O Coelho Branco Cap 2 – Sutileza

Eu não sabia o que esperar daquele estágio, até então eu não sabia quase nada de direito por estar ainda nas primeiras disciplinas, era todo um mundo novo pra mim mas que, aparentemente, não estava querendo me deixar entrar, a moça na recepção do ministério já tinha dado entrada dos meus dados pessoais inúmeras vezes no sistema e nada funcionava, computadores eram tão estranhos e grandes a primeira vista, eu tinha visto poucos na vida mas aquele era o mais estranho. Eu já estava começando a achar que tudo não passava de uma piada quando ele chegou com seus olhos azuis penetrantes, usando um terno e camisa bem semelhante ao da palestra mas a gravata agora era listrada em tons de vermelho.

“Meu rapaz, que bom que chegou, já estava pensando que você não ia vim, vamos subir, tenho várias coisas pra te mostrar.” – Seu aperto de mão era forte e não hesitava, sua mão era lisa, macia e rosada com dedo uniformes e unhas longas e bem aparadas.

“Calma Doutor, eu preciso primeiro dar entrada aqui no sistema e emitir o crachá dele, só vai levar mais um segundo” – A recepcionista estava nervosa e não sabia muito bem o que fazer no computador.

“Besteira, o rapaz não vai ficar aqui esperando seu sistema estúpido funcionar. Eu me responsabilizo por ele. Vamos rapaz. Quando o crachá dele estiver pronto mande deixar na minha sala, você sabe onde fica.” – Uau, Dr Paulo sabia como resolver as coisas, a recepcionista não teve outra opção se não concordar, gostei de ver.

Entramos em seu escritório e ele era lindo, uma mesa em L adornada com canetas brilhantes, papéis milimetricamente arrumados em pilhas e o seu laptop da HP aberto, naquele momento eu mudei de ideia sobre computadores, aquele era muito bonito de se ver e leve. As paredes eram pintadas com um tom de vinho escuro e tinha quadros aqui e ali retratando o campo e a vida silvestre, achei de muito bom gosto. Dr Paulo que estava na porta passou atrás de mim encostando um pouco demais apesar de ter bastante espaço sobrando, pode não ter sido nada pensei.

“Vem aqui rapaz, como você se chama mesmo?” – parou em frente ao laptop e ligou a tela fina.

“Eu... Meu nome é Eduardo” – Quase não sai, era a primeira vez que eu estava falando diretamente pra ele ouvir. Fui até ele e olhei para a tela, tinha um campo verdejante e uma barra azul embaixo.

“Já viu um desses? Esses computadores portáteis são maravilhosos para se trabalhar em qualquer lugar, você em breve vai poder ter um desses quando começar a trabalhar pra valer.” – Eu estava maravilhado com a finura da tela e com o teclado pequeno. Dr Paulo se posicionou atrás de mim e colou o corpo no meu, pegou minha mão e colocou no teclado.

“Pode experimentar, abra o editor de texto, ele é sensacional.” – Era só passar o dedo em um quadrado embaixo do teclado que o cursos corria na tela, Dr Paulo passou o braço por baixo do meu, ainda atrás de mim e mexeu no quadrado e abriu o editor, era realmente maravilhoso, eu poderia digitar qualquer coisa.

“Viu só, é muito fácil, pode digitar qualquer documento em minutos.” – Agora foi os dois braços por baixo dos meus a digitar qualquer coisa no teclado para exemplificar e seu queixo quadrado pousou no meu ombro. Eu estava estupefato com tudo aquilo, a ideia de trabalhar com aquela máquina me agradava muito.

“Você gosta de barba ein?! Só que aqui não pode tá rapaz, amanhã venha com a barba feita.” – Eu realmente estava com uma barba generosa, morria de preguiça de tirar, minha puberdade vinha sendo violentamente intensa desde meus 12 anos, tenho muitos pelos pelo corpo, primeiro foi no pau, depois no suvaco, pernas e peito, pele bem branca com pelos negros e lisos por toda parte, até nos dedos nas mãos são peludos.

