Minha filha, meu irmão, meu parceiro de trabalho e eu.

Por precaução não vou dizer meu nome. Sou um coroa de 51 anos de idade, cabelo arrepiado, grisalho como se tivesse pintado vários fios. Sou alto e ainda trabalho como militar. Minha esposa morreu há 11 anos e moro com minha filha de 23. Meu filho tem 27, trabalha em outra cidade também como militar e reside na cidade vizinha com a esposa.

Minha filha é do tipo rebelde. Ela é roqueira, só anda de preto e toda pintada de preto. Eu não lembro quando a vi sem aquela maquiagem maluca. A boca sempre pintada de preto, os arredores dos olhos e as pálpebras, as unhas... ela é uma coisa louca, mas muito gostosa. Puxou a mãe.

Minha filha sempre foi putinha. Metade dos caras do bairro já comeu, os caras andam atrás dela como cachorros atrás de cadela no cio. Colegas meu de trabalho já devem ter comido ela, mas só tenho certeza de um deles, outro coroa de 47 anos, branco, magro e altro. A diferença é que ele é tirado a rapaz e pinta cabelo de preto, e eu não.

Certa vez esse colega de trabalho veio aqui pra casa pra fazermos um churrasquinho e beber alguma coisa.

Naquele dia quando larguei o plantão pela manhã. Fui em casa, tomei banho, me troque e tive que ir no banco pra fazer uns pagamentos e resolver uns pepinos, mas o sistema ficou fora do ar e preferi esperar. Pra piorar a fila estava grande. Mesmo se o sistema não tivesse caído, eu teria de esperar porque eu não estava fardado.

Meu amigo me ligou faltando pouco para as 10 avisando que havia chegado, chamado e minha filha atendeu. Eu pedi pra ele esperar um pouco e avisei sobre a situação do sistema e da fila.

Já ia dar meio dia quando ele me liga novamente:

- E ai Fulano, está aonde?

- Rapaz, ainda na fila, no mesmo lugar e o sistema nada ainda. Mesmo se voltasse agora ainda iria demorar de chegar ai. Mas se puder me espera.

- OK! Amanhã não trabalhamos mesmo, podemos beber até mais tarde.

- Pronto!

Quando desligamos bateu um aviso na mente: "vai pra casa".

Desisti do banco e fui pra casa. Em vez de colocar o carro na garagem, deixei na rua e a moto do colega estava na frente. Do portão pra casa você anda mais de 50 metros. Abri o portão sem fazer fazer barulho, a porta estava entreaberta e a casa silenciosa.

Fui entrando devagarinho, olhei nos quartos que ficam na sala e estavam vazias. Ouvi um barulho na cozinha de objeto arrastando. Fui pisando em ovos, me posicionei atrás da parede que dá pra cozinha e levei o rosto de leve.

Minha filha estava sentada na ponta da mesa, vestida só com a blusa e a calcinha. As pernas abertas, meu colega entre suas pernas, com a bermuda nos joelhos, os dois se beijando e ele fazendo movimento de vai&vem. Observei a calcinha da minha filha, estava puxado para o lado, e um cano comprido entrando e saindo da bucetinha rosada dela.

Automaticamente meu caralho subiu e fiquei a ponto de explodir. O coração acelerou e a vontade de entrar na cozinha e socar na buceta da minha filha estava sendo mais forte do que eu.

Antes de eu ser domado por aquele desejo, voltei pra fora, tinha um pessoal na rua, fingi que peguei algo e voltei pra dentro fazendo barulho. Dei um tempo fingindo que estava limpando o solado da sandália no capim, para que eles pudessem se vestir.

Entrei.

- Cade o povo?

E minha filha respondeu da cozinha:

- Estamos aqui, pai.

Fui até lá e estavam os dois sentados, minha filha na cadeira com uma perna dobrada por baixo, e o colega do outro lado, todo enterrado pra baixo da mesa.

