Recordações da Tia Maria (68 anos) e Eu (30) na Serra da Canastra

Um conto erótico de Roberto Laranjeira
Categoria: Heterossexual
Data: 10/09/2015 00:48:25
Última revisão: 10/09/2015 23:26:09
Nota 10.00

Olá Pessoal,

Vou contar a vocês minha experiência com a tia Maria, 68 anos. Fruto de uma viagem que fiz à Serra da Canastra (Sul de Minas Gerais). Eu sou Roberto, tinha à época 30 anos. Tia Maria, viúva, vivia sozinha num pequeno vilarejo, próximo a uma das cidades do entorno da Serra da Canastra.

A intenção de fazer um passeio à Serra da Canastra era velha. Eu adoro apreciar lindas paisagens e a região é belíssima. Adoro fotografar, faltava mesmo unir o útil ao agradável. Na verdade, era muito melhor que isso. Fotografar é agradável, mas a região é de uma beleza de tirar o fôlego. O que não me agradava era as condições da hospedagem. Acampamento eu não curto. Necessito de um certo conforto.

Havia combinado com um grupo de colegas da faculdade que costumava ir para a região há muito tempo. Eles me recomendaram uma pousada muito boa onde eles também iriam ficar desta vez.

Moro em Uberlândia com a vovó Alice, 71 com quem tenho uma relação muito particular (adoro idosas – ver contos “Vovó Alice e Eu” 4 episódios). Não a convidei para esta viagem pois além de ter um propósito cansativo para ela, eu não conhecia a região, não sabia o que encontraria pela frente, achei melhor não arriscar.

Combinei com meus colegas que iríamos num feriado prolongado. Feriado seria numa 3ª. feira, ficaríamos então quatro dias na região. A turma conseguiu sair mais cedo na 6ª. feira, logo após o almoço, eu trabalhei até o fim da tarde quando então peguei a estrada. Ocorre que choveu muito naquela tarde. A viagem não era exatamente curta ((370 Km, aprox. 4,5h de viagem) e eu não conhecia a estrada. Viajar à noite com chuva não é exatamente uma coisa agradável. Eu já estava com mais da metade do caminho percorrido, mas estava receoso. A chuva não parava, a estrada sinuosa, serra... Aproveitei uma das pequenas cidades por onde passei e tentei falar com meus amigos, não consegui. Para não deixá-los preocupados, mandei um torpedo informando que devido ao mau tempo havia desistido da viagem. Além disso, deixei um recado na recepção da pousada. Menos mal, melhor que eles não estivessem me esperando. Minha intenção era achar uma pensão de beira de estrada, passar a noite e, dependendo das condições na manhã seguinte, seguir viagem ou voltar para casa.

Enquanto pensava nesta possibilidade a chuva aumentou tanto que mal conseguia enxergar à frente, havia muita água na pista também. Eu que já estava viajando numa velocidade reduzida, quase parei na pista. Lembro que logo após uma curva vi uma luz ao longe, uns 100 metros afastada da pista. Era uma pequena casa, isolada. Decidi seguir o caminho de cascalho (pedrinhas) que levava até a casa. Iria pedir abrigo, não me sentia seguro para continuar.

Aproximei-me da casa, buzinei, faróis ligados. O som da chuva quase encobria o som da buzina. Felizmente a janela se abriu. Uma silhueta feminina apareceu, pedi abrigo. “Boa noite. Estou perdido na estrada e com toda essa chuva... A senhora pode me ajudar?” A senhora abriu a porta, acenou para eu entrar. Peguei minha mochila com o equipamento fotográfico e uma bolsa onde estavam as roupas, toalhas, etc. Entrei a senhora perguntou se havia mais alguém, disse que não, estava sozinho. Logo tratei de me apresentar e explicar minha situação.

- Muito obrigado por abri sua porta para mim dona...

- Maria de Fátima.

Nós nos cumprimentamos com um aperto de mão. Coloquei as bolsas no chão da sala e enquanto me preparava para me explicar vi uma senhora de uns 70 anos, morena clara, cabelos-lisos-pretos (levemente grisalhos)-presos, esbelta, vestida num tubo simples, estampado com três botões seguindo o fim da gola e que cobria um palmo abaixo dos joelhos. Dona Maria tinha 1,65m, olhos castanhos, muito vivos. Chamou-me atenção o sorriso tímido e o olhar desconfiado. Comecei me apresentando.

- Eu sou Roberto, dona Maia. Como devo chama-la, dona Maria, dona Fátima?

- Maria. Todo mundo me chama de Maria. Quase ninguém sabe que tem Fátima no meu nome.

- Pois bem, dona Maria eu moro em Uberlândia e estava a caminho de São João Batista da Glória, onde iria me encontrar com alguns amigos, numa pousada, para passarmos o fim de semana prolongado. Mas, com essa chuva.... Eu preferi não me arriscar. Eu não conheço a estrada e com esse tempo... Preferi parar e pedi ajuda. Pedi abrigo por essa noite. Amanhã dependendo do tempo eu vou pensar em continuar ou voltar.

- Tudo bem Roberto, você pode passar a noite aqui. Você parece uma pessoa de bem. Não repare as acomodações, é uma casa simples. Você pode dormir naquele sofá ali. Ele é pequeno, você não vai dormir muito bem, mas é melhor do que ficar no carro, com toda essa chuva. E ela vai durar a noite inteira.

- Está ótimo, dona Maria. Não se preocupe, eu me viro. E desde já agradeço. Muito obrigado pelo abrigo.

- Você está todo molhado. Melhor tomar um banho quente. O banheiro é ali. Eu vou pegar uma toalha.

Dona Maria foi até seu quarto e voltou com uma toalha de banho. Eu não me fiz de rogado. Aceitei, tratei de pegar roupas secas, chinelos, na minha bolsa e segui para o banheiro. Dona Maria perguntou se eu havia jantado. Já passava das oito horas. Eu disse que havia comido um lanche no fim da tarde. Ela disse que ia fazer um chá para eu tomar com uns biscoitos. Fui para o banheiro, espaçoso. Todo em azulejo cinza (aqueles pequenos antigos 20 x 20 cm), a descarga do vaso (branco) era aquela que se puxa a cordinha para liberar a água represada numa caixa plástica no alto da parede, próximo do teto. A área do banho era separada do restante do espaço do banheiro por uma cortina de plástico, estampada em tons verde, cinza e branco, chamarei aqui de box, mesmo sem sê-lo. Completavam o ambiente um espelho acima do lavatório, um suporte para creme dental e escovas entre os dois. Do lado esquerdo do lavatório, mais próximo da porta, um cesto quadrado feito de fitas plásticas entrelaçadas, acima dele um gancho para toalha de rosto. Na parede oposta, mais próximo do box, havia suporte (ganchos) para toalha e roupa. Abri, havia algumas peças de roupas aparentemente da dona Maria. No suporte apenas uma escova. Deduzi que dona Maria vivia sozinha. No box havia um suporte para colocar o sabonete e shampoo. A propósito os dois estavam lá. Como havia levado os meus (sabonete e shampoo), deixei-os também no suporte dividindo espaço com os da dona Maria. Chamou-me atenção a pequena janela de madeira que ficava na parede do box. Não era um pequeno vitrô tal como normalmente vemos nas casas e apartamentos. A janelinha era bem maior que os vitrôs e dava altura do ombro. Abri a janela enquanto tomava banho pois, embora estivesse chovendo não estava frio. Tomei o banho, ao final, tomei o cuidado de puxar o excesso de água com um rodo que estava atrás da porta. Coloquei uma box, uma bermuda e uma camiseta. Sai para a cozinha. A dona Maria já estava com o chá de erva cidreira e hortelã pronto na mesa. Junto com o chá tinha uns biscoitos caseiros e um pedaço de bolo, também caseiro.

- Dona Maria, por que se dá a tanto trabalho. Não precisava.

- Fiz rapidinho Roberto. Além do mais, você deve estar com fome.

- Nisso a senhora tem razão... Mora mais alguém com a senhora, dona Maria?

- Não Roberto. Eu moro sozinha. Já tem uns 8 anos, desde que fiquei viúva. Disse com olhar distante enquanto tomava um gole do mesmo chá que em serviu. Vê se tá bom de doce, Roberto. Eu coloco pouco açúcar.

- Está ótimo. Melhor com pouco açúcar, assim podemos sentir melhor o gosto das ervas, das plantas... E nessas datas de festa, feriado, a senhora não costuma receber visita?

- Muito difícil. Eu tenho um filho casado que mora em São Paulo e ele vem me ver uma vez por ano, no fim do ano, as vezes vem a cada dois anos. Minha filha, também casada mora numa cidade não muito longe daqui, mas não vem me ver. Eu é que vou lá a cada dois ou três meses. E eu prefiro assim, já me acostumei a viver sozinha, Roberto. Eu tenho as minhas colegas aqui do povoado. E assim vamos levando a vida.

- Povoado, aqui perto?

- É logo após a curva lá na estrada. Não é muito grande. Deve ter umas vinte casas, uma quitanda, um barzinho na beira da estrada.

- Puxa, dona Maria. Se eu não tivesse visto a luz acesa aqui, eu teria parado nesse povoado aí da frente.

Terminamos o chá, voltamos para a sala. Dona Maria foi até seu quarto, trouxe um lençol, forrou o sofá de três lugares, estendeu um cobertor e colocou um travesseiro à minha disposição.

- Roberto, eu já vou pro meu quarto. Vou assistir um pouco de tv e depois vou dormir. Tenho o costume dormir cedo. Amanhã você não tá pensando em sair muito cedo não, tá?

