PAU GRANDE, GROSSO, E TORTO NO MEU CUZINHO

Um conto erótico de rosa morena
Categoria: Heterossexual
Data: 13/08/2014 17:31:33
Nota 9.75

PAU GRANDE, GROSSO, E TORTO NO MEU CUZINHO

Terminando o meu curso conheci um coroa , moreno cabelo grisalho, alto e forte e não tão bonito, mas muito bem educado e refinado com a as mulheres, como vim saber mais tarde. Como usava a biblioteca da faculdade muitas vezes, notei que o mesmo fazia o mesmo. Passei a nutrir excitação pelo mesmo e fiz tudo para aproximar-me dele e quem saber satisfazer meus desejos. Sempre tive em mente ter um coroa daquele jeito. Safadeza é uma coisa que anda junto com oportunidade. Passei a usar vestidos com decotes e foram esses que chamou a atenção do mesmo. No começo não achava graça nele, mas com o passar dos meses começamos a trocar olhares e foi um passo até começarmos a ficar, amigos.

Descobri que o mesmo era um professor já em fim de carreira, desquitado e se aposentando. Ele era encantador, simpático, falante, muito engraçado. Como também adoro uma conversa, ficávamos de papo horas e horas. Era uma amizade muito legal, mas tanto eu como ele tinha outras intenções. Certa tarde ficou até tarde estudando, quando mesmo apareceu e perguntou como eu estava; Respondi: cansada, carente e com fome. O mesmo disse que poderia dar uma força pra mim e convidou para ir ao seu apartamento. Chegando lá, disse que eu poderia tomar um banho enquanto faria um lanche pra mim e depois levaria para meu quitinete. Tomei banho, em seguida ele. Saiu de toalha entrou em outro quarto deixando a porta semi aberta. Pude ver pela fresta da abertura aquele corpo negro, delicioso, ele se enxugando.

De repente ele tira a toalha e fica totalmente nu. Fiquei enlouquecida com aquela imagem. Nossa como pode alguém ser tão bem dotado. Voltou vestindo bermuda e camiseta. Depois, descansamos e começamos um papo de sexo, que acabei esquecendo a fome de alimento. Gilson perguntou minha preferencia sexual. Disse que gostava de tudo principalmente o anal. O mesmo arregalou os olhos. Decidi mostrar: Pulei em seus pescoço e começamos a nos beijar loucamente. senti a mão dele subindo pela minha barriga até chegar ao meu peitão que eu adoro. Delícia! Ele apertou os dois por cima do sutiã. Prendi a respiração, nervosa pelo momento de tensão. Que perigo, meu Deus! Que loucura. Depois ele desceu a mão novamente para a coxa e dessa vez foi mais longe. Senti ela chegar na bucetinha. A calcinha estava sendo afastada e senti a mão quente sobre a buceta. Mordi o lábio inferior. Daí senti ela ser invadida por um dedo, dois três, e ir e vim num movimento sem parar. Lembrei das primeiras dedadas que levei do meu esposo

Abri o zíper da bermuda dele e levei minha mão até a cueca, passei bem devagar por cima dela, acariciei aquele volumão. Sentindo um tesão enorme puxei a cueca e para minha surpresa, vi aquele instrumento maravilhoso e duro. Como ele é moreno, a pica é bem mais preta, torta pro lado esquerdo, grande, grossa, cheia de veias protuberantes, cabeça escura e grande. Por medo, desejo e curiosidade, segurei com as duas espalmadas e ainda sobrava espaço para mais meia mão. Um novo desafio pela frente, alias, por trás. Era de botar medo em um virgem, mas eu sentia meu cuzinho piscando querendo ela pessoalmente Abaixe-me e ele pegou minha cabeça com a duas mãos e forçou contra o pau e a virilha dele, eu nem tinha colocado a vara na boca ainda, mas ele ficou ali, esfregando seu pau e saco de macho bem na minha cara. Mas eu queria mesmo era engolir um cacete, então eu fiz.

