Apaixonado pelo Diabo - V

Um conto erótico de Davi
Categoria: Homossexual
Data: 24/03/2015 19:55:16
Última revisão: 30/03/2015 19:33:08
Nota 8.89

Capitulo cinco: Arrependimento

– O que houve entre você e a Gabriela? – indaguei me lembrando de que naquele dia mais cedo, ela havia me ligado e não quis falar com Eduardo que segundo ela era um “Babaca”.

– A gente brigou de novo – Edu me respondeu com a voz cansada – Mas não é nada demais.

– Não vai me contar o por que vocês brigaram – me sentei ao seu lado na cama – Vocês não brigam desde que eram crianças.

Eduardo apenas sacudiu a cabeça negativamente e eu pude sentir a tristeza que emanou dele. Olhei em seus olhos negros como duas pedras de ônix e desejei poder tirar toda aquela dor do meu melhor amigo. Não sabia de onde vinha aquele sentimento que ele carregava dentro de si. A verdade é que nos últimos meses ele andava estranho e cabisbaixo.

– O que está acontecendo com você? – indaguei – Desde a festa de Thiago, você nunca mais foi o mesmo.

– Não é fácil de entender – ele fitou o chão de azulejo branco do quarto em que estávamos.

– Fala comigo Edu – disse tentando soar compreensivo como minha mãe – Eu sou seu melhor amigo. Não tem nada que você possa dizer...

– Eu sou gay – me interrompeu despejando aquilo rápido demais.

Parei de falar de imediato. Não sabia o que dizer a ele nesse momento. Aquilo era completamente inesperado para mim, pois Eduardo nunca demonstrou qualquer traço homossexual. Pelo contrário, ele sempre foi um cara completamente masculino e vivia falando das garotas da escola.

– Desde quando? – indaguei tentando buscar em minha mente quando eu mesmo decidi que era... Não! Eu não era isso e não queria passar toda a minha eternidade no inferno.

– Eu não sei – ele desabou a chorar – Eu só sei que não quero ser assim – falou – Não quero ser uma desgraça para a minha família e não quero ser condenado ao inferno!

– Então não seja gay – falei atordoado – Você escolheu ser isso, é só escolher o contrário!

– Eu não escolhi isso Davi – Eduardo falou – Não escolhi ser essa merda! Não escolhi sofrer e nem ser humilhado pelo resto da minha vida!

– Escolheu sim! – falei para ele aquilo que falava para mim mesmo – Isso é o Diabo que te faz escolher ser assim. Você escolheu o Diabo!

– Eu não escolhi o Diabo – ele falou chorando ainda mais – Eu não escolhi te amar – despejou.

Olhei para ele me sentindo completamente desarmado. No fundo eu sentia algo diferente por Eduardo. Algo que na época considerava completamente errado e abominável. Sentia por ele mais do que amizade. Sentia carinho e desejo. O desejei nas inúmeras noites em que ele passou na minha a casa. O desejei nas inúmeras vezes que o via na igreja. O desejava agora.

– Eu te amo – falou novamente passando a mão em meu rosto. Olhei para seu rosto lindo de pele morena e perfeita.

O vi se aproximar de mim e desejei aquilo mais do que desejava viver. Olhei seus olhos se fecharem vagarosamente e senti seus lábios macios e gentis repousarem sobre os meus e os conduzirem em uma dança de desejo e amor. Senti sua língua explorar minha boca e percebi que a minha fazia o mesmo. Aquele momento era perfeito, mas sabia não ser certo. Minha mente lutava contra meu corpo me condenando e me destruindo por dentro. Dei por mim o empurrando para longe com tanta força que ele caiu no chão. Seus olhos negros me fitaram com uma mistura de confusão e tristeza.

– Você vai queimar no inferno, mas não vai me levar junto! – falei e sai pelo quarto sem rumo.

– Davi! – ele me seguiu até a sala onde seus pais assistiam ao jornal nacional – Me desculpe! – ele estava em prantos.