Saudei ele com entusiamo e começamos a farra.

Resolvi dar um jeito de ver minha filha pelada melhor. Quando ela estava viajando, falei com um amigos que instalar umas câmeras secretas aqui em casa. Só não mandei colocar no quarto dela pra não dar bandeira. Mandei colocar na cozinha e na sala em dois ângulos diferentes. Ficou perfeito.

Assim eu soube que toda vez que eu estava trabalhando, ela pegava um homem diferente. Um deles pra mim foi chocante.

Numa das gravações vi meu irmão chegando aqui em casa. Até aí tudo bem. Como era meu irmão, fui pulando o vídeo quando coloquei certeiro meu irmão sentado no sofá todo pelado e minha filha de joelhos em cima do sofá com a blusa dobrada pra cima deixando os peitos pra fora, meu irmão chupando eles, alusando a bunda dela enquanto ela subia e descia no caralho dele.

Meu irmão tem de 43 anos. É alto e tem corpão. Gosta de malhar. Também já está um pouco grisalho.

Quando vi o vídeo ele estava aqui passando uns dias. No momento em que assisti ele havia dado uma saída.

Então voltei o vídeo pra ver do começo, desde o momento em que eles tiraram a roupa. Vi quando ele chupou a buceta dela em duas posições; vi ele colocando ela pra fazer boquete nele com ele em pé e depois sentado; vi ele deitá-la no sofá, ir por cima dela, colocar o caralho na boca dela, ficar passando o ovo na boca dela e botou o cu pra ela chupar; vi ele descendo pra comer a buceta dela; e vi quando trocaram a posição pra foder por umas 4, 5 vezes. Vi também uma cena muito gostosa: minha filha deitada, de pernas abertas e dobradas, ele comendo ela e ela batendo na buceta. Eu fiquei louco. E vi os dois gozando.

Eu não estava acreditando naquela gravação e repeti tudo novamente. Quando os dois se levantaram pra tomar banho, voltei o vídeo novamente e enquanto assistia, ouvi barulho, fechei e ocultei o programa e fiquei atordoado sem nem saber o que ia fazer no computador para disfarçar. Apesar que a tela fica contra a porta de entrada. Era meu irmão que havia entrado.

Minha vontade era de chamá-lo pra conversar, mas fiquei na minha. Afinal aquele flagra serviu de esperanças para mim. Se ela deu para o próprio tio, por que não para o pai?

Então a coisa mudou. Senti vontade de chamá-lo pra ele me contar tudo que ele fez para conseguir comer a subrinha, ou se ela quem deu em cima dele. Enfim, ter uma noção do que eu fazer pra comer ela sem ela sentir raiva ou aversão a mim.

Pensei um monte de coisa.

De tanto pensar a rola estava igual pedra dentro do short e da cueca. Eu estava precisando gozar rapidamente.

Enquanto meu irmão estava na cozinha mexendo em alguma coisa, me levantei pra ir para o banheiro. Apesar que não temos problema em um ver o pau do outro duro, já vimos tanto. Mas aquele dia fiquei meio sem nem saber o que fazer.

Passando para o banheiro meu irmão vê e pergunta:

- Estava vendo filme pornô, foi?

- Rapaz, eu estava assistindo um pornô muito gostoso alí.

- Cadê? Mostra ai.

- Rapaz, se vira lá. Está no histórico. Preciso ir no banheiro.

- Ah! Vai bater tua punheta que eu procuro.

Fui para o banheiro, entrei no boxe, fiquei todo pelado, cuspi no caralho e bati uma punheta nervosa com o pau todo melado. Eu não consegui me controlar e gozei emitindo um forte e duradouro "aaaaaaahhhhhhhhhh". Tomei banho e saí.

Meu irmão disse:

- O histórico de putaria que vi ali foi de 4 dias atrás.

- Ah rapaz, talvez eu exclui sem querer. Mas eu procuro e te mostro.