Comecei a chupar aquela cabeça enorme, lambendo tudo...até a base...Ele logo segurou meu cabelo com força e empurrou até minha garganta. Fiz um pouco de força contra as pernas dele, me afastei e abocanhei novamente aquela delícia. Fui devagar, pois era muito grande, só chupando e lambendo calmamente, usando as duas mãos, Gilson, segurou meus cabelos e forçou a rola na minha boca. Eu tive que engolir, a rola entrou direto na minha garganta, fiz um pouco de ânsia e quando tentei me afastar, ele forçou mais ainda. Enlouqueci! Estava engasgando e ele me xingando, dizendo que era aquilo que eu queria, então ia ter. Ele meteu com força! Engoli várias vezes aquele pau com estocadas fortes. Estava muito louca de tesão. Apesar da dificuldade com o tamanho do cacete, chupei bem gostoso, tirando suspiro do coroa. E depois de um tempo chupando Gilson encheu minha boca de porra. O safadão gozou dentro da minha garganta. Engoli um pouco e o resto da porra escorreu pelos lábios.

Então ficamos nos beijando sofregamente, um masturbando o outro. Ele parou, disse que também tinha uma preferência e eu fiquei gelada por que já sabia qual era! ANAL; E então ele propôs: “Podemos fazer por trás. Você quer?” querer, eu queria, mas aquela curva no pau deu-me medo de verdade. Falei pra ele que não ia deixar, que ele com aquele pau enorme ia me rasgar inteira, disse que poderia comer minha bucetinha. Ele não insistiu. e disse pra eu deixa-lo tentar, que se eu dissesse pra parar, ele pararia. Ele falava no meu ouvido, dizia que a muito tempo sonhava em me pegar de jeito.

Ficamos nos beijando na boca. Ao invés de irmos para o quarto, Colocou-me sentada sobre a mesa e me beijou. O pau encaixou na minha xoxota protegida pela calcinha. Foram alguns minutos de beijos e chupadas nos seios. Ele me fez deitar na mesa e levantou minhas pernas. Tirou minha calcinha e abri as pernas. Gilson caiu de boca na minha xoxota encharcada. Chupou, lambeu, enfiou a língua comprida na minha vagina, mordiscou meu grelo enquanto enfiava um dedo o meu cuzinho. levantou e puxou-me para a beirada da mesa. Pedi que comesse minha buceta, queria ser preenchida por aquela tora enorme, queria ver aquele arco entrando na buceta.Mas o mesmo disse que não e que teria outro dia para fazer aquilo, e que no momento a preferencia era comer minha bundinha empinada e grande.

Eu já havia feito anal com meu Marido e com outros homens, mas a pica do Gilson era de assombrar. Acho que não existe camisinha para aquele calibre de rola. Na buça eu garantia, mas no cu... Eu fiquei meio receosa de fazer anal com ele. Manhosa que sou, disse que estava para gozar e queria sentir seu pau jorrar quentinho no meu útero, que no momento faltava coragem para dar o cú.

O safado voltou a disse que faria bem devagar e com muito jeitinho e se eu não gostasse ele pararia, pois não queria me machucar. Então concordei, mas perguntei como iria lubrificar meu cuzinho? Só saliva era pouco já que a pica era muito grossa curvada e grande. Só aquelas veias protuberantes iam arrombar o meu cuzinho.

Ele pediu calma foi ao quarto e voltou com um tubo de gel. Eu continuava na mesma posição de franco assado sobre a mesa. Enfiou um dedo, depois dois, então entrou o terceiro. Deixou meu cu aberto e encheu-o de gel. Era um gel frio que depois ficou quente. Passou gel no seu caralho e encaixou-o no meu anel. Relaxei o máximo possível e senti a cabeça entrar. Começou com uma dor forte que aumentou até ficar insuportável. Pedi para parar bem baixinho, pois não conseguia respirar. Minhas pernas amoleceram. Era só dor. Pensei que fosse desmaiar. Apoiei as coxas nos ombros dele. Fechei os olhos e mordi o lábio inferior.