- Não dona Maria. Não tenho pressa. E como a senhora disse que vai chover a noite toda as condições na estrada não estarão boas...

- Então, boa noite Roberto.

- Boa noite dona Maria. E, mais um a vez, muito obrigado.

Não tive muito problema para dormir naquela noite, estava bem casado. De toda forma, dona Maria tinha razão quanto ao sofá. Era pequeno, apertado. Se eu fosse me virar tinha que ser sobre o meu próprio corpo, do contrário caia no chão ou batia com a cara no encosto do sofá.

Na manhã seguinte, acordei com os passos da dona Maria, o abrir e fechar de portas. Era por volta das oito da manhã de um sábado de final de semana prolongado. Eu pensei que deveria estar numa cama maravilhosa, numa pousada confortável, próximo da hora de tomar um ótimo café da manhã, tal como relatado pelos meus colegas. Virei para o lado da sala, com os olhos semiabertos. Vi quando dona Maria passou da cozinha para o quarto, ainda de camisola, cabelos soltos. Pareceu-me mais atraente que na noite anterior. A camisola era rosa claro translúcido, comprimento até o joelho. Daquele modelo busto e saia. Havia uns bordados na altura dos seios o que atrapalhou minha visão, mas foi possível ver um bom volume. Virei para o outro lado, com cuidado para não cair.

Novamente dona Maria se dirigiu para a cozinha. Decidi que também era hora de levantar. Já não me sentia tão à vontade na sala daquela solidária senhora. Levantei-me, dobrei a coberta, o lençol. Foi ao banheiro para a higiene matinal. Voltei para a sala e comecei a me espreguiçar. Tava todo dolorido como disse a dona Maria.

- Bom dia, Roberto. Tá com o corpo todo dolorido, né?

- Bom dia dona Maria. É, a senhora tinha razão, o corpo tá reclamando um pouquinho. Respondi a ela enquanto continuava a me contorcer. – E a chuva, passou?

- Tá bem fraquinha agora, mas choveu a noite toda. Abre a janela aí. Dá uma olhada.

Antes de abrir a janela, olhei para dona Maria que naquela manhã estava com uma saia longa (até a canela) cinza com pequenas estampas azul escuro, uma blusa branca de botões e mangas curtas, cabelos presos cabelos penteados, porém presos como um cóqui. Vi mais definido o volume dos seios, salientado pelo sutiã, até aquele momento o que mais me atraia na minha anfitriã, creio que a dona Maria percebeu minha preferência também. Abri a janela e pareceu que estava abrindo as portas do paraíso. Ainda que com aquela leve chuva, a imagem que guardei daquela paisagem era quase mágica. Montanhas e vales recobertos com uma vegetação verde primaveril. Pairava um certo silêncio lá fora cortado pelo movimento bem tranquilo do tráfego na estrada. O barulhinho bom da chuva convidava para ir para a cama (não para aquele sofá desconfortável). Mas o cheiro de terra, de interior, de mato molhado adentrava a casa e me dizia que eu deveria ficar por ali, de algum modo, voltar para Uberlândia naquela manhã seria a pior escolha.

- Vem tomar café Roberto, disse dona Maria. Porta da cozinha aberta, foi até uma área coberta na lateral da casa. Outro espanto. Mais um recorte daquela paisagem deslumbrante. Agora pude ver um caminho (trilha) por onde dona Maria ia até o povoado. O povoado não dava pra ver pois ficada detrás do morro que dona Maria recortava lateralmente sempre que queria ver suas colegas. Mais à esquerda um vale no qual se estendia uma longa planície, e se não estava enganado havia um riacho por ali.

- Dona Maria, é impressão ou há um riacho por aqui.

- É o Ribeirão. A nascente fica no meio daquele morro lá do fundo. Mais abaixo, depois da estrada tem uma cachoeira.

- Dona Maria este lugar é lindo. Tem uma pousada lá no povoado?

- Não Roberto. Só casa de família, um barzinho e um mercadinho.

Fomos para a mesa, leite, café, biscoitos e bolinhos de chuva me esperavam. Sentado de frente para dona Maria que também tomava café naquele momento comecei a pensar em alternativas para não voltar para Uberlândia tão rápido.

- Dona Maria a senhora sabe de alguma pousada mais para frente na estrada?

- Não sei não Roberto, mas se tiver já deve tá lotada, não acha?

- É... A senhor atem razão...

- A namorada tava te esperando lá na pousada?

- Não dona Maria. Eu não tenho namorada. A turma que está na pousada são duas moças solteiras, um casal de namorados e mais 3 rapazes solteiros, todos colegas da faculdade. Era para ser como um reencontro fora da cidade. Lá em Uberlândia, pelo menos uma vez a cada dois meses nós nos reunimos. Ontem à noite assim que a chuva ficou mais forte, já no fim da tarde, eu mandei uma mensagem avisando que tinha desistido da viagem. Assim eles não ficariam preocupados se eu não chegasse. Mas agora o que eu queria mesmo era ficar nessa região que já é bonita o suficiente... Não vejo a hora de sair por aí fotografando essas paisagens, algumas pessoas da região... (olhei para dona Maria, sorri e continuei minha fala). Bom, eu vou andando dona Maria. Vou tentar achar uma pousada, algum lugar para ficar mais para frente, se não achar, eu volto para Uberlândia, paciência. Vou aproveitar essa manhã com a chuva bem fraquinha. Me dirigi à sala onde estavam minhas coisas para pegá-las e pô-las de volta no carro.

- Roberto, e por que você não fica por aqui mesmo? Aqui em casa. Virei-me para a dona Maria esperando que ela detalhasse mais aquela súbita oferta. – Você vai sair por aí procurando uma pousada, por aqui por perto não tem nenhuma. Mais lá pra frente, se tiver, já deve tá tudo cheia. Você vai perder seu tempo. Você disse que gostou daqui. Pode ficar aqui em casa se quiser...

- Fala sério dona Maria? Eu adoraria! Nossa que ótima notícia! Mas tem um problema dona Maria, esse seu sofá judia... A senhora não tem um outro cantinho para mim?

- A gente dá um jeito. Essa porta aí é um quarto que não é usado há muito tempo. Se colocar o colchão lá fora dá umas batidas nele, acho que dá pra usar.

- Dona Maria, eu tenho renite, se sair muito pó desse colchão eu vou espirar o feriado todo...

- Não se preocupe Roberto, vamos dá um jeito. Voltar antes da hora pra Uberlândia é que não tá certo. Se você gostou daqui melhor ficar, e conhecer o lugar. Hoje e amanhã depois vai ter festa lá no povoado. Vários parentes dos moradores vêm passar esse feriado aqui por causa da festa.

- Ah é? Como assim dona Maria, que festa é essa?

- A dona Rita reza um mês de novena, acaba hoje à noite. Logo depois começa o festejo com um baile na praça. São violeiros, sanfoneiros... Uns tocam, outros cantam, e assim vai até de madrugada.

- E a senhora não perde uma festa, não é doma Maria? Dona Maria, já rindo, reponde:

- E o que mais tem para fazer por aqui? Só mesmo de vez em quando, com esses festejos é que o povoado fica animado.

- Então está bem. Eu aceito o convite. Agora vamos acertar o preço. Quanto é o pacote dona Maria. A senhora vai me hospedar aqui até a tarde da terça feira, quando eu retornarei para Uberlândia.

- Eu não sei cobrar isso não. Aqui como você viu é tudo simples o que tenho, o que sei fazer. Se você quiser algo mais diferente, aí precisa comprar. No mercadinho do Oswaldo até que tem bastante coisa para comprar. Mais tarde a gente vai lá pra você vê e já aproveita e conhece o povoado.

- Está bem, então logo vou conhecer o povoado. Quer dizer então dona Maria que à noite teremos festa! Será que eu consigo encontrar uma namorada nessa festa?

- Aqui, acho difícil Roberto, os moradores daqui ou são crianças ou são velhos, os jovens moram nas cidades, só vêm pra cá nas festas mas já vem acompanhados (risos).

- Tudo bem, se tiver bastante senhoras, pra mim tá ótimo. Eu adoro mulheres mais velhas.

- É, então você tá no lugar certo. Por aqui você vai encontrar.

- Dona Maria, vou aproveitar que a chuva parou um pouquinho e vou andar por esse morro. Vou fazer algumas fotos lá de cima. É necessário pedir autorização para alguém? Essas terras são particulares?

- Dono sempre tem, mas ninguém que tenha vindo se apresentar por aqui Roberto. Se alguém perguntar alguma coisa diz que você tá hospedado aqui em casa.

Peguei minha mochila com o equipamento fotográfico, enchi uma garrafinha com água. Combinei com dona Maria que voltaria em uma hora para irmos ao povoado. Subi o morro sem sofrimento, tenho bom fôlego. O morro era recoberto de vegetação rasteira, alguns arbustos e alguma pedras. Pela direção que tomei ainda não dava para ver o povoado. Todavia tive uma visão privilegiada daquele vale, da estrada que recortava os morros e seguia se perdendo entre eles. Olhei para baixo e vi a casa da dona Maria minúscula. Fiz algumas dezenas de foto com minha reflex Canon (digital). Voltei para casa. Dona Maria já me esperava. Sugeri a ela irmos de carro, dado que o caminho (trilha) estava escorregadio e que voltaríamos com peso. Ela aceitou. Porém, antes, fez uma recomendação. Caso as colegas dela fizessem perguntas sobre minha origem, eu era filho de uma comadre dela. Alguém com quem ela não tinha contato há muuuuuitos anos. Para facilitar minha vida, combinamos usar o nome o real da minha mãe (dona Augusta). Eu teria achado o local através de relatos de minha mãe, através de um último encontro entre elas vários anos atrás. Sendo assim, a última vez que teria vista a dona Maria eu era ainda um adolescente Dona Maria quase não teria me reconhecido. Combinado. Dona Maria pediu para dar esta explicação pois ela normalmente não recebe visita. Seria muito estranho para as amigas que um completo desconhecido passasse a ser seu hóspede de uma hora pra outra. O que realmente estava acontecendo. Disse então que apesar do tempo que não nos víamos, deveria continuar a chamá-la como no passado, tia Maria. Iria soar mais familiar. Ela concordou. A partir daquele momento ela ganhou um sobrinho.