– O que foi meninos? – Joel (pai de Eduardo) perguntou sem entender nada.

– Avisa ao seu filho viado que se ele me beijar de novo eu acabo com ele – falei tomado pela raiva que sentia.

– Isso é verdade Eduardo? – sua mãe perguntou em choque – Você é...

– Gay? – respondi por Eduardo – Ele acabou de confessar pra mim e depois me beijou!

– Não faz isso Davi – Eduardo implorou aos prantos – Eu te amo.

Apesar daquela cena dele chorando e de coração partido ser demais para mim, eu apenas ignorei que meu coração se partia em mil pedaços e deixei o ódio de mim mesmo me dominar. Deixei que toda aquela culpa e toda aquela tristeza tomassem conta do meu corpo.

– Eu quero que você morra – falei virando as costas e saindo da casa em que passei ótimos momentos de minha vida ao lado de Eduardo.

Corri rua abaixo em direção à praia sem me importar em olhar para trás. Não queria arriscar a encontra-lo olhando para mim de longe. Sei que agora ele me odeia, pois além de partir seu coração com minha rejeição, ainda revelei aos seus pais seu maior segredo. Eu havia destruído sua vida. Seus pais nunca o aceitariam. Ele poderia apanhar do pai, podia ser humilhado e poderia ser expulso de casa. Eu não pensei em nada disso quando fiz aquilo. Tudo o que eu pensei foi em mim.

Cheguei a praia e andei pela orla por alguns minutos me lembrando do rosto de Eduardo. Me lembrando da forma como ele implorou para que eu parasse e na forma como eu o tratei. Me lembrei de suas lágrimas escorrendo e me lembrei de nosso beijo. Me sentei na areia e olhava para o mar sem realmente o ver. Tudo o que eu via era nos dois juntos naquele quarto com os lábios unidos. Nunca tinha sentindo um beijo tão bom quanto aquele em toda a minha vida. Era como se finalmente eu tivesse ficado completo.

– A lua está linda não é mesmo? – um menino sentou-se ao meu lado na areia – Prazer, Enzo – falou, mas eu não respondi – O que faz aqui a essa hora da noite?

– Pensando em como minha vida se tornou tão complicada – falei me sentindo incrivelmente a vontade ao lado daquele estranho de cabelos loiros e olhos verde.

– E a que conclusão chegou? – ele parecia realmente interessado no que eu tinha a dizer.

– Que eu sou o culpado por isso – falei – Eu complico tudo como fiz hoje.

– E o que um garoto lindo como você poderia ter feito de tão ruim? – seus olhos verdes me fitavam com intensidade.

– Magoei uma pessoa.

– Sua namorada? – perguntou esperançoso;

– Eu não gosto de garotas – falei com naturalidade e sem sentir culpa. O que foi completamente estranho.

– Então foi seu namorado?

– Foi meu melhor amigo – disse me lembrando de tudo o que havia dito aquela noite – Ele disse que me ama e eu disse coisas horríveis pra ele – comecei a chorar e Enzo me amparou em seus braços fortes e me acalmou. Ele era um estranho para mim, mas naquele momento eu precisava de conforto de quem quer que fosse.

– E você o ama? – Enzo perguntou me olhando nos olhos.

– Amo – falei sentindo um peso enorme sendo tirado dos meus ombros apenas por admitir aquilo – O amo muito.

– Então ele vai te perdoar.

– Você acha? – indaguei ainda um pouco choroso.

– Eu perdoaria – falou me dando um selinho amigável – Agora volte para ele e diga o que sente.

– Obrigado – falei dando um abraço nele e me levantando.

Voltei correndo para a casa de praia de Eduardo. Corri por cerca de vinte minutos ficando exausto, mas nunca parei de correr nem quando tropecei e cai no chão ralando meus joelhos. No desespero e na dor, não havia percebido o quão longe da casa eu havia ido. Corri e corri na esperança de ser perdoado. Queria sentir seus lábios mais uma vez em minha boca. Queria dizer-lhe que o amava muito e que queria enfrentar o mundo com ele.