A sensação a seguir foi delirante. Foi um misto de dor e prazer. Apesar de eu ter experiência com sexo anal, para mim foi como se fosse a primeira vez. Relaxei o cu. Deixei-o pronto para entrar aquela tora. E foi pressionando mais e mais. Com todo carinho. Senti meu esfíncter se abrindo. Sentir a cabeça penetrar um pouco. Travei o cuzinho dificultando a penetração. Ele segurou sua pica no meio e foi forçando firme, estava determinado colocar tudo. Comecei a gemer e chorar sem parar, e o xingava de filha da puta, e choramingava baixinho dizendo ai ...ai..ai..aiiiií. Ele empurrou um pouco mais e parou. O anel do cuzinho piscava sem parar. Eu toda aberta em cima da mesa, as vezes passava o dedo nos meus grelos ou segurava meus seios para ver se aguentava aquela pica torta se adaptar ao meu cuzinho.

Sentia o meu esfíncter sendo dilatado mais e mais e logo em seguida aquela tora foi mergulhando lentamente para dentro. Gemi longamente acompanhado a penetração, coloquei a mão segurar sua mão para que parasse um pouco. Doeu para entra a cabeça e quando ultrapassou os músculos da entrada, ele parou para que eu me acostumasse e ficou beijando as minhas coxas. Depois de um tempinho, ele foi metendo. E eu de olhos fechados, sentia aquela tora tentando entrar pela minha porta dos fundos, pelo lugar proibido cada vez mais. Parou um pouco, beijou-me e falou no meu ouvido “ – Você é muita gostosa!!, não posso desperdiça essa chance, quero comer seu cuzinho gostoso, quero deixar ele todo arrombado.Vamos pro quarto.

Ao entrar, deparei com uma cama box, bem alta, Gilson mandou eu deitar na quina cama. Aquela posição ficou bem estratégica, pois mantinha minhas pernas sempre abertas e o canto do colchão roçava por vezes minha xana. Gilson passou a mão na minha cintura e deixou minha bunda empinada, afastou as bandas de minhas nádegas, começou a lamber as preguinhas de meu cú.... fui ao céus de tanto tesão.... lambeu e enfiou os dedos no meu cú. Colocou travesseiros embaixo da minha barriga, empinando ainda mais minha bunda, se posicionou atrás lambeu ainda mais e passou gel deixando bem melado e tentou penetrar. Pedi que acariciasse mais. Ele brincou com meu clitóris e depois enfiou o dedo polegar no meu cú. Mordi o lábio inferior para abafar um gemido mais alto. Falei baixinho - ‘’Me come por favor quero sentir o teu pau, por favor.. falei choramingando... Sua puta safada, peça para eu comer teu cu, anda pede logo!! Respondi sussurrando...Anda amorzinho, come gostoso meu cuzinho...faz com carinho, me faz gozar...

Ele subiu em cima da cama e me pegou pela cintura e empinou meu bumbum. Pediu que abrisse meu cu com as duas mãos. atendi o pedido. Gilson de ajeitou atrás encostou pintão na entrada do meu cuzinho e foi colocando devagarzinho. Coloquei um travesseiro na boca e mordi fortemente tentando aguentar o ardume. Sentia aquela vara ir estourando minhas pregas aí pude senti meu cuzinho se adaptar aquela curvatura do pauzão . Gemi, urrei, chorava e ficava sem ar. Gilson abria toda as minhas nadegas para facilitar a penetração. Ele tentou mete no meu cu com movimentos rápidos, aquilo doeu. Joguei meu corpo pro lado e sua pica saiu.