- Tia Maria, sendo a senhora uma pessoa tão reservada, o que a levou a me oferecer a sua casa para eu ficar nesse final de semana?

- De verdade eu não sei Roberto... Foi uma decisão de momento. Também, não é toda hora que um turista perdido, de noite, no meio de uma tempestade, bate à minha porta. Sorte sua. Mas eu acho que você é uma pessoa boa, não é? Fui até ela, abri meus braços para um abraço, a abracei e dei-lhe um beijo no rosto: - Sim, sou. A senhora não está errada, muito obrigado. Ela sorriu tímida, meu pau começou a se interessar pela minha anfitriã.

Já no carro, dei cem reais para tia Maria e pedi que ela comprasse as coisas do dia-a-dia para as nossas refeições. Disse a ela que as coisas “diferentes” eu compraria. Por exemplo, bebidas, doces e biscoitos e frutas. Assim fizemos. Aproveitei a visita ao povoado e fiz algumas fotos. O sol não deu as caras naquela manhã, mas a chuva deu uma trégua. Conheci uma das colegas da dona Maria (dona Cida). A nossa história colou. Voltamos para casa. Tia Maria fez um rápido almoço. Almoçamos. Ofereci ajuda na cozinha, dona Maria não aceitou. Entretanto sugeriu que eu olhasse o quarto para ver se dava para dormir nele. Abri a porta, a janela do quanto e realmente estava bastante empoeirado. Levei o colchão (de solteiro) até o quintal, dei alguma s batidas, o pó subiu. Felizmente dona Maria viu. Afastei-me imediatamente, voltei mais tarde, coloquei o colchão de volta na cama, varri o quarto, passei pano úmido. Ainda assim, não me senti confortável com o que poderia acontecer à noite. Pelo sim, pelo não tinha comigo remédio, caso fosse necessário. Coloquei minhas coisas no quarto, fui buscar mais uma caixa que estava no carro. Havia vinho, queijo e algumas frutas. Entreguei para dona Maria guardar. Disse a ela que era para nosso fim de semana. Enquanto ajeitava as coisas no quanto, dei o primeiro espirro. Parei tudo, tomei um comprimido fui me sentar na varanda. Uma área coberta da frente da casa. Mais um pouco estava deitado no tapete e usando uma almofada como travesseiro. Espirrei mais um pouco e logo depois peguei no sono. Acordei no fim da tarde com a dona Maria ajoelhada e bem próxima a mim, me convidado para tomar um café e se desculpando pela acomodação.

- Roberto, me desculpe. Eu ouvi os seus espirros, como parou eu achei que você estava no quarto, fui fazer um bolo pra nós. Fui procurar você no quanto, não encontrei. Vim até aqui e de novo você está dormindo mal. As minhas colegas vêm tomar café com a gente. Já tão quase chegando. Parece que o quarto não deu certo, né?

- Não, tia. Assim que comecei a espirrar tomei um remédio para o resfriado alérgico que dá sono. Por isso dormi aqui fora no tapete. E estou mais dolorido que de manhã.

- Ah Roberto, me desculpa. Eu realmente não vi você aqui. Você não se incomoda de dormir na cama ao lado de uma velha? Meu quarto está limpinho, sem pó. Acho que finalmente você poderá ter uma noite de sono esta noite. Tudo bem? Você aceita?

- Claro, tia, vamos tentar. Espero que a senhora não me jogue no chão no meio da noite. Ela sorriu tímida. E combinamos mais uma confidência. Minhas coisas deveriam ficar no quanto de hóspede), claro. As colegas não deveriam saber onde eu ia realmente dormir. Tia Maria me ajudou a levantar e enquanto estávamos abaixados a agradeci pela generosidade de oferecer sua própria cama. Para tanto, acariciei seus cabelos e, olhando nos seus olhos, dei-lhe mais um beijo no rosto. Ela, mais uma vez, sorriu timidamente.

As colegas chegaram, tomaram café conversaram bastante entre si. Eu me apresentei, disse onde morava, o que fazia. Elas se apresentaram (donas Cida, Flora e Josefa), viúvas, não disseram as idades, não perguntei, mas todas acima do sessenta anos, imagino eu. Elas reforçaram o convite da tia Maria para eu ir à festa no povoado. Eu agradeci, disse que iria fazer um esforço para ir pois estava bastante cansado e estava tentando me livrar do início de um resfriado. Após mais de uma hora de bate papo elas se foram.

Tia Maria veio até mim reforçar o convite e pedir desculpas pela acomodação da tarde.

- Roberto, como você está se sentindo? Acha que dá para sair mais tarde? Eu sinto muito pelo quarto. Não era para você dormir no chão...

- Eu estou um pouco cansado, tia. Mas está tudo bem... Na verdade, eu não estou com muita vontade de ir no povoado hoje, mas também não quero deixa-la ir sozinha. Quero ir com a senhora.

- Não se preocupe, Roberto, as meninas me acompanham. A gente está sempre junta nestas festas...

- Claro, claro, tia Maria, a senhora não entendeu. É que eu quero estar junto da senhora também. Disse isso olhando nos olhos dela. Em seguida ela desviou o olhar e disse:

- Então vamos, faremos companhia um para o outro...

- Mas, posso pedir uma coisa? Hoje, podemos voltar mais cedo? Assim, eu vou ao povoado e também descanso. Certamente amanhã estarei inteiro.

- Tá bom, tá bom a gente não demora muito hoje.

Assim seguiu-se a noite. Fomos nos arrumar. Fiz a barba (que já estava feita), banho tomado, coloquei uma calça jeans, uma camisa de manga curta, sapato de couro cru, um bom perfume. Fiquei aguardando tia Maria na sala. Ela saiu do quarto numa saia rodada, azul marinho de tecido leve, na altura da canela, blusa de botões cor branca estampada com pequenos detalhes azul claro. Sandália aberta preta de salto baixo. Cabelo preso. Fui até ela, beijei sua mão direita e a elogiei: “dona Maria a senhora está muito bonita”. “Obrigado, Roberto, você também está muito bem”. “Ah, tia, fiz o que pude, não estava contando com uma festa”.

Fomos de carro, encontramos outros tantos na praça. Tia Maria explicou que se tratava do pessoal da vizinhança que já conhecia a festa e vinha prestigiar. Por volta das nove horas terminou a novena na casa da dona Rita e som na praça começou. Eram artistas da região que iam se apresentar ali. Duplas sertanejas e grupo de forró pé-de-serra. Em torno da praça várias barracas vendiam bebidas, doces e salgados. À frente do palco as pessoas dançavam, cantavam acompanhando os artistas. Eu, de braço dado a dona Maria, circulávamos pela praça. Após encontrarmos as três colegas dela, tomei a iniciativa de oferecer bebida a todas. Fomos até uma barraca de bebida, sentamos à mesa pedimos cerveja (para mim), uma batida de morango (compartilhada por todas) e guaraná para todas. Bebericamos, falamos de amenidades, circulamos pelas barracas, ofereci salgados às “meninas”, nem todas aceitaram. O bailão estava animado, a noite estava bonita, sem chuva e não muito quente. O chão de terra batida e areia não ficou muito comprometido, dava pra arrastá o pé. Convidei tia Maria para dançar. Ela aceitou. Era uma música sertaneja romântica (Rio Negro e Solimões – Fio da Madrugada). Nos misturamos no meio do povão e dançamos devagar e bem coladinhos. Meu pau começou a crescer e claro, estava encostando na tia Maria, que delícia. Ela não se afastou, nada disse. Então comecei eu:

- Tia, eu não desgrudei da senhora um só instante. Certamente seus pretendentes não estão muito contentes comigo. Ela olhou para mim, riu tímida e nada disse.

- Havia alguém esperando pela senhora aqui hoje?

- Não, Roberto, não tem ninguém.

- Olha lá tia, daqui a pouco vem um sujeito tirar satisfação comigo... Ela olhou para mim, sorriu e disse “não se preocupe, eu não tenho ninguém...”

- Opa!!! Agora tem. Aqui estou eu. Ela olhou para mim com ar incrédulo. A senhora é melhor surpresa desse meu feriado, tia Maria. A senhora tem alguma dúvida disso? Disse isso olhando nos olhos dela enquanto meu pau rijo roçava sua pélvis ao ritmo da música.

- Se você tá dizendo, deve ser mesmo.

- A senhora não acredita quando eu disse que gosto de mulheres de mais idade, não é? Eu não sei porquê que é assim comigo, tia Maria, mas quando eu acho uma boa companhia é muito bom. Meu pau continuava a pressionar sua pélvis, que gostoso. A música acabou.

- Vamos andar um pouquinho, Roberto. Aqui no meio do povão tá quente, né?

