Não aguentei e peguei meu priminho a força (Final)

Um conto erótico de Putinho
Categoria: Homossexual
Data: 12/11/2019 18:48:05
Nota 9.80

Olá safadões e aqui estou novamente para a conclusão do incrível relato do meu amigo Eduardo.

Admito que particularmente esta será minha parte favorita, acho que é verdade quando dizem que o melhor fica para o final.

Para refrescar a memória de vocês aqui vai um breve resumo: Certo dia Danilo o primo de Eduardo veio passar uns dias em sua casa e calhou de ficarem sozinhos durante alguns dias, Danilo então começou a usar todas as armas possíveis da sedução só que ele não esperava provocar tanto Eduardo ao ponto deste lhe pegar a força e brutalmente. No dia seguinte a culpa e o remorso fizeram com que Eduardo desabafasse com seu amigo André porém este também quis aproveitar da situação e abusou ainda mais brutalmente de Danilo e com base de chantagem. A culpa e o remorso não foram suficientes para conquistar o perdão do primo que no dia seguinte a toda aquela violência lhe dopou, amarrou na cama e chamou Sávio; um garoto de programa e amigo dele para abusar de Eduardo violentamente... no fundo Eduardo sabia que mereceu tudo aquilo e não resistiu ao primo, pela primeira vez os dois transavam de forma consentida de ambas as partes e viram que tudo se tornava ainda mais prazeroso.

Danilo acordou naquela manhã sentindo o beijo molhado de Eduardo, os dois se beijaram e logo ele sentiu o pau duro do primo. Eduardo abaixou a cueca verde que ele usava e começou a penetrar, Danilo soltou um leve gemido e Eduardo ia colocando ainda mais a fundo enquanto Danilo se contorcia de prazer, ele aumentou o ritmo do vai-e-vem e Danilo rebolava enquanto pedia por mais força, Eduardo acatou e os genidos de Danilo ficaram ainda mais intensos, enquanto isso ele batia uma deliciosa punheta até que Eduardo pegou o pau do primo e enquanto lhe comia batia também aquela punheta... ele gemeu intensamente e gozou na minha mão, quanse que instantaneamente gozei dentro dele que sorriu satisfeito pra mim como se soubesse que meu sêmen jorrava bem fundo no seu cuzinho, eu coloquei seu gozo em minha boca e fiz questão que visse, ele sorriu e me beijou espalhando seu sêmen em nossas bocas e assim acabamos dormindo mais um pouco.

Assim que acordei o sol da tarde batia em meu rosto com intensidade pela janela que estava aberta, fui a cozinha e acendi novamente ao ver Danilo usando cueca e fazendo um lanche na pia, eu já queria lancha-lo novamente e me aproximei por trás. Usava só uma samba-canção e ele sentiu o volume dando uma leve rebolada "Caralho, seu pau vive assim?" Eu ri e o beijei "Sua culpa" admiti e ele me beijou, nos beijamos até pegá-lo no colo e levá-lo a mesa "Posso te pedir algo?" Susseirrei e ele acentiu "Me come. Quero te sentir" ele sorriu e me beijou ainda mais, se levantou e me colocou apoiado sobre a mesa, abaixou minha samba-canção até o joelhos e com as pernas retirei tudo, ele afastou bem dando espaço ao meu cuzinho e quando menos esperava senti sua língua o penetrando; nunca algo assim havia me ocorrido e agora que acontecia estava adorando, ficava arrepiado e soltava leves gemido que pelo visto o deixaram ainda com mais desejo de continuar e quando enfim começou a meter em mim minhas pernas ficaram bambas, estava adorando e ele também. Ele aumentou o ritmo e ao mesmo tempo meus gemidos ficaram ainda mais intensos, ele começou a bater pra mim e estava quase gozando quando tirei sua mão "Não. Eu não quero gozar agora" saí dele e nos beijamos "Quer gozar na minha boca?" Ele perguntou e afirmei que também não. Abaixei sua cabeça de encontro ao meu pau e ele chupava com uma vontade animal, como uma bebê esfomeado em sua mamadeira, me fitava com seus olhos verdes que ficavam cheios de lágrimas conforme tentava por tudo na boca e engasgava, ele babava muito e se divertia com isso. Como ele era perfeito! Retirei meu pau da sua boca e o levantei, lhe beijei e pude sentir meu próprio gosto naquele beijo "Espera. Quero fazer algo" ele ficou intrigado mais voltei logo com um pepino que era ainda mais grosso que o meu próprio pau, ele ficou apreensivo "Relaxa, se doer eu paro" ele acentiu.

