Com o Namorado da Irmã ~ Servindo de Plano B

[Olá, essa é a segunda parte do meu conto "Com o Namorado da Irmã ~ Como Cão e Gato", então seria interessante que você tivesse lido a primeira parte antes.

Essa parte do conto tem uma descrição de sexo hétero, mas é meio curta e serve mais pra desenvolver o enredo (por isso eu classifiquei o conto como homo e não bi), mas aposto que alguns de vocês também vão gostar]

“Como o diabo foge da cruz”, Paulinho se lembrou da expressão que a mãe, católica, gostava de usar, e deu um sorrisinho de canto de rosto. A expressão se encaixava perfeitamente no comportamento de Augusto desde a última vez que haviam se visto: a experiência de ter feito sexo com outro garoto (e, principalmente, de ter gostado), com certeza foi demais para a mente do jovem macho, que desde então fugia do irmão da namorada “como o diabo foge da cruz”, chegando ao ponto de não ir mais à casa da namorada, a não ser, claro, para busca-la para irem a um encontro, sem nunca passar da porta da frente.

Deitado na cama, vestindo nada além de um shortinho curto que deixava à mostra as coxas lisas e macias, Paulinho “lia” um Lua Nova, da saga Crepúsculo. “Lia” porque na verdade seus olhos percorriam as linhas despretensiosamente, as palavras sumindo de sua mente no mesmo momento em que entravam. Naquele momento, seu pensamento era alheio a Forks, Bella, vampiros e lobisomens,

O garoto remoía silenciosamente o fato de ter sido rejeitado por Augusto em troca de sua irmã, Paula. Ele sempre tinha espionado a própria irmã enquanto tomava banho ou trocava de roupa, e acabava sempre comparando seu próprio corpo ao dela. Paulinho se achava mais bonito. Ainda que não pudesse competir com os seios, tinha a pele mais limpa, tinha as coxas mais macias, a bunda mais redonda e os lábios mais grossos, melhores para beijar e para chupar. Como se não bastasse, o garoto era bem mais receptivo a sexo do que a irmã. Enquanto ela tinha certa relutância em fazer sexo oral, ele pagava boquete com gosto. Enquanto ela não aceitaria nunca fazer sexo anal, ele se colocaria alegremente de quatro no chão, à disposição de seu fodedor.

Então por que Augusto preferiu a irmã ao garoto?

A resposta era simples: Paula era uma garota, Paulinho não.

Paulinho gostava de seu corpo. Ele se sentia bem, se sentia bonito assim. Mas o problema é que os rapazes, mais especificamente Augusto, não pareciam gostar tanto do corpo dele. Sentiu vontade de ter peitos e uma vagina. Sim, ele trocaria o próprio corpo que tanto amava por outro, só para poder ficar com Augusto.

Suspirou profundamente, frustrado ao ver o rumo que seus pensamentos tinham tomado. Fechou o livro e continuou pensativo, mas dessa vez divagando sobre um tema ligeiramente diferente.

“Como fui deixar isso acontecer?”

Agora tinha certeza.

Desde quando tinha transado com Augusto, o garoto vinha sentindo... algo mais. Antes, era apenas tesão. Hoje, só de ver o garoto, de ouvir sua voz vinda do celular da irmã ou de lembrar do gosto de sua trolha, Paulinho já ficava todo empolgado. Não era apenas fogo no rabo, era algo no coração. Ele havia se apaixonado pelo macho e por sua pica.

“Como fui deixar isso acontecer?” Se perguntou de novo.

De repente, o clarão de um raio invadiu o escuro quarto pela janela enquanto o som abafava o gritinho assustado do garoto, que se cobriu com os cobertores como que para se proteger. “Caralha!”, reclamou alguns segundos depois, enquanto arremessava o livro em direção à janela. Para sua sorte, o livro bateu na parede e caiu no chão.

