A Mamadeira

Um conto erótico de bonecadoprazer
Categoria: Homossexual
Data: 17/04/2016 16:11:50
Nota 10.00

Alou, galera da casa dos contos!

Depois de algum tempo estou de volta para contar minha mais nova e última sacanagem, já que eu estava um pouco parada. Eu sou do tipo que foco muito no meu trabalho aqui no hos-pital. Minha vida é muito corrida. São inúmeras reuniões com médicos, empresas já que meu cargo de diretora geral requer muita atenção. Eu sou transex ou CDzinha como muitos gostam de chamar. Para quem não conhecem, leiam meu conto anterior e vai entender tudo.

Muitos no hospital sabem o que eu sou; outros tem dúvidas devido a feminilidade ser muito forte. Meus seios são de tamanho médio; meu rosto são de traços finos e bem femininos. tenho cinturinha bem fina, quadris largos e bundão. Quem me conhece intimamente sempre diz que eu nasci errada. Nasci mulher num corpo frágil de homem. A parte que mais adoro no meu corpo não é meu bundão que me rende inúmeros elogios de homens e mulheres e sim meus peitos. Nossa, vocês nem imaginam o quanto eles são sensíveis e me dão prazer indes-critível. Algumas amigas mulheres ou transex não tem nos seios uma forma de prazer e excitação.

Bem, foi aqui mesmo no hospital que conheci o doutor(não posso falar o nome) ginecologista, solteiro. Um coroa lindo demais! Tem mais ou menos seus 45 anos, mas é um garanhão convicto, sedutor... carinhoso... trata as mulheres do hospital, desde a serviçal até ao mais alto cargo como se fossem deusas. Sempre amável e sedutor. Essa é a palavra: sedutor. Muito malhado, grisalho, tudo de bom. Não vou mentir que assim que o vi me senti de pronto atraída por ele. Mas não demonstrei, claro. No decorrer do tempo nos tornamos amigos e ele sempre dando aquelas cantadas ora discretas, oras escrachadas mesmo. Em todas as mulheres do hospital ele dá cantadas e por ser bonito e charmoso consegue seduzi-las mesmo. Seduz a todas, mas tem aquela que ele realmente quer. Uma enfermeira amiga minha aqui e que sabe da minha sexualidade, me confessou que ele já comera quase todas as mulheres daquele hospital. De serviçal a médicas importantes; enfermeiras... é o tipo de homem sem vergonha, mas que atrai mesmo uma garota. É aquele tipo que a mulher passa e se olhar para trás e tá te olhando com aquele ar de pidão... de quem diz assim: deixa eu te comer?

Então ficamos mais do que amigos. Escondidinho ele me abraçava. Um dia me pegou a força num cantinho e tascou-me um beijão nos lábios que me deixou tonta e sem fôlego por alguns segundos. E daí continuou com cantadas, me mandava flores. Um dia desses meu carro quebrou e ele me deu carona. Pertinho do meu apartamento quando parou o carro, me deu outros - de outros muitos que já havia me dado – beijo quentérrimo nos lábios. Seus braços fortes me seguraram e eu não queria e nem poderia ter fugido. Foi um beijo muito gostoso e, gentilmente, me deitou no banco do carro e, deliciosamente desconfortável, o peso de seu corpo ficou sobre o meu e sua boca quente com sabor de mel chupava a minha língua. Não sei quantos minutos maravilhosos ficamos ali. Só sei que ele me amarrotou toda que parece que eu tinha saído de uma latinha de sardinha. O volume dentro das calças dele era enorme e ele nem fez questão de esconder. Ao invés disso perguntou se eu queria ver a mamadeira dele. Eu disse que não. Ele queria a todo custo mostrar, queria que eu pegasse, queria me comer. Que tentação, mas eu não poderia ceder. Ele disse que eu era umas das mulheres mais lindas que já tinham passado por aquele hospital. Ele disse que o meu beijo era o beijo mais gostoso que ele já tinha provado e que meu corpo deixava o dele aceso. Coisas de homem.

Naquele dia fui embora para o meu apartamento e o obriguei a ir para o dele. Alguma enciú-mada do hospital com certeza disse que eu era transex.

Acho que ele ficou puto da vida. Ficou sem falar comigo e com todas as que eram minhas amigas no hospital. Isso me divertia.

