Eu deixava os moleques mais velhos da rua vim aqui em casa só pra ouvir minha irmã transando

Meu nome é Lucas, tenho 20 anos, sou magro, pardo e de estatura mediana. O que vou contar agora aconteceu quando eu tinha uns 16 anos.

Na época, a única coisa que eu tinha que fazer era ir pra escola de manhã e estudar até de tarde, porque repeti dois anos seguidos e por isso ainda não tinha entrado no ensino médio. Eu não tinha muitos amigos, nem mesmo na escola, e passava o resto do dia em casa até à hora de preparar a janta e esperar minha irmã mais velha, a Lúcia, chegar do trabalho, e meu irmão mais velho, o Lenon, voltar do colégio. Nossa mãe trabalhava de plantão, então éramos basicamente minha irmã, eu e o Lenon sozinhos. Como meu irmão era mais velho, ele já saía, ia pra rua, tinha muitos amigos, dormia fora de casa, enquanto eu tinha que estudar o tempo todo, pra poder não repetir de ano outra vez. Dentro disso, meus irmãos meio que eram responsáveis por mim, apesar de faltar pouco pra eu chegar na tão sonhada maioridade.

Dentro dessa rotina de ir e voltar pro colégio, vira e mexe eu encontrava com o Lenon e os amigos deles, às vezes no pátio, durante o intervalo, às vezes matando aula nas ruas próximas da escola, ou então no percurso. A maior parte dos meninos morava na nossa rua, éramos todos vizinhos, só que nunca ficava perto deles, porque todos eram mais velhos, maiores, mais fortes, além de típicos valentões, que adoravam implicar e mexer com os outros, mesmo que fosse da família. Era capaz do meu irmão incentivar ainda mais que os moleques me zoassem, e eles se achavam os maiorais do pedaço, só porque já tinham 17, 18 anos de idade, alguns dirigiam, namoravam, bebiam, fumavam, eram os adultões que todo mundo queria ser. Eu era zoado vez ou outra por algum deles, mas mesmo assim era inevitável não querer ser parecido, de tanta moral e respeito que aqueles caras impunham nos outros. Lembro muito de cada um deles, principalmente do Júnior, também conhecido como Juninho, que era o mais atentado entre os colegas do meu irmão.

O Júnior tinha 17 anos, pele parda pra escura, tipo moreno de sol, era alto, entre o magro e o definido, e vivia com a mesma roupa: descalço, boné pra trás na cabeça, sem blusa e só de short mole da nike, desses de exercício, que os caras adoram usar sem cueca. Ele não era diferente, eram raras as vezes que dava pra ver a estampa da boxer aparecendo no visual do Juninho. Fora isso, só quando ele ia pro colégio, aí tinha que usar o uniforme público do ensino médio: calça jeans justa nas pernas arqueadas de peladeiro nato, blusa com os braços grossos de fora e tênis todo preto, de molas, sem meias aparentes. Júnior parecia uma explosão, uma erupção de hormônios, sendo bem mais peludo e visivelmente mais adulto do que o resto do grupo de amigos dele, até mesmo do que meu irmão. Além de já ter uma barbicha no queixo, pelos no rosto, a costeleta firme descendo pelas laterais da face bruta, algumas espinhas na testa, o ar de molecote abusado e pezões 44, Juninho era também o mais implicante de todos, sendo aquele que não parava quieto, só tinha ideia louca e até com os outros caras do próprio grupo gostava de zoar. Perdi a conta de quantas vezes vi esse garoto sarrando um dos outros "capangas" com quem andava, falando mal de alguém ou armando alguma putaria.

E foi nesse sentido que, uma vez, quando o Lenon tava aqui em casa com os amigos, escutei eles zoando e falando da Lúcia, nossa irmã mais velha. Nesse dia, eu tava no meu quarto lendo, quando ouvi os risos vindo da cozinha e desci pra ver o que eles estavam fazendo. Vi cinco amigos, contando com o Lenon e o Juninho, porém não apareci pra nenhum deles, só fiquei escondido de onde estava, escutando tudo com atenção.

- Tu sabe que a tua irmã é a maior rabuda, Lenon, não adianta esconder! - Júnior falou na cara de pau e todo mundo ao redor começou a rir. - Pode falar de qualquer mulher da minha família que tu quiser, se ligou? Não muda o fato de que a Lucinha tá cada vez mais larga!

Mais risadas em volta do meu irmão, que tentou pagar de legal e riu junto deles, sem defendê-la. Até ele pareceu meio que sucumbir à imposição do abusado do Juninho, como se não soubesse bem o que dizer. Não ficou sem graça, no entanto.

- Aposto que tem alguém comendo muito bem ali, ein? - o marrento voltou a dizer, sendo acompanhado pela graça do resto dos garotos ali. - Conta pro teu parceiro aqui, Lenon, a Lucinha tá transando, tá? Ela tá fodendo, é? Quem é o sortudo que tá conseguindo montar nela, ein? HAHAHAHAH

- AHAHAHAHAHAHA

Eles estavam rindo, bem à vontade, aproveitando que nossa mãe só voltaria no dia seguinte e que Lúcia estava na casa do namorado. Talvez por isso eu tivesse visto mais de três garrafas de vodka e alguns latões de cerveja sobre a mesa da cozinha.

- Vou chamar ela aqui e aí tu diz tudo isso na cara dela, já é? - meu irmão respondeu, sem perder a graça. - LÚCIA! - berrou, em seguida, como se quisesse dar a impressão de que ela estava em casa e que desceria para ver aquilo.

- É caô, é caô, moleque! Tô zoando, porra! - Juninho tratou de se defender imediatamente, com o semblante de quem não sabia o que fazer. - Tu não disse que ela não tava em casa, seu merda?

- E não tá mesmo, foi só pra te gastar! HAHAHAHAHAHA

- AUYAHAHUAHUAHA - em volta, os colegas caíram na risada da cara de sem graça do mais abusado e porra louca do grupo. - Se fodeu, otário! Cuzão! HAHAAHAHA

- Ah, vai se foder, viadão! - Júnior também riu. - É por isso que eu falo que vou arregaçar tua irmã, tá vendo? hahahahahaha

Escondido no vão da escada e do segundo andar da casa, eu conseguia observar e ouvir tudo, só detalhando com atenção o teor sexual daquele assunto e a petulância e a ousadia com as quais o molecote marrento falava da minha família, nem aí pra nada. Como se não bastasse, minha irmã era mais velha, responsável, tinha a própria vida e um namorado, mas o Juninho não tava nem aí pra nada, abrindo o bocão pra falar com propriedade que ia comê-la. Lúcia devia ter, sei lá, uns 38 anos, e ele falando isso bem debaixo do nosso teto, sem qualquer medo, receio, hesitação ou educação, tudo isso enquanto coçava o saco e não tirava a mão de cima do volume no short.