Assim que eu pude, eu copiei o vídeo dela com meu irmão, copiei uns ela pelada pela casa, adicionei no winrar, coloquei senha e apaguei o restante.

E fui passei a tentar flagrar os dois.

Passado alguns dias, fomos passear num sítio, herança minha e dos meus irmãos, que fica numa cidadezinha vizinha à nossa. Minha filha é ótima com os cavalos. Olhe lá se ela não já deu pra algum deles.

Meu irmão havia saído há algum tempo. Pensei que poderia ter ido à cidade dar uma volta. Mas o carro dele estava lá. Desconfiei.

Minha filha à tardezinha montou e saiu cavalgando. Olhei a direção e disfarcei.

Quando não havia ninguém ligado, saí andando na mesma direção. Andei bastante, observando os arredores e cheguei no limite do sítio. No limite não tem uma boa cerca, é meio aberta porque lá tem uma pequena floresta, com córrego e um grande rio onde vamos às vezes, levamos cerveja, fazemos churrasco, etc. Resolvi descer.

Nem precisou andar muito. Pouco após a entrada da mata estou ouvindo uns gemidos, tapas e aquele "flop, flop, flop". Fiquei atrás do matagal observando e percebi eles do outro lado de um arbusto fechado.

Fui circulando devagar e com cuidado e deu pra ver nitidamente minha filha com a saia jeans acima da cintura, sem calcinha, bunda empinada, segurando a árvore. Meu irmão por trás, segurando os cabelos dela com uma mão e a outra amassando os seios da puta enquanto fodia ela por trás.

O caralho imediatamente ficou duro. Coloquei ele pra fora alí mesmo e bati punheta observando os dois. Meu tesão acho que estava mais forte que o deles, porque eu gozei em pouco tempo. Quase, quase saía um forte gemido pela garganta, e tranquei.

Eles ficaram fodendo naquela mesma posição um tempão. De onde eu estava dava pra ouvir perfeitamente o som da rola entrando como se a buceta da minha filha estivesse folgada e toda melada, e o barulho da virilha do meu irmão batendo na bunda dela. A putinha deve ter uma buceta bem profunda, já que o pau do meu irmão é mais comprido do que o meu, só é mais fino; o meu é mais grosso porém mede 21 centímetros. Ele deve ter uns 23 ou 24. Só sei que ele comia ela com rapidez e fazia a putinha gemer gostoso.

Desde então eu bato várias punhetas pensando na bucetinha da minha filha. E não sei mais o que fazer pra comer essa gostosa. Eu tenho quase certeza que ela me daria, mas a droga do receio do "pós foda" é que fode com tudo.

Já tentei iniciar o assunto com alguém pra ver se eu conseguiria alguma ajuda.

O primeiro que tentei foi com o colega de trabalho que vi comendo ela. Perguntei o que ele achava da minha filha, ele ficou meio sem jeito e só disse que achava bonita e jeitosa. Perguntei se ele teria coragem de comer a filha dele, ele respondeu prontamente que isso é uma coisa fora de cogitação. Eu nem prossegui com o assunto.

Tentei puxar assunto com meu irmão.

Um dia estávamos na praia, sentados na cadeira tomando cerveja. Minha filha foi com as amigas pra água. Estávamos de óculos escuros pra deu pra perceber que ele ficou olhando elas enquanto se dirigiam pra água.

- Tudo gostosa! - Eu falei.

Ele: - Tudo perfeita!

Eu: - Você pegaria as 3?

Ele: - A subrinha não.

Cara de pau. Ele comia ela direto.

Eu: - Se uma subrinha gostosa te desse mole você não lascaria não?

Ele: - Rapaz, eu não sei não. Você comeria?

Eu: - Se sentisse tesão comeria na hora.

Ele: - Você comeria minha filha, seu sacana? Você é perverso, hein.

E damos risada.

