As Japas que nos fazem não nos importarmos em sermos cornos.

Um conto erótico de KAFAJEST
Categoria: Heterossexual
Data: 23/06/2019 00:07:26
Nota 10.00

Já estive aqui criando alguns contos, que a imaginação me faz compartilhar com vocês.

Tenho visto que falta mais contos, novos, criativos, realizados ou imaginados, não importa, é necessário ativar o desejo dos leitores que gostam de sentir o maravilhoso sabor do sexo como um bombom de chocolate em uma caixa de luxo dada de presente: a gente nunca esquece. O melhor de tudo é em primeira pessoa, não é? Então...

Anos iniciais deste século, em um bar da região do Aeroporto de Congonhas, estava eu em um barzinho junto com a esposa tomando um chopinho e comendo um churrasco aperitivo, numa noite quente de verão. Estava lotado, como todo final de semana. Morávamos ao lado desse barzinho.

A nossa mesa era para 4 lugares e, um casal que estava na espera nos pergunta se poderiam sentar-se conosco, dizendo que a fila estava enorme e que, simpatizando com a gente, resolveram arriscar, já que também eram dois e ocupariam outra mesa que teria duas cadeiras vazias também. Nos olhamos e dissemos que não havia problema.

Ela, uma japa de cinema, mostrava um belo sorriso de comissária de bordo e ele me parecia ser algo da aeronáutica, pelo modo como se portaram ao chegar até nós. E, nas apresentações, ficamos sabendo. Eu acertei na mosca. Claro, bem provável, é muito comum na região.

Era alta, talvez nos seus 1,70 m, tirando, o salto alto. Era bem mais alta que a minha esposa, que não chega aos 1,50 m, mas toda harmoniosa e proporcional, dos pés à cabeça, com lindas pernas e toda macia, como seda, nunca sentido em todas as outras mulheres que passaram por minhas mãos.

Olhos tipicamente puxados, mas diferentes dos olhos da minha esposa, mutantes, amendoados por ora, puxados em outros. Os da Renata era tão negros quanto seus longos cabelos que chegavam às costas, em uma blusa alva, com pequenos detalhes bordados na gola em V, descendo pelos botões.

Seios médios, bem harmônicos, até discretos, combinavam com seu corpo nipônico, sem exageros, mas extremamente atraente e brilhante aos olhos, pelo menos aos meus. Reconheço uma japa pelo corpo. Dificilmente erro, mesmo estando de costas para mim. A saia de couro preto, curta, bem justa, mostrava as coxas grossas que me provocavam pensamentos libidinosos tão próprio de mim ao ver japas tesudas.

Suas mãos eram bem cuidadas, dedos finos, nem longos, nem curtos, com a aliança ressaltando o estado civil deles, na mão direita, apesar de se dizerem marido e mulher.

Ele, quase da minha altura, lá pelos 1,78 m, corpo bem definido, firme, tinha uma barba bem aparada, pele clara, cabelos menos escuros que a japa e com alguns fios grisalhos. O que tinha de bom era a discrição, voz baixa de ambos.

Papo vai, papo vem, com uns bons goles de chopinho rolando direto, a japa começa a falar em sexo. O malte gelado já deixara a japa nas nuvens. Ele sempre mais contido. Demorou, pensei... Que bom, o papo estava ficando chato. No começo não havia um assunto fixo, mas, como somos muito sociáveis e estávamos só curtindo, bebendo, papeando, ficamos mais ouvindo que falando.

Então, Renata, como vou chama-la, diz que o grande motivo é um caso inusitado dela com o marido Leonardo, que foi assim:

Ela descobriu que ele saíra com uma colega de trabalho, tirando fotos dos dois se curtindo num motel, que, por ser em filme negativo, ficaria guardado com a amiga comissária traidora da amizade que tinha com ela, Renata.

O marido, piloto de avião, deixou com a amante o cartucho para que revelasse as fotos em um lugar bem distante, de preferência do outro lado da cidade.

O que ele não contava que os tios da Renata, tinham uma loja de material fotográfico que ficava em Tremembé, onde a falsa amiga acabou deixando, contando com o segredo da amiga funcionária, que colocava em envelope e encaminhava para um laboratório da Kodak.

Certamente ela receberia as fotos reveladas e tudo ficaria em segredo. Mas o destino não está escrito como queremos, e, por azar, a Renata estava de folga e resolveu levar uns rolinhos de negativos aos tios, que, vez por outra revelava os filmes das cidades que ela conhecia pelo mundo.

Ele estava em escala, voando e nem se importou com nada porque seria o último lugar do mundo onde a amiga amante levaria o negativo das trepadas deles.

Que azar, né?

