Flinestones orgia total - parte 12

Um conto erótico de predadora
Categoria: Heterossexual
Data: 02/07/2014 07:09:26
Última revisão: 24/07/2015 02:24:36
Nota 10.00

Continuação orgia dos Flintstone. Parte nº 12.

Betty e Vilma foram pro quarto de Betty e quando chegaram lá Vilma falou: Amiga, você depila minha xota? Quero ela bem depilada, já está começando a ficar peluda.

Betty – Mas Vilma, o Barney não depilou ontem à noite, ele falou que tinha deixado carequinha!

Vilma – Depilou, mas, você sabe como são os homens, apesar do Barney depilar razoavelmente bem, ele nunca vai depilar como uma mulher faz, você é mais detalhista, ninguém depila minha xota melhor que você.

Betty – Obrigada amiga, nunca pensei que você me considerava uma especialista em depilação de xoxota, posso depilar agora se você quiser, tenho que tomar um banho, estou muito suada, e se você quiser podemos tomar banho juntas, você não acha uma boa ideia?

Vilma – Acho legal, mas, sem sexo, lembre-se que temos uma maratona sexual hoje com os meninos e a Pedrita.

Betty – Claro que lembro Vilma, você pensa que sou tão taradinha assim, tá certo que sou muito putinha, mas, estou tão cansada quanto você, e por isso, só vou para essa orgia, porque nunca fui em uma orgia antes, e tenho vontade de ir, e também, porque a Pedrita está pedindo, e não quero contrariar a Pedrita.

Vilma – Caramba Betty, pelo jeito a Pedrita te deu um show de língua, você parece até apaixonada por ela!

Betty – Apaixonada não, falta nela uma coisa que adoro, uma rola, mas, confesso que ela chupa como uma profissional, e tem uma boquinha deliciosa de beijar, em resumo, a menina é tudo de bom pra transar, e quero continuar trepando com ela, mas, apaixonada, eu só sou pelo meu Fred!

Vilma – Caralho Betty, você se apaixonou mesmo pelo meu ex-marido, o Fred te impressionou mesmo, pena que ele não era tudo isso quando éramos casados, mas, fico feliz com a troca que fizemos, adoro o Barney, ele é um homem magnifico!

Betty – O Fred mudou muito Vilma, lembra que você vivia reclamando que ele gastava quase todo o salário com as putas na rua? Agora ele gastas com a única putinha que ele tem, ou seja, eu.

Vilma – Dizer que ele gastava todo salário com as putas era exagero meu, mas, com certeza ele gastava muito com putas e jogos de azar.

Betty – Pois agora que é meu marido, controlo tudo, ele não gasta mais com jogo, aliás, não joga mais, e só come a putinha de casa, esse é nosso acordo, e tenho certeza que ele respeita.

Vilma - Como assim Betty, então o Fred não pode comer uma bucetinha diferente, você não deixa o Fred comer mulher na rua?

Betty – Claro que não Vilma! Ele já tem duas bucetas em casa, a minha e a sua, está bom demais pra um corninho manso. Não quero saber de homem meu comendo buceta na rua.

Vilma – Mas Betty, você mesma me falou que já arranjou um monte de mulher para o Barney?

Betty – Mas, é diferente Vilma, do Fred eu tenho ciúmes, o Fred é um galinha por natureza, tenho medo de perdê-lo pra alguma putinha ladra de corno, já o Barney é um corninho caseiro, é bem mais dócil, fácil dominar, e determinar o que você quer dele.

Os homens pensam que mandam na casa, e é bom que eles pensem isso mesmo, mas, na hora de decidir, temos que mostrar que quem manda somos nós, e nesse ponto você teve mais sorte, o Barney é mais fácil de ser dominado, você tem que mostrar pra ele que quem manda é você, claro que você tem que ser sutil nisso, mas, ao mesmo tempo firme, ele tem que ser seu corninho e saber que você determina o que o casal vai fazer, ou não fazer, ou seja, você manda, ele obedece.