- Claro, tia. Reencontramos as “meninas”, mais uma rodada de bebidas, dancei com uma delas. Por volta das onze e meia tia Maria tomou a iniciativa de voltarmos. Disse que eu precisava descansar e que no domingo tinha mais. Voltamos para casa. Tomei um banho. Tia Maria ficou arrumando a cama. Assim que saí do banho ela me ofereceu um chá e disse que a cama estava pronta. Entrei para o quarto, tia Maria foi para o banho. A cama tinha duas cobertas estendidas, mas, uma do lado da outra. Numa das mesinhas ao lado da cama, os apetrechos denunciavam o lado da minha querida tia. Deitei-me no meu canto. Estava de pijamas (calção e camiseta). A certeza de dividir a cama com a tia Maria manteve meu pau duro desde a hora do banho. Prendi meu pau no elástico da cintura do calção, a camiseta cobria. A luz do quarto estava ligada. Embora estivesse incomodando meus olhos, deixei assim pois iria ver melhor minha tia quando entrasse. Muitos minutos depois ela entrou. Vestia uma outra camisola de algodão que ia até o joelho, padrão xadrez bem pequeno de tom azul (claro e escuro) e fundo branco, de alças e com três botões na frente. Cabelos soltos.

- Mais confortável agora, Roberto?

- Muito mais, tia. Disse, enquanto deitado de lado, olhava fixamente para ela. Tia, a senhora está ainda mais bonita. Ela sorriu tímida, desligou a luz e veio deitar-se. A fraca luz do abajur do seu lado estava acesa. Ela virou-se para meu lado, disse boa noite. Eu fui até ela, dei-lhe um beijo no rosto e também desejei boa noite. Ela desligou a luz do abajur. Meu pau estava a mil. E claro que eu queria comer minha querida tia Maria. E ela também queria (eu achava). Eu tava ali na mesma cama... O que mais eu estava esperando? Não sei, mas ao mesmo tempo que eu queria ir para cima dela, eu resistia. Não iria me entregar assim tão fácil. Queria demonstrar um pouco de civilidade e mostrar que afinal, não estava desesperado (mas eu estava). Tia Maria estava vestida para ser fodida, estava preparada também. Ela sentiu meu pinto roçando sua buceta durante a música, meus olhares para ela foram diretos, claros das minhas segundas intenções. Foi uma luta interna entre o vai- não vai. Por fim, consegui dormir sem me atirar contra minha anfitriã. Despertei por volta das sete e quinze, minha tia já não estava na cama. A claridade percebida através da janela do quarto, denunciava uma manhã de sol. Ótimo para minhas fotos. Mas tinha que pensar também na tia Maria. À noite teríamos mais uma noite de festa. Talvez fosse um bom momento para falar abertamente com ela sobre meu desejo.

Bermuda, camiseta e tênis, fui para a cozinha onde titia acabava de preparar nosso café.

- Bom dia, tia! Fui até ela e dei-lhe um beijo no rosto. Ela sorriu. Respondeu meu cumprimento.

- Bom dia Roberto. Você levantou bem disposto. Dormiu bem?

- Muito bem, tia. Aliás, tendo dormido ao seu lado, eu só poderia levantar muito bem disposto e agradecido. Muito obrigado. Ela sorriu, nada disse.

Após o café, retornei para o mesmo ponto do morro do dia anterior. Queria comparar as fotos com outra luz. Explorei um pouco mais a região. Voltei para o almoço. Almoçamos tia Maria e eu. Ela perguntou quais eram meus planos para a tarde.

- Se o sol continuar brilhando eu quero ir até a cachoeira da qual a senhora comentou. Quando voltar, vou descansar para estar inteiro à noite. Mas, se a senhora tiver outra sugestão, por favor, pode falar.

-Não, não. Se você vai sair, então eu poderei ir até o povoado vou ajudar uma colega com os doces para hoje à noite. Eu volto, a gente janta, e vamos para a festa. Tudo bem?

- Claro, tia. E assim foi.

Quando voltei da cachoeira, após várias fotos muito bonitas, entrei (tia Maria havia deixado uma cópia de chave comigo), comi algumas frutas e fui dormi, no meu lado da cama, pouco depois das quatro da tarde. Acordei por volta das sete horas com a tia Maria, gentilmente me convidando para levantar, o jantar estava quase pronto. Eu estava descansado, mas aquela senhora, quanta disposição. Enquanto jantávamos dona Maria dizia que naquela noite teria ainda mais gente pois o grupo que ia tocar forró tinha uma certa fama na região.

- Você dança forró, Roberto?

- Olha tia, eu dou meus passinhos. O que sei mesmo é arrastar o pé (rimos).

- Eu também, Roberto. Mas, já tá bom. Dá pra se divertir, não é mesmo?

Após o jantar nos preparamos para a festa. Eu coloquei uma calça de sarja bege e uma camisa polo verde e cinza, tênis. Tia Maria estava com um vestido de saia rodada, pouco abaixo do joelho, algodão estampado. Verde escuro com pequenas figuras na cor branca. A mesma sandália preta. A novidade era o cabelo. Penteado, escovado, soltos, amparado apenas por uma fina e discreta tiara preta. Certamente à tarde ela fez algo mais do que apenas doces. Creio que aparou as pontas pois estava perfeito.

- Tia Maria, a senhora está deslumbrante. Adorei o seu cabelo. Está lindo, solto. Ela agradeceu. E então, a senhora vai me dar a honra de sua companhia esta noite também?

- Sim, se minha companhia estiver agradando...

- Muito, muito. Mas, a senhora já sabe disso. Disse enquanto me aproximava e lhe beijava a testa.

A festa estava mesmo mais animada no domingo. As “meninas” já estavam por lá quando chegamos, pouco depois das nove. Estavam em pé num grupo maior com crianças, garotos, garotas, homens. Fomos devidamente apresentados. Pessoal do interior, simpático e bem humorado. Dancei com as “meninas”, uma outra moça que estava com elas. Desta vez tínhamos nossa mesa próxima da barraca de bebidas. Não bebíamos muito, mas era bom após cada dança ter um ponto de referência para voltar, descansar. Finalmente pude dançar com minha querida dama. Era mesmo um forró arrasta pé. Apertei-a contra meu corpo e seguimos através do povão. Que alegria ter a tia Maria nos meus braços. Seus seios pressionando meu peito, minha rola roçando sua pélvis. Ela me acompanhava encima do ritmo, sempre com um sorriso estampado no rosto. Dançamos uma segunda música, essa bem mais lenta, o que evidenciava mais a meu pau encostando nela. Nenhum comentário. Melhor ainda. Após esta segunda música ela me convidou para dá uma volta pelas barracas. Perguntei se não estava cansada, ela disse que não, e que além do mais, quando fôssemos sentar alguma outra iria me tirar para dançar e quase não teríamos tempo para dançar de novo, nem de conversar. Comecei a gostar do rumo da conversa. Demos uma, duas voltas na praça, sempre desviando da nossa mesa. Comemos alguns salgados e voltamos pra pista. Dançamos mais duas, três músicas seguidas, sempre coladinhos. Tia Maria com sorriso no rosto e corpo colado ao meu. Voltamos pra nossa mesa. As “meninas” reclamaram nossa ausência eu tomei a iniciativa de me desculpar disse que a tia Maria, ao meu pedido, mostrou um pouco a vizinhança, a capela, me apresentou a alguns donos de barracas, além de termos parado para um lanche. Dancei mais umas duas músicas com as “meninas”, convidei a tia para dançar e perguntei a ela se aquela poderia ser nossa última dança do dia, já era pouco mais de uma e meia. Ela concordou. Eu então disse a ela, ao pé do ouvido que a última música era especial. Apertei ela ainda mais contra meu corpo. Nas suas costas, baixei minha mão que passou a, discretamente tocar sua bunda. A música mais calma colaborou com esse rito. Após a música, nos despedimos da turma e fomos pra casa. Ainda no carro tia Maria disse que naquela noite o baile tava bom. Ela havia aproveitado bem. Em casa tia Maria foi para o banho primeiro, logo após preparar nosso chá. Enquanto isso eu tomei a liberdade de ir para o quarto arrumar a cama. Coloquei os travesseiros, mas estiquei na cama somente o cobertor da minha tia. Como a noite estava agradável, não havia razão para sobrepor mais um. A questão era se minha tia iria se incomodar em dividir sua coberta comigo. Ela saiu do banho cheirosa, cabelos soltos, mesma camisola da noite anterior. Assim que ela entrou no quanto eu me dirigi para o banheiro e disse que já havia arrumado a cama. Tomei um dos banhos mais rápidos da minha vida somente para ver se ela havia mudado a minha arrumação na cama. Não. Entrei no quarto disfarçando meu pau duro com a toalha do banho, apaguei a luz, assim que deitei tia Maria virou para meu lado, desejou boa noite. Eu fui até ela, passei minha mão no seu rosto e beijei sua testa, desejando uma boa noite também. Em seguida ela desligou o abajur. Já no escuro, eu, que não havia retornado ao meu travesseiro, procurei a boca da minha tia com a minha. Toquei sua face, achei sua boca. Ao encontrá-la dei um breve e suave beijo. Tia Maria não reclamou. Em seguida a abracei, encostei todo o meu corpo no dela e beijei sua boca intensamente. Tia Maria gemeu um instante, esticou-se entre meus braços, mas respondeu prontamente ao meu beijo. Enfiei minha língua na boca dela e ela aceitou. Chupou minha língua enquanto me abraçava também. O silêncio daquele longo beijo era interrompido pelos recorrentes gemidos da minha tia, entrecalados pela ofegante respiração e a tensão causada pelo prazer dos corpos grudados tentando contrariar a física e ocupar o mesmo lugar no espaço, ao mesmo tempo. Joguei-me para cima de seu corpo. O peso parcial do corpo sobre o dela, a deixou ainda mais ofegante. Alternávamos a intensidade de nosso beijo, minha língua na boca dela, a língua dela na minha boca. Utilizei os pés para recolher o cobertor aos pés da cama. Desabotoei os botões da camisola. Busquei primeiro seu peito esquerdo. Acariciei, apertei, enquanto ainda a beijava, seus gemidos aumentaram. Deixei por fim sua boca e fui me fartar em seu peito. Minha tia se contorcia sob meu corpo, gemia, nada dizia. Chupava seu peito como um bebê faminto. Tia Maria respirava ofegante, acariciava minha cabeça e a pressionava levemente contra seu peito. Um, depois outro, me fartei em seus seios macios e suculentos. Enquanto buscava novamente sua boca, tirei minha camiseta. Enquanto a beijava, tirei meu calção. Ao me sentir inteiro despido, tia Maria passava a mão pelas minhas costas, enroscava suas pernas à minhas... Eu chupava a ponta de sua orelha, beijava, mordia... Voltei a dar-lhe um longo beijo. E, enquanto sentia o desfrutava do gosto da boca da titia na minha, ainda sobre o seu corpo, levantei sua camisola, baixei sua calcinha, a tirei completamente enquanto a beijava. Comecei a roçar meu pau na entradinha da buceta da tia Maria. Ainda com sua boca ocupada pela minha, ela tinha agora seus gemidos mais intensos, porém abafados. Tia Maria estava com a buceta molhadinha, já era hora da titia sentir meu pau penetrar seu corpo. Meu pau já havia se deliciado da sua pélvis recoberta de uma leva camada de pelos que protegiam a gruta do prazer. Abri as pernas da tia Maria, coloquei meu pinto da entradinha de sua buceta e aos poucos fui colocando para dentro 18 cm de rola grossa e dura. Comecei a enfiar e tirar meu pau. O caminho ia ficando mais lubrificado, mais fundo enfiava. Até que percebi que já dava para enfiar tudo. Ainda com sua boca obstruída pela minha, tia Maria deu um longo gemido abafado, me abraçou mais apertado, mas não descolou sua boca da minha. Aguentou firme a entrada de 18cm de rola buceta a dentro. Quando o tira-e-põe ficou mais rápido, titia não aguentou, ela precisava respirar. Descolou-se de minha boca, respirava ofegante, gemia, mas me apertava contra seu corpo, procurava minha boca para dar curtos beijos. Aos poucos foi encolhendo e abrindo mais as pernas. Agora meu pau entrava ainda mais gostoso na buceta da titia. Não aguentava mais, abracei-a fortemente, beije-a eAhhhhhhhhh.... Gozei.... Gozei.....Bombeei várias vezes enquanto despejava meu esperma dentro da buceta da titia. Ela aguentou firme, gemeu, gemido abafado de quem se fartou e sofreu com um pau grosso no meio das pernas entrando e saindo da sua bucetinha quentinha e apertada. Continuei em cima da tia Maria por mais alguns instantes, enquanto retomávamos a respiração normal, enquanto voltava à normalidade nossas batidas do coração. Continuávamos nos beijando, calmamente, acariciava seus cabelos.

