu pau. Tão logo estava passando a língua por toda a extensão da minha pica indo até as bolas e dedicando um bom tempo à elas. Mamando, colocando uma na na boca, depois a outra. Eu sentia o meu mastro pulsar de tesão. Ela me sugava e ao mesmo tempo, abaixava suas calças e se masturbava incansavelmente.

Enrolei minha mão nos seu cabelos e forcei sua cabeça contra minha pica, até o film. Comecei com movimentos de entra e saí. Entra e saí, progredindo para fundas bombadas. Ela dava pequenos engasgos, mas continuava lá sugando. Seus lacrimejavam um pouco, fazendo a maquiagem borrar. Ela parou para tomar fôlego. Ainda segurando sua cabeça, puxo ela pra mim, beijo ela cheiro de tesão, passeando minha língua em toda extensão da sua boca. Um beijo molhado e morte que a deixou sem chão.

Ela começou a me punhetar enquanto sugava a cabecinha. Nesse momento eu já estava em completo delírio segurando sua cabeça com intuito apenas de segurar o cabelo. Estava alto e chamado ela de putinha. Enquanto a safada estava toda concentrada no meu pau se deliciando, como se fosse uma sorvete. Pouco minutos depois, anunciei que iria gozar, ela me chupou com muita forta, me olhando nos olhos. Jorrei em sua boca seis jatos quentes e espessos de esperma. Ela engoliu tudo, deixando a minha pica limpinha.

Ligou a luz no carro, abaixou o protetor de visão, tirou um lenço umedecido se limpou um pouco, refez a maquiagem que estava toda escorrida. Passou novamente o batom vermelho por que a última passada ficou todo na minha pica. Liguei o carro, saindo da pracinha, parei na porta do hospital. Ela me deu uma beijo lento e gostoso, me chamou de safado e me disse sussurrando que a gatinha adorou receber leite, que além de quente estava docinho. E foi embora, batendo a porta.

Chegando em casa, mando uma mensagem pra ela dizendo que a noite tinha sido maravilhosa. E que queria me encontrar com ela que tinha ficando umas pendências, eu não tinha feito ela gozar e nem se quer comi seu cuzinho. E que queria me encontrar com ela, se possível ainda hoje. Virei de lado para dormir afinal era, seis da manhã de um sábado.

Acordei por volta de 13h30, com uma mensagem dela whatsapp. Com um áudio com voz mansinha. Disse que foi ótimo que o meu pau era maior do que ela esperava, que ficou cheirando a porra e isso estava fazendo ela sentir vergonha de ficar perto das pessoas. Disse também que meu esperma era bem doce, parecia que eu gozava açúcar líquido, nas palavras dela ( eu gostei do que ela disse rs). O áudio terminava com ela dizendo que ela tava muito afim de uma trepada depois do plantão só que tinha que passar em casa primeiro para tomar um banho e dormir um pouco. Marcadíssimo, respondi. Ao longo da tarde fomos trocando nudes e áudios sacanas. Ela me avisou quando o plantão acabou. Depois de umas três horas, por volta das 20h mais ou menos.

Cheguei na casa dela, buzinei e ela saí toda deslumbrante em um vestindinho vermelho de tubinho. Valorizando suas coxas grossas. Mal entrou no carro, já levantou um pouco o vestidinho e começou a siriricar a sua cona. Chegando no motel, eu joguei ela imediatamente em cima da cama, só subi o vestido e cai de boca no seu grelo. Eu objetivo era fazê-la gozar, pra ficar bem relaxada pra dar o rabo.

Enquanto eu chupava sua bucetinha com dedicação, meus dedos passeavam por ela. Eu tirava e punha. Massageava a portinha do cuzinho. Ela segura minha cabeça com essas coxas grossas. Eu completamente em êxtase por fazê-la gozar, olhava pra cima e via ela suada de olhos fechados e derretendo de tesão. Não demorou muito e ela gozou. Eu senti o seu corpo estremecer e logo em seguida amolecer.

Eu deixei ela respirar um pouco, ela ficou de quatro, comecei a preparar o terreno. Linguei aquele cu com vontade, beijei, mordisquei cada polpa da nádega, cuspi e comecei colocando a cabeça da minha pica. Para testar. Ela picava o cu para mim me chamando. Até que de tanto dedar o cuzinho e sarrar a cabeça ele abriu um pouco e eu aproveitei a mínima brecha para socar tudo, devagar, rasgando ela.

Diana gritava de dor e me xingava ao mesmo tempo. O que só me dava mais tesão ainda. Bombei devagar, sem tirar o completamente o pau pra fora. Tirava um pouco e botava a o fundo. Tirava mais do que a última vez e vinha rasgando tudo. Nisso, seu corpo estava trêmulo de dor, a bunda arrebitada, seus pés afastados, ela na ponta da cama. Segurava seu cabelos já suados. Pela intensidade do ato. Com a outra mão segurava sua anca.

E estocava com toda a minha força. O quarto já fedia a sexo, urrava como uma cadela. A cada orgasmo que anunciava que estava tendo eu pulsava meu membro com mais força ainda. Ela estava alucinada com ato, pedia para meter cada vez mais forte, gritava com um misto de dor prazer que só o anal proporciona. A sua voz falhava cada vez mais, ficando rouca. Empurrei ela pro meio da cama, fiz ela empinar a bunda novamente e montei em cima dela dando fortes estocadas até que sou domado completamente pelo tesão e esporro dentro do rabo de Diana, eu grito como um gorila, enquanto despejo uma quantidade colossal de porra. Aos poucos sou ejetado para fora do seu cu arrombado de pregas inchadas, junto com muita porra que escorre pela suas pernas. Completamente suada, ela caí em meu peito. Suada, exausta, cheirado a porra. Olha pra mim com um sorriso puro de quem adorou ser currada.


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29/03/2020 15:56:21
Aí que delicia

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