Sexo Medicinal V

Um conto erótico de Carolinna
Categoria: Heterossexual
Data: 14/01/2020 04:46:31
Nota 10.00

Quando eu acordei, já estava escuro e eu estava no meu quarto, demorei um pouco para me orientar, mas rapidamente me lembrei da "pequena aventura" que tive com Joana, Felipe e Marco, e eu ainda não conseguia acreditar no que tinha acontecido, minhas pernas estavam bem mole e minha bucetinha tava muito ardida, me arrastei para o banheiro e deixei a água quente bater nas minhas costas.

Enquanto eu ainda estava no banheiro, ouço uma movimentação no quarto, tinha certeza que era o Marco. Com absoluta certeza, eu não conseguiria dar pra ele, mas eu amava tanto os beijos dele que eu esperava que a gente ficasse só na pegação.

Quando eu saí, estava enrolada na toalha e ele estava deitado na minha cama, me esperando, quando me viu, os olhos dele escureceram, e por Deus, aquele homem transpirava excitação, eu nunca me senti tão desejada na minha vida inteira, mas ainda sim eu continuava meio tímida.

- Vira de costa pra mim por favor, pra eu trocar de roupa ?! Falei tentando fingir naturalidade.

- Lógico que não, vai trocar de roupa na minha frente, não tem nada que eu já não tenha visto e principalmente não tem nada que eu não tenha adorado! Ele disse com um sorriso crescente e uma piscada.

- Eu só queria um pouco de privacidade... por favor, vira de costa. Eu meio que implorei

Ele se aproximou de mim me encostando na parede

- Eu não me lembro de você reivindicar privacidade quando minha língua tava na sua buceta..... Ele sussurrou no meu ouvido

Me subiu um arrepio na espinha, ele recuou pra observar o meu rosto, e para ele eu era cristalina, ele sabia o efeito que tinha em mim, podia me manipular ao bel-prazer, e gentilmente esfregou o nariz contra o meu, sentindo minha respiração quente.

- Eu me viro só dessa vez, mas na próxima, eu quero cada detalhe do show, entendido ?!

- Entendido, senhor ! Eu disse com um leve rolar de olhos e com um sorriso divertido.

Ele levantou uma sobrancelha pra mim, como se analisasse se gostava ou não de ser chamado de "senhor", mas ele logo se virou e eu rapidamente tirei uma muda roupa para me trocar.

Minha roupa consistia em um baby doll branco que não era colado, mas era um pouco curto e a blusa era meio cavada e eu não dormia com sutiã, então era inevitável que os bicos dos meus peitos aparecessem.

Quando Marco se virou, eu sabia o que ele tinha em mente e que se dependesse dele, minha roupa não ficaria no corpo por muito tempo.

- Marco você se importaria se a gente não transasse hoje? Eu tô muito dolorida e com muito sono.

O semblante dele mudou no mesmo momento, o olhar de preocupação era nítido e ele se aproximou rapidamente de mim me abraçando e me dizendo:

- É claro que eu não me importo querida! Aqui você não faz nada que não quiser, e por Deus, me perdoa se eu te machuquei, eu peguei pesado contigo e até pouco tempo você era virgem, me desculpa!

Ele tava tão ressentido que me deu até dó, mas era muito fofo também e então eu prossegui:

- Podemos ficar na minha cama então, tipo, nós dois deitados, mas sem fazer nada ?

- Claro que podemos amor, mas antes eu vou pegar alguns analgésicos e uma pomada anestésica pra você.

Me beijou na testa e saiu, enquanto eu me deitava em baixo das cobertas, ele mal tinha saído e eu já estava cochilando. Ele voltou bem rápido com os remédios e um copo d'água, me entregou, porém ele ficou com a pomada, assim que eu terminei com o remédio, ele me pede pra tirar o short e a calcinha, eu só fazia tudo no automático, tava bem exausta.

Ele se sentou na cama, entre as minhas pernas que ficaram uma de cada lado do quadril dele, afastou levemente entre elas e começou a passar a pomada, ela era um pouco mentolada e rapidamente acalmou o ardor, os dedos dele eram bem suaves e muito cuidadosos, o alívio foi imediato, ele passava nos meus lábios, no meu grelo e penetrava levemente o dedo. Marco estava massageando minha buceta, os dedos dele ia e vinha com a pomada e eu comecei a soltar leve suspiros de alívio e não muito depois eu comecei a ronronar, aquilo era fantástico.

Percebendo o meu contentamento, Marco começou a massagear o meu botãozinho, o gemido que saiu de mim foi instantâneo, o meu quadril começou a imitar os movimentos dos dedos dele, eu tava viajando naquela massagem, aquela sensação era boa demais, quando eu estava sozinha, eu já tinha tentado me masturbar, mas nunca chegava nos finalmente e eu não sabia me tocar direito, então eu simplesmente desisti, mas aquilo que tava acontecendo era uma novidade surreal pra mim.

