Johnny

Um conto erótico de Renning
Categoria: Homossexual
Data: 28/01/2017 20:25:17
Nota 9.86

Não dava pra enxergar muita coisa naquele breu. A garagem-oficina do meu avô tinha pouca iluminação e, por isso, nos escondíamos ali sempre. Várias peças de metal, ferramentas, pneus, tudo espalhado por todos os lados, além do Opala estacionado no centro, com o capô aberto e motor à mostra. O cheiro de graxa e óleo tomava conta do lugar.

Eu estava na ponta dos pés, debruçado sobre a mala traseira do Opala. Minha bermuda no chão, sem camisa. Sentia o suor escorrer pelas canelas. Johnny estava abaixado atrás de mim, suas mãos apertando minhas nádegas e as abrindo, sua língua deslizando sobre minhas pregas. Ele gostava de fazer aquilo, eu gostava de receber. Sentia sua língua se forçar pra dentro do meu cu, sem muito sucesso mas de forma insistente. Vez ou outra ele mordia uma das bandas da minha bunda. Era sempre o mesmo ritual, eu nunca precisava fazer nada, só ficar ali parado até a hora em que 'estivesse pronto', como ele dizia.

Às vezes tentava olhar pra trás e ver ele agindo, devorando meu cu com a boca. Quando os olhos não estavam fechados, quase delirante, os meus encontravam com os deles e eu só conseguia enxergar paixão naquilo. Ele, de verdade, gostava do que fazia. Até por isso foi ele quem sugeriu da primeira vez e eu nunca precisei pedir.

Johnny era meu vizinho, quatro anos mais velho, já fazia faculdade. Cursava engenharia mecânica e ajudava meu avô na oficina, tanto para tirar um trocado, quanto por gostar de carros. Cabelo raspado, pele branca queimada de sol, um porte físico mediano graças ao trabalho braçal na oficina. As mãos grossas, cheias de calo, másculas. Eu, com dezesseis e ainda no colegial, não era muito fã de serviço pesado. Era fã da Beyoncé e, mesmo que isso não queira dizer muito, foi começando por essa pista que Johnny me 'descobriu'. Eu não negava, no entanto, mas também não saía por aí avisando.

Sentia a saliva dele lambuzar minha bunda e escorrer pelas minhas pernas. Sua barba cerrada arranhando minha pele. Sua língua deslizando por todo meu cu. Meu pau duro contra o carro. Suas mãos me apertando com força. Até que ele parou. Olhei para trás e o vi se levantando, iluminado pela luz de fora que invadia o local pelas frestas. Puxou a camisa para secar o rosto melado. Na bermuda que usava dava pra ver seu caralho duro, enorme, bem demarcado sobre o pano. O observava como quem, imagino, vislumbra pela primeira vez a aurora boreal; maravilhado.

Johnny se aproximou e pôs a mão no meu rosto, me forçando a olhar pra frente e abaixando minha cabeça contra o porta-malas do carro. Senti seu pé tocar no meu, afastando mais minhas pernas. Logo, sua outra mão desceu com o dedo do meio indo de encontro ao meu cu e forçando a entrada. Conseguiu sem grandes dificuldades. Vi ele se reclinando e me encarando enquanto me fodia com o dedo. Eu arfava e me empinava. Ele era bruto mas eu gostava. Gostava de sentir os calos atravessarem minhas pregas. Aproveitando a situação, agarrei meu próprio pau e me masturbava enquanto ele continuava brincando com as mãos.

Ficamos naquilo por alguns poucos minutos, até que ele me puxou pela nuca e me ergueu, me direcionando até uma das portas do carro. A abriu e, já sabendo o que viria, me apoiei sobre o banco, uma das pernas esticada com o pé no chão, a bunda erguida. Escutei o estalo do cinto se abrindo, o zíper correndo e a bermuda cargo caindo no chão. Ele se aproximou e a mão direita agarrou minha bunda, a arreganhando. Piscava meu cu, mesmo que ele não visse. Eu mordi meus lábios quando o senti posicionar a cabecinha de seu pau na entrada do meu cu. Ele forçou um pouco pra baixo, as pregas cederam e então ele forçou pra frente. Minha bunda engolia, não pela primeira, seu mastro dantesco. Senti todo aquele caralho me preenchendo, tão bruto quanto Johnny. Era um pau enorme, robusto e cheio de veias. Dentro do carro, o ar cheirando a graxa se mesclou com cheiro de pênis. Meus batimentos cardíacos aceleraram.