Eu: - Seria até bom se eu pegasse sua filha. Ela é meio gordinha, se eu desse uns pegas nela, eu desmancharia aquela gordura todinha.

Ele: - Só podia ser você: "o pai dos safados".

E rimos.

Eu: - Vai dizer que se minha filha ficasse peladinha, com as bucetas toda arreganhada na sua frente, doidinha por pau, você não pegaria.

Ele: - Do jeito que você fala me dá tesão, mas não teria coragem não. Te respeito muito.

Eu: - Conta outra. Você é descarado.

Ele: - Aprendi com o mais velho.

Rimos.

Eu: - E você teria coragem de comer sua própria filha, se ela quisesse?

Ele: - Sem chance. Acho que o pau nem subiria. E você comeria se a sua se abrisse pra você?

Meu psicológico travou na hora.

Eu: - Teria não.

Me calei por um tempo ali, observando minha filha com as amigas na água e o pau duro dentro da sunga.

Outro que tentei puxar assunto, meu filho, o típico safado que quer entrar em tudo o que é buraco. Na verdade ele quem começou com putaria e eu aproveitei o momento. A mulher dele e minha filha não se suportam e por isso ela não vem aqui em casa. Num dos churrascos que fizemos e meu filho estava presente, ele me mostrou umas fotos que havia feito da mulher dele de calcinha e pelada em cima da cama.

Meu filho: - Olha pra isso coroa, que mulher gostosa da porra.

Eu: - Você tem coragem de me mostrar tua mulher pelada é?

Meu filho: - Eu mostro pra meus amigos, imagine pra você.

Eu: - E você não tem medo que eu me interesse por ela?

Meu filho: - Medo nenhum. Ah coroa, e vai dizer que você nunca olhou pra ela e sentiu vontade de comer!

Eu: - Rapaz, toma vergonha e respeita tua mulher. Eu mesmo nunca olhei pra ela não. (Mentira).

Meu filho: - Coroa, tu me engana muito. Se ela te botar a buceta na cara, tu lasca ela em banda. Falo isso com certeza porque filho de peixe, peixinho é. Se tua mulher faz isso comigo eu meto pica nela. Não pense que te consideraria não.

Eu: - Mas que cara descarado.

Minha filha estava sentada com as pernas cruzadas junto com uma turma de roqueiros malucos, bebendo.

Meu filho falando da própria irmã: - Fulana está com uns pernões da porra.

Ele é típico cara desbocado.

Eu: - Cada dia que passa ela parece estar mais safada.

Meu filho: - Cada dia que passa ela está mais gostosa, isso sim.

Olhei para ele e pensei: "Fudeu! Puxou a mim".

E eu disse: - Gostosa? Você teria coragem de pegar?

Meu filho: - Pegar só não. Lascar ela em banda.

Eu: - Rapaz, é sua irmã.

Meu filho com a cerveja na mão e mirando as pernas delas: - Ela é minha irmã da cintura pra cima.

Eu: - Cara, isso é sério?

Meu filho: - Até aquela que me pariu é minha mãe da cintura pra cima, imagine ela, que é só irmã. Alí eu chupo a buceta até ela gozar na minha boca; eu chupo o cu e meto a língua até arrancar um caroço de feijão de dentro; como a buceta e o cu dela e faço ela gozar igual uma égua, e ainda largo tudo dentro.

Meu filho desbocado, no mesmo instante fiquei de pau duro e falei: - Preciso mijar e volto.

Meu filho: - Tu vai é bater punheta, descarado. Eu esto vendo você olhando pras gatinhas e o pau duro.

Fui para meu quarto com o cacete duro e tentei desviar a mente pra ele amolecer, mas foi difícil. Bati uma punheta alí mesmo e gozei no chão. Joguei uma camisa por cima e larguei lá pra limpar depois. Com o pau já mole, voltei mais não prosseguimos o assunto, meu filho estava conversando com outros colegas do mesmo ramo, e fui conversar também. Depois daquilo, a coragem de dizer pra meu filho que eu estava afim de pegar a irmã dele, esfriou, pois ele é muito desbocado, não segura nada, e fico com medo dele espalhar. Também nem sei como ele me ajudaria.