Vilma – você é maluca Betty, você está me dizendo que eu devia proibir o Barney de comer outras mulheres na rua, enquanto eu passo a noite fudendo muito com meu amante duas ou três vezes por semana.

Betty – não, não foi isso que eu quis falar, mas se você quiser exclusividade na rola dele, é fácil conseguir, você chega nele com carinho e diz: amorzinho, você já tem tantas bucetinhas pra comer, a minha, a da Betty e a da Pedrita, queria lhe pedir pra você não comer mais ninguém fora, corninho que é corninho só come a buceta da dona do corno e de quem a dona do corninho mandar, quero você bem descansadinho pra mim e as meninas, pode ter certeza Vilma, ele vai comer na sua mão, o Barney adora ser corno, isso excita ele, tenho certeza que ele vai fazer o que você mandar, corno manso de verdade gosta de mulher mandona, ele sabe que quem manda é a esposa e o corno verdadeiro adora isso, por isso vai ser muito fácil você dominar o Barney, mostra pra ele que é você quem manda amiga.

Vilma – e o Fred aceitou isso?

Betty – claro que aceitou Vilma, você esfrega a buceta na cara dele e ele aceita qualquer coisa, você quer ver uma coisa, estou ouvindo a voz do Fred na sala, se você quiser eu chamo-o aqui e te mostro como se faz.

Vilma – Adoraria ver isso Betty!

Betty – Pois bem veja só:

Betty abriu a porta do quarto e falou:

Betty - Fred meu amor, vem aqui quero falar com você.

Fred que estava na sala de estar da casa entrou no quarto do casal onde estavam Betty e Vilma, e sorrindo perguntou: o que posso fazer por vocês meus amores.

Betty – Só quero que você fale pra Vilma quem manda na porra dessa casa, quem aqui é dona do corninho.

Fred baixou a cabeça e falou:

Fred - Claro que é você minha putinha!

Betty – E você pode comer a buceta que quiser na rua?

Fred – Não Betty, só posso comer quem você deixar!

Betty – E porque isso?

Fred – Porque quem manda é você, corno tem mais é que obedecer a dona.

Betty – Tá vendo Vilma, o que é um corno adestrado.

Betty olha pra cara de Fred humilhado, depois olha pro volume na calça dele e vê que ele está de pau duro. Betty sorri mostrando pra Vilma o volume na calça de Fred, depois diz:

Betty – agora pode sai corninho, estou gostando de ver você assimilando os conhecimentos que estou lhe passando.

Fred saiu com um sorriso no rosto pelo afago que Betty lhe fez na cabeça.

Vilma – Betty parecia um cachorrinho abanando o rabo agradecendo ao carinho da dona.

Betty – e assim que deve ser um corninho Vilma, você tem que adestrar seu corninho como se adestra um cachorro, se você não ensinar direitinho ele morde sua mão. Você viu como ele ficou de pau duro quando o humilhei? Corninho é assim, adora ser humilhado pela dona.

Vilma – Talvez você tenha razão Betty, o Barney já tem tantas bucetas pra comer, não tem necessidade nenhuma de ficar por ai comendo buceta na rua, mas e eu Betty, então só posso meter com meu amante e os rapazes aqui de casa?

Betty – claro que não Vilma, nós somos donas dos corninhos, nós somos mulheres e por isso nós podemos meter com quem nós quisermos e com o apoio total do corno, senão que graça teria ter um corno, se você não poder meter com quem você quiser? Se ele é manso tem que aguentar quantos chifres a dona botar nele, e sem reclamar.

Vilma – tem razão Betty, não quero mais que o Barney transe com aquela sua amiga, a Regina Pedra Polida, toda vez que ele come ela fica todo feliz, e a putinha com aquela cara de puta satisfeita, confesso que tenho muito ciúmes dela, amo o seu ex-marido e não quero perder ele pra uma putinha gostosa!

Betty – pois então proíbe, ele tem que fazer o que você quer, lembre-se que a dona do corninho é você, e por isso quem tem que ter prazer é você, o prazer dele é apenas a consequência do seu prazer, assim é o mundo dos cornos, eu andei estudando as regras do mundo dos cornos e aprendi muito sobre o assunto com mulheres que tem corno em casa a mais de duas décadas.