- Papo reto, Lenon, quanto tu quer pra deixar eu dar só umazinha com a tua irmã?

- Tá maluco, seu filho da puta? A Lúcia tá quase casando, porra! Tu acha mesmo que ela ia querer largar o marido pra foder com um pirralho de fralda feito tu?

- Pirralho de fralda? - impaciente, andando de um lado pro outro e bebendo goles e mais goles de vodka. - Eu tenho 17 anos, viadão! Tu acha que não deixo tua irmã prenha, não, Lenon?

Eles não paravam de discutir, zoar, beber e rir ao mesmo tempo. Juninho sem blusa, o short molinho de sempre, descalço, com a mão por dentro da roupa e mexendo, incapaz de falar de putaria sem aquecer uma punheta gostosa.

- Não precisa ela terminar com o maridão, não. Eu quero só que ela dê uma sentada, pra eu deixar a buceta dela com o formato do meu caralho. - gargalhou. - Com certeza vou deixar maior do que o corno do marido dela deixa! HASHAHAHAHAHA

- Até parece, seu merda!

O volume atraente e roliço me deixando hipnotizado de longe, sendo que eu tinha muito medo dele descobrir que eu era viado e acabar contando pra todo mundo. Pra completar, quanto mais Júnior falava, mais segurava a tora na roupa e ficava excitado, lotado de hormônios, explodindo de certezas aos 17 anos de idade e doido pra consumar tudo que estava dizendo ali pros amigos.

- Eu ia fazer questão de botar na bunda dela, duvido que ela não ia se amarrar! Ela ia querer ficar entalada na minha jeba, rapá! HAHAHAHAAH

Falando e apertando a grossura do monumento, se punhetando praticamente por cima da roupa e caindo na risada, rindo à toa. Meu coração tava acelerado, quase que saltando pela boca, por conta daquela visão e do medo que eu sentia do Juninho. Só de saber que ele estava na minha casa já me dava certa aflição, porque bastaria que decidisse implicar comigo e eu seria a nova vítima da noite. Depois de escutar tudo isso, decidi sair dali e ir pro meu quarto estudar, que era a melhor coisa que eu poderia fazer.

Fiquei umas duas horas só lendo e escrevendo redação no meu quarto, treinando pra prestar concursos, já que tinha que tirar algo de positivo do fato de ter repetido duas vezes na porta do ensino médio. Até que, no final do entardecer, começo da noite, eis que a maçaneta do meu quarto girou e ficou travada naquela posição.

- Quem é?

A pessoa não me respondeu e eu já fiquei pensando que era alguma piada do Lenon e dos amigos dele, que não tinham mais ninguém ali pra implicar e lembraram que eu existia. De repente a porta abriu e, num só vulto, a figura caiu pro lado de dentro e fechou, trancando em seguida.

- O que você quer aqui?!

Assustado, um Juninho visivelmente bêbado e muito calmo colocou a mão na frente da boca e pediu silêncio.

- Shhhhhh! Tá maluco, moleque? Se teu irmão me pega aqui, ele me mata!

- Então por que você veio aqui?

Meu peito disparou e automaticamente me vi nervoso, tentando não gaguejar e nem transparecer preocupação. O Júnior usou as mãos pra me pedir calma, veio andando na minha direção e, num instante, estava do meu lado, eu deitado de bruços na cama e ele de pé, me olhando.

- Só vim ver como tu tá, Luquinhas! - passou a mão no meu cabelo e se fez de preocupado, sendo que nós nunca tivemos intimidade além das zoações que ele fazia comigo. - Tu sabe que eu me amarro em todo mundo da tua família, né? Começando pela Lucinha! hahahahaha

Só de short molinho, a bengala balançando mole e o abusado tonto, me vigiando todo torto, enquanto ria e se fazia. O hálito de bêbado e o suor no corpo quente dele deixaram minha boca cheia d'água, mas o medo me controlou e nem sequer olhei, pra não dar mole. Ele com certeza tava aprontando alguma coisa, era fato!

- Eu tô bem. Agora você já pode descer, antes que o Lenon te pegue aqui dentro.

- É melhor, né, Luquinhas?

- É. Vai lá, vai?

- Eu vô. Mas mais tarde eu volto, já é?

Não entendi o que ele disse, só fiz que sim com a cabeça e o puto do Juninho saiu em silêncio, me deixando sozinho. Eu ainda não tinha compreendido absolutamente nada naquele momento, mas fiquei pensando bastante, esperei alguns minutos e voltei perto do vão da escada pra saber o que tava acontecendo lá em baixo, me deparando com o silêncio geral. Todo mundo tinha ido embora e Lenon dormia no sofá, roncando alto.

Decidi voltar pro meu quarto, mas vi a porta do quarto a Lúcia entreaberta, sendo que ela sempre deixava fechada. Me aproximei na ponta dos pés, sem fazer barulho, espiei pela luz acesa e vi Juninho de costas pra porta, com o short arriado até os joelhos, a bunda redonda aparecendo pra mim, peludinha e com marca da sunga, ele cheirando uma calcinha da Lúcia e batendo uma punheta braba, muito enjoada, só que da onde eu tava não conseguia ver. Fiquei cheio de tesão, o corpo pegando fogo, muito nervoso, comecei a suar e não soube o que fazer, de tão acelerado o coração dentro do peito. O cara que eu achava mais safado e gostoso tava fazendo o que ele mais queria fazer: uma putaria, ainda que indireta, com a mulher que achava gostosa. Eu sabia que era errada aquela invasão, porém a sensação de poder testemunhar a masturbação de um moleque marrento, abusado e galudo na minha irmã, foi maior do que tudo, então continuei parado, em silêncio, e vi a necessidade, a fome e a sede com que o colega do Lenon tava arregaçando a própria mão.

- SSSSSss! - ele se soltou e começou a gemer.

Da onde eu tava, vi as nádegas do Júnior contraindo e relaxando, de tanto que ele tava investindo com o quadril, metendo contra os dedos, ofegando, batendo com o saco e cheirando a buceta da Lúcia na calcinha enfiada nas narinas. Um adolescente lotado de hormônios, cheio de tesão, só querendo se saciar, nada demais. Foi nesse instante que escutei o barulho do portão e, num só pulo, me joguei pra dentro do meu quarto de novo. Em menos de um minuto, o Juninho girou de novo a maçaneta e entrou também.

- De novo?

- Eu não falei que ia voltar?

- O que você tá aprontando, Júnior?