“Desculpa Dr Paulo, eu não sabia, amanhã eu venho com o rosto liso.” – Eu mau tinha chegado mas já cheguei decepcionando o Dr, que vacilo esse meu.

“Não tem com que se desculpar, tire a barba e venha lisinho e tudo ficará bem.” – Ele falou baixo bem perto do meu ouvido como se ninguém mais pudesse ouvir, fiquei todo arrepiado e então percebi que se alguém chegasse e nos pegasse naquela posição ia ser bem constrangedor.

Saí da frente dele e fui ver os papéis que estavam na mesa, alguns soltos e outros em pastas coloridas de plástico. A mesa era robusta e pesada mas também suave ao toque dos dedos, era de extrema qualidade e devia ter sido bem cara. Uma segunda porta no escritório indicava um banheiro, achei de uma elegância tão grande o Dr ter seu próprio banheiro.

Depois disso nos sentamos e começamos a conversar, ele me disse que estava se separando da esposa e que ela era uma sanguessuga asquerosa e desprezível, disse que ia a academia e que gostava de jogar futebol com o pessoal do ministério nos finais de semana. Falei de mim, da minha namorada, pai e mãe e disse também que eu não tinha vontade de ir para uma academia puxar ferro, achava sem sentido, daí ele se aproximou de mim com um olhar cínico e um risinho no canto da boca e disse:

“Rapaz, você me acha forte? Não em sentido físico, até porque você não me viu pelado, mas em sentido de personalidade e atitude, você me acha forte?”– Eu ri pela parte do me viu pelado e balancei a cabeça confirmando que achava ele forte, queria dizer também que o admirava e invejava bastante mas acho que aí seria demais.

“Então, pra você passar essa impressão de força para as pessoas você precisa primeiro se sentir forte pra daí mostrar as pessoas e um jeito de começar a se sentir forte é através do físico, se sentir forte fisicamente, entende? Vamos lá, se levante um pouco!” – Me levantei e ele começou a me apalpar nos braços, examinando os meus músculos, depois passou para o peito, apertando um dos mamilos erroneamente e depois foi para as pernas apertando minhas coxas e quase a minha bunda.

“Eu vejo que você é até durinho, principalmente no peito e nas panturrilhas, você deveria começar ainda hoje, em pouco tempo ficaria assim como eu, olha só.” – Ele tirou o terno e colocou no encosto da cadeira. Foi desabotoando toda a camisa branca, corri os olhos pela sala e vi que as cortinas estavam todas puxadas bloqueando as janelas, ainda bem.

Quando ele terminou com os botões puxou a camisa para os lado e mostrou o peito branco e plano muito bem definido, mamilos rosados pequenos de bico gigante, era quase só bico, não tinha pelos em parte alguma, barriga era trincada apesar de sobrar um pouco de pele aqui e ali denunciando sua idade. Depois Dr. Paulo tirou os botões do pulso e tirou completamente a camisa branca que estava vestindo, seus braços eram lisos e definidos, a pele branca e aveludada como leite, os bíceps e tríceps arredondados e volumosos com algumas veias saltadas aqui e ali e ombros largos e firmes. Realmente para a idade de 52 anos ele estava em uma ótima forma.

“Deixa eu te ver, tira essa blusa, a gente pode malhar junto qualquer hora dessas, é só marcar é eu te dou algumas dicas...” – Eu estava com vergonha, aquele cara super sarado querendo ver minha barriga molenga, ele iria rir de mim, pensei, mas mesmo assim tirei, afinal era meu chefe que estava pedindo.

“Uau, quanto cabelo no peito e na barriga, como você aguenta andar com todo isso embaixo das roupas? Deve ser muito quente. Quando começar a malhar é bom você tirar se não você não vai ver o músculo crescendo” – Ele passou a mão entre os pelos do meu peito apertando e acetou um beliscão leve no meu mamilo de novo, nós rimos da minha reação a essa brincadeira que foi recuar do toque dele e por último ele puxou os pelos do pé da minha barriga, ele me fez encolher de novo ao tocar onde só minha namorada pegava e continuamos rindo.