Vilma – quero muito ler sobre o assunto amiga, acho que tenho muito a aprender, e poder adestrar meu corninho direito!

Betty – pois é Vilma, quando o corno era meu eu ensinava direitinho, mas agora que o corno é seu, o problema também é seu. Dou aulas ao meu corno todos os dias, se ele não estiver bem adestrado termina saindo do meu controle, e nenhuma dona de corno quer isso.

Vilma – que bom ter conversado com você sobre isso Betty, você mostrou-se uma esperte sobre o assunto corno manso.

Betty – especialista eu não sou, confesso que ainda tenho muito a aprender, mas já sei muito e posso passar esse conhecimento pra você e pra Pedrita, mas a leitura de livros especializados é muito importante, e tem vários no mercado, mulheres donas de cornos com muito tempo de experiência, que escreveram livros orientando as amigas sobre o assunto.

Vilma – obrigada Betty, mas é melhor tomarmos banho logo e rasparmos a xoxota uma da outra, tá quase na hora da surubada, estou tão nervosa, estou parecendo uma noiva virgem.

Betty – apesar de cansada Vilma, não sei se vou resistir sentir o cheirinho da sua xoxota sem ter vontade de meter minha boca nela.

Vilma – tudo bem taradinha teremos muito tempo pra fazer isso, lembra-se que estamos indo pra uma suruba.

As amigas tomaram banho e Betty não aguentando, ainda deu uma gostosa chupada na buceta de Vilma, depois raspou a buceta da amiga que quase não tinha cabelo, e Vilma fez o mesmo com Betty e as duas depois de se perfumarem bem e vestirem vestidos curtos e sensuais e sem calcinha, foram pra sala e esperaram o resto da família, não tinha dado nem 10 horas e já estavam todos na sala da casa dos Flintstone, conversaram beberam e Pedrita a mais excitada e carente de sexo começou a acariciar o pau do noivo que estava sentado no sofá.

Pedrita – Amor, estou acariciando seu pau, mas confesso que estou pensando no pauzão do seu pai, estou doida pra meter aquele pauzão gostoso na minha boca, você sabe o quanto adoro chupar uma rola!

Bambã - Tudo bem Pedrita, sei que você adora o pau do meu pai, até parou de sair com meu amigo Mauro, ele vive reclamando que está com saudades da sua bucetinha, que você nunca mais apareceu pra fazer um carinho nele.

Pedrita – Você sabe que adoro fuder com o Mauro, mas a Pedrinha, aquela tarada não me deixa sossegar, sempre tem um amigo dela e apesar dela não gostar de rola, sempre pede pra eu meter com os amigos dela.

Nessa hora Pedrita tirou a rola do noivo pra fora e iniciou um gostoso boquete, Vilma deu um toque no braço de Betty e falou:

Vilma – Olha só aquilo Betty, a putinha da Pedrita já caiu de boca naquela rola gostosa do Bambã.

Betty – Acho que nós duas já devíamos está fazendo o mesmo, eu chupo a rola do Barney e você a do Fred.

Vilma – Você é esperta Betty, só porque o Barney tem um pau mais grosso e grande você quer chupar o pau dele.

Betty – Credo Vilma, você tá esquecendo que temos a noite toda pra chupar rola de todos os homens daqui, não se preocupe, você vai chupar todas as rolas da suruba familiar.

Vilma – Você tem razão Betty, acho que estou nervosa com a presença da Pedrita, apesar de saber que ela é uma putinha mais experiente que eu, é estranho fazer sexo no mesmo ambiente que ela.

Betty – Eu te falei Vilma, mas se você quiser ainda tem tempo de desistir.

Vilma – Não vou desistir Betty, a Pedrita nunca iria me perdoar, ela estava doidinha pra fazer essa suruba com a participação da família toda.

Betty - Então cai de boca no pau do seu ex-marido e eu vou cai de boca no pauzão do Barney, confesso que estou com saudades do pauzão do meu ex-marido, aquele pau preenche a boca da gente toda.