Falei pro mesmo ir colocando lentamente e que desse uma parada. Ele obedeceu e foi metendo bem devagarinho e voltava como se quisesse que o pau dele saísse do meu cu e quando isso estava quase acontecendo ele começava tudo de novo. Isso ocorreu por quase meia hora. Coloquei um travesseiro em baixo da minha cintura e me abracei com o outro, arrebitei a bundinha e relaxei, levantei o bumbum e pedi com a voz chorosa que ele fosse devagar...senti a cabeça encostou a cabeça no meu cuzinho, eu procurei relaxar, ele forçou, a cabeça resvalou e não entrou....ele com a voz mais mansa, me pediu pra ajuda-lo, coloquei as mão pra trás e me abri pra ele. a cabeça procurou espaço e o meu cuzinho se abriu um pouco, a cabeça entrou e eu dei um grito...." pára,para, para... tá doendo...” com a cabeça dentro, ele começou a passar as mãos nas minhas costas, me fazer carinho, falar o quanto a minha bunda era gostosa, que passou o dia todo pensando em me comer, que eu era linda....eu fui relaxando e aos poucos, fui mexendo o bumbum, ele colocou a mão na minha xotinha e ficou brincando com o meu grelinho, me fazendo uma sirica gostosa...senti entrar mais um pouco, eu mexi mais a bundinha, a dorzinha era gostosa. Gilson ficou o tempo todo paradinho, mexendo no meu grelinho e eu rebolando naquele pauzão duríssimo.

Rebolando e gemendo, deixei que ele foi entrando em mim, quando sentir os pelinhos dele na minha bunda, foi um alivio, uma sensação de vitória, apertei meu cuzinho em torno do cacete dele, doeu, mais o gemido que arranquei dele valeu apena....eu empurrei minha bunda contra ele, senti o cacete dele todo dentro de mim , no meu cuzinho, com as mão nos meus quadris ele começou um vai e vem bem discreto, meu cuzinho estava doloridinho, sensível e começou a piscar, eu sentia cada centimetro daquela pica deliciosa, deslizar no meu cuzinho.

E voltou a forçar a penetração começou a atolar aquela tora dentro de mim, eu sentia os resto das pregas da minha bundinha se romperem, eu choramingava, mas não tinha como parar ate que entrou a cabeça inteira, meu cu latejava, doía muito mesmo, então ele foi mexendo e de cm em cm chegou ate o talo e começou a tirar, e colocar cada vez em movimentos mais rápidos e violentos.

Quando dei por mim, já estava com o pau dele estava até o talo no meu rabo, e começou o vaivém. E enterrou sem dó sua rola no meu cuzinho.... sentia aquela vara entrar e sair ... por vezes fundo até o saco bater em minha bunda, outra vez raso deixando só a cabecinha lá dentro... pelo esforço A dor logo sumiu e virou tesão. Eu gritava de prazer e tesão. As vezes ele queria prolongar a foda e parava, eu louca de tesão, jogava meu bumbum contra o corpo dele rebolava, não queria deixa aquela picona sair.

Gilson tirava quase tudo e metia de novo, pra mim era uma sequência de pequenos orgasmos, então apertou forte pela minha cintura e puxou de encontro ao seu corpo, e começou a gemar mais forte e eu senti ele latejando no meu cuzinho, senti um caldinho quente, banhando meu cuzinho por dentro, gozamos juntinhos.....ele caiu por cima de mim, senti o peso daquele macho na minhas costas.

Foi gostoso ficar apertando com o meu cuzinho o pau dele já amolecendo, senti ele beijando e gemendo na minha nuca....ele se ergueu e saiu e foi pro banheiro, eu me levantei cambaleando, entrei no banheiro e ele me puxou pro chuveiro e me abraçou e me beijou, eu fiquei toda dengosa .tomamos uma banho gostoso, entre beijos e carinhos. Enquanto me abraçava por trás e me dava um beijo na orelha, eu sentir o pau dele se avolumando na minha bunda. Fiquei excita, Gilson virou meu rosto e me deu um delicioso beijo de língua, ai eu me virei e o abracei, fiquei de pontinha de pé e os braços em volta do pescoço dele, ele passou as mãos no meu corpo, na minha bunda. Disse manhosamente em seu ouvido que estava super excitada e queria que ele comesse minha bucetinha.