Sem jeito e muito bêbado, o molecote, visivelmente de pau durão no short sem cueca, colocou as mãos no volume pra não dar na telha e decidiu abrir o jogo.

- Teu irmão encheu a cara e pegou no sono. A rapaziada meteu o pé, mas eu fiquei aqui porque não consigo me livrar de uma parada, Luquinhas.

Eu já sabia o que era, mas queria ouvir da boca dele.

- Do que?

- Tô galudão na tua irmã! - nesse instante, Júnior tirou as mãos da frente da caralha e deixou ela subir livre no tecido, toda repuxada pro lado e envergada, ele nem aí pra nada. - Não consigo tirar ela da minha cabeça, tá ligado?

- Tô ligado. - eu ri. - Deu pra ouvir tudo que vocês tavam falando na cozinha.

- Porra! Papo reto?!

- Sim. Eu sei bem o quão "galudão" você tá na minha irmã. E ela acabou de chegar aí, sabia?

- Eu escutei o barulho do portão e por isso vim pra cá, Luquinhas. Ninguém sabe que eu tô aqui, tu tá entendendo?

- E aí você quer se esconder até a barra ficar limpa pra depois ir embora?

- Isso aí, mano. Tua irmã me odeia e o Lenon já tá cansado das minhas zoações com ela, se ligou? Ter ficado aqui depois que ele dormiu foi um erro, eu tinha que ter ido embora, mas acabou que ela chegou. Só quero passar batido, tu tá se ligando qual é?

Fiz que sim com a cabeça, rindo por dentro da situação embaraçosa na qual o abusado se colocou. Foi a partir daí que fiquei com um pouco menos de medo, porém ainda muito receoso de olhar pra ereção do puto, que não abaixava por nada.

- Pode ficar aqui comigo por enquanto, então. - sorri. - Mas depois você tem que vazar, tá?

- Deixa comigo, Luquinhas. Tamo junto, mano!

Até que pra alguém que vivia zoando todo mundo, a versão bêbada do Juninho tava se saindo bem. O problema maior foi que minha irmã chegou e se mandou pra dentro do quarto dela, fechou a porta e, pra minha surpresa, começou a gemer.

- Caralho, Luquinhas! - o Júnior não teve como deixar batido, foi na direção da parede, colou a orelha e nem piscou os olhos. - Mentira que tua irmã trouxe o maridão pra casa e vai foder com ele ao vivaço?

O caralho dele ficou em pé no short, ele nem aí pra mais nada, todo à vontade.

- Às vezes ela vem com ele sim. Ih, quando é assim vai até de manhã, cara!

- CAÔ!?

- É sério! A mãe dele deve ter chegado em casa e empatou a foda deles, por isso já chegaram assim. Já aconteceu algumas vezes.

- Puta que pariu, mermão!

Os gemidos da Lúcia aumentando, o meu cunhado gemendo junto com ela, e um adolescente corpulento e lotado de hormônios praticamente colado na minha parede, com um mastro envergado por dentro do short escuro, a chapoca solta do corpo pincelando e pintando a parede, o sacão produzindo argamassa pura e bruta dentro das bolas e o puto doido pra ser o sortudo a currar minha irmã.

- Isso, Sandro! Soca, porra! SSSSS! Seu safado! - ela começou a gritar.

Junto disso, a cama passou a ranger, os metais se batendo e chorando como se fossem espancados tanto quanto a safada. Juninho sem reação, aberto, roçando e me olhando.

- FFFFF, sua piranha! Gosta de pica, né, caralho? Putinha, fica de quatro, vai?

- Sabe que eu não gosto de quatro, Sandro!

- Não gosta é o caralho, tu se amarra, cachorra!

- Eu só gosto de quatro quando é pra dar a bunda, seu canalha! SSSss!

- E tu acha que eu traio minha esposa contigo pra que, sua cadela no cio? É bunda mesmo que eu vim comer, ninfeta do caralho! GGGHHH, SSSSSs!

- ISSO, CARALHO! FODE MEU CU, SEU IMPRESTÁVEL! SEU CAFETÃO, ME ARREGAÇA!

Lúcia e o maridão não paravam de berrar, cruzar, quebrar a cama, estalar os móveis e manifestar todas as formas possíveis de sexo selvagem que estavam fazendo entre quatro paredes. Num dado momento, a pressão foi tanta que eu e Júnior sentimos o casal batendo contra a mesma parede onde o molecote tava encostado. Aí foi demais pra ele.

- SSssss! - o puto chegou a gemer.

Sem medo, Juninho suspendeu a perna do short e passou uma jamanta por baixo, libertando um membro enorme, grosso, grande, roliço, tubuloso, de uretra marcada e sustentadora de tamanha envergadura, com a cabeça muito solta do corpão escuro, preto, a chapoca inchada e vermelha quase sangue, aparentando uma quentura deliciosa de sentir com a boca. O frenesi das pulsações exalava muito calor, além das veias bombeando enorme quantidade de sangue e um saco de batatas enormes pendurado, tudo sob a maior selva de pentelhos grossos, volumosos e escuros que já vi. Aquilo não era um caralho, era um MONSTRO! Júnior deixaria qualquer homens de 40, 50 anos, qualquer ator pornô no chinelo, na rua, na miséria, onde quisesse, até no inferno. Com certeza era mais de um palmo de chibata, e não era só comprida, era taluda, corpuda, bem dimensionada e feita em garranchos brutos, genética violenta e selvagem. Tinha uma coisa naturalmente sexual naquela pica, talvez a pele em volta do começo da cabeça caber certinho no formato da boca, ou então o fato de ser escura e vermelha, que ressaltava um inchaço monumental. Talvez fosse o ângulo, envergada pra cima, toda torta no próprio eixo, como se desse uma volta em si mesma, planetária, rotatória e transladada. QUE PIRU, o mais bonito, maior e mais perfeito que já vi na vida, todo empesteado de veias, bem nutrido, bem feito da ponta do pentelho da bola esquerda até à gota de mijo na saída da uretra robusta. Bicolor, em alto relevo, cheio de texturas e PRONTO pro abate. Eu chutaria uns 21 centímetros, combinando com o ápice da erupção de feromônios, hormônios, testosterona e vontade de foder que um moleque abusado de 17 anos pode sentir em cada parte do corpo.

A cena: esse MONSTRO de 17 anos tava escutando a deusa do sexo, na visão dele, dando o cu pro maridão. Colados na mesma parede que ele, o casal no quarto ao lado e o molecote galudão no meu. Só uma parede separando o coito, Júnior com a bengala de fora, sem nem precisar de se punhetar, só mexendo e dançando com a tromba ereta, apontada pra cima e pro lado, na diagonal, doida pra emperrar um buraco. Eu não conseguia parar de olhar, ele também não, colado na parede e olhando pra mim.