Por fim, tirei meu pau, já devidamente satisfeito, de sua xana, inundada de meu esperma. Busquei na cadeira ao lado minha toalha, sequei meu rosto, passei-a também suavemente no rosto de titia, limpei meu pau e por fim, limpei entre as pernas de tia Maria, passei a toalha naquele ponto da cama. Abaixei a camisola da titia. Busquei de volta o cobertor aos pés da cama. Abracei titia de conchinha e nos acalmamos, dormimos. Titia vestida, eu pelado. Acordei aquela manhã, por volta das oito e meia. Estava sozinho na cama, o sol já brilhava naquela segunda feira. Espreguicei-me ainda sob a coberta, me dei conta de que estava pelado. Revi em fração de segundos o filme da noite anterior. Minha nossa!!! Foi um feito e tanto. Que trepada maravilhosa. Olhei à minha volta, tia Maria já havia trocado a toalha que estava na cadeira, fui para o banho, troquei-me, fui para cozinha. Titia estava no quintal, pendurando a roupa recém lavada. As minhas inclusive. Eu estava deixando a roupa suja numa sacolinha plástica do lado da minha bolsa. Fui até ela.

- Bom dia, tia. Beijei seu rosto. Titia, com um sorriso no rosto, responde ao meu comprimento.

- Bom dia, Roberto. Dormiu bem?

- Maravilhosamente bem, tia Maria. E a senhora.

- Eu também, meu filho, dormi, muito bem... O dia tá bom pra você bater suas fotos, não tá?

- Sim, sim, tia. Aliás, esse lugar cada dia amanhece mais bonito, não sei o que acontece por aqui.

- Por aqui é assim mesmo. Uns dias chove, noutros faz sol... Vai tomar seu café, menino, senão vai esfriar.

Entrei para tomar meu café com leite, tapioca com manteiga, pão sovado, laranja... Tia Maria entrou na cozinha e já se dirigiu para o fogão disse que ia fazer um almoço bem gostoso para mim (como se outros também não tivessem sido...). Perguntou como seria o meu dia. Não tinha nada em mente, (exceto repetir a noite anterior).

- Se você não for sair, depois do almoço eu vou lhe mostrar um lugar muito bonito, acho que lá você ainda não foi. A gente vai ter que andar uns 40, 50 minutos morro acima, mas você vai gostar.

- Tá combinado tia. Eu vou ficar por aqui então. Vou aproveitar pra ler um pouquinho meu livro e tirar umas fotos das plantas e flores ao redor da casa.

Assim fiz. Foi uma manhã tranquila. Em nenhum momento, titia ou eu, fizemos qualquer comentário sobre a noite que tivemos. É claro que ao vê-la naquela manhã, minha vontade era de dar continuidade à noite que tive, claro. Estava a titia com sua saia rodada costumeira, verde escuro, abaixo do joelho, como sempre. Blusa simples de botões, manga curta, verde claro estampada, cabelo preso. Minha vontade era deitá-la na relva que cobria parte do quintal, possuí-la, ali, ao relento. Ninguém nos notaria. Não havia vizinho à vista. Ainda se gritássemos, não seríamos ouvido. Bem... Contive-me. Almoçamos muito bem (tutu de feijão, bife acebolado, couve fresquinha refogada, arroz, abóbora com quiabo (delícia)... Suco de manga...Doce de leite caseiro ( da venda do seu Oswaldo).

Saímos para nosso passeio pouco depois das duas da tarde. Seguimos a trilha por uns cinquenta minutos, quando então me deparei com a outra metade do paraíso que ainda não conhecia. Aquela vista do vale não se podia ver a partir da estrada, mesmo da casa da tia Maria. Nós subimos pelo menos uns cem, cento e cinquenta metros de altura e contornamos parte do morro para termos a visão da parte de trás. E a vista era de um imenso e verdejante vale, com sua paisagem típica. Era imenso. Iria ter minha atenção por muito tempo. Aquela tarde, claro, não daria conta de tal trabalho. Partilhei meu encantamento com a tia Maria.

- Tia, isso aqui é fantástico, que vista. Como foi que a senhora descobriu esse lugar?

- Muito tempo atrás, Roberto. No meu tempo de moça. A gente tinha um grupo, igual ao seu que você ia encontrar. O nosso passatempo era descobrir lugar novo, que ninguém tinha ido ainda. Hoje, como você vê, a trilha não tá mais tão limpinha. É que o pessoal não sabe que ela existe, senão tava todo mundo vindo pra cá. Melhor assim, né mesmo?

Acomodamo-nos sob uns arbustos para nos proteger do sol. Logo mais aquela parte do morro teria sobra. Todo o vale, por outro lado estaria iluminado pois havia uma “falha” na cadeia de montanhas que permitia a passagem da luz por toda a tarde. Embora deslumbrado com a vista, não me apressei para fotografá-la. Forramos o chão com uma toalha, colocamos nossa sacola com lanche pendurada nos arbustos, sentamos e juntos, lado a lado, titia e eu ficamos olhando aquele mundão em silêncio. Ouvíamos nossa respiração, um longínquo som de tráfego que vinha da estrada, cantar de pássaros e, vez ou outra o tilintar das folhas movidas por uma suave brisa que ali passava. Abracei a tia, beijei o seu rosto e agradeci por ela me levar até lá. Ela contou algumas travessuras de sua adolescência acontecido naquela região. E travessuras para a época da tia Maria soaria como atividades de um retiro (espiritual) nos dias de hoje. Falei de minha infância no interior de São Paulo, de meu trabalho (setor administrativo de uma empresa industrial) em Uberlândia, os colegas da faculdade. Omiti minha relação com vovó Alice. Fiz muitas fotos, lanchamos e descemos o morro quando já escurecia. Mais uma vez nos arrumamos para o baile. Tomamos um lanche e saímos.

O baile da 2ª. era animado, tinha bastante gente pois era o último do feriadão. O tempo estava mudando, mas ainda não chovia, ventava um pouco. Nada com que nos preocupar. Dançamos bastante. Bebi com a turma das “meninas”, conheci outros moradores do povoado, dancei com algumas das moças e senhoras que me foram apresentadas. Como sempre, gente simples e alegre. Claro, dancei várias músicas com a titia também. Voltamos para casa por volta das duas da manhã.