Seu corpo colou contra o meu quando ele terminou de atolar toda pica no meu cu. Agora me segurava com as duas mãos. Começou a me foder sem muito rodeio, tal como eu gostava. Abaixei a cabeça e fechei os olhos me sentindo ser fodido. Meio ogro, meio violento. Sentia o carro se mover com suas estocadas. Rangendo. Em parte, me preocupava, mas a oficina-garagem ficava afastada da casa e já era tarde. Os dedos de Johnny apertavam minha pele e eu já sabia que ficariam marcas, como sempre. Me faltava ar pra respirar dentro do carro abafado, meu corpo todo suava, o de Johnny também. Sua vara parecia revirar meu reto enquanto o penetrava. Meu cu recepcionava todo àquele caralho quase como um abraço.

Johnny costumava dizer que não trocava meu cu por nenhuma buceta que já tinha comido. Aquilo me agradava, me dava orgulho. Mas sempre soava mais grosso do que carinhoso. E antes dele, eu só havia transado de verdade com outros quatro meninos. Meninos mesmo, sempre da minha faixa de idade e bem longe da linha máscula de Johnny. Ele era o mais 'homem', por assim dizer, para quem eu já havia dado. E aquilo era positivamente diferente.

Sua pélvis açoitava minha bunda em cada estocada forte, meu corpo sacudindo com cada botada que meu cu recebia. Meus braços tremiam no banco, a testava pingava suor. Saliva escorrendo pelo canto da minha boca. Eu só conseguia gemer e arfar. Johnny não dizia nada, nem gemia. Eu sempre imaginava a cara dele naqueles momentos, mas não conseguia vê-la. Na minha imaginação, seus olhos me comiam tanto quanto seu pau. Me devoravam enquanto me tinham ali ao seu alcance. Isso me excitava mais.

Senti seu pau ficar mais rígido, quase se erguendo em direção a minha coluna. Ele parecia forçá-lo a isso. Por experiência, já sabia que ele estava prestes a gozar. Apenas mordi os lábios e fechei os olhos. Ele não parava de me foder mesmo enquanto gozava, tão pouco diminuia o ritmo. Consequentemente, porra espirrava pra fora do meu cu e pelo pau dele em cada bombada que ele dava. Senti quando minhas pregas ficaram mais meladas. Gemi um pouco mais alto, um misto de calor e dormência subiam as minhas pernas. Minha própria porra espirrou no banco do carro. Johnny continuava botando até a última esporrada. Quando então ele parou e, forçando mais seu pau pra dentro de mim, me apertou com mais força e ficou assim durante alguns segundos.

Eu me mantinha empinado, porém completamente sem forças. Meus olhos, tanto por êxtase quanto por cansaço, mal conseguiam se manter abertos. Minha vontade era de deitar ali mesmo naquele banco e dormir. Senti o caralho do Jonny escorregar pra fora abruptamente, trazendo mais porra pra fora. Deixei o corpo cair ali mesmo no banco, as pernas sem forças e fechei os olhos. Acabei cochilando.

Quando acordei, já era tarde da madrugada. Nenhum sinal de Johnny, provavelmente já tinha voltado pra casa. Saí lentamente e entrei em casa na surdina, me banhei e fui dormir. Na manhã seguinte, quando o almoço estava pronto, fui até a oficina avisar meu avó, que estendeu o convite ao Johnny.

Ele aceitou e disse que iria logo depois de terminar de lavar os bancos do carro.

Comentários

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29/01/2017 21:35:27
Muito bom!
29/01/2017 01:36:58
Caralho, conto mais do que perfeito. Gozei demais. Parabéns velho
29/01/2017 00:55:01
MUITO BOM.
28/01/2017 23:09:35
bom. continua.

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