SÓ UMA BRINCADEIRA GOSTOSA ENTRE MENINOS

Um conto erótico de Sayang Kanak
Categoria: Homossexual
Data: 17/11/2015 04:32:02
Última revisão: 17/11/2015 15:16:47
Nota 9.90

Quando eu era moleque, aquilo não passava de uma brincadeira gostosa entre meninos. Só isso. Não tinha muito a ver com masculinidade ou algum modo de vida a ser seguido. Não pra gente. Era aquela fase dos nove, dez, onze anos, talvez um ou outro menino fosse um pouco mais velho, mas nenhum tinha mais que doze ou treze. A gente estudava na mesma escola e não saía do campinho, batendo bola o tempo todo, ou desbravando o bosque de eucaliptos perto das nossas casas.

No calorão tinha a lagoa pra se refrescar, mas, bem mais perto que ela, a gente tinha descoberto uma mina d’água, escondida bem no meio das árvores e, com muita paciência, dia após dia, fomos cavando uma piscininha mais abaixo, que em pouco tempo ficou cheinha da água mais fresquinha e gostosa do mundo, para o nosso deleite. Ali ficou sendo a nossa Biquinha, o nosso grande esconderijo, o lugar secreto da molecada. Em volta dela, e debaixo do ventinho refrescante dos eucaliptos, é que os garotos mais sem vergonhas da rua, se desvendavam e aprendiam a brincar de putaria. E eu estava no meio...

Era normal pra todo mundo nadar pelado ali e, se algum menino daqueles ficasse de repente de pau duro, sempre tinha um dos garotos pequenos com a mãozinha bem suave, pra bater alegremente uma gostosa punhetinha nos pintos dos meninos maiores. Daí até o pivetinho começar a chupar rola numa boa, era só o próximo passo. Dar o cuzinho um pro outro, então, acontecia naturalmente, sem o menor trauma ou imposição. Fazia parte da nossa brincadeira e todo mundo aprendia junto.

Num dia de calor extremo, o Leandro me encontrou sozinho lá na Biquinha. Eu nunca tinha pensado em dar o cu pra ninguém até aquela hora, e nem mesmo tinha segurado o pinto de nenhum menino ainda. Mas olhando ali pro Leandro ficando pelado, com o pinto todo durinho, sem nem mesmo querer entender porque, eu quis aquilo pra mim. E quis logo fazer de tudo! Pegar no pau do Leandro, chupar o pau dele, bater punheta, brincar... tudo o que os outros moleques faziam. Ele tinha doze anos e eu ia fazer dez. Então eu olhei pra cara da pica dele, imaginei como seria aquele negócio dentro da minha bundinha e pensei: “Será que dá?” Se desse, eu dava!... Senti um arrepio gostoso gelando a minha barriga e torci pra não aparecer ninguém ali, pra encher o saco da gente naquele dia.

O Leandro deu um jeito de ficar bem atrás de mim, e eu não me afastei nem um milímetro. Deixei que ele me abraçasse, com o pinto bem encaixado no vãozinho entre as minhas nádegas, me incendiando. Gente, aquilo era bom. Quentinho... Muito bom mesmo! Então ouvi a voz do Leandro pedindo, bem coladinha no meu ouvido: “Dá o cu pra mim, Betinho?...”

Aquilo me fez estremecer, como eu estremecia sempre quando a Mãe me acordava em cima da hora de ir pra escola. E também começou a dar um pouco de medo. Aquele pau do Leandro não queria parar de crescer encostando na minha bunda. Como é que eu ia conseguir colocar aquilo tudo no meu bumbunzinho, se eu nunca tinha metido nada lá dentro? Sentia aquela cabeça da pica entre as minhas coxas e estremecia de novo, pensando que ia ser complicado fazer aquilo tudo passar através do meu furiquinho tão pequenininho e tão apertadinho de virgem.

-Vem aqui... – Leandro me pegou pela mão.

Era um barranco atrás de uma moita, que fazia um tipo de “cabaninha” bem escondida. Vários moleques já tinham perdido o cabacinho do cu bem ali. Agora era a minha vez.

Leandro se ajoelhou diante de mim e tirou o meu calção com pressa. Virou meu corpo, abriu bem as duas partes da minha bunda e ficou examinando o conteúdo como se nunca tivesse visto um cu virgem e suado na vida. Meu anelzinho estava ali tímido e escondidinho, tremendo e temeroso, com muito mais vergonha até do que eu mesmo, por estar sendo exposto assim, daquela maneira. Tive vontade de parar com tudo e sair correndo, mas os dedinhos do Leandro passeando pelo meu reguinho foram me devolvendo todo o tesão e me carregando com muito, mas muito mais vontade ainda de dar pro Leandro.