Estava com raiva do clima chuvoso e frio. Não apenas por causa do susto que tinha acabado de levar, claro. A história era mais complexa que issoA inesperada frente fria havia chegado há algumas semanas. Nada demais, se não fosse a avó de Paulinho, que mora no interior, sofrer de artrite. A brusca queda de temperatura tinha afetado a saúde da idosa, e ela precisava de alguém para acompanhá-la ao médico, e depois à capital, para casa de uma de suas filhas. Ainda que se tenha acertado que a senhora ficaria na casa de uma das tias de Paulinho, mulher solteira e sem filhos, coube à Fátima, a mãe do garoto, viajar para ajudar a anciã com os preparativos.

Isso tinha aberto uma brecha para Augusto e Paula. Com o relacionamento bem mais desenvolvido, a moça parecia finalmente começar a ceder às investidas do rapaz. Escutando escondido as conversas dos dois e bisbilhotando o celular da irmã, Paulinho descobriu que o rapaz planejava passar um ou dois dias na casa de Paula enquanto sua mãe estivesse fora, mas deixando bem claro para a namorada que não queria o irmão por perto.

Paula não podia tirar o irmão de casa, mas não queria perder a chance. Chegou para o garoto e explicou que ia trazer o namorado para casa, mas que gostaria de não ser interrompida. Paulinho já sabia do que se tratava, então não fez perguntas e a conversa terminou aíNo silêncio de seu quarto, Paulinho podia ouvir as vozes da irmã e de seu namorado vindo de fora. Suspirou novamente e olhou para o relógio. O rapaz estava lá há quase 7 horas, Os namorados haviam assistido filme, pedido pizza, conversado e tudo o mais, enquanto o garoto ficou trancado no quarto, sem nem mesmo sequer ver o homem pelo qual tinha se apaixonado.

Irritado do jeito que estava, se levantou e desligou a lâmpada do quarto. Voltou pra cama e cobriu-se com o lençol mais uma vez, tentando forçar-se a dormir. Não conseguiu.

Mas agora os sons que ouvia eram diferentes. O casal falava mais baixo, e podia ouvir-se o barulho de beijos de vez em quando. Dois pares de pés, um leve e outro bem mais pesado, fizeram barulho enquanto subiam as escadas.

“Maninho... Você já tá dormindo?” Ouviu a voz da irmã perguntando outro lado da porta. Ficou em silêncio e percebeu que desligar a luz tinha sido uma boa escolha. Não queria ser perturbado. “Maninho?” a voz da irmã foi ainda mais suave.

“Shhh... Olha pra fresta debaixo da porta. Ele já até apagou as luzes. Claro que tá dormindo”. A voz grossa era bastante familiar. Augusto parecia meio apressado, impaciente. Não demorou muito para ouvir o barulho da porta do quarto da irmã, que ficava logo ao lado do seu, abrindo e fechando.

Ainda que não ouvisse nada do que se passava no outro quarto, Paulinho sabia o que estava acontecendo. Se deitou na cama e, inquieto, virou de um lado para o outro por algum tempo, tentando se forçar a dormir mais uma vez. Não adiantou, aqueles pensamentos não o deixariam adormecer.

Se levantou, ligou seu celular e colocou o fone de ouvido. Começou a escutar música no volume máximo. “Ótima ideia”, pensou ao perceber que a música alta e que a letra e o ritmo pop eram capazes de lhe distrair a mente. Ficou assim, alegremente ignorando o que acontecia do outro lado da parede enquanto dançava no quarto escuro.

Mas sua paz não durou muito tempo. Poucos minutos depois o celular já estava abandonado na mesinha do quarto, seu dono se esgueirando para fora depois de abrir a porta em silêncio. Andou de ponta de pé até a porta do quarto da irmã. Conseguia ouvir alguns barulhos antes mesmo de chegar lá, mas continuou, sem pensar muito no que fazia. Colocou a mão nervosa sobre a maçaneta e girou com cuidado para não fazer barulho algum. Prendeu a respiração enquanto abria uma frestinha, só o suficiente pra ver o que acontecia de interessante lá dentro.