- ME RASGA, FILHO DA PUTA! CARALHO, SSSSS! ISSO, SANDRO! VAI TODO NO CU, VAI?! DESMONTA ESSA CAMA, SEU DESGRAÇADO! SEU CORNO!

Eu vi os dedos do Juninho arranhando a argamassa e tirando a textura da parede no tesão, de tão paralisado, hipnotizado e galudo que tava. Os pés fincados no chão do meu quarto como se fossem as raízes de sustentação do putão, os pelos das pernas ouriçados, ele suado, ofegante, e sem conseguir piscar. Foi nesse momento que, perdido nos detalhes do corpo do gostoso, eu percebi algo saindo do bolso do short dele.

- Júnior, o que é isso aí?

Sem dizer nada e desapercebido, ele só puxou com o dedo e revelou a calcinha que eu vi antes, com a qual ele estava se masturbando anteriormente, no quarto da Lúcia.

- É dela? - perguntei, como quem não queria nada.

Ele só fez que sim com a cabeça e, descontrolado, levou a peça de roupa ao nariz. O caralho cavernoso empedreceu, pulsado num único e duradouro estanque, que terminou com muito pré esperma transparente e grosso vazando pela ponta da cabeça inchada e vermelha, seguindo do gemido mais sincero que já vi dele.

- FFFFffff! Porra, Luquinhas!

Foi a primeira vez na vida que eu vi um macho de 17 anos, com pirocão de adulto, do tamanho de uma jibóia, manifestando o dom de gozar sem nem encostar no membro que tem. Em três pulsadas violentas, o cavalo do Juninho começou a gozar que nem uma cisterna de porra aberta, soltando muitos tiro de gala incandescente contra a minha parede, a bengala dando mais e mais estanques, conforme as injeções de filhos iam saindo.

- SSSSS, orghhhh, fff! Sssss, porra, foi mal, Luquinhas!

Ele gemia, respirava fundo, virava a cabeça pro alto e fechava os olhos. Os dedos dos pés contorcidos no chão, os pelos das coxas suadas arrepiados e o pedido de desculpas vindo junto com os jatos carregados de esperma pintando minha parede em sete linhas diferentes, deixando o rastro de masculinidade expelida direto do saco bem no meu quarto.

- Não tem problema, Júnior. Eu sabia que você era louco na Lúcia, cara, fica suave! Eu só tô sem graça, né? Porque..

- Porra, fica sem graça não, viado! SSSsss!

Foi terminando de esporrar e só aí colocou a mão no cacete, dando duas punhetadas só pra tirar o resto do leite e esfregar também na parede, relaxado e à vontade. O inchaço foi diminuindo, porém nem assim a coisa abaixou, até porque Lúcia e Sandro não pararam de meter, de gritar, e de destruir a cama.

- GRRRRR! ISSO, CARALHO! SSSSS!

- CACHORRA! PIRANHA!

Juninho olhou pra mim, ainda estava meio tonto, e pediu papel higiênico.

- Cara, eu acho melhor você aproveitar que o Lenon tá dormindo e que minha irmã tá ocupada e meter o pé. Porque se algum deles te pegar aqui..

- Mas eu esporrei tua parede toda, moleque. Vou deixar isso assim?

- Pode ir que eu limpo.

Ele achou graça.

- Tu vai limpar minha porra, Luquinhas?

- Limpo, ué! Agora vai, é melhor.

Disfarçando, o abusado agradeceu e, fingindo que não era com ele, guardou a calcinha da Lúcia no bolso do short e saiu na ponta do pé, tendo a sorte e a minha ajuda para não ser pego por ninguém. Assim que ele ralou, eu tranquei a porta do meu quarto e me acabei de lamber e engolir, de quatro, todo o rastro de leitada deixada na minha parede, sorvendo e me deliciando com cada filhote que saiu de dentro das bolas inchadas e pentelhudas do abusado do Júnior. Até uns dois pentelhos tinha ali, de tanta pressão na gozada dele. Mais de vinte centímetros de tiras e tiras de gala quente, grossa, concentrada de muito esperma, tão amontoada que certamente diminuiu o peso total do escroto do rapaz. Dormi de barriga cheia, isso sem o Juninho nem desconfiar do que tava acontecendo.

A partir desse dia, depois do ocorrido, o moleque marrentinho passou a vir aqui em casa mais vezes, mesmo quando o Lenon não tava, sempre escondido da minha mãe e da Lúcia. Sem pedir, às vezes de madrugada, o Júnior não tava nem aí pra nada. Às vezes ele esperava todo mundo dormir e me mandava mensagem perguntando se podia vir, só pra bater punheta no quarto do lado do da minha irmã, cheirando a mesma calcinha dela que guardou de recordação. Eu sempre ficava só olhando e ele nem se importava, pelo contrário, às vezes eu saía do quarto e o putão me esperava voltar só pra começar. Essa intimidade evoluiu num ponto em que, numa quinta feira à tarde, o Juninho veio e trouxe o Madson, um outro colega do meu irmão, branquinho, de cabelo preto, aparelho nos dentes, o corpo meio atlético, cara de nerd santinho, mas um safado de primeira. Sem nem me pedir, os dois sacaram as cacetas e ficaram se punhetando no meu quarto, lado a lado, cada um na sua, ouvindo Lúcia gemer e tomar no cu com o Sandro no cômodo paralelo.

- SSSSS, ffff!

- Porra, que mulher mais safada, Juninho!

- Não te falei, Madson? Essa mina é a piranha dos meus sonhos, moleque! Ffffsss! - sem parar de se masturbar, nenhum dos dois.

Eles faziam isso conforme minha irmã gemia mais alto e implorava por piru, dividindo a calcinha dela e cheirando ao mesmo tempo. Pra completar, o Júnior abriu fotos dela no celular só pra vê-la de biquíni, completamente tarado.

- Caralho, ela é rabuda mesmo, ein! Ó só? - Madson tentava segurar a própria bengala com uma só mão, mas era muito grossa e ele não conseguiu. Não era tão comprida, no entanto. - FFfff, sss! Tesão! SSss!

- Parece uma cavala, não parece? Orrrh, ssss! - em compensação, o outro era um cavalão, um burro, jumento, tendo que apoiar o celular numa superfície, pra poder se punhetar com ambas as mãos e dar vazão na grossura e no comprimento. - FFFSSSSSS, MMMM! SSS!

As esporradas eram sempre na mesma parede, que com o tempo passou a ficar manchada e virou o símbolo do meu orgulho em transformar meu quarto num porrário de moleques adolescentes e tarados na minha irmã.