Minha respiração começou a ficar pesada, meus dedos agarraram o lençol, meus gemidos ficaram cada vez mais altos e eu comecei a suar, o Marco não acelerava o ritmo, e então levantei minha cabeça do travesseiro, e o que eu vi eu nunca vou esquecer. Ele olhava hipnotizado pra minha buceta, o olhar era de admiração misturado com luxúria, ele parecia um homem faminto, eu só consegui gemer

- Mais.... por favor..... eu preciso de mais....

Somente nessa hora que ele desviou o olhar da minha buceta, com o sorriso mais malvado do mundo, ele começou a acelerar e eu já estava pra gozar, eu tava praticamente vendo estrelas e é bem nessa hora que ele para, ele muda a direção da massagem, ele começa a passar o dedo no meu cuzinho, o meu gemido de frustação foi alto e eu só ouvi uma risada divertida dele.

Rapidamente ele pega mais da pomada e começa a esfregar no meu rabo, o meu tesão está em níveis alarmantes, eu não sei se é a pomada ou o tesão, mas eu não consigo sentir dor, apenas um leve desconforto esticando dentro de mim.

Quando eu me assusto ele já tem três dedos dentro de mim, e outra mão massageando meu botão, sempre me mantendo a um passo do orgasmo, meu corpo tá todo febril, suado, eu só consigo apertar os bicos do meu peito e é inútil e no auge do meu desespero eu só consigo implorar:

- Come meu rabo... por favor.... eu preciso de você....

Eu estava tão absorta na névoa de tesão que eu mal me calei e ele já tinha abaixado a calça e a cueca e estava passando a pomada no pau, me colocou de ladinho e deitou atrás de mim, a sua respiração estava tão pesada quanto a minha e o seu corpo estava tão quente quanto o meu. Ele afastou meus cabelos do meu pescoço e lambeu até chegar na minha orelha e em seguida deu uma mordida de leve no meu lóbulo e eu só sabia sabia gemer e rebolar a bunda contra o pau dele.

O Marco apoiou um braço de baixo da minha cabeça e a virou e começou a me beijar, beijo todo babado, lambido, bem de boca aberta e entre esses beijos ele sussurra no meu ouvido:

- Tem certeza? Ele recuou o corpo e estava esperando a minha resposta.

- Eu tenho certeza sim, por favor, mete logo. Gemi fracamente

Ele deu uma risada sem fôlego contra minha orelha e levantou minha perna, eu estava toda arreganhada, ele me apoiou com uma perna, enquanto a sua mão ia guiando o pau pra dentro do meu rabo. A entrada foi fácil, pois a pomada era bem lubrificante, mas a pressão que dá quando vai esticando era quase insuportável, eu não pedi pra parar, queria a experiência completa, Marco percebeu meu desconforto e começou a tocar siririca pra mim, e meu tesão voltou com força total, relaxando o meu rabo.

Bem devagar, ele começou a meter, aquela experiência era surreal, o meu cu esmagava o pau dele e os gemidos quentes que ele ofegava no meu ouvido era excitante demais, os dedos dele continuavam a trabalhar na minha bucetinha sem descanso, as minhas pernas já estavam tremendo, novamente eu já estava quase gozando, quando Marco sussurra pra mim:

- Goza pra mim gatinha, goza dando esse cuzinho pra mim....

Foi como se tivesse acionado um detonador e minha gozada foi tão poderosa que lágrimas saíram dos meus olhos, eu só sabia me contorcer, meus olhos reviraram e eu achei que nunca mais iam voltar ao normal, nunca tinha sentido nada tão intenso na vida, a mão de Marco veio rapidamente para a minha boca e três metidas depois, eu senti ele enrijecer nas minhas costas e leitou bem quentinho dentro do meu cuzinho.

Ele caiu de costas, morto e eu caí de frente toda tremendo, totalmente área.

- Gata, isso foi surreal, coisa de outro mundo mesmo. Ele conseguiu murmurar ofegante

Eu só consegui assentir.

Mas ele continuou:

- Isso porque você não conseguia me dar hein ... imagina o estrago que seria se você não tivesse com dor... Disse com uma leve risada

Eu, mais uma vez só consegui assentir e ele deu um tapa na minha coxa.

E depois eu apaguei.


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Comentários

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14/01/2020 11:18:58
És maravilhosa demais, minha querida. Adorei tua aventura. És o tipo de gata que adoro. Leia as minhas aventuras. Eis meu e-mail: Beijos imensos.
14/01/2020 08:09:21
Muito bom quando surge uma idéia nova,um conto original no conteúdo e ainda mais de uma autora jovem,inteligente,escreve bem e detalhista. É verdade que o "tratamento" é um tanto surreal,ainda mais num local que ao invés de eliminar vícios,pode estar criando outros. Mas parabenizo a criatividade da narradora. Demais

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