De repente ouvimos um toque na porta e Sandra estava pedindo para entrar, Dr Paulo disse calmamente que em um segundo iria abrir a porta, nos vestimos rapidamente em meio a risadas e gracinhas. Meu coração estava disparado, nunca tive essa intimidade com ninguém, nem com meu pai, nem com meus irmãos. A minha barba eu aprendi sozinho a fazer, era maravilhoso ter aquela figura paterna me dando dicas de como ser mais forte e poder vencer na vida.

Passamos o resto da tarde os 3 na sala conversando, foi um início de estágio muito agradável. Já era quase noite quando o Dr me perguntou se eu gostava de filme e se queria ir no cinema com ele e Sandra mas ela já foi logo dizendo que não poderia ir aí fiquei logo meio constrangido de sair sozinho com ele mas por Dr Paulo eu faria qualquer coisa e acabei aceitando. Cinema era uma das coisas que eu mais gostava e eu queria muito ver Harry Potter, estavam falando muito bem desse filme.

Saímos do ministério no carro esportivo importado do Dr Paulo, era lindo, confortável e corria muito, de lá para o shopping Pátio Brasil foi um pulo, Dr Paulo dirigia muito rápido e nas curvas mais rápido ainda, meu coração vinha na boca mas eu achava super radical, nunca tinha tido uma experiência daquelas correndo pelas ruas de Brasília, foi incrível. Como era começo de semana não tinha fila e rapidamente compramos os ingressos e entramos na sala. O filme começou e eu senti a mão do Dr Paulo repousando na minha coxa direta, achei que não era nada e o Dr, provavelmente, nem percebeu que era a minha perna. Aí ele começou a acariciar minha perna com os dedos, aí sim ficou estranho mas eu deixei.

“Droga de cadeira apertada, Eduardo bota sua mão no meu bolso e puxa meu celular por favor, não estou alcançando...” – Obedeci e assim que enfiei a mão no bolso dele senti algo além do celular, era quente, meio mole e molhado. Puxei o celular e entreguei pra ele. Ele viu alguma coisa na tela e me pediu pra guarda novamente e eu obedeci sentindo aquela coisa dentro do bolso dele.

Estava ficando cada vez mais estranho mas ele era meu feche e meu ídolo, iria aguentar o tanto que fosse pra não perder ele de vista. Com mais tempo de filme ele tira a mão da minha perna e pega a minha e coloca no seu colo pressionando minha mão no seu pau dentro da calça, esfregando pra lá e pra cá, eu não sabia o que fazer e olhei pra ele atrás de uma resposta.

“Tudo bem, pode deixar a mão aí, sem problema...” – Ele fez apenas com os lábios sem realmente falar. Eu não queria decepcionar ele nem deixá-lo com raiva então eu fui entrando na onda e talvez até gostando. “Aperta um pouco de leve, isso, enche a mão, isso meu rapaz, você aprende rápido, muito bom, continua...” – Ele fui balbuciando essas coisas até não aguentar mais.

Se levantou da cadeira e me levou pela mão até o banheiro do cinema, entramos e ele ia se esfregando em mim por trás e rindo como se estivesse brincando comigo. Entramos no box apertado os dois e ele me pegou pelo queixo e levou até seu peito ainda atrás da camisa branca, afastou o terno e me botou pra mamar, eu não sabia que sentindo tinha em chupar peito de homem, pra mim não existia prazer nisso mas se o Dr queria então eu iria fazer, deixei a camisa molhada de saliva ao redor do bico do peito dele e ele pareceu bem satisfeito. Desabotoou a camisa até a barriga e me sugeriu o outro mamilo para eu brincar, então eu fui e passei a língua nele, o Dr ficava de olhos fechado e de cara pra cima, arfando a cada línguada, sinal que eu estava me saindo bem.