Chegava a leva de filmes revelados naquela semana e, quem estava no balcão conversando com a atendente? Sim, ela, a Renata. Os tios estavam fazendo outras coisas, não tinham essa tarefa quando a funcionária estava no balcão.

Como a moça ficou procurando o envelope reservado, separando-o em uma gaveta, ela, observadora como é, procurou saber o que era de tão especial para ser separado. Aí ela viu o “desgraçado” e a verdadeira amiga nos mais íntimos momentos que ela pensava ser só dos dois.

Daí, furiosa, disse que queria o troco, que ele a veria sendo fodida por outro homem, e na frente dele. Que situação para mim, diante da esposa, mas ainda estava para acontecer. Ele de imediato disse: ___ Pode ser ele. A minha esposa arregalou os olhos e disse: ___ Ihh, não vai rolar, só se eu participar.

Os dois se entreolharam, eu, sem chão, mas com o pau durão por baixo da mesa toparia na hora. Disseram Ok. Eu perguntei para a esposa: __ Ok? Ela disse: ___ então, OK!

Saímos direto para o motel, com a Renata no banco de trás, comigo, no carro deles, a esposa, obviamente, ao lado dele.

A japa já deu mostras do que ela queria fazer com ele. Pegou no meu pau, por cima da calça, puxou o meu cinto e com uma destreza de quem sabe trepar muito, puxou o zíper e já caiu de boca, fazendo barulho provocativo para o Leonardo, que já ficou transtornado, olhando para trás como se fosse perder a preciosidade maior da vida dele.

Na minha imaginação, era uma garganta profunda, A minha esposa disse:

___ Olha pra frente, vai acabar batendo.

Ele dirigiu preocupado o tempo todo e, eu, num misto de querer continuar sentido aquela maravilhosa boca e de chegar inteiro ao motel, fiquei surpreso e feliz pela calma da esposa, que se divertia com a situação, controlando Leonardo na sua primeira chifrada. Ora, ela também estava pra entrar na pica de outro homem. Não havia nela tanto desejo como eu, em curtir aquela aventura.

Enfim, entramos no motel.

Continua.

Comentários

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27/06/2019 09:54:01
Começo bem envolvente desta história. As infidelidades, por mais que se façam na surdina, sempre acabam sendo descobertas. De um jeito ou de outro. Como o azar desse piloto. Agora vai ter que aguentar as consequências dela dando o troco. Rs. Conte logo para nós como foi no motel. Beijos.
26/06/2019 13:21:14
Cara, pelo jeito vai ser mais uma aventura daquelas. Esse piloto vai levar o troco bem dado. E o sortudo vai ser você, com a esposa gostosa deles. Tem mais é que escrever correndo, contando para nós o que aconteceu nesse motel. E me avisar. Gostei do teu comentário no meu. Para entender a cabeça dos japoneses, sugiro que você leia o conto ¨O japa condenado mandou comer a mulher dele¨. Abs.
26/06/2019 09:45:44
Show este inicio. O que mais irrita numa traição é saber que a parceira do traidor é nossa amiga. Já vivi isso. Pena que vc parou na melhor parte. Eu entrei junto nesse motel e... continua? Escreva logo, viu? Bjs, Val.
25/06/2019 09:17:44
Gostei muito do seu conto, e não ficaria de saco cheio, neim que tivesse um. 10.
24/06/2019 11:09:28
Delicia de conto, minha esposa tb é bem putinha safada , confira nossas aventuras... Temos um blog para casais liberais: http://clubedosmaridoscornos.blogspot.com
24/06/2019 00:44:23
Puts, o tempo livre não ajuda. Se desse, teria aqui mais de 15 contos só de japas e algumas de todas as cores, nunca desprezadas, também. Peço um pouco de paciência... Obrigado, tá!
23/06/2019 16:09:24
Sho..aguardando continuação
23/06/2019 14:39:35
NÓ, ESSA IDA AO MOTEL PROMETE SER BOM PRA DANAR. TEM TUDO PARA SER UMA FURUNFADA DAQUELAS A QUATRO. O FUTURO CORNO, SE COMER A TUA MULHER NEM VAI TER O QUE RECLAMAR. CONTA LOGO COMO FICOU, MY FRIEND. POR ENQUANTO, NOTA MIL!
23/06/2019 14:31:44
Inicio delicioso, nessa abordagem. Sujeito azarado esse, de mandar revelar fotos longe e justo na loja de parentes da esposa. Deve estar até hoje ¨P¨ da cara de não ter cameras digitais naquela época. Rs. Pena que parou na melhor parte. Escreva logo a continuação e me avise. Aproveite e venha ler as aventuras desta libertina. Beijos da Vanessa.

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