Quando chegávamos no refeitório para tomar café, ele se levantava e saía. A gente morria de rir. Certa vez cheguei na cozinha e ele estava. Eu disse: “Senhoras, façam uma comida especial para o nosso galanteador lindo e sedutor”. Ele ficou com tanto ódio, mas educado como é, pôs os óculos escuros e manteve a pose de macho gostoso. “Minhas deusas lindas, preciso sair. Já tem gente demais aqui. Eu sempre vou amar vocês. Com licença, doutora Karol.”

Era só pra gente rir. Minhas amigas diziam-me que ele estava apaixonado por mim a cada dia que passava. E eu sabia disso. Ficamos nesse clima uns três dias eu fazendo charme para ele o tempo todo e ele me evitando a todo custo. Numa tarde agora de abril eu fui num sábado ao me escritório. Normalmente só estão os plantonistas, mas eis que surge ele lindo e maravilhoso com umas roupas esporte, óculos escuros e muito charmoso. Aquilo me deixava encantada. Fiz alguns trabalhos e resolvi ir embora. Quando estou passando perto dos banheiros dos homens, eis que aquela mão forte me pega pelo braço e me arrasta de supetão lá para dentro e ao mesmo tempo tapa minha boca. El me agarrou e, antes de tirar a mão da minha boca disse: “calma, doutora, sou eu.” Ele me puxou para o cômodo do sanitário e antes de me beijar loucamente disse: “quer saber? Pouco me importa se você é homem ou não. Foda-se o mundo”

Mesmo com medo de ser flagrada ali e perder meu emprego, ficamos saboreando beijos molhados, “calientes”, amassos gostosos. Eu tinha que segurar as mãos dele porque o tempo todo ele queria pegar lá em baixo. Tarado como ele é, abriu minha blusinha frágil fazendo os botões rolar pelo chão e logo em seguida arrancou meu sutiã e seus olhos brilharam olhando para os meus peitos. “São lindos! Apetitosos!”, ele sussurrou. Que macho! Eu estava louquinha por ele também. Quantas mulheres ele não tinha comido ali naquele banheiro ou em motéis, ou no carro. De pronto peguei a pica dele que estava dura como pedra ainda por dentro da calça. “Isso, doutora, sua mão é tão gostosa. Bota pra fora a minha mamadeira”, ordenou ele. Eu também abri a camisa social dele de uma vez fazendo alguns botões saltarem e pela primeira vez vislumbrei aquele peito malhado. Comecei a beijar ali e lamber como uma louca. Acariciava as costas dele com força e caí de boca no mamilo. Ai, como eu adoro mamar num peitinho de macho. Gosto de morder e deixa-lo louquinho. Ele estava deliciado com o que eu estava fazendo. Eu podia ouvir seus gemidos baixinho. Aí ouvimos alguém entrar no banheiro. ficamos ali parados, com medo. Mas continuei mamando no peitinho dele. O sujeito demorou para sair. Eu amassava aquele corpo deliciosamente.

Depois que o sujeito saiu, eu o sentei no vaso sanitário e abri seu zíper. Uau! Já fazia algum tempo que eu não tinha contato com uma pica gostosa que nem aquela. Ultimamente só trabalho. Gente, era uma pica deliciosamente veiúda. Fiquei vislumbrando ela, amassando, medindo mentalmente o tamanho. Não era nada descomunal como a pica dos atores pornôs. Mas pude deduzir que ela devia ter no máximo de quinze a dezoito centímetros. Era do tipo cabeça pequena e ia engrossando. Como estava muito duro, as veias pareciam querer explodir. O saco dele era pequeno e gostoso. Fiquei manipulando gentilmente enquanto ele gemia gostoso e mordia o lábio inferior.

Naquele momento ouvimos as vozes de mais homens entrando no banheiro. Mesmo com medo, ficamos caladinhos e aproveitei para iniciar uma punhetinha. Fiquei de joelhos entre as pernas dele e mandei ver. Eu dei uma cuspida deixando a pica bem melecadinha. Eu fazia sinal para ele botando o meu dedo indicador nos meus lábios e pedindo silêncio. Eu batia punheta lentamente para que ele sentisse o gosto gostoso das minhas mãos. Eu começava da cabecinha e vinha deslizando a mão até o saco. Ele bem que tentou fazer eu chupar, mas não quis. Apenas dei alguns beijinhos para ele enlouquecer de tesão.