Os casais começaram a se formar e a suruba começou a tomar corpo, as mulheres e os homens começaram a ficar mais descontraídos, e as trocas de casal eram constantes, Fred ficou com Betty, Bambã com Vilma e Pedrita com Barney.

Fred comeu Betty de quatro e Vilma ficou chupando o pau de Bambã.

Pedrita começou um meia nove com Barney. As trocas eram constantes, e depois de muito sexo e já mais de três horas de suruba Betty estava de quatro sendo chupada por Pedrita e Bambã ajoelhou na frente dela e botou o pau na frente da cara dela, ela olhou o filho adotivo e falou:

Betty - Está maluco Bambã, eu sou sua mãe!

Bambã – a senhora não é minha mãe de sangue, e sei que a senhora está morrendo de vontade de cai de boca no meu pau.

Betty toda sem jeito lambeu a cabeça do pau de Bambã e sentindo aquele cheirinho da buceta de Vilma no pau do filho adotivo caiu de boca no pau dele timidamente, depois de algumas mamadas intensificou as mamadas e já mamava a todo vapor. Pedrita vendo a cena sorriu e falou:

Pedrita – sabia que a senhora não ia resistir ao pau do meu noivinho tia Betty, depois a senhora tem que experimentar ele no cuzinho, tenho certeza que a senhora vai adorar, ele come um cu como ninguém.

Já era tarde da noite e todos estavam dormindo nos quartos ou na sala da casa, foi quando Betty acordou com a Pedrita do seu lado, ela olhou pra jovem e viu a bucetinha dela arreganhada, colocou o dedo dentro dela e depois lambeu o dedo, Pedrita abriu os olhos e falou:

Pedrita – depois a gente trepa tia Betty, estou morrendo de cansaço e estou com o cuzinho ardendo, o tio Barney e um cavalinho e apesar de está acostumada com rola grossa estou muito ardida e com sono.

Betty sorriu e beijou a menina na boca depois foi até a cozinha e tomou um copo de agua e foi em direção ao seu quarto, chegando lá viu que Vilma e Fred estava deitados na sua cama e resolveu deitar no sofá, quando chegou lá o Bambã estava deitado no sofá e o pau dele estava duro, Betty sorriu e falou: que filhinho tarado que tenho, ele até dormindo fica de pau duro. Betty ficou excitada com aquela rola dura na sua frente e sua xoxota começou a ficar molhadinha. Betty tremendo botou a mão na rola de Bambã e começou a punhetar a rola dele. Bambã acordou e sorrindo falou:

Bambã – que bom ver você ai batendo uma pra mim, passei a suruba toda pensando como faria pra comer a senhora, tenho o maior tesão na sua bundinha.

Betty – tudo bem amor, só dei o cu pro Fred, ele não tem pau grosso e minha bundinha está novinha em folha, se você quiser dou a bunda pra você!

Betty ficou de quatro e empinou a bundinha e mandou Bambã meter gostoso. Bambã arrumou a cabeça na entradinha do cuzinho dela e foi metendo bem devagar, ela gemendo com a grossura da rola e pedindo.

Betty – Por favor, querido, mete devagar, seu pau é grosso até pra uma arrombadinha como eu.

Bambã – conta outra mãe, o papai tem o pau maior e mais grosso que o meu.

Betty – é que já estou acostumando com a pica do Fred, e depois que me casei com ele quase não estou mais metendo com o seu pai, e meu amante já faz três semana que não trepo com ele, o corninho do Fred até me cobra o chifrinho.

Bambã – então minha obrigação é arrombar esse cuzinho pros outros comedores.

Bambã bombou com força e Betty gemia e dava gritinhos em cada estocada que ele dava. Quando Betty levantou a cabeça viu Fred em pé na sua frente oferecendo a rola pra ela chupar, Betty caiu de boca e falou:

Betty – enfia esse pau gostosa na minha boca corninho gostoso, você está sentindo falta dos chifres que lhe ponho não é? Pois não se preocupe, o Felipe Pedra Porosa vive me ligado dizendo que está morrendo de saudades da minha buceta, e confesso que sinto falta do pauzão dele também.

