Jessica, a noiva insaciável - Episódio 07: meu primeiro "desfile" no veleiro

Fui para casa naquele final do dia totalmente saciada de tanta pica que havia levado. Eduardo era realmente um monstro do sexo, com o maior pênis que já vi em toda a minha vida (apesar de ter visto apenas três: Eduardo, Bernardo e Lucio). Não sei o motivo, mas aquilo me deixara com grande tesão. Peguei meu consolo e fiquei imaginando aquele mastro dentro de mim novamente (oh Deus, o quê estava pensando?). Durante a masturbação, Lucio me ligou:

- Oi amor, tudo bem? - perguntei com o consolo dentro de mim.

- Oi minha vida, como você está? - respondeu meu noivo.

- Estou bem. Estou com tanta saudade de você que estou brincando com o consolo aqui, imaginando você dentro de mim. - disse para brincarmos um pouco.

- Nossa, amor, que delícia! Está imaginando minha piroca dentro dessa bocetinha sua? Mexe gostoso para eu ver, mexe?!

Comecei a rebolar no consolo e a gemer no telefone para Lucio ouvir. Na verdade, estava imaginando o cacete do Eduardo Ribeiro dentro de mim, que dava quase 3x o tamanho do Lucio, mas estávamos brincando pelo telefone e tive que falar que era imaginando ele.

Enquanto gemia no telefone, Lucio me instigava e falava:

- Quando eu chegar amor, o quê acha de brincarmos eu, você e o consolo? Já pensou, você aguenta outro pau em você?

- Ah, Deus, que delícia! Quero sim! Aguento quantos quiser! - gemia ao telefone para ele.

Realmente, imaginar o Lucio e mais um macho em mim, deu-me um tesão danado.

- Vai Lucio, mete em mim, por favor! - gritava ao telefone de tanto tesão.

Brincamos mais um tempo, até que tomei coragem para tocar no assunto da viagem:

- Lucio, terei que fazer algumas viagens a partir de agora pela empresa.

- Como assim, amor? Viajar para onde?

- A cada três semanas teremos vistoria em obras na capital, e consegui conversar com o patrão para tentar sempre encaixar as viagens durante o período do seu embarque, assim não atrapalharia nosso relacionamento.

- Entendi...e você aceitou? - perguntou Lucio.

- Tive que aceitar. Eles me darão uma grana extra muito boa! Vai ajudar bastante em nosso orçamento. Quem sabe, poderemos sair do aluguel em menos de dois anos.

- Interessante. Então realmente é um bom dinheiro! Podemos finalmente comprar e construir em uma chácara mais isolada! Assim poderemos ficar mais escondidos! - disse Lucio rindo ao telefone.

- Isso mesmo, meu amor! Seremos muito felizes em nosso pequeno sítio! - disse, alegrando-o ainda mais.

Passei os próximos dias como nos anteriores: antes de iniciar o trabalho na empresa, Bernardo me convocava até sua sala para meter um pouco, ou então pagar um belo boquete para ele, sempre me deixando com esperma no rosto ou mandando engolir direto. Passei a me acostumar com o gosto de porra pela manhã. Para ser sincera, até sentia falta quando ele estava irritado e não queria meter pela manhã. Aí sempre tomava café na empresa e sentindo que faltava alguma coisa. Logo pensara: o quê estou fazendo?! Isso são pensamentos de puta, e eu precisava me recompor.

Na sexta-feira, chegara finalmente o dia da viagem, e fui ao escritório com minhas malas. Ao entrar na sala de Bernardo, ele começou a rir e disse:

- Para quê essas malas, Jessica?

- Ué, são para a viagem. Preciso trocar de roupa, né, normalmente é assim que fazemos.

- Não desta vez, minha vadia. Você vai com a roupa do corpo. Lá, eles te darão todo o restante para vestir, escova de dentes, sabonetes etc.

Bernardo mandou dois seguranças virem me buscar e me levarem para a capital. Foram algumas horas de viagem, era apenas eu e os dois motoristas no carro. Não dava para falar com eles pois tinha um vidro fechando a parte de trás para a parte da frente.