Quando os homens saíram ficamos mais a vontade para respirar e gemer. E eu dizia olhando=o sedutoramente dentro dos olhos: “Sua pica é deliciosa... queria poder levar ela pra casa... quero que você goze... bem... gostoso...”

Ele já estava nas últimas! De olhos fechados gemia gostosamente e fazia movimentos com os quadris na intenção que a pica entrasse na minha boca. E eu não parava. Acariciava o saco... ora batia a punheta mais rápido... e ora bem lentamente esfolando a pica. Outra cuspida. O líquido incolor brotava do buraquinho da pica e ajudava a lubrificar minhas mãos. Eu pedia para ele gozar, dizendo em sussurros: “goza, gostoso... esporra todo esse tesão... vai... goza... tô esperando seu prazer... delícia de pica... você tá tão lindo, amor... goza, meu amor... esporra tudo...”

Ele não mais resistiu e, silenciosamente e se contorcendo, esporrou três golfadas de esperma bem fartas que eu nunca tinha visto antes. Entendi naquele momento por que ele chamava a pica de “mamadeira”. Foi uma quantidade enorme de leite que derramou sobre a barriga dele. Ouvimos outra pessoa entrando no banheiro. Então fiquei olhando para ele e espalhando o esperma pela barriga dele lentamente. Ele queria que eu espalhasse também com a língua, mas não o fiz. Tinha que deixar ele louquinho para outras vezes.

Perguntei a ele o por quê de tanto esperma e ele disse que tomava umas pílulas para aumen-tar consideravelmente a quantidade. Quando ouvimos a pessoa sair do banheiro, me levantei e me preparei para ir embora toda amarrotada. Ele quis saber se eu ia deixar ele daquele jeito com o pau já duro e todo melecado. Sorri, safadinha e saí tomando cuidado para não ser vista toda amassada e meio descabelada. Saí pela porta dos fundos e fui embora.

No outro dia ele me ligou à noite e quis saber se eu queria sair com ele. Eu já sabia que o “sair” era fazer sexo gostoso. Quer saber? Eu pensei. Chega de me esconder. E ele iria saber o que eu era de verdade. Aceitei o convite.

Tomei um longo banho na minha banheira. Como já estava depilada foi um trabalho a menos. Me preparei para recebe-lo fazendo uma gostosa “chuca” como dizem. Me perfumei toda depois de passar creme por todo o corpo. Já fui sem sutiã já que ele adorou meus peitinhos. Passei um discreto batom de brilho nos lábios, uma leve maquiagem; uma calcinha pretinha e bem minúscula. Usei um vestido com brilho exatamente para a noite com costa totalmente de fora e na frente um generoso decote. Minha bunda ficou bem realçada e apetitosa como já havia recebido inúmeros elogios antes.

Ele foi me buscar em casa. Estava lindo com uma camisa social branca e calça jeans justa. Disse que eu estava maravilhosamente linda. Já quase tirou todo o meu batom num longo beijo de língua que me fez faltar o fôlego. Ele disse que não tinha conseguido me esquecer. Seus beijos saíram da minha boca e foram descendo pelo meu ouvido, pelo meu pescoço e sua boca vei descendo até chegar nos meus peitinhos e começar a mamar neles. Eu fiquei louca com aquela boca sugando meu peito; mãos ávidas passeando pelo meu corpo macio. Nem me dei conta que o meu vestido tinha sido tirado e que agora eu estava só de calcinha. Então o segurei e disse: “Não quero enganar você. Eu...” ele me cortou com um beijo delirante e só depois confessou num sussurro que me arrepiou: “Eu já desconfiava. Mas pouco me importa. Você é linda, meiga, carinhosa do jeito que você é. Quero que seja toda minha. Só minha.” Pedi para botar o carro na garagem e voltar para o meu apartamento.

Chegando no quarto, eu fui tirando a roupa dele bem devagar ao mesmo tempo que ia beijando o corpo dele que ia ficando nu.