Fred – tudo bem amor, mas tenha cuidado, a esposa dele está desconfiada que a minha putinha tá dando por marido dela.

Betty – deixa comigo amor, em matéria de sacanagem eu sou especialista, ela nunca vai me pegar com o marido dela, sei como esconder minhas putarias.

Betty gemia com as estocadas de Bambã, xingava e gozava falando palavrões.

Betty – arromba logo meu cuzinho bem gostoso, me deixa toda dolorida pauzudo gostoso, não quero sair desta suruba com nenhuma prega no cu.

Bambã ouvindo isso ficava muito excitado e mete com muito mais força fazendo Betty delirar na rola dele, Fred vendo aquilo fica muito excitado e soca com força na boca da esposa.

Fred – Betty meu amor, você não sabe a satisfação que um corno sente ouvindo a esposa gemer assim na rola de outro homem, ainda mais quando esse homem é o seu filho adotivo.

Bambã já suando falou:

Bambã – vou arrombar muito essa bundinha pro senhor tio.

Depois de varias estocadas Bambã avisou que iria goszr, Betty ouvindo isso pediu pra ele tirar e gozar na boca dela,

No dia seguinte

continua.

DECIMO TERCEIRO CAPITULO.

Todos estavam espalhados pelos cômodos da casa, Vilma e Fred estavam deitados na cama de casal, Pedrita estava deitada no seu quarto e Bambã estava com ela, e Betty estava sozinha no sofá. Betty acordou e foi fazer um café, mas tomou sozinha, os outros membros da família continuaram dormindo e o primeiro a acordar foi o Fred.

Fred – Oi minha querida, que horas são?

Betty – É 11h40min meu amor, porque não vai dormir mais um pouco, hoje é domingo e você pode dormir até mais tarde.

Fred – quando acordo não durmo mais amor, e você como está, dá doída?

Betty – pra falar a verdade, estou um pouco doída sim, mas é uma dor gostosa, se você fosse mulher saberia do que estou falando.

Fred – tudo bem querida, mas você me falou uma coisa que ficou na minha cabeça, você falou que o Ricardo Pedregulho tinha te ligado e pedido pra se encontrar com você, é verdade mesmo ou você falou aquilo só pra me deixar com tesão.

Betty – é as duas coisas Fred, eu queria que você sentisse aquele tesão de corno que você tanto gosta de sentir, e também é verdade que ele vive me ligando, só não fui mais ficar com ele porque nossa vida sexual está muito ativa, e não a xoxota que aguenta tanta pica.

Fred sorriu junto com Betty e depois perguntou:

Fred – e o que você pretende fazer amor, você vai se encontrar com ele?

Betty – já sei que você está doidinho pra eu meter com ele, o seu extinto de corno pede pra mulher amada meter com outro, vocês corninhos adoram muito mais que nós trepemos com outros do que a gente gosta de trepar com o comedor, no fim das contas, vocês cornos tem muito mais prazer do que nós putinhas dos cornos.

Fred sorriu e falou:

Fred – não sei o que os outros pensam, mas eu tenho muito tesão em pensar que minha putinha está entrando na rola de algum comedor.

Betty – Eu sei disso meu corninho, e por isso te amo mais ainda, você entendi que tenho minhas necessidades de mulher e não posso ficar só com o pau do maridinho, mulher tem mais necessidade de sexo que homem, por isso toda mulher moderna tem que se casar com um corninho, só os corninhos entendi as necessidades de uma mulher moderna.

Fred – Tudo bem minha putinha, se você tem prazer em meter fora eu que sou seu corninho tenho mais é que te apoiar em todas as suas necessidades.

Betty – Pra falar a verdade amor, eu tenho muita saudade da pegada do Ricardo, ele tem um jeito de ficar socando fundo no cuzinho da gente é muito gostoso.

Fred – Se você me ensinar eu posso fazer o mesmo com você amor!