Com o passar do tempo, Juninho, Madson e também o Victor passaram a aparecer pra se masturbar lá no quarto. Vários hábitos vieram em comum: eu, por exemplo, passei a tocar punheta com eles, porém me alimentando da visão dos molecotes se saciando perto de mim; o Júnior sempre ia com o mesmo short, que tinha várias manchas de leite respingado; o Madson tava sempre de uniforme do colégio estadual e meias curtas nos pés, tirava os tênis e eu pegava uma meia sem ele ver pra ficar cheirando, de tanto tesão que passei a ter nele; o Victor era um cara de 18 anos, negro, outro pirocudo, também amigo do meu irmão e igualmente viciado em gozar com minha irmã fodendo no quarto ao lado. Eles espalhavam fotos dela nos celulares e ficavam tocando e vendo a bunda, ouvindo os gemidos do Sandro finalizando a raba da Lúcia, enquanto eles soltavam toda a porra do saco na parede do meu quarto. O Victor era o que mais gozava dentre eles, batendo um recorde de 10 pulsadas, pra não falar do cheiro forte de água sanitária que o leite esbranquiçado dele tem.

Uma vez o Juninho veio sozinho, era quinta feira e, como sempre, a Lúcia veio meter com o namorado. Dessa vez, diferentemente de todas as outras, o Júnior tava bêbado e aparentemente tinha fumado um baseado, porque os olhos estavam vermelhos, ele tava bem lerdo e mais tarado do que o normal. Sem perder tempo, sacou o pedregulho de pica pra fora e já foi se posicionando diante da parede, doido pra botar filhote pra fora, como sempre. Nesse dia eu olhei mais do que o normal, porque sabia que ele tava chapado e que era minha deixa. Sentei perto dele, fiquei olhando e me masturbando também, ele gemendo baixinho, de costas pra parede, e me olhando.

- Ssss, porra, que tesão!

- Tá viciado na minha irmã, ein?

- Papo reto, meu sonho varar a bunda dela! Ou então pelo menos a boquinha, ssss! Deve ser uma delícia! - mordeu o beiço, abriu as pernas e não parou as mãozadas. - FFff, mmmm! Fico babando só de pensar!

Do alto da chapoca, aquele filetão grudento de pré porra transparente, que virou ponte entre os dedos grossos do Juninho, e aí ele fez questão de usar pra lubrificar a masturbação, espalhando na glande vermelha e inchada. Não parei de olhar, aí ele afastou as mãos, pôs atrás da cabeça e ficou com os braços suspensos, as axilas de fora. A peça de carne mijada pulsando e mexendo sozinha no ar.

- Gostou?

Fiquei nervoso e não soube o que dizer.

- Do que? - tentei me fazer de desentendido, mas ele insistiu.

- Da minha rola. Curtiu?

Não respondi, a caceta então começou a pulsar e a se mexer ferozmente, como se fosse um minhocão querendo bater perto de mim.

- Ela tá falando contigo, ó? - ele debochou e riu, ainda sem pôr as mãos. - Pega nela, pra ela ficar calma, Luquinhas..

- Tá maluco, Júnior? - meu medo foi maior.

Ele me segurou pelo braço e falou baixinho, bem à vontade e quase no pé do meu ouvido.

- Ninguém vai saber, mano. Tu não para de olhar minha rola, eu já tô seco de tanto bater punheta pra tua irmã. Isso fica só entre a gente, vai? Dá uma mãozinha pro Juninho!

Fechou os olhos e forçou o quadril na minha direção, deixando a bengala balançando e livre pra mim. Com o coração quase saindo da boca, deixei a cabeça quente esfregar na pele da minha mão e só assim fui perdendo o medo, sentindo a pré porra incandescente sendo toda deixada na minha pele.

- Pega, vai? Passa vontade não, eu deixo tu mexer.

Ele usou a mão pra pincelar a verga em mim, aí fui me soltando e passei os dedos ao redor dela. Impaciente, o afobado tentou foder minha mão, comendo meus dedos e se aproveitando do aperto deles pra fazer atrito e gerar prazer, ficando ainda mais inchado e corpulento no meu domínio.

- Fffff, toca, vai? Toca, Luquinhas, sssss!

Obedeci e tive que fazer isso com as duas mãos, subindo e descendo com extrema dificuldade o couro grosso e escuro do Juninho. À medida em que o fiz, ele foi se deixando levar e o cheiro de picão de macho adolescente e cheio de testosterona dominou meu quarto. Eu não parava de encarar a glande lustrada e brilhante, chegando a ver meu reflexo inteiro nela. As bolas dele pulsando dentro do saco, eu babando e doido pra sentir o gosto. No quarto ao lado, minha irmã se acabando de tanto gemer, quase destruindo a cama com o Sandro.

- GHRRRRRRRR, SSSS! ISSO, CACHORRO!

- SUA PIRANHA! SAFADA, SSSSS! FFF!

Júnior me olhando, eu batendo pra ele e o casal cruzando que nem dois cachorros.

- Já sentiu gosto de pau, Luquinhas?

- Claro que não, Juninho.

- Tá afim de sentir agora?

- Não, para de graça! - fingi que era difícil, só pra ele não achar que eu já era viado e ter o que zoar. - Não vem com isso, já tô tocando uma pra você.

- E tu acha que eu sou homem de ficar feliz só com mão amiga, viado? - botou a mão na minha nuca e me forçou pra baixo. - Sente o gostinho, vai? Sei que tu vai se amarrar, vai até pedir mais!

- Não, Júnior! Sossega, cara!

- Ah, corta essa, porra! Dá só um beijinho, vai? Porra, tô latejando de tesão, doido pra ganhar uma mamada, e tu se fazendo de difícil? É só uma boquinha, anda logo, Luquinhas!

Esperei um pouco, continuei o jogo de dificuldade e olhei pra ele.

- E se alguém descobrir?

- Ninguém vai saber, Lucas. Confia em mim, tu vai se amarrar nisso.

- Aff, Júnior..

- Papo reto, mano! Sente só o cheiro, vê se não é bom?

Eu ajoelhado, ele na minha frente, chegou o caralhoso perto do meu nariz e arregaçou, me deixando exalar o odor fresco da pele após a base da cabeça, toda enrugadinha e avermelhada, já pulsando e me deixando tonto. Despretensiosamente, ele esbarrou a chapoca nos meus lábios e foi pedindo passagem.

- Abre pra mim, vai? Anda, Luquinhas, para de caô, ffff! - fungou profundo na calcinha da Lúcia. - Eu sei que tu tá querendo, viado!

Obedeci e, de primeira, ele chegou no céu da minha garganta e foi escorregando além das amídalas, chegando fácil na garganta e me engasgando. Mas quando fui tossir, o puto do Júnior prendeu minha nuca, apertou meu nariz e tapou minha respiração, me obrigando a arreganhar ainda mais as mandíbulas e comportá-lo por inteiro.