Mesmo ritual, fui para o banho, depois a titia. Ela deixou a cama arrumada como eu fiz na noite anterior. Voltou do seu banho numa camisola rosa claro, algodão leve, macio, mesmo modelo, ramos de flores bordadas em cor branca na altura do peito, comprimento pouco acima do joelho. Titia desligou a luz do quarto, deitou-se, novamente virou-se par mim e desejou boa noite. Fui ao seu encontro, acariciei suavemente seus cabelos e beijei sua testa. Novamente titia desligou a luz do seu abajur. Prossegui nosso ritual silencioso em total escuridão. Continuei a acariciar seus cabelos soltos e beijei suavemente sua boca no que fui prontamente correspondido. Abracei fortemente titia que gemia silenciosamente enquanto correspondia ao beijo. Nossas pernas se entrelaçavam. Diferentemente da noite anterior, estávamos menos afoito. Nossos gestos eram mais comedidos, mais suaves, porém intensos. Meu rola dura apertava a barriga da titia. Dessa vez não me prolonguei no beijo. Fui logo me fartar nos seus peitos. Titia gemia satisfeita com minhas carícias. Que tesão, ter o corpo da tia Maria sob o meu. A escuridão do quanto funcionava tal qual uma senha para a liberação total dos instintos sexuais. Livrei-me rapidamente de minhas roupas, levantei a camisola da minha tia. Fui descendo e, enquanto beijava sua barriga tirava sua calcinha. Fui descendo, beijei sua pélvis, o cheiro da buceta da titia me deixava louco de tesão. Comei a lamber o clitóris dela. Titia começou a se contorcer, respirar ofegante e foi abrindo as pernas para melhorar minhas carícias. Comecei então a chupar seu clitóris. Titia não aguentou e começou a gemer em alto e bom som (Aaahhhhhhh, Hummmmm.....Aaaaaaaaaaiiiiiii... Hummmmm). Enfiei de vez minha boca na sua buceta, agarrei minhas mãos na sua bunda e ao mesmo tempo que trazia sua buceta contra meu rosto, titia apertava minha cabeça contra sua buceta. Eu mal conseguia respirar, mas continuava firme e forte chupando clitóris da titia, ela gemia de tesão. Enfiei então dois dedos na sua vagina, titia se contorceu mais, levantou seu quadril conta meu rosto, enquanto urrava de prazer, manteve-se assim alguns segundos e retornou à cama. Ao invés de forçar, titia gora acariciava minha cabeça. Ela tinha acabado de gozar. Respirava mais profundamente, aliviada... Limpei minha boca na providencial toalha ao lado da cama. Ajoelhei-me em frente a sua xana e coloquei meu pau para dentro. Titia novamente gemeu fundo. Enfiei tudo. Deitei-me sobre ela e comecei a beijá-la. Titia correspondia prontamente. Abracei a tia Maria, rolei com ela na cama e a deixei sobre meu corpo. Ela apoiava seus joelhos na cama, e eu, por baixo dela, fodia sua boceta de baixo pra cima, de cima pra baixo. Tirei a camisola da titia por sobre sua cabeça. Melhor, muito melhor sentir pele com pele. Levantei parcialmente meu tronco até alcançar o peito da tia Maria com a boca. Que tesão, chupava seu peito em cima e fodia sua buceta em embaixo. Titia respondia às minhas carícias gemendo, quase chorando. Era como se, ao mesmo tempo, ela estivesse exposta à mais angelical das sensações e à mais doloridas das dores. Retornei meu tronco para a cama e junto trouxe a titia abraçada. Passei a beijá-la intensamente. Titia não conseguia mais manter sua boca na minha todo o tempo. Alternava entre o beijo e a retomada da respiração, a liberação dos gemidos. Juntei seus cabelos, fiz um coque e o segurei por trás da cabeça enquanto a beijava e fodia. Titia seguia firme aguentado toda minha rola, grossa e dura, fodendo sua bucetinha quentinha e apertada. Quem passou a não aguentar fui eu. Aquela sensação tava gostosa demais. Abracei titia bem apertado, continuei a beijá-la. Dentro da sua buceta meu pinto inchava cada vez mais até explodiu na forma de esperma. Gozei gostoso na bucetinha da titia. Fodi gostoso a titia. Por fim, titia recobrava o fôlego deitada sobre o meu corpo. Eu a acariciava enquanto também voltava à normalidade (se é era possível tal coisa, diante de tais circunstâncias). Titia naquele instante repousava completamente nua sobre o meu corpo. Deixei-a ali por alguns minutos enquanto relaxávamos eu acariciava suas costas nuas, seus cabelos... Pouco depois, delicadamente a coloquei na cama, repeti o ritual de limpeza e, por fim, a abracei por trás para dormirmos. Desta vez, ambos despidos. Nesta madrugada, levantei-me por volta das cinco da manhã, estava escuro, chovia, fui ao banheiro, voltei. Meu barulho acordou titia que se virou na cama. Fechei rapidamente a porta do quarto, abracei-a por trás, de conchinha, acariciei seus cabelos suavemente como se estivesse colocando-a para dormir. Ocorre que uma vez acordados, ainda que sonolentos, não foi mais possível voltarmos a dormir pura e simplesmente. Nossos corpos nos pediam um ao outro. No quarto, silêncio e escuridão, lá fora o barulho da chuva. Meu pau cresceu encostando no meio das pernas da titia. Minhas mãos que suavemente acariciava seus cabelos, agora passaram a apalpar seus seios. Claro, titia começou a se estremecer entre meus braços. Mantive-a presas a meus braços, enquanto com uma mão abraçava seu corpo e massageava seu peito, com a outra eu a masturbava. Meu pau seguia entre suas pernas. Titia se contorcendo como se fora pega à força pois, há instantes estava dormindo. Agora estava sendo masturbada e estava prestes a ter uma rola grossa enfiada na sua buceta. Titia se contorcia enquanto eu intensificava o ritmo da masturbação. Ela gemia, se contorcia, procurava minha boca. De costas, não nos alcançávamos. Coloquei minha rola pra dentro, aos poucos foi entrando. Eu continuava a masturba-la. Meu pau finalmente entrou toda na buceta da titia. Ela gemeu alto, se esticou toda, eu e minha rola acompanhamos o movimento de seu quadril. Titia gozou com minha rola socada na sua periquita. Eu continuei a socar minha rola pra dentro. Deitados, de ladinho, titia levantou um pouco sua perna, facilitando minha penetração. Continuei até quando minha pica explodiu de prazer na xana dela. Titia gemeu, gemeu, mas aguentou firme todo o jato de esperma que despejei na sua xoxota. Após algum tempo, repetido ritual da limpeza, voltamos a dormir.

Mais uma vez acordei, sozinho e pelado na cama de tia Maria. Passava das nove da manhã, ainda chovia. Era terça feira, feriado, último dia da minha folga. Criei coragem e levantei-me, o tempo e a preguiça gostosa ainda pediam cama, resisti. Após higiene matinal, fui para o café da manhã. Titia já tinha o café pronto, leite fervido e estava colocando na mesa um cuscuz - cuscuz doce, simples delicioso. Leite, fubá, pouco açúcar, pouco de coco ralado, pouquinho de maisena para liga e, depois de pronto, muita manteiga para derreter sobre o cuscuz quentinho. Que delícia. Fui até titia, beijei seu rosto e desejei bom dia. Ela respondeu ao meu cumprimento.

- Dormiu bem?

- Muito bem tia, cada dia melhor. E a senhora?

- Dormi, muito bem também, meu filho. O tempo hoje não tá ajudando muito, né?

- O tempo está ótimo, tia Maria. Está uma linda manhã! Que chuva maravilhosa, não é tia?

- É... Chover é bom. Mas, às vezes, não dá pra ir onde se quer, né?

- É tia, a senhora tem razão. Fui até ela, a abracei, dei mais um beijo na sua face e completei. Mas hoje, eu estou exatamente onde eu gostaria de estar. Não quero ir a lugar algum, tia Maria. Ainda abraçados, titia sorriu para mim e deu-me um beijo no rosto. Apertei-a em meus braços e acariciei suas costas por alguns instantes.

Já que não dava para sair, peguei minha câmera e comecei a fotografar a vista com aquela gostosa chuva primaveril. Circulei por toda a casa. Nas partes onde a área externa não era coberta, fotografava pela janela. Voltei para a cozinha, titia preparava o almoço. Pedi permissão para fazer algumas fotos. Titia concordou, mas disse que eu ia perder as fotos. Titia vestia seu “uniforme” (saia e blusa, cabelo preso). Fiz fotos da titia junto ao fogão, mesa e pia. Lá fora, olhando o tempo chuvoso. Pedi licença e soltei seu cabelo, joguei parte dele para frente, cobrindo a altura dos seios. Mais fotos. Mais chuva, recolhi-me à minha leitura. Durante o almoço, nossa conversa foi o meu retorno.

- Roberto, você vai embora hoje mesmo? Com esse tempo?

- Tô pensando nisso tia... Não me agrada viajar tom tanta chuva. Além do mais a estrada vai tá lotada. Melhor ir amanhã cedo.

- Sem dúvida, é mais seguro. E você chega mais cedo porque não fica parado no trânsito.

- Então tá decidido, fico até amanhã, tudo bem, tia?

- Tudo, meu filho, que bom que você vai ficar um pouco mais.

Enquanto saboreava minha sobremesa (doce de abóbora com coco), perguntei para titia sobre seus planos para a tarde;

- Tia, a senhora vai sair agora à tarde.

- Não, Roberto. Não vou sair não. Por que?

- Com esse tempinho escuro, chuva que não passa, a senhora não tiraria um cochilo?