A luz do quarto de Paula também estava desligada, mas a luz dos postes e do luar entrava pela janela e tornava algumas coisas visíveis. Virando o pescoço um pouco, Paulinho conseguiu olhar para a cama da irmã. Nela, era possível ver a silhueta da moça deitada com o namorado por cima. O clarão de um raio iluminou o quarto por um instante e revelou o corpo nu dela sob o dele, que nessa hora já estava sem camisa, mas mantinha suas calças jeans.

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Paula gemia baixinho enquanto o namorado lhe sugava os mamilos, as mãos fortes viajando pelo corpo da garota, acariciando e apertando nos lugares certos e com a força certa. Augusto tinha uma pegada difícil de ser igualada.

Abandonando os seios da namorada, a boca do rapaz começou a descer, beijando-lhe a barriga. Parecia até que ia fazer sexo oral na moça, mas sua preocupação com o próprio prazer falou mais alto, e logo o rapaz estava mexendo na braguilha de sua calça. Não demorou muito para o vulto daquele pau monstruoso estar balançando no ar.

Paula parecia muito mergulhada em excitação para fazer qualquer coisa, o que realmente foi conveniente para Augusto. O macho aproveitou a situação para pegar as pernas da namorada e levantá-las, colocando os pés sobre os próprios ombros largos, uma posição que lhe colocava no controle do que viria a seguir.

Tentar penetrar a moça não foi fácil. Não bastasse o fato de Paula ser virgem, o picão grossa de Augusto dificultava ainda mais. O rapaz teve dificuldade até mesmo de abrir a bucetinha apertada

“Pára, amor... tá doendo.”

“Calma, bebê... Eu vou colocar só a cabecinha.”

“Sem camisinha?”

“Não tem perigo, não vou gozar dentro.”

Ingenuamente, a garota pareceu se acalmar com a promessa, e ela parou de reclamar e passou a aguentar a dor calada, até que um gemido de dor escapou dos seus lábios quando a cabeça da pomba de Augusto deslizou para dentro de seu corpo de uma vez. As costas de Paula se arquearam com a dor súbita e o susto. Mas pior que isso foi perceber que Augusto não estava parando de penetrá-la lenta, mas continuamente.

“Ai... amor... você prometeu só a cabecinha”

“Shhh, só a cabeça não tem graça, né?... Calma que você vai já se acostumar.”

Como já estavam abertas na frente, as calças do rapaz acabaram deslizando, mostrando a bunda e as coxas musculosas se contraindo para meter a vara na garota. Outro relâmpago tornou visíveis as expressões do casal: sofrida no rosto de Paula e satisfeita, cheia de tesão no de Augusto.

“Amor... para, por favor!” A garota pediu num tom sofrido.

“SHHH!!!” Veio a resposta irritada. “Fica quieta que já tô quase lá”. Ele remexia seus quadris, como que tentando enfiar o resto sem machucar tanto.

“Augusto, PARA!” Dessa vez não era mais um pedido, e sim uma ordem. Colocou a mão sobre o baixo ventre do namorado, tentando empurrar o corpo musculoso para longe. Em vão, obviamente, pois o rapaz era tão mais pesado e tão mais forte que simplesmente continuou penetrando-a, ignorando seus protestos com tesão no rosto ao sentir a cabeça de seu pau cutucando o hímen da moça.

Mas ainda que fosse ingênua, Paula não era medrosa. Um estalo ressoou pelo quarto quando ela deu um tapa no rosto do namorado. ”EU MANDEI PARAR!”, protestou com a voz firme. Mal sabia ela que seu ato acabaria desencadeando algo pior.

O macho não devolveu o tapa, quase não havia sentido-o. Apenas cobriu a boca da garota com a mão esquerda e segurou a cintura dela com a direita. Um puxão