- Isso, caralho! Não falei que tu ia se amarrar? SSSsss! Tá sentindo o cheiro de macho, tá? E o gostinho do resto do meu mijo, tá sentindo nessa boquinha quente? Viado do caralho, vai me mamar sim, como que não vai? Fffff, ssss!

Por dentro, eu tava entubado e muito orgulhoso, lacrimejando de nervoso e sentindo as mãos abertas do valentão sobre meu crânio, dominando a pressão, o ritmo, ditando minha velocidade, a profundidade e até o seguimento do boquete que eu tava pagando.

- sSSSshhh, tá gostando, tá? - tirou de mim, bateu na minha língua e ficou me olhando, me segurando pelos cabelos só com uma mão. - Fala comigo, tá vivo ainda?

- Tô, tô! Seu safado, olha o que você tá fazendo comigo? Já pensou se o Lenon descobre?

- Relaxa, tu acha que eu vou deixar ele saber? Pra perder a boca livre que eu tenho contigo? Ffff, cala boca e me chupa, vai? Perde tempo não!

Voltei a sugar e passei a ordenhá-lo com vontade e gosto, deixando cabecear minha garganta à vontade, todo envolto em carne quente, aconchegante e inchada de tesão. Ele fez minha goela de boceta e deixou a mandíbula cansada, dormente, o queixo ensopado de tanta sacada de batata que levei. Nem lembrava mais que tinha dente, de tanto que chupei o Júnior. O ápice foi quando, no meio do oral, ele começou e me dar tapa na cara.

- HHmmmm, fff! Quer me dar a bunda não, Luquinhas?

- Tá maluco, Júnior? Aí já é demais, cara! Esse pau nem cabe em mim, vai me destruir!

- Que nada, não vou te machucar muito, não, mano! Orghh, sss! Confia em mim não?

Cheguei a piscar de tanto tesão, ajoelhado enquanto mamava o macho que tanto me atraía com seu jeito dominador, abusado, valentão e irresponsável. Desordeiro, pirocudo, corpulento, eu adorava esse tipo de índole, principalmente no meio de um boquete, com tapas na cara, pirocada na boca, no rosto, na língua, muita saliva e o gosto da pré porra docinha dominando.

- Vamo fudê, vamo? Tô aguento mais não, viado! Arg, ssss! Deixa eu te comer, deixa? FFFv!

- Tá falando sério?

- Tô, porra, ó só?

Deixou o caralho ENORME pulsando e dando solavanco, com as pontes de baba caindo e ficando penduradas no sacão estufado, escuro e todo rugoso, delicioso de chupar. Os pentelhos molhados e penteados pela minha língua, eu entregue.

- Fudê, ein? Bora, Luquinhas? Ninguém fica sabendo, só eu e tua bunda, no sigilo. Vamo? Ssss!

Muito difícil dizer que não no meio disso tudo. Do nosso lado, Lúcia e Sandro destruindo o cômodo deles, a cama gritando e o casal ardendo no inferno do prazer.

- SSSSS! FFFF, PORRA! MM!

Num pulo, o Júnior se ajeitou no chão e sentou perto de mim, com a piroca só passada por baixo da perna do short. Sem jeito, bateu na virilha e falou.

- Senta aqui.

- É sério mesmo?

- Bora, porra, senta aqui. - falou baixinho.

Foi me puxando pra cima de si e me colocando nu no próprio colo, o pau atolado entre as nádegas e me deixando preocupado.

- Isso vai me deixar aleijado, cara, pelo amor!

- Que nada, vai doer só um pouquinho. - ele tava grunhindo no meu ouvido.

Senti a pincelada da cabeça na porta e arrepiei dos pés à cabeça.

- FFFfff! - tranquei as pregas e isso agasalhou a glande numa só tacada.

- Orrhh, ffffss! Que apertadinho, tu nunca liberou o cuzinho antes, Luquinhas?

- Não, Júnior, você é o meu primeiro!

- Porra, que tesão de comer esse teu cabacinho, viadinho! Pode deixar comigo, tá? Vô te furá só um pouco! SSSSs!

O jeito adulto de falar mexeu comigo. Fui relaxando e deixando ele atolar, se colocando dentro de mim pouco a pouco, escorregando pro lado interno e me fazendo ficar à flor da pele, com as terminações nervosas do cu sendo preenchidas lentamente.

- FFFFF!

- Tá gostando, tá? Mmmm!

- Tá doendo, tá queimando, mas tá gostoso!

- Eu também tô me amarrando! Respira e relaxa, vai?

Obedeci e ele foi chegando no fundo, completamente hospedado em mim. Aí começou a mexer devagar e não deu muito tempo pra me acostumar com a dor, sabendo que tinha que bater logo na próstata pra ajudar o processo. De tão grande, isso aconteceu fácil e eu quase desfaleci com a pressão inicial.

- SSSSS! ISSO, gostoso! Seu safado! Mmm!

- GRRR, SSS! FFF!

Quando minha irmã gemia forte no quarto ao lado, o Juninho só faltava me atravessar, de tão descontrolado e preparado pra me furar, como se tivesse transando com ela, por isso estava de olhos fechados. Eu sentado no colo dele, ele sentado no chão, as costas na parede, as pernas esticadas, e todo envergado, só pra caber em mim, incapaz de só me deixar sentar e também tendo que me comer, apesar de pesado.

- FFFFF, PORRA! - Lúcia aumentou o tom. - RASGA MEU CUZINHO, VAI, SANDRO! SSSS!

- VOU TE ARRASAR, CACHORRA! NUNCA MAIS VAI ANDAR, FFFF!

O marrento abusado se soltou e entrou com tudo, fincando além do meu músculo anal e alargando o esfíncter, completa e absolutamente enraizado em mim. Até desceu meu corpo sobre o seu, com as mãos fazendo pressão nas coxas, e rebolou dentro de mim, me deixando desmaiado e sem visão, sem consciência.

- AAAAINNNN, SSSS! MMMM, OHHMNNM! - pareci um gato no cio, de tão manhoso, sentindo a coluna deslocar com tanto piru dentro, além da queimação na rodela de pregas, a musculatura do cu toda expandida. - SSSS!

- Vou te deixar larguinho, viado! Não falei que tu aguentava? SSSss, ffff! Fica de quatro pra mim, fica?

Obedeci e aí o bicho pegou, com muito tapa na raba, a cintura sendo feita de alças de puxões e o cabelo idem. O puto do Júnior era um machão de primeira linha, genuíno e autêntico cafuçu dominador na hora de falar em cu. Ele me fez vestir a calcinha da Lúcia, me prendeu feito uma cadela no cio e cruzou comigo me puxando pra si, colado na minha traseira, envergado no meu cu com um caralho cavernoso e maior que um palmo.