Betty sorri e fala:

Betty – Impossível amor, pra fazer isso tem que ter pica de macho alfa, ou seja, pica grande, e você com essa rolinha tão pequena não alcança fundo dentro o pontinho do prazer no cuzinho da mulher.

Fred – Também não precisa me humilhar assim amor, não precisa falar que meu pau é pequeno.

Betty – Precisa sim, você é meu corno e tem que saber seu lugar de corno, tem que saber que você não é o macho alfa, que você tem pau pequeno e que quem manda é a dona do corno, ou seja, eu.

Fred – Tudo bem amor, já sei tudo isso, fui muito bem adestrado por você e sei o meu lugar, mas não tenho um pau tão pequeno assim, tenho um pau normal como a maioria dos homens, tem 16 cm de rola, e bem que você goza muito nele.

Betty – Claro que gozo, adoro o seu pau Fred, não é disso que se trata, o seu pau é pequeno em relação ao pau dos comedores, mas adoro seu pau, adoro fazer amor com você, com você eu faço amor de verdade, os outros são apenas rolas gostosas, só isso, é você que eu amo.

Fred – Obrigado amor, morro de medo de te perder.

Betty – Não tem o menor perigo de me perder, te amo gordinho, você é meu corninho amado, vou te amar pra sempre.

Fred – eu também te amo amor!

Betty – Só tem uma coisa que não gostei, você não tem nada que reclamar quando eu falar que você tem pau pequeno, quando a dona do corno fala ele tem mais é que concordar com ela, mesmo que ele não concorde.

Fred – Tudo bem minha linda, é que sou novo nessa coisa de se corno, mas sou inteligente e vou aprender.

Betty – Assim é que eu gosto corninho, estou aqui é pra te ensinar! Todos os dias vou lhe dá algumas lições de como se um corninho bem adestrado.

Os dias foram se passando e Pedrita praticamente só dormiu com Barney, Vilma dormia com Bambã, e a atividade sexual antes do casamento de Bambã e Pedrita foi muito intensa.

Fred chega do serviço e chama o nome de Betty:

Fred – bete amor você está em casa?

Betty – estou aqui no quarto amor.

Fred foi até o quarto e encontrou a esposa só de calcinha.

Fred – amor aonde você vai toda arrumada assim, e com essa calcinha tão sensual?

Betty sorri e fala:

Betty – horas bolas amor, você sabe que vou dormir hoje com o Ricardo Pedregulho, conversamos isso ontem.

Fred – É mesmo, eu tinha me esquecido!

Betty sorri e fala:

Betty – Além de corno é desmemoriado!

Os dois sorriem muito com o que Betty falou e Fred pergunta:

Fred – Você vai sem sutiã, essa blusinha tá meio transparente.

Betty – E daí amor, eu adoro mostrar um pouquinho, adoro deixar os machos de pau duro.

Fred – Já depilou a xoxota amor? Quer que eu depile pra você?

Betty – Minha xoxotinha está bem lisinha, mas adoro quando você depila pra outro comer, me dá uma sensação de poder, por isso quero que você procure qualquer cabelinho que tenha no meu cuzinho e tire com a cera de depilação.

Fred – Pra falar a verdade Betty eu também tenho tesão em raspar sua xoxota pra outro comer, me dá uma sensação gostosa de submissão.

Betty – Isso é normal amor, todo corno gosta disso, todo corno gosta de se sentir o bichinho de estimação da dona, é você já está quase que um mansinho perfeito.

Fred – E quando um corno é perfeito amor? Quando um homem consegue atingir a cornidão plena?

Betty – Esse é um estágio que só alguns homens consegue atingir, é o estágio que o corno começa a limpar a porra do amante da esposa com a língua. Ela chega em casa toda gozada e o corno limpa ela com a língua removendo toda a porra do amante da esposa com a língua.

Fred – isso não vai acontecer nunca amorzinho, não sou veado, não tenho tesão em comer porra de homem, e se tive que fazer isso pra ficar com minha putinha prefiro ficar sozinho.

Betty – Calma meu corninho, nunca lhe pedi pra fazer isso! Também acho uma coisa muito gay e não quero que você faça isso, a não ser que você queira, mas você já disse que não quer, então eu respeito.