Tem vezes que eu, cheio de medos, tento provocá-la. Certa vez eu estava no banho, me deu aquele tesão e bati uma punheta debaixo do chuveiro. De propósito, enquanto batia eu fazia meio alto: "isss ai, isss ai, isss ai...", pra ver se batia tesão e ele tomava iniciativa de entrar, mas não entrou. E gozei em voz alta. Já bati algumas punhetas desse mesmo jeito. Fico sem cueca, só de short pela casa, o caralho fica bem nítido nesses shorts de dormir, ela não me mobiliza.

Uma vez ela estava na pia da cozinha lavando pratos e fui de propósito pegar uma cerveja, passei por trás dela e o caralho passou pela bunda dela. Ela não reagiu nem negativa nem positivamente, apenas levantou um lado da bunda e continuou lavando os pratos.

Noutra vez cheguei em casa, ainda de farda. Eu estava excitado pra caralho e doidinho pra dar um pega na safada. Pensei: "talvez de farda, de pau duro pela calça meio apertada, ela me dê mole". Fiquei pela casa andando de um lado a outro sem saber o que fazer com o nervoso que eu estava, ao mesmo tempo excitado, naquele dia eu já estava a ponto de chamar ela e abrir logo o jogo que eu estava afim de comer ela. Falar, eu não consegui, mas aproveitei um momento que ela até a cozinha. Enquanto ela estava em pé ao lado da mesa preparando um sandwish, pra ela perceber, eu passei devagarinho esfregando o pau na bunda dela. Ela não disse nada. Quando fui passar a mão debaixo da saia dela com o coração em disparada, a campanhia tocou. Droga!

Essas duas vezes na cozinha, tenho certeza que ela sacou minha malícia, afinal a cozinha é grande e não tem como uma pessoa passar ralando noutra.

Outra vez gravei um vídeo pela webcam, batendo punheta e deixei salvo na área de trabalho do computador. Não abri o tal vídeo para que não constasse na pasta de arquivos recentemente abertos, assim eu saberia se ela teria aberto ou não, e sempre ficava de olho nessa pasta. Dois dias depois, na pasta constava meu vídeo ter sido aberto recente. Mas ela não disse nada. Se fosse meu irmão que tivesse aberto, ele teria zoado com minha cara.

Um dia desses na praia, eu estava deitado pra cima na toalha e ela na outra. Toda hora ela virava pra cima, pra baixo e meu caralho subiu. Tive que dobrar uma perna e colocar a outra por cima pra disfarçar mais, apesar da praia estar vazia, tinha um pessoal que estava com a gente, tinha outro pessoal do outro lado e às vezes passava pessoas atrás, aí tinha que respeitar. Porém meu caralho fica nítido quando está duro, principalmente eu de sunga. E eu permiti ela perceber. Teve um momento que ela deitou de lado, empinando a bunda pra meu lado. Com o rosto pra cima, eu olhanva aquilo atravessado pelo lado do óculos, sei que melei a sunga. E noutro momento ela pediu pra eu passar protetor nas suas costas. Enquanto eu passava ela ficava empinada, balançando as pernas pra cima. Massageei até um pouco, e ela deu um leve gemido. Minha vontade foi de me deitar nas costas dela, puxar aquele biquino para o lado, colocar meu caralho pra fora e socar todo nela. Porém tenho que me contentar em ainda comê-la somente na punheta.

Como eu disse, eu tenho quase certeza que ela me daria a buceta, mas não gosto de viver no "quase", eu gosto da certeza, e essa ponta de dúvida que tenho, me impede de comer minha filha do jeito que nunca havia comido nem mesmo a mãe dela, nem mesmo minha atual namorada.


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Comentários

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