Nos atracamos num beijo molhado e gostoso, procurei e peguei aquele pau deslumbrante com as duas mãos, uma mão depois da outra e ainda sobrava a cabeça daquela pica deliciosa. Não resisti e cai de boca eu me deliciava chupando o pau dele, gemendo eu tentava colocar o máximo que podia na boca.....mamei com sofreguidão, ele começou a gemer baixinho, passei os dentes na cabeça e ele gemeu mais alto e profundo. Dei uma parada beijei sua boca e pedi que colocasse tudo na minha buceta, pois estava latejando. Gilson, achou graça e disse que não comeria a minha buceta, pois naquela tarde comeria somente o cuzinho. Ele me encostou na parede, e começou a esfregar meu grilinho, logo entendi o que ele estava querendo, queria me enrabar o desgraçado, queria meu cuzinho. Eu resisti, não quis no início, mas ele foi insistindo, com jeito, me deixando cada vez mais louca de tesão, até que colocou a cabeça do pau no olho do meu cu e começou a forçar, sempre me masturbando.

Apoiei-me na parede do banheiro e ele começou a beijar minhas costas e minha nuca, me deixando arrepiada. Foi descendo ate minha bunda e se deteve admirando e beijando. Quando ele abriu e lambeu e beijou meu cuzinho me levou ao delírio. Seus beijinhos e seus dedos tocando minha bundinha e meu cuzinho me faziam deseja-lo cada vez mais dentro de mim. Implorei para que colocasse logo. Empinei o bumbum, ele me puxou, molhou seu pau e foi cutucando meu rabinho, me levando ao delírio.Sem lubrificação, a dor foi insuportável, eu quase subia pela parede, mas ele não desistiu, nem eu me dei por vencida. Forçou e socou tanto o pau no meu rabo que conseguiu cravar a cabeça, eu vi estrelas de tanta dor, ele tinha me rasgado mesmo! Ele me espetou no pau dele e começou a me erguer pra cima, não tinha mais apoio nos pés, ele se aproveitou disso e me enterrou tudo, me enrabou por inteira, não deixou nem um centímetro de fora.

Eu quase desmaiei de dor, mas mesmo assim gozei como uma louca. Ardeu, mas depois que afundou tudo foi delicioso. E ficou bobando devagarzinho. Com a mão em meu peito e outra na frente no meu grelinho e aquele pau todinho no meu rabinho. Gemi, choramingava de prazer, eu gozei varias vezes. Após uns quinze minutos fudendo meu cú, ele não aguentou e gozou, senti a porra encher meu cú arrombado. Tirou o pau de dentro e ele então ficou olhando meu buraco arreganhado fechando lentamente e metia os dedos para mantê-lo aberto mais tempo. Cheguei no meu ap e fui tomar um banho. Verifiquei meu buraquinho e vi que ele estava arreganhado, tal qual a primeira vez que meu marido deixou, e vi que realmente que seria meu 2º meu macho pra me fuder de verdade, o que vem ocorrendo constantemente.

Rosa morena


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Comentários

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18/08/2014 19:25:37
Delicioso moça
14/08/2014 09:51:04
Maravilhoso conto, deixa eu atolar o meu pau nesse rabo gostoso também, tim
14/08/2014 07:58:26
Fica meu whastApp ,qualquer dúvida ou alguém tiver pergunte ,evite constrangimento...
14/08/2014 07:55:57
É excitante sim,fica uma dica mulheres que jamais deve sexo anal,se for fazer pela primeira vez introduza um dedo e consecutivamente dois dedos até a metade e depois introduza até o final,lembre-se usar lubrificante próprio para sexo anal e sempre com camisinha...
14/08/2014 01:01:48
Deliciosamente gostoso, me envolvi do inicio ao fim neste conto delicioso, parabéns

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