Betty terminou de se arrumar pro comedor e Fred ainda depilou alguns cabelinhos que estavam nascendo, ela vestiu uma sainha até as coxa, que se ela fizesse um movimento mais forte apareceria sua calcinha transparente, deu um beijo em Fred e falou:

Betty - Fica ai assistindo televisão e batendo punhetinha amor, vou meter muito essa noite, daqui a pouco ligo pra você com a rola dele atolada na minha xota, você vai ouvir sua esposinha gemer na vara dele, tenho certeza que você vai bater muitas punhetas pensando na sua esposinha levando rola do macho alfa.

Fred se sentiu solitário e foi pra casa de Barney e encontrou o amigo e Bambã assistindo televisão.

Fred – Barney meu querido amigo, eu estava meio solitário em casa e resolvi vi aqui bate-papo.

Barney - Tudo bem amigão, o Bambã está ali assistindo televisão também, você quer assistir televisão ou conversar?

Fred – vamos assistir televisão mesmo amigos, é que a minha Betty foi dormir com o amante hoje, fazia tempo que ela não ia dormir com ele, e acho que tinha me desacostumado e fiquei meio solitário.

Bambã – Tudo bem tio Fred, nós estamos com o mesmo problema, a Pedrita está na casa da Pedrinha, ela me contou que o primo da pedrinha está aqui na cidade e pediu pra Pedrita ajudar ela na recepção do cara, ela quer fazer um ménage com a Pedrita e o cara.

Fred – caralho Bambã, essa minha filha tá te sacaneando mesmo, está fazendo até ménage.

Bambã – até parece que minha mãe não faz ménage, o amigo do amante dela vive comendo minha mãe, e depois, a Pedrinha é praticamente casada com a Pedrita, elas se amam, e não são apenas amantes, são muito mais que isso, e eu sei entender essa relação e procuro sempre ajudar as duas em tudo que posso.

Fred - E a Vilma Barney onde está?

Barney – A Vilma conheceu um cara na cidade e deu o telefone pra ele, o cara ligou ontem e a Vilma aceitou se encontrar com ele no shopping.

Fred – Isso não é perigoso Barney, e se esse cara for um bandido?

Barney – Não esquenta a cabeça Fred, a Rosinha Rocha lisa o conhece, disse que ele é um cara legal.

Fred – A rosinha é aquela amiga da Vilma que mora no bairro da Pedra pontuda?

Barney – É ela mesma Fred, ela falou maravilhas do cara, disse que a irmã dela já namorou com o cara e disse pra Vilma que o cara é bem dotado e demora duas horas pra gosar, a Vilminha ficou toda interessada quando a rosinha falou isso.

Fred – Ela falou na sua Barney? Ela sabe que você é corno?

Barney – Ela é muito amiga da Vilma, vem sempre aqui, e o marido dela é companheiro de chifre nosso, ela conversam sobre tudo, só não comi ela porque a Vilma agora tá com uma história que eu não posso comer buceta fora, só das mulheres de casa.

Fred – Pois a Betty já me proibiu a muito tempo, ela diz que corninho dela só come quem ela deixa.

Barney – Então a Vilma deve ter conversado com ela, porque antes ela não exigia essas coisas, agora está cheia de exigência, mas como sou um corninho obediente aceitei.

Fred – A Betty tem um jeitinho de convencer a gente que não falha! Ela me manda deitar e puxa a calcinha para lado e fica esfregando aquela bucetona na minha cara, e pedi qualquer coisa, e não tem homem que não faz o que ela quer, quero ver o macho que nega alguma coisa com uma gostosa igual a minha mulher esfregando a buceta na cara dele.

Barney - Isso é verdade Fred, a Vilminha é igualzinha, quando ela quer alguma coisa de mim, enfia um ou dois dedos na buceta e bota o dedo melado na minha boca, depois manda deitar de barriga pra cima e coloca aquele bucetão na minha boca, e pergunta de quem é o corninho, lógico que digo que é dela, ela sorri e pedi o que deseja, e sempre respondo que sim, ai a putinha manda chupar até ela gozar, depois que ela goza, me faz um carinho na cabeça e fala: Obrigado corninho, e vai embora fazer os afazeres domésticos.