Chegando na capital, era pouco depois da hora do almoço. Flavio veio me buscar até o carro. Levou-me até seu veleiro de luxo, que era realmente imenso! Havia mais uma menina no veleiro, Caren, que me recebeu com muita hospitalidade, me apresentou os aposentos internos e ao grupo de homens que acompanhava Flavio: era um grupo de oito homens, contando com Flavio. Todos muito bem vestidos, com óculos, relógios e roupas de marcas famosas. Dava para ver que eram empresários de sucesso.

Caren levou-me para a parte inferior do veleiro e me mostrou a coleção de biquínis, se é que podemos dizer que aquilo eram biquínis...eram praticamente fios de nylon com pequenas parte que cobriam as partes íntimas, tipo aqueles micro biquínis colombianos, muito famosos. Fiquei revoltada com aquilo e me neguei a vestir. Caren tentou me acalmar e disse que me acostumaria com o tempo, logo cortei:

- Como assim com o tempo? Isso não é uma vez somente não?!

- Jessica, creio que eles tem algo que estejam usando contra você. Com o passar do tempo você acaba esquecendo. Tem alguns entorpecentes que podem te ajudar a aliviar o estresse...eu acabou trocando parte do pagamento por maconha e coca, caso você queira experimentar...

Fiquei enfurecida com Caren por me oferecer aquilo. Disse que nunca usei e nunca usaria droga alguma. Não tive escolha, despi-me e coloquei um dos micro biquínis. Caren também se vestiu, partiu uma carreira de coca e cheirou antes de subir para a parte superior do grande veleiro.

Quando subimos, havia uma música alta tocando, muita bebida ao redor dos empresários, além de alguns deles estarem fumando maconha, sem nenhum pudor.

Caren foi a primeira a se lançar nos colos dos marmanjos, ela dançava esfregando sua bunda no pau deles, alguns já estavam colocando para fora, e foi aí que vi a furada que eu havia entrado. Chamei Flavio num canto e tentei conversar com ele, dizendo que não queria mais estar ali, foi quando ele retirou o celular do bolso e começou a rodar o vídeo em que eu estava fodendo com Eduardo e Bernardo no escritório. Abaixei a cabeça e ajoelhei-me em sua frente.

Chorando, retirei seu pinto da calça e comecei a chupá-lo. Não era tão grande quanto o de Eduardo, mas era quase do tamanho de Bernardo. Enquanto eu o chupava, mais três homens ficaram envolto de nós, todos com seus cacetes balançando em minha frente...já sabia o que cada um deles queria. Não tive escolha: comecei a chupar um por um, e enquanto chupava um, masturbava outros dois. E eles ficaram rodando com seus cacetes em minha volta. Quase meia hora chupando esses deliciosos, ops, quer dizer, chupando esses malditos paus, finalmente gozaram, um de cada vez, alguns esporrando em minha boca, outros jorrando em minha cara. O mais velho dali, parecia ter uns 60 anos, e obviamente tinha tomado algum viagra, pois o pau dele ainda continuou de pé... este ficou apertando meus peitos como se fossem aquelas bolas de massagem, e a dor era grande. Mas, eu não poderia reclamar.

Os outros três voltaram para a borda do veleiro onde estavam as bebidas, e ficaram ali bebendo, todos nus, com seus pintos moles balançando juntamente com o barco. Em contrapartida, o mais velho continuou a me bolinar, apertando todo o meu corpo, beijando a minha boca, e ele beijava muito mal, além do hálito horrível que estava.

Tentei descansar por um tempo, e nisso, Caren, com a cara toda suja de porra ainda, aparece ao meu lado com um cigarro de maconha para relaxar. Neguei novamente e engoli o choro... eu estava me sentindo como uma prostituta barata, largada de lado naquele veleiro como um objeto, onde os homens poderiam tratar da forma que quisessem. Caren, vendo meu choro, me deu um abraço e disse que eu deveria tentar curtir, se não, seria um grande pesadelo que eu enfrentaria a cada 21 dias.