“Tá na hora no prato principal, você tá com fome? Tenho leite pra você mas você precisa mamar pra sair o leite, você quer meu rapaz?” – Que safado, eu agora estava completamente entregue ao Dr Paulo, como ele consegue essas coisas? E me tratando como criança me oferendo leite, isso foi me dando um tesão que nunca senti antes.

“Quero Dr Paulo, me dá seu leite, por favor, to com fome” – Eu estava indo na onde dele, fiz cara e jeitinho de criança.

“Ah é? Então pedi por favor de novo, pede meu rapaz, aí eu te dou o meu leitinho quente, pede" – Me deu um senhor tapa na cara que o som encheu o banheiro, minha bochecha ficou ardendo mas tudo que importava era o que o Dr queria.

“Por favor Dr Paulo, me dá seu leite" – Eu era todo dele ali, estava com um puta tesão e disposto a tudo.

Ele abriu o zíper da calça e botou uma tora pra fora, era um cacete descomunal, cabeça pontuda toda exposta, cheio de veias, grosso e cumprido, devia ter seus 19cm e tinha um cheiro tão forte que encheu minhas narinas, era a mais pura essência de macho, bem mais forte que o meu cheiro. Eu nunca tinha se quer olhado para outro pau além do meu e ali estava aquele monstro babando querendo brincar comigo. O Dr botou a mão no meu ombro e me fez ajoelhar.

“Não bota meu saco pra fora, não quero sentir sua barba nele, chupe só até o meio, quando você fizer a babar você vai poder chupar tudo” – Prontamente obedeci o Dr e chupei só um pouco além da cabeça porque era o que cabia na minha boca.

Eu chupei e chupei aquele cacete mas ele nunca ficava totalmente duro, era sempre a um ponto que deixava ele rígido mas ainda ficava macio, acho que era o excesso de pele na pica dele, não sei dizer mas era muito gostoso de chupar, tinha um gostinho adocicado diferente do gosto da minha própria porra que era salgada. Pela reação do Dr eu não iria me divertir por muito tempo com seu membro, ele me segurou pelas orelhas e fodia minha boca com delicadeza olhando pra mim com aquele olhos azuis maravilhosos. Respirou fundo e segurou o fôlego, então sua barriga começou uns movimentos tipo espasmos e seu pau, se contraindo e relaxando, foi despejando o leite na minha boca em jatos quentes, era tanto leite que não tivesse como segurar na boca pra cuspir depois, tive que engolir e o gosto era o melhor possível.

“Tomou tudinho meu rapaz? Espero que não tenha desperdiçado nada, meu leite é muito especial, só você pode tomar dele, viu? Agora vamos embora que alguém pode aparecer aqui a qualquer momento.” – Ele botou o pau pra dentro, fechou o zíper, alinhou o terno e estávamos prontos pra ir embora quando ele parou e tirou uma pulseira de ouro do pulso coberto pelo terno, colocou no meu pulso e disse: “É bem cara, cuidado... Use na esquerda assim como eu, vai ajudar você a se lembrar de mim quando estiver longe”.

Aquilo era tudo muito novo pra mim, eu nunca pensei em transar com outro cara, principalmente com um cara que tem idade pra ser meu pai, e acabar gostando muito do que aconteceu, naquele dia eu não pensei em mais nada a não ser no assobio baixo da respiração do Dr Paulo enquanto eu segurava seu pau com a boca. Foi intenso, excitante e eu queria mais.

Comentários

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12/07/2019 10:37:33
Sou passivo tenho 52 anos Estou a procura de um companheiro ativo Pra mora junto, não curto versátil ativo E você... ou quem mora na ZS de São Paulo Email Skype eddie
11/07/2019 13:42:32
Interessante. Mas achei q o tiozão ia ser peludo, ao menos no pau .
11/07/2019 12:33:38
Interessante. Vamos ver essa história...
10/07/2019 23:09:59
Bom demais.

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