- Cê quer deitar um pouco depois do almoço? Balancei minha cabeça afirmativamente. Tá bom, a gente deita um pouco.

Que resposta maravilhosa, meu pau levantou na hora. Levantei para ir ao banheiro mijar e lavar meu pinto. No quarto da titia, para escurecê-lo ainda mais, além da cortina eu cobri a janela com um lençol escuro, dobrado. Perfeito. Fechei as janelas da sala. Levei um copo de suco de manga para o quanto. Arrumei a cama, tirei minha roupa, deitei-me. Deixei a luz acesa. Titia entrou, apagou a luz, deitou-se ao meu lado, cobriu-se com o cobertor. O quarto ficou realmente escuro, lá fora o tranquilizante barulhinho da chuva. Seguindo o nosso, não declarado, ritual do silêncio, fui ao encontro da titia. De um lado, acariciava seu rosto com dorso da minha mão, do outro dava beijinhos na sua face. Rapidamente minha mão seguiu caminho abaixo desabotoando sua blusa. Com a ajuda da titia, virando de um lado, virando do outro, tirei sua blusa. Fui até a sua saia. Essa mais fácil tinha elásticos na cintura. Voltei para cima, tirei o sutiã da titia, finalmente procurei sua boca para beijá-la. Dei-lhe um longo beijo, tirei sua calcinha. Abracei a titia, coloquei-a sobre meu corpo. Titia estava então com joelhos dobrados apoiados na cama. Desci meu corpo por baixa de suas pernas, parei quando minha boca encontrou sua xoxota. Comecei a chupá-la. Titia não se conteve, abriu um pouco mais as pernas e apoiava minha cabeça, pressionando-a contra sua xoxota. Chupei longamente sua buceta suculenta, titia gemia seguidamente. Minhas mãos cravadas sua bunda. Titia gemia de prazer. Estava no controle. Pressionava minha cabeça contra sua pélvis. Fazia movimentos ritmados projetando sua pélvis conta minha cabeça e voltando. Manteve-me assim até gozar com minha boca dentro da sua buceta. Agora seria minha vez. Recostei a titia na cabeceira da cama, fiquei de joelhos por cima dela, arregacei minha rola com uma mão, com a outra procurei seu rosto. Encontrei e pus minha rola junto aos seus lábios. Titia saberia o que fazer. Ela começou a lamber e quis segurar meu pau. Segurei sua mão e indiquei que não precisava segurar. Segurei seu rosto e tentei colocar meu pau pra dentro. Titia entendeu. Abriu mais a boca enfiou meu pau pra dentro e começou a chupá-lo. Lenta e longamente titia chupou meu pau. Agora eu estava gemendo, gemendo de prazer. Eu acariciava a cabeça da tia Maria, como aprovação da sua carícia. Titia chupava meu pau enquanto eu o colocava para dentro e para fora de sua boca. Depois de alguns minutos meu pau foi inchando na boca da tia Maria, ela continuou a chupar. Eu continuei a acariciar sua cabeça, gemendo, sussurrando o prazer que estava sentindo. Chegou o ponto em que não aguentava mais e meu pau explodiu na boca da tia Maria. Ela recebeu vários jatos de esperma dentro da sua boca. Ela engoliu tudo e continuou a me chupar. Já estava relaxado. Tirei meu pau de sua boca, coloquei na sua boca o copo de suco de manga ainda gelado, titia tomou alguns goles, eu tomei o resto. Limpei a ambos, a abracei e repousamos. Não creio que tenha dormido exatamente pois, temia que, de fato adormecesse e perdesse a oportunidade de mais carícias e orgasmos com minha querida titia. Creio que a titia só relaxou, não dormiu também. Eu estava só me recompondo para reiniciar minhas carícias na titia. Não durou mais do que uns 20 minutos nosso descanso. Meu pau encostado na bunda da titia não aguentou por muito tempo tamanha tentação. Assim que meu pau começou a crescer, delicadamente virei tia Maria de frente para mim, encaixei minha rola entre suas pernas, a abracei e comecei a beijá-la. A xoxota da titia já estava molhada, assim que meu pau ficou ponto de bala, eu coloquei a titia de quatro, encaixei minha rola na sua buceta e comecei o movimento para enfiar toda minha rola na buceta dela. Aos poucos, minha rola foi entrando, titia gemia timidamente. Quando enfiei tudo, também passei a bombear mais intensamente meu pau dentro da titia. Seus gemidos aumentaram. Segurava seu quadril nos dois lados e mandava rola pra dentro. Titia gemia, mas aguentava firme, não pedia para parar, não se afastava, gemia, gemia, mas aguentava o tranco. Aguentava meus 18cm de rola grossa, fodendo sua bucetinha. Interrompi aquela posição. Deitei a tia com barriga para cima e fui por cima dela. Já tava quase gozando. Enfiei meu pau para dentro de sua buceta enquanto a beijava. Titia gemia seguidamente. Percebeu quando meu pau inchou dentro de sua xoxota. Abraçou-me mais forte e recebeu mais uma carga de minha porra. Eu fiquei exausto. Após relaxarmos, titia foi para o banho. Bem depois fui eu.

Naquela noite, durante o jantar eu abri uma garrafa de vinho. Titia disse ter gostado, mas bebeu não mais que dois ou três goles de um honesto Cabernet Sauvignon chileno. Acho que ela não gostava de vinho. Preferiu o suco de maracujá, nossa segunda bebida à mesa. Após o jantar fomos para a sala. Não ligamos a luz, a iluminação da cozinha dava alguma claridade na sala, era o suficiente. Titia sentou-se num canto do sofá, eu deitei-me e coloquei minha cabeça em seu colo. Creio que era o momento adequado para falar do nosso ritual de silêncio na cama.

- Titia queria falar de um assunto delicado...

- O que, meu querido?

- Nosso relacionamento. Eu estou muito feliz de tê-la conhecido. Esses dias têm sido maravilhosos. Que bom que a encontrei aqui, tia Maria. Beijei sua mão. Mas ocorre que, por uma razão que não sei qual é, não falamos um com o outro quando a luz se apaga.

- Sabe Roberto, eu fui gostando de você aos poucos. Você é educado, respeitador, bonito. Assim tive coragem de dividir minha cama com você. Eu não sabia que ia acontecer o que aconteceu. Eu nem tava pensando nisso quando falei pra você dormir na minha cama. O que eu queria é que você dormisse bem. Eu não vou mentir pra você. Eu fiquei preocupada na primeira noite. Não que você fosse me matar ou me bater. Mas fiquei com medo de você me machucar. Não aconteceu nada disso e na manhã seguinte quando eu levantei, olhei para você e você estava dormindo feliz, em paz. Então eu sabia que você não ia me machucar.

- Tudo bem, mas o silêncio, tia Maria, o silêncio....

- Então, no sábado quando eu dancei com você foi muito gostoso. Você encostou em mim. E, depois de muitos anos eu senti que um homem bonito, educado tava interessado em mim. Mas você é muito novo, então tive dúvida... Quando chegou a hora de dormir, quando apaguei a luz. Você me procurou, não disse nada, não vi nada. Só senti prazer do começo até o fim. No começo eu não disse nada porque ainda estava com vergonha. Depois, eu fiquei com medo de falar alguma coisa e estragar aquele encantamento todo. Aí você não falou nada também, pensei que tava do seu agrado.

- Agora que a senhora já explicou, deixa eu fazer uma pergunta. A senhora gostaria de ter falado com a luz apagada.

- Ah Roberto, eu gostaria. Agora que passou, que fui tudo bem. Eu queria gritar, eu queria dizer que tava gostoso Roberto. Minha Nossa Senhora, como é gostoso. Olha, deixa eu falar. Eu nunca fiz na minha vida inteira, nem uma metade do que a gente fez esses dias. Aprendi um monte de coisas novas. Ah meu filho que bom que você apareceu aqui...Roberto... (abraçou-me e deu um beijo na boca. Segurei sua cabeça e prolonguei o beijo).

- Que delícia de beijo tia... Sabe tia, eu também preferia ter falado quando a luz estava apagada. Eu queria dizer em cada momento o quanto eu estava satisfeito. Eu queria dizer o quanto a senhora é gostosa.

- Menino?!!

- Ah, tia, desculpe, mas a senhora sabe... Eu tô muito feliz que estamos falando desses nossos momentos. Feliz que a senhora tenha gostado tanto quanto eu gostei.

- Roberto, você vai voltar aqui algum dia?

- Tia Maria?! É claro que vou. Não vou deixar que ninguém mais tenha a chance de descobrir o que eu já descobri.

- O que?

- Nessa casa tem um tesouro. E eu não vou dizer isso para ninguém. Titia sorriu e perguntou.

- Que tesouro é esse menino?

- O seu carinho, o seu amor, o prazer que a senhor a me dá. A senhora é o grande tesouro desse lugar.

Mas não conta pra ninguém, tá bom? Eu quero a senhora, só pra mim, sussurrei. Titia olhou pra mim e mais uma vez me deu um beijo.

- Tia, daqui a pouco nós vamos voltar para a cama, não vamos mais ficar em silêncio, certo? (ela balançou a cabeça concordando). Mas tem uma coisa que eu queria fazer que não dá pra ir chegando e fazendo. Primeiro tem que se falar. É gostoso, especialmente pro homem, mas pra mulher é dolorido. Ainda assim eu queria fazer. Eu gostaria que a senhora deixasse...

- E o que é você quer fazer?

- Eu quero penetrar a senhora por trás. A senhor deixa?