Soltei um “Ah!” de surpresa infinita com o mais comprido dos seus dedos fuçando bem na entradinha do meu pequenino ânus, e me acariciando ali com toda a covardia e o cuspe que existiam na face da Terra. Tremi e desfaleci, minhas pernas fraquejaram. Quis muito aquilo tudo e comecei a acreditar que a cabeça da rola do Leandro poderia mesmo conseguir abrir espaço entre as preguinhas do meu cuzinho, firmes, trancadas e ainda intocadas.

- Ai, Leandro!...

Escorreguei no chão, de quatro, a bundinha toda pra cima, como que implorando logo a pica no lugar do dedo cheio de cuspe. Os olhos fechados, a cabeça toda na grama, todo arqueado, entregue e desejoso, largado e oferecido, decididamente necessitado que aquele pau viesse do jeito que viesse e me deflorasse me arrombando. Foi nesta hora que o garotinho de dez anos se sentiu verdadeiramente um veadinho. Totalmente veadinho.

O pau veio. Mas parou bem no meio da minha bundinha, como se, por um momento, não quisesse saber de mais nada daquilo. Ou que já estivesse muito cansado mesmo antes de começar... Independente disso, o Leandro insistia com toda a sua vontade, forçando e forçando, mesmo com o meu anelzinho querendo gritar que não.

Ainda bem que não foi mesmo o fim do mundo, mas só o começo de um montão de coisas gostosas!

A cabeça do pau daquele menino de doze anos foi escorregando aos poucos, toda dolorida pra dentro das minhas entranhas, vencendo a teimosia das preguinhas do meu cuzinho de menino de dez, que finalmente decidia ser veado. E então eu fui forçando também os meus quadris pra cima, na direção da rola gostosa e invasora, que me deixava bem tontinho e mais sem vergonha ainda, porque a dor que eu esperava não vinha, e o prazer que eu nunca podia ter nem imaginado existir, começou a tomar conta de tudo, da minha bundinha pra dentro até o fundo da minha alma. Tremia.

- Me come!... Me come!.. – gemi baixinho, com vozinha de gata miando.

E o Leandro me comeu bem gostosinho. Metendo do começo até o fim, com aquele cacete delícia pra dentro e pra fora da minha bunda, alargando o meu buraquinho e me mostrando como a minha vida ainda podia ser muito boa, com aquela pica dele bem naquele lugar.

Desabou ofegante, me prendendo debaixo dele, como se tivesse medo que eu quisesse escapar do seu ataque, que eu estava adorando. Não percebia que o que eu queria mesmo era ficar bem ali, quietinho, bem daquele jeito, todo arreganhado, com a minha bundinha bem aberta pra ele, oferecendo o meu cuzinho arrombado, que não valia mais nada, sentindo todo o seu peso me esmagando cada vez que o seu pau entrava mais rápido e mais fundo, sentindo a sua respiração quente ofegando na minha nuca, sentindo aquele seu pirulito gostoso crescer mais que o mundo inteiro e ir se esguichando todinho bem lá dentro do meu canalzinho de fazer cocô!...

- Tô te machucando?...

- Não... tá gostoso!... - meu cuzinho ardia tanto, que parecia que pegava fogo!

-----

Quando eu tinha quinze anos, ainda não considerava aquilo sexo. Ainda era só uma brincadeira pra mim. Uma brincadeira gostosa, feita de menino pra menino.

Tá certo que tudo já tinha ficado lá no passado, no tempo da Biquinha, no tempo do Leandro, quando eu dava a bundinha pra ele quase todo dia. Mas agora eu já tinha crescido e não brincava mais daquilo. Meus amigos eram outros, minhas diversões também eram outras.

Só não contava com a presença do moleque louro e sardento.

CONTINUA...

Comentários

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16/01/2016 15:30:44
Muito bom... correr nomeio dos eucaliptos me faz lembrar quando dava para o meu primo... Leia meu conto.
23/12/2015 16:52:22
Lembranças maravilhosas.
04/12/2015 12:37:13
Gostoso mesmo!.
19/11/2015 22:58:07
Gostei...
18/11/2015 01:21:57
ContinuA
17/11/2015 21:24:39
Muito bom. Puro tesão. Bons tempos.
17/11/2015 17:35:38
Muito bom continua :)
17/11/2015 16:37:08
Olha gostei... Continua...
17/11/2015 15:16:35
Bom!

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