Deitei-o na cama e caí de boca na mamadeira dura e cheia de veias. Era isso que ele queria. Eu mamava e olhava para ele com aquele olhar de vagabunda, de tarada, de sem vergonha, de puta sacana. Ele gemia dizendo que aquele era o melhor boquete que uma mulher já havia feito. Oras eu fodia o pau dele com a minha boca; ora eu chupava só na cabecinha. Eu percebi que ele estava próximo de gozar devido aos gemidos mais e mais fortes. E em determinado momento ouvi seus gritos de “Tô gozando, amor...” para logo em seguida minha boca ser inundada por uma poderosa golfada de leite... e logo em seguida outra... e mais outra... e uma de menor quantidade... Não vou mentir que engoli tudinho e a parte que escorreu da minha boca pelo pau e pelo saco eu fui chupando para ele ver. Eu via o brilho do tesão de macho nos olhos dele depois de uma safada engolir seu esperma.

Ele não parou por aí. Começou a me chupar toda, me lamber, me beijar. Arrancou minha calcinha e não mais se importou com nada. A pica dele nem chegou a amolecer. Ele me virou de costa, me pos de quatro e caiu de língua no meu cu. Nossa, que delícia! Gosto que chupem meu cuzinho. E ele fez deliciosamente bem. Ora metia o dedo, ora metia a língua. Ele chupou o meu cu com tanta vontade que parecia que era uma fruta madura. Eu estava tão enlouquecida que pedi que ele comesse meu cuzinho. Então ele perguntou, carinhoso: “Quer tomar no cu, doutora? Pede de novo, linda.” E eu pedi, remexendo os quadris: “Sim, quero dar o cu pra você e quero que goze dentro”

Como meu cu já estava lubrificado pela saliva dele, ele segurou minhas ancas e logo senti ele forçando a entradinha e logo meu cuzinho foi se abrindo e fui sentindo a mamadeira dele entrando devagar... “Uau! Que bunda linda... que cuzinho apertadinho... você é uma maravilha, doutora... faz mais gostoso que uma mulher... quero esse cu todo dia” Minha cabeça estava enterrada nos travesseiros e minha bunda empinada para o alto facilitou a entrada completa da mamadeira do meu macho gostoso. Depois de elogiar meu corpo, minha bundinha branca e meu cuzinho apertado ele começou a socar gostoso. Eu sentia aquela coisa que parecia ter triplicado de tamanho ir e voltar dentro de mim. Eu gemia bem carinhosa para excitá-lo mais ainda. E ele dava arremetidas poderosas, potentes. E eu gritava gostoso mais de prazer do que de dor. Mas na verdade estava doendo, mas era aquilo que eu queria, que eu sonhava. Nos últimos dias eu tinha sonhado muito com aquele momento. Com o momento de dar prazer a ele na minha boca; com o momento de dar prazer a ele com o meu cu como estava acontecendo agora. E ele metia forte. Ele demorou muito para gozar porque já tinha gozado na minha boca. Mas nos últimos minutinhos ele socou com tanta força que me levou às lágrimas e logo em seguida recebi dentro do meu cu as jatadas de porra em meio aos gritos de prazer daquele macho lindo e charmoso e gostoso.

Ele estava suadinho quando nos deitamos lado a lado e ficamos nos beijando na boca. Ele confessou que tinha comido o cu mais gostoso de sua vida. Depois ele fez uma massagem no meu corpo com a pica. Lambeu meu corpo inteirinho e fez uma espanhola nos meus peitos. Depois eu matei minha vontade lambendo e mordendo o corpo dele inteiro. Bebemos vinho e terminamos com mais uma foda só que desta vez no banheiro. Ele dentro da banheira e eu sentada e cavalgando na mamadeira dele. Foi uma noite inesquecível para mim e tenho certeza que para ele também. Sempre nos encontramos no banheiro do hospital; no apartamento dele ou no meu; dentro do carro... enfim... estamos felizes.

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Comentários

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28/09/2017 21:42:12
Como manobrar um homem gostoso como esse, como gay também adoro levar o meu macho à loucura com um bom boquete!
18/04/2016 14:38:36
Que conto ótimo hahaha , parabéns .. Se puder podemos conversar meu email
18/04/2016 13:23:00
Um conto excitante e muito bem escrito, só posso dar 10
18/04/2016 08:51:47
Não consigo te mandar emails, diz que o email não existe
18/04/2016 08:48:12
Lindo e delicioso conto,adoro uma transex bem feminina e linda,faltou VC falar se gozou,mais seu conto estar uma delícia nota 10 Entra em contato comigo...

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