Cheguei a casa e entrei num rompante só para encontrar a mãe de Eduardo na sala com o olhar fixo na televisão e uma expressão de dor contorcendo seu rosto. Seu pai estava na porta do banheiro a esmurrando com força e gritando:

– Sai daí agora! – trovejava com raiva em seu coração – Saia daí e pelo menos uma vez na vida se comporte como homem – berrava dando socos na porta como tanta força que as paredes da casa tremiam – Eu não vou ter filho viado! Você está me ouvindo Eduardo! Eu não vou!

Foi quando ouvimos o som de vidro se quebrando e um gemido agudo vindo de dentro do banheiro. Joel então deu um empurrão na porta com tanta força que ela se abriu com um estrondo, mas não foi isso que me chocou. Eduardo se encontrava caído no chão em uma possa de sangue e vidro quebrado do espelho. Em seu pescoço, havia um longo corte assim como em sua mão esquerda que ainda segurava um enorme pedaço do espelho. Joel entrou no banheiro chorando e segurou o filho desfalecido nos braços. Ele sacudia Eduardo sem que o mesmo reagisse. Marlene (sua mãe) se levantou e correu até o filho enquanto o pai gritava em desespero. Tudo o que eu consegui fazer, foi desabar sobre meus joelhos. Nesse momento eu não conseguia escutar e nem falar nada. As lágrimas que antes vieram com extrema facilidade, não estavam presentes enquanto eu olhava o corpo daquele que amei. Via seus olhos negros fitarem o além, mas sem exibirem aquele brilho que somente a vida poderia lhe proporcionar. Vi um vizinho entrar na casa correndo e ao ver a cena sacou o celular e discou alguns números. Não pude ouvir o que ele dizia, pois só conseguia escutar o som do meu coração que batia debilmente depois de ser despedaçado daquela maneira.

Não demorou muito até que os para médicos e a polícia chegassem. Eles separaram os pais de Eduardo de junto do filho e recolheram seu corpo. Essa última cena havia ficado gravada em minha memória e se repetia em forma de sonho. Um só pensamento vinha a minha cabeça naquele momento: Eu o matei.

...

– Você está bem? – indaguei a Gabriela que havia ficado estranhamente calada depois do que eu havia lhe contado. Seu olhar assombrado estava fixo em mim – Fala comigo.

– Não encosta em mim – ela disse quando tentei toca-la – Como você tem coragem de dizer que sente falta dele? Você o matou! Isso tudo é culpa sua – ela tinha mais lágrimas nos olhos – Você o matou!

– Gabriela... – tentei dizer.

– Cala a boca! – ela gritou – Eu quero que você morra! – levantou-se e desceu as escadas correndo e pouco tempo depois eu ouvi o som da porta da frente batendo.

...

Espero que tenham gosto de mais esse capitulo. Até o próximo.


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Comentários

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03/08/2016 22:14:24
Nessa hora com o Eduardo o Davi não foi nem um pouco amigo dele....
14/05/2016 01:38:45
😢
31/12/2015 05:52:41
que monstro que ele foi , tadinho do eduardo , que cara insensivel , que nojo dele
25/03/2015 06:40:11
Gostei muito
24/03/2015 21:53:44
que nojo! que horror!sinto asco pelo personagem principal, sinto um nojo essessivo! cara, meu estomago embrulhou! quem fala algo assim sendo que sente o mesmo? é ridiculo! e o eduardo é um fraco! mas o culpado é o principal, e ele me da nojo!!!!!!!!!!!!!!!!!
24/03/2015 21:35:11
Sem palavras, com o queixo no chão!
24/03/2015 20:42:06
Tomara q o próprio Davi consiga si perdoar por isso; ele ñ teve culpa, foi apenas o medo de ta fazendo e sentindo algo "errado" q o fez agir assim. O Davi é tão vítima da hipocresia das pessoas como o Eduardo foi :'(

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