Fred – A Pedrita também é assim Bambã?

Bambã – Não, mas, acho que vai terminar sendo, aquelas duas, com certeza, vão orientar minha putinha como me adestrar, mas, o que elas não sabem, é que a Pedrita é uma esperte na arte de adestrar corno. Tudo que sou devo a ela!

Fred – ainda bem que as meninas não obrigam a gente a fazer serviços domésticos.

Barney – Não se preocupe com isso Fred, a Betty, quando estava casada comigo, dizia que o compromisso do corno com sua dona, é só sexual, se ela começar a mandar o corno fazer serviço doméstico, não vai ser mais relação corno e dona, será relação escravo e senhora dona de escravo, coisa que ela não curte.

Fred – Então a Vilma foi meter com um cara pela primeira vez, você deve estar muito excitado Barney, sua putinha dando pra outro pela primeira vez. Ela não é mais minha esposa mais ainda tenho tesão em saber que ela conheceu um cara e na primeira saída dela com o cara, ela já vai trepar com ele, vai levar rola.

Barney – Pra falar a verdade eu estou morrendo de ansiedade, estou doido pra ela me ligar dizendo que está toda esfolada de tanto meter.

Fred – a Betty também vai me ligar pra falar sobre a trepada dela com o amante. Morro de tesão quando ouço ela gemendo na rola do cara, ela é muito putinha e fica falando um monte de putaria e é delicioso.

Barney – eu sei bem o que você está falando Fred, já até pedi pra Betty ensinar essas coisas pra Vilma, ela geme gostoso na rola do cara e me liga pra eu ouvir, mas a Betty sabe falar essas putarias deliciosas e no tempo que eu era o corninho dela ela me ligava quando estava com o amante e ficava falando putaria e eu só faltava morrer de tanto bater punheta.

Fred olhou pro lado e viu bambã tirando a rola pra fora e iniciando uma punheta.

Fred – bambã, não estou na minha casa, mas você não acha que deveria fazer isso no seu quarto?

Bambã – vocês dois já viram minha rola muitas vezes, e no meu quarto não tem televisão, e estou assistindo esse filminho de sacanagem.

Fred olhou pra televisão pela primeira vez e viu uma mulher muito jovem metendo com dois caras, um estava botando no cu e o outro na buceta.

Fred – Tudo bem Bambã, eu não estou na minha casa, por isso é melhor eu ir embora, vou deixar você a vontade.

Bambã – Que besteira tio Fred, eu já participei até de orgia no mesmo ambiente que o senhor, já comi sua filha na sua frente e o senhor está acanhado com uma punhetinha que estou batendo.

Fred – é que eu acho um homem bater punheta num ambiente onde não tem nenhuma mulher, parece coisa de bicha.

Bambã - Talvez o senhor esteja certo, talvez eu seja uma bichinha enrustida.

Fred sorrindo falou:

Fred - Então não olhe pra mim, eu só meto em bunda de mulher.

Bambã – Não esquenta tio, se fosse pra dá o cu eu não daria pra um gordinho igual ao senhor, tinha que ser um cara bem sarado.

Barney meio desesperado pergunta: Então você está falando sério, você é mesmo gay?

Bambã – Claro que não pai! Eu só queria era zoar da cara do tio Fred, mas daqui a pouco nossas putinhas fudedeiras vão ligar e nós os corninhos vamos ficar morrendo de tesão, então vamos bater uma punheta pensando nisso, é o melhor que temos a fazer. Veja as outras partes da história clicando no meu apelido: PREDADORA

CONTINUA.

Comentários

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12/07/2014 10:34:32
Muito bom.
02/07/2014 23:45:38
Parabéns pela continuação. Já estava com saudades.
02/07/2014 10:28:42
espero que leiam também os meus demais contos apertando no meu apelido (predadora)
02/07/2014 10:26:46
leiam e comentem as 11 primeiras partes desse conto, obrigada.

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