- SSSSSS, fff!

- MMMM, gggrh!

Ele parecia hipnotizado, olhando pra baixo e vendo o mastro sumindo e ressurgindo de dentro das minhas entranhas quentes e aconchegantes. O barulho do saco batendo no meu fazia a putaria ficar ainda mais gostosa, ele fingindo que fudia com minha irmã, enquanto eu me acabava de ser o boneco de luxo do machinho abusado e marrento, todo molecote de rua.

- Vou gozar, filho da puta! Vou te encher de leite, viado! SSSS, fffff!

- Goza dentro, vai, Júnior? Me enche de filho, seu gostoso da porra! SSSsS, me queima por dentro, tesão! SSss!

- É isso que tu quer, é? Me quer lá no fundo?

Fez a posição do sapo sobre mim e pegou ângulo pra ir lá na essência, só com as bolas do lado de fora, todo jogado no meu corpo e aproveitando o final da transa pra se fazer em aceleração e porrada.

- FFFFFff! Geme meu nome, vai?

- Ainnn, Juninho! OOhhn, você tá acabando comigo, porra! SSss, fff!

- OOORGH, SSS! - o último estanque me esbugalhou de tão imprensado, meu rabo implodiu em lava quente e incandescente e o molecote me prendeu por todos os lados, quase que entrando de vez. - FFFFFFf, puta que pariu! SSSSss!

- MMMmhhh, ssss! Juninho, seu gostoso, olha o que você fez!

Quase desmaiei, com o cansaço dele caindo sobre mim e me deixando com as pernas bambeando, de tanto aguentar a pressão de um marmanjo de 17 anos, doido pra foder. Não conseguiu testemunhar minha irmã por muito tempo e acabou me comendo com gosto, sem nem desconfiar que eu já era doido pra foder com ele há muito tempo.

- SSSSs, seu putinho! Piranho, tava gostando de me dar a bunda, né? Pois eu vou deixar muito filho aí dentro ainda, tá? hehehehe

- Pode deixar, duvido você me engravidar! hahahaha - debochei.

O Júnior passou a aparecer pelo menos duas vezes na semana e nós começamos a trepar sério em todas essas vezes, ele só saindo aqui de casa depois de exausto e eu assado. Só que isso não impediu que outras coisas pudessem acontecer.

A segunda aventura surgiu quando o Madson veio sozinho, na intenção de tocar uma no meu quarto e sair leve, como ele bem fazia na época em que vinha com o Juninho. Só que, diferente das outras vezes, eu tava bem mais curioso e com menos medo, então aproveitei enquanto nos masturbávamos pra deixá-lo nas alturas.

- Nossa, nunca tinha reparado que seu pau era tão grosso, Madson!

Sem graça, ele riu e mostrou os aparelhos nos dentes, combinando a cara de nerd com o corpo escultural de atleta gostoso.

- Pô, brigado, mano!

- Gostou do elogio?

- Quem não se amarra, né?

Descontraídos e rindo, disfarcei e, como quem não queria nada, alisei a chapoca da pica dele.

- É bastante grossa, ein? As minas devem ficar malucas contigo! heheheeh

Ele riu e parou um pouco de bater.

- É, não posso fingir que não, né verdade? hahahahaha

- Não precisa ser humilde, cara! ahahah

Alisei de novo e ele não fez nada. Aproveitei o toque pra ensaiar uma punheta e, em pouco tempo, tava aquecendo a vara do Madson com minhas próprias mãos, ele bem à vontade, com os braços atrás da cabeça, sentado na minha cama e me deixando conduzir. Tão concentrado que ele não fechou os olhos, ficou atento me olhando.

- Ssssss, tu gosta de fazer isso?

- Isso o que? - perguntei curioso.

- Bater punheta pros outros.

Não respondi de primeira, continuei masturbando ele e o vendo suar e gemer.

- Mmmm, caralho! Tu sabe bater, ein?

- Você gosta de receber uma mão amiga?

Sem medo, o Madson fez que sim com a cabeça. Eu passei a mão nas bolas dele, alisei os pentelhos e senti o cheiro forte. Ele ficou meio desconfiado e completou, dizendo.

- Mas só mão amiga, ein? Nada de abuso comigo, mano.

- Ih, relaxa, maluco! - ri pra tranquilizá-lo.

- Não, só pra avisar. Não sou desses, tá ligado?

- Eu sei, eu sei.

- Fora que eu tenho namorada, então ia ser mega nada a ver, né?

- É verdade.

Quando ele abriu a boca pra falar de novo, eu também abri a minha e deixei o meninão crescer de vez lá no fundo da goela, onde tudo é quente, babado, apertadinho e convidativo pra pegar fogo, entrar em erupção. Até alguns pentelhos acabei lambendo e botando no meio da putaria.

- Minha mina ia... SSSSSS, ffff!.. o que foi que eu acabei de falar, seu filho da puta?!

Ignorei, só fiz a garganta profunda e segurei ele preso em mim, porque o puto de começo tentou sair, sendo que minha boca tava até o saco dele, só sentindo o gosto salgado da macharia me dominando.

- Solta, seu arrombado! SSSSs, caralho, viadinho dos infernos! MMm, ffff! Deixa eu ir, mano.. Orrghh, ffsss! Shhhh!

Aí veio pra cima de mim, segurou minha cabeça de lado e foi fodendo minha boca com as bolas quase que junto, arregaçando meu queixo.

- FFFFf, deixa eu ir, seu viado! Vai deixar não, é?

Eu nem tava mais prendendo, mas o puto do Madson queria uma sacanagem daquele tipo, como se fosse o hétero que não teve escolha, senão fazer minha garganta de bucetinha da mina.

- Me solta, vai? MMmm, ffff! Viadinho! Cadela! SSsss!

O grandalhão brincou comigo até cansar, em tudo quanto foi posição, só não me comeu. Quando terminou, bateu punheta na minha cara e esporrou na minha língua, me obrigando a engolir a leitada crua, salgada e farta que deu.

- FFFFf, ssss! Abusou de mim, ein, Lucas!

- Abusei? Tá zoando, né?

- Zoando é o caralho, olha o que tu me fez fazer?

Disse isso e espalhou gala na minha fuça com a piroca, limpando o resto da minha bochecha e se preparando pra sair, como se nada tivesse acontecido, eu sendo depósito anal e oral da vitamina masculina de vários machinhos abusados, viris e tirados a dominadores.