- Ah Roberto. Não vai doer muito?

- É possível que sim, titia. Talvez porque vai ser a primeira vez... Eu trouxe comigo camisinha e lubrificante. Facilita a penetração.

- Você já fez isso antes, Roberto? Como é que foi?

- Então, tia. Como eu disse, na primeira vez, foi dolorido, depois foi mais tranquilo. Mas cada um sente a dor de um jeito. O que muito é dolorido para uma pessoa, pode ser uma dorzinha para outra. Mas, tia, é tão gostoso. Enfiar meu pinto por um buraquinho tão apertado e ouvir o gemido na hora da penetração, tia, que delícia..

- Ah Roberto... Você me deixa com vergonha, menino.

- Desculpa tia, desculpa. Mas... Eu desejo tanto isso... Titia segurou minha mão e balançou a cabeça afirmativamente.

Chegou a hora de deitar. Titia com a camisola rosa, eu com calção e camiseta. Entrei por último no quanto, apaguei a luz. Dei um rápido beijo na boca da tia e disse que estava muito agradecido por aqueles dias. Ela disse que estava ainda mais agradecida que eu. Eu a havia lembrado de que ela ainda era uma mulher... E muito gostosa, segundo minhas palavras (era mesmo). Sem que eu dissesse nada, titia tirou sua camisola, sua calcinha, veio por cima de mim e colocou sua xana da minha boca.

- Ah Roberto faz de novo. Segurei a bunda da titia com as minhas mãos e comecei a chupar sua buceta. Não tirei o seu clitóris da minha boca.

- Ahhhhhh Roberto......Aiiii meu filho, que coisa gostosa... chupa meu filho, chupa.....Ahhhhhh...

Huuuuuuuuu.... Aaaaaaaaiiiiiiiii, RobertoAaaaaaiiiiiiii, Minha Nossa SenhoraAi meu filho, eu vou gozar.... Eu vou gozar Roberto. E segurando minha cabeça firmemente. Ela fez vários movimentos projetando sua pélvis contra eu rosto.

- Ahhhhh Roberto que delícia, meu filho. Como é gostoso quando você chupa a xoxota da sua tia, meu querido. Ahhhhhh. Titia relaxou um pouco, fiz o seu gosto. Agora, já com meu pau duro, coloquei a titia de quatro, enfiei meu pau na sua buceta, entrou gostoso Titia gemia e se deliciava (Ai que delícia Roberto). Fodi a buceta da titia por uns instantes. Enquanto isso coloquei dois dedos dentro de um preservativo e enfiei delicadamente no cu da titia. Ela ainda continuou gostando, porém aumentaram os gemidos. Mais um pouco, tirei meu pau da sua buceta, coloquei a camisinha, passei lubrificante na camisinha, no cu da titia. Encaixei a cabeça na entrada do cu dela e fui empurrando devagar. Com uma mão segurava minha rola, com a outra segurava seu quadril. A cabeça foi entrando, titia gemia, nada dizia. Calma tia, a cabeça tá entrando, calma. Titia aguentava firme, gemia ela de dor, gemia eu de prazer. A cabeça entrou, continuei forçando para enfiar tudo. Titia soltou um uivo de dor. Calma tia vou tirar e passar mais lubrificante. Assim fiz. Coloquei um monte de lubrificante. Na segunda tentativa a cabeça entrou logo. Aos poucos fui enfiando o resto, titia gemia (ai Roberto... ai.... ai..). Enfiei toda minha tola no rabo da minha tia. Agora para tentar balancear, comecei a masturbá-la. Ela gostou. Mas à medida que se movia pelo prazer da masturbação que recebia. Fazia também movimentos que mexiam com meu pau dentro do seu cu, isso doía. Mas pra mim tava gostoso e queria gozar. Tinha que que continuar. Continuei a masturbá-la, mas também bombeava meu pau no seu cu. Titia uirrava num misto de dor e prazer ( ai Roberto... tira... tira Roberto .... tá doendo..) Calma tia tá acabando, acabando. Só mais um pouquinho tá bom (tá bom, só mais um pouquinho). Aproveitei essa aprovação de curto prazo da titia, parei de masturbá-la, segurei seu quadril com as duas mãos e intensifiquei os movimentos de tira e põe. Meu pau inteiro entrando e saindo do cu da titia. Ela gemia, mas aguentava firme minha rola grossa fodendo seu cuzinho apertado (hummmm, hummmm, hummm).

Mais alguns instantes...

- Ai tia vou gozar, vou gozar no seu cuzinho... Posso tia? Posso gozar no seu cuzinho?

- Goza meu filho, goza... Goza no cuzinho da titia, meu querido, goza.

- Ai tia, ai, aaaaaaiiiiiiiii. Ai tia que gostoso......

Finalmente havia gozado no cuzinho da titia. Que delícia. Ter a titia de quatro ali na minha frente com aquele cuzinho à minha disposição, ao meu prazer, ouvindo os gemidos dela se contorcendo enquanto eu empurrava pra dentro de seu cuzinho 18cm de rola grossa, foi absurdamente gostoso . Depois de alguns instantes, deitei-me na cama e coloquei titia sobre mim. Acariciava seus cabelos. Titia perguntou:

- Você gostou, meu querido?

- Tia, a senhora vai acabar me matando de tanto prazer. que delícia, minha querida.

Adormecemos ali, nus abraçados um ao outro. Acordei por volta das seis da manhã. Não chovia, bom sinal para minha viagem. Tomei banho, minhas coisas já separadas na sala fui para cozinha. Havia dito para a titia que não iria tomar café, apenas um pouco de chá. De fato, ela entendeu, mas preparou meu lanche para o caminho. Embrulhou em papel toalha e colocou num saquinho de algodão que ela mesma havia costurado. Já passava das seis e meia quando nos aproximamos da porta da sala para a despedida. Titia com “uniforme” habitual (saia e blusa). Eu estava de bermuda, camiseta e tênis. Fui até o carro coloquei as bolsas voltei para a sala pra me despedir. Fu até o banheiro voltei para a sala.

- Então você já vai indo?

- Já tia. Falta só me despedir. Abracei minha querida tia e a beijei na boca. Um longo e gostoso beijo.

- Você beijou sua tia na boca... (sorrimos)

- E ainda não acabei tia Maria.

- O que mais tá faltando?

- Quero levar o gostinho da senhora na minha boca...

- Roberto, o que você tá querendo, menino?

- Tia, levanta a saia pro seu sobrinho querido.

- Ai Roberto.... Agora, menino, aqui... Com esse clarão todo

- Ah tia, por favor. É meu último pedido antes de sair. Levanta a saia pra mim, vai. Só um pouquinho. Muito contrariada titia levantou a saia até o meio da coxa.

- Não tia, levanta mais, mais pra cima

-Ai Roberto que é que você quer menino?

Titia, constrangidamente levantou sua saia até a cintura deixando aparecer suas pernas brancas e grossas e bem torneadas, sua calcinha cor de rosa claro. Ajoelhei-me á sua frente, abracei-a pela cintura, beijei sua pélvis ainda vestida e comecei a baixar sua calcinha.

- Ai Roberto, não. Não faz isso....

- É meu beijo de despedida tia Maria.

Tirei toda a sua calcinha, comecei a chupar sua xoxota.

- Roberto.... Não faz isso comigo menino... Aiiiiiiii Roberto....

Segurei nas coxas da tia Maria para lhe dar sustentação e continuei a chupar firmemente seu clitóris. Titia ficava nas pontas dos pés, voltava ao chão, pressionava sua pélvis conta minha boca, gemia de praser.... até que apertou minha cabeça conta a sua vagina e soltou um longo gemido de alívio. Mais uma vez, tia Maria gozava na minha boca.

- Aiii Roberto, não faz isso comigo, meu filho. Uma hora dessas eu não vou aguentar...

Limpei minha boca com lenço de papel que trazia no bolso.

- Tia, eu queria lhe dar esse presente de despedida. A senhora gostou? Ela me abraçou com os olhos rasos d’agua. Acho que isso deve ter sido um sim.

- Roberto, espera... Daqui a três meses tem um feriado prolongado, você vem me ver?

Voltei, até a titia, abracei-a bem apertado e sussurrei em seu ouvido.

- Três meses, titia? Acho que não.... Posso voltar pra tiver daqui a três semanas?

Ela abriu um largo sorriso, beijou a minha boca e disse “ vá com Deus, boa viagem. Vou ficar te esperando”.

(Continua)

Comentários

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15/08/2017 06:38:28
Nossa, gozei litros lendo esse conto. Você é o cara.
26/08/2016 10:45:37
Definitivamente um dos melhores que já vi desse gênero! Nota 10.
27/07/2016 01:21:29
Otimo conto, porfavor volte a postar conto sobre coroas estamos esperando... rsrs
11/12/2015 14:31:53
Show!!!!!!!!!!!
03/10/2015 08:42:00
Cara vc ta acabando com essas vovós, parabéns...
29/09/2015 23:33:29
Amigo você escreve muito bem e seus contos são perfeitos por favor continue publicando, apesar que muitos não deixam comentários ou votam saiba que seus contos são perfeitos nota 1000. se puder continue o conto com aquela vizinha da vovó Alice eu adoraria ver uma continuação.
10/09/2015 13:54:36
Otimo texto mono. Sei como e bom comer uma coroa gostosa. Parabens... Leia o meu qndo puder
10/09/2015 10:37:04
um bom conto
10/09/2015 09:29:29
Amei o texto... Muito nem escrito e extremamente envolvente! Parabéns... Estou louca para ler a continuação!!! Beijos

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