Molhei o pepino com o meu próprio cuspe e comei a forçar a entrada; ele se estremeceu. Senti que faltava preparar ainda mais o anelzinho do meu priminho e meti a língua o fazendo ir ao delírio "ahhhhhh primo, isso, fode esse cuzinho com a língua ahhhhhh" depois forcei novamente o pepino que entrou com mais facilidade, fui carinhoso pois não queria machuca-lo como da primeira vez e com o pepino quase que todo no cuzinho comecei os movimentos de vai-e-vem e ele estava entregue aquilo, gemia com desejo "ahhhhhhh isso, mete mais vai, mete mais com essa porra" o fiz e quando vi que ele estava alucinado pelo desejo fui mais rápido e conforme a rapidez mais ele berrava pedindo que continuasse. Seu cuzinho agora abria com facilidade facilitando a passagem da verdura, dei um tapa e ele soltou um gemido alto, seu pau estava duro feito pedra e ele batia com uma força surpreendende, o

beijei e seus olhos reviravam, ele suava e estava arrepiado, se jogava pra trás de encontro ao pepino conforme eu continuava "Tira... eu vou gozar... tira por favor que eu vou gozar" implorava ele "Goza com o pepino no seu cu" sussurrei mais ele queria sair e respeitei sua vontade, a partir de agora tudo seria consentido entre a gente. Ele abriu a geladeira e buscou metade de um mamão, eu não queria acreditar no que estava fazendo mais ele bateu uma punheta acima do mamão até gozar na fruta, ele pegou uma colher e me entregou "Tá zoando né?!" Ele riu "Não. Come ué" Retribui o sorriso e enfiei a colher bem onde se encontrava a porra do meu priminho, retirei um pouco do mamão e um pouco da porra e coloquei na boca. O gosto amargo do sêmen com o doce do mamão me deixou ainda mais alucinado, meu pau parecia pedra e Danilo começou a me mamar "Quero gozar na sua boca" falei e ele me fitou "Tenho algo ainda melhor" ele foi até o armário e pegou um copo, me entregou "Quero que você goze aqui" enquanto batia uma segurando o copo ele me beijava, começou a lamber cada canto do meu pescoço, nunca pensei gozar tanto mais o fiz no copo e Danilo sorriu "Nossa, pelo visto vai me dar trabalho" ele preencheu o restante com coca cola e olhando pra mim tomou até o gole final como alguém com muita cede e ainda fez questou de pegar mais com o dedo e levar a boca "Como posso dizer... é delicioso coca com porra" nos beijamos "Você é doido moleque" ele sorriu "Você ainda não viu nada! E ai? Ta pronto pra parte 2?" Fiquei confuso e ele claramente percebeu e fez questão de continuar "A vingança contra o escroto do meu amiguinho ou achou mesmo que deixaria ele respirar aliviado depois daquela merda toda? E você vai me ajudar" revirei os olhos e ele agiu como uma criança que acabara de ganhar um "não".

"Edu se você não me ajudar não precisa mais olhar na minha cara. Esqueça o que aconteceu com a gente" o segurei "Eu vou te ajudar O.K? Até porque também quero acabar com a graça dele" ele sorriu e retribui "Então vamos agir hoje mesmo?" Concordei e começamos a bolar nosso plano.

Assim que já eram 20:00 horas, a hora exata em que começaria nossa vingança eu liguei para o André e com sorte ele atendeu logo, estava com a voz estranha, parecia que havia bebido todas e agora estava com uma ressaca pesada "Olha André to muito afim não de sermão... comi teu primo gostoso e logo logo vou ai meter nele de novo" o interroumpi, tentei disfarçar o ódio na voz, se estivesse repensando sobre a vingança não estava mais, agora eu que queria seguir adiante... ele não imaginava o que lhe esperava.

"É sobre isso que eu quero falar contigo... - comecei a sussurrar "O safado do meu priminho ta dormindo pelado, acabei de comer ele e agora ta lá esperando por você. Vai vim?" silêncio do outro lado e ele começou "Mano eu pensei que estivesse puto comigo por causa do que eu fiz" disfarçando o ódio continuei "Se estivesse puto não te chamava pra comer ele só que dessa vez vamos dividir" ele não respondeu mais pela forma que se despediu acredito que não concordou e foda-se, ele não teria que concordar ou discordar de nada.

Danilo e eu estávamos discutindo nosso plano, ele já estava amarrado na cama quando André bateu à porta era agora que iríamos agir: fui a sala e a abri, ele definitivamente não estava bem, a cara de ressaca era evidente "Onde ta o putinho?" perguntou e apontei em direção ao quarto, ele foi em zigue-zague e arrancava peça por peça das roupas conforme avançava, o cheiro de álcool forte invadiu o quarto assim que ele entrou já vestindo apenas a cueca, ele viu Danilo amarrado a cama e sorriu "Sentiu saudades, putinho?" Danilo encenou, fez bem o papel do jovem desesperado até que parti pra segunda etapa do plano "Vamos soltar ele? Ele é fraco pra nós dois" André mostrou indiferença "Sinceramente como ele de qualquer jeito mais solto é melhor, gosto de ver ele tentando se soltar de mim" senti um nojo daquelas palavras e pelo visto Danilo também pois parou de bancar o ator e me fitou com expressão de nojo. Fui até ele e soltei os dois braços e quando Danilo ficou de joelhos na cama disse "Cansei de fugir sabe... vocês vão me comer de qualquer jeito mesmo. Vamos André, coloca o seu pau na minha boca que agora vou pagar o melhor boquete da sua vida" ele sorriu e eu fiquei sem saber o que estava acontecendo, isso não estava no plano. Será que Danilo agora também queria mesmo dar para o André? Aquele pensamento me desapontou. André estava vitorioso e retirou a cueca liberando um pau semi-duro na cara de Danilo que segurou com firmeza e pincelou a cabeça com a língua, em alguns instantes o pau dele sumiu na boca de Danilo e aquilo me provocou certa repulsa, nojo. Até que André gritou, um grito de dor mesmo.