A terceira aventura veio com o Victor, que apareceu muito tempo depois e também não recusou uma mamada. Com ele a coisa foi mais séria, porque começou não querendo me deixar chupar, mas acabou fazendo questão de me comer e gozar na minha cara, só pelo fetiche de fazer sujeira com um bonequinho feito eu. Não vou me alongar nessa história com ele, porque, de fato, foi pouca coisa mesmo. Mas devo dizer que o negão me comeu em tudo quanto foi posição, afundando minha cama no andar de cima, de tanto que quis dividir o mesmo físico que eu, contrariando as leis da física só pelo prazer.

A última aventura aconteceu sem eu nem imaginar. Estava sozinho em casa, numa quinta feira, quando escuto o portão abrir. Continuei no meu quarto estudando, ouvi movimentação pela casa, mas nada aconteceu. Até que, do nada, a porta abriu e, eis que pra minha surpresa, quem entrou foi o Sandro, maridão da Lúcia.

- Qual foi, moleque? Tá sem nenhum amigo aí hoje?

- Pois é, hoje fiquei sozinho. Por que?

- Tua irmã vai virar no trampo hoje à noite e eu vou ficar sozinho no quarto dele. - segurou a bengala entre as pernas, me olhou e sorriu. - Tava pensando se tu não me convidava pra fazer o que teus amigos fazem contigo aqui no teu quarto.

Eu ri e não me dei por vencido.

- Como, se a gente só faz porque vocês tão fazendo no de vocês?

Ele viu a deixa, entrou e trancou a porta.

- O jeito é a gente juntar e eu fazer contigo o que eu faço com a tua irmã lá no outro quarto, que tal?

- Eu acho ótimo, Sandro!

Senti-me um suporte de machos, porque ele não quis mamada, me virou de quatro, me ajustou e foi entrando.

- E a camisinha, seu puto?

- Tá me gastando, viadinho? Onde já se viu trair a mulher com camisinha? SSsss!

Mal entrou e já foi empurrando. Improvisou a posição de sapo e foi no meu talo em menos de um minutos penetrado, mexendo e rebolando sem se afastar muito, só pra me arregaçar de cara, eu todo preso ao redor da caceta me desconsertando.

- FFFFFFFF, ARGHFFFF, SSS! Seu tarado, você é louco? DDfffff!

- Louco em bunda, filho da puta! - me deu o primeiro mãozadão no lombo, me virou pra frente e deu as ordens. - Pode apoiando na parede, que vou te mostrar do que a tua irmã gosta!

Preparou o quadril e VRAU!

- SSSSS, ORGHH, FDFFFF! CARALHO, SANDRO! - gemi alto, cheguei a arranhar e bater na parede. - SEU PUTÃO DOS DIABOS! OLHA O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO? SSSSS!

Ele abriu minha boca, colocou uma cueca usada e esporrada, com forte cheiro de água sanitária e vários pentelhos presos, e me entubou, pra impedir de gritar. Cravou na minha traseira que nem parasita e me cruzou como se fôssemos cavalos no cio, machos fodendo e transando na violência, na selvageria, eu de quatro e ele empurrando de tudo quanto era ângulo, me tratando como se eu fosse mesmo uma cadela de esquina.

- SSSSSS, FFFF!

- Meu bagulho é foder de um jeito que nenhuma outra vara vá fazer o estrago que eu faço, viado! sSSSs, ffff! Vou foder a portinha do teu cuzinho até fazer bico, MMM, GRHRHSHS, SS!

Disse isso e saiu todo, ficando que nem um bicho na beirola do rabo, entrando e saindo, forçando meu músculo com a cabeça e usando a chapoca pra pincelar de cima pra baixo, um lado ao outro, só deixando minha cuceta abocanhar e cuspir o pirocão por inteiro. Em seguida, brincou de roçar, me possuindo por inteiro quando achou que era hora.

- FFFFF! ISSO! SSSSS!

- Tô todo dentro de tu, tá me sentindo, ó? - Sandro pulsou lá dentro e me deixou sentir o poder de um caralho de marido casado, amante de primeira linhagem, gostoso dos pés à cabeça. - FFFFfff, ssss!

- Fode, vai?

- Pede!

- FODE, PORRA! ME ARREGAÇA!

- IMPLORA, PIRANHA! CADELA! VAGABUNDA! - tomei um tapão no lombo e a cama rangeu, quase desmontando junto comigo. - FFFFf, ssss!

- ME IMPLODE, PORRA! ME DÁ LEITE, ME DEIXA GRÁVIDO DE GÊMEOS LOGO, SEU MACHO SAFADO! CANALHA! OHHHIN, FFFFF!

Ele apertou minha carne e explodiu!

- SSSSSS! ORGHHHH, FFFFF!

A leitada veio intensa no fundo do rabo, onde nem mesmo o Júnior chegou quando me traçou. Até saíram peidinhos, de tanto que a pressão fez o pouco ar interno se deslocar. Meu cunhado todo envergado pra cima de mim, posicionado na cama como se fosse um brutamontes, um bicho, um monstro, de tão putão e gostoso, o peitoral peludo e ofegante, o suor caindo em cima de mim. Ele tava cansado, exausto de me foder, de arrancar leite do meu cu na marra e me desmontar de prazer.

- SSSSS, ffff!

Foram várias golfadas de porra quente e abundante, que vazou pelos lados e deixou meu cuzinho piscando depois que saiu. Eu tava entregue, morto de cansado e sem estruturas nem pra ficar de pé. O Sandro nem aí pra nada, levantou, vestiu a roupa e saiu do quarto, como se nada tivesse acontecido. Ainda me avisou que ia ter mais. No fim das contas, homem é tudo igual, goza e rala. Mas pra quem tava só começando, até que botei pra foder!

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Esse conto não foi revisado e contém erros de digitação e de repetição.

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Comentários

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08/09/2019 08:09:35
Delícia!!! Lucas vai continuar contando suas aventuras?
06/09/2019 01:53:07
Maravilhoso esse conto. Se for real vc aproveitou bem desses machos pauzudos.
05/09/2019 14:46:39
Sensacional esse teu conto! Continua escrevendo...
05/09/2019 14:02:32
Cara vc ta de parabens, até salvei esse conto no celular pra ler de novo depois. Q conto bom pra caralho, tbm sou escritor e prezo muito por contos longos e detalhado como esse
04/09/2019 02:20:49
Muito excitante
03/09/2019 15:28:35
Muito bom
03/09/2019 13:14:21
Continua
03/09/2019 08:50:15
Adorei... Muito bom!!! Eu gostaria de ter lido mais sobre a transa do Sandro com o Lucas, podia ter ido mais longe... Mas o conto foi maravilhoso!!!!
03/09/2019 02:42:46
Continua pfvr esse tesão

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