Me recompus e fui lavar-me. Ao subir novamente na parte de cima do veleiro, os outros quatro homens que estavam antes com Caren, me aguardavam com seus cacetes em riste. Já sabia o que me aguardara.

Os quatro me deitaram sobre uma mesa central da embarcação e pegaram lubrificante e passaram em minha boceta e cuzinho. Eu estava sem reação. Fiquei com dois paus pagando boquete enquanto os outros dois metiam ao mesmo tempo em mim, um na boceta e outro no meu cu. Cuzinho este que só experimentara o pau de Lucio, agora estava sendo arrombado por um mulato de porte médio. Já estava sentindo que havia perdido minhas "pregas", pois ele estava todo larguinho de receber aqueles dois pintos, um por vez, e iam revezando. Outrora, que estava sentindo dor, já não mais, talvez pela bebida que resolvi beber, ou pelas horas de sexo que já completavam 2 horas. Eles só resolveram parar de meter no meu cuzinho quando saiu um pouco de sangue de dentro do meu anus, e eles decidiram dar um descanso para ele.

Mesmo assim, minha boceta já estava inchada de tanto receber pau naquele dia. Depois de dois deles resolverem gozar dentro da minha boceta, os outros dois que restaram, chamaram os outros amigos para fazerem um bukkake em mim para me "batizarem" pela primeira vez.

Pegaram uma taça, cada um metia na bocetinha e depois gozava na taça, e foi assim cada um por vez (enquanto ainda era obrigada a pagar boquete após esporrarem na taça). Eles conseguiram encher um pouco mais de meia taça de vinho e me ordenaram beber. Num primeiro momento me neguei, mas Flavio fez uma cara de poucos amigos, então aceitei. Comecei a virar a taça. Tive que pausar para respirar, o gosto era um pouco diferente, talvez pelos diversos tipos de porra ali dentro. Tomei coragem e virei o restante da taça. Engoli tudo. Minha boceta, mesmo esfolada, ainda me molhei por alguns segundos, acho que estava perdendo a consciência, não sei. Depois, levantei-me, e cambaleando, fui até um dos banheiros para me lavar. Tomei um banho quente e deitei, nua mesmo sobre uma das camas.

Acordei no dia seguinte com Flavio parando a embarcação no porto da capital. Eu estava toda esfolada, com o cu ardendo demais e enjoo de beber tanta porra. Ele chegou perto de mim, pediu desculpas por me obrigar a fazer isso, mas era necessário.

- Jessica, me perdoe por tudo, mas você é um anjo que caiu do céu para nós. Aqui está seu pagamento. - disse Flavio, com um cheque de R$ 12.000,00 na mão.

Fiquei sem reação, mas peguei o cheque.

- Olha, saia um pouco com Caren, vão ao shopping, façam compras, o que quiserem. Mais tarde teremos um desfile de jóias na torre central da empresa. Quero vocês duas bem relaxadas para a noite. E mais uma coisa: peço que não faça jogo duro esta noite. Teremos um convidado especial que poderá fazer uma grande obra com Bernardo. Ele pediu para você cuidar muito bem dele.

Eu estava exausta, minhas pernas ainda tremiam, guardei o cheque na bolsa, coloquei a mesma roupa que havia vindo para a capital (afinal só tinha essa), e partimos para o shopping com Caren.

_(Espero que gostem da minha história. Caso agrade a maioria, continuarei a relatar os próximos acontecimentos... ;*)_

Comentários

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13/11/2019 23:35:00
10
10/11/2019 16:17:00
És uma deusa maravilhosa demais, o tipo de gata que adoro.
09/11/2019 11:52:11
Legal, vou continuar lendo a sequencia.
09/11/2019 07:25:06
Excelente amiga
07/11/2019 23:44:17
Esse conto é até bonzinho, só que muito inferior ao conto A Família do mesmo autor.
07/11/2019 20:41:18
Adorei continua assim obrigado
07/11/2019 20:37:54
O nivel de criminalidade nisso... Mas bem... vc entrou pq quis, esta tendo o seu troco então aceite... Só gostaria mesmo que seu maridinho se separasse de vc

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