Danilo havia mordido em cheio o seu pau que agora sangrava onde havia as marcas dos dentes "FILHO DA PUTA! VIADINHO DE MERDA! AGORA VOU TE COMER ATÉ TIRAR SANGUE" gritava e ia pra cima de Danilo, iria bater em Danilo mais o enpurrei na cama ele me encarou e dei um soco com tanta força que ele desmaiou; foi o tempo necessário para amarra-lo na cama, quando acordou estava preso e a primeira coisa que viu foi o mesmo pepino que mais cedo invadia deliciosamente o cu de Danilo "Todos tem uma primeira vez e a sua será com isso. Conheça seu macho!" Ele riu "Vocês dois tão se comendo? É isso?" Danilo lhe deu um tapa forte na cara e eu comecei a forcar o pepino, ele gritava muito e Danilo o amordaçou. Assim que o pepino entrou completamente comecei a ir sem dó, ele queria gritar mais não conseguia e o pepino sangrava muito enquanto ele se contorcia de dor. Danilo tirou a mordaça "MEU CU PORRA! MEU CU TÁ DOENDO! SEUS PORRA, SEUS FILHOS DA PUTA" Danilo me fitou quase implorando e acenti, ele soltou os braços de André que começou a lutar mais logo desistiu quando lhe enchi de socos, o empurrei pra fora da cama e ele caiu com tudo no chão duro "Abre a boca" ordenei mais ele não quis, com uma faca Danilo obrigou André a abrir a boca e nós dois cuspimos dentro dela, demos tapas na cara da nossa putinha e em seguida o fiz chupar o pepino sujo de seu próprio sangue. Danilo ficou por cima do rosto de André e pisou na cara dele várias vezes, cuspiu também e começou a mijar em cima provocando algumas sensações de afogamento e também comecei a mijar em cima do rosto dele com meus pés prendendo seus pulsos "Lambe o mijo do chão" sobre ameaça da faca ele fez até o chão está limpo, algumas vezes ficava com ânsia mais bebeu tudo até o fim. O colocamos de bruços e comecei a enfiar um cabo de vassoura no sua cu, ele gritava de dor. Não levei muito afundo com medo das consequências... por mais que aquele filho da puta merecesse eu não ia fazer algo que prejudicasse sua saúde "Quer comer esse monte de lixo?" Perguntei para Danilo "Sinceramente, não tenho tesão nele nenhum. Meu pau ta mais mole que uma maria mole com ele" eu ri "Eu também" virei o rosto dele com o pé "Tá mais nojento doque da forma que chegou. É isso que faz com a gente. Nada." Mijamos nele mais uma vez e o enchemos de cuspidas, tapas e socos. Joguei sua roupa pela janela e o expulsei aos murros de casa, ele teve que pegar sua roupa pelado mesmo, ele caía bastante e olhou algumas vezes pra casa. Foi embora aquele dia e nunca mais o vimos.

Minha mãe chegou de viagem no dia seguinte e a Kamille dois dias depois. Kamille quis matar a saudades transando comigo mais não queria já com Danilo se deixasse era toda hora e sempre inventava algo que apimentava ainda mais nossas noites.

Durante o dia Danilo e eu éramos como qualquer primos e durante a noite só nossa cama testemunhava o que de fato acontecia. Terminei com Kamille um tempo depois pois não achei justo ela ser enganada dessa forma e meu primo voltou para Franco da Rocha tornando nossa relação ainda mais tensa com a distância. Atualmente meu primo tem 18 anos e nosso sexo nunca foi igual, eu o amo e ele me ama e juntos somos um só.

Pretendemos morar juntos no próximo ano e ai sim assumir nossa relação. Sobre o André, soube através de um amigo em comum que ele se mudou para Ribeirão Preto, soube que ele começou a usar drogas e estava bem diferente de como o conheci. Em situação de rua mesmo.

E foi assim que tudo aconteceu.


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Comentários

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27/11/2019 15:52:30
espero q fiquem juntos
20/11/2019 00:31:51
O final foi melhor! Rs... Ainda bem.
13/11/2019 06:43:43
Gostei
12/11/2019 21:40:18
PENA MESMO QUE DANILO FOI EMBORA. MAS É BOM SABER QUE OS DOIS TÊM PLANOS PRO FUTURO. ESPERO QUE SE CONCRETIZE.
12/11/2019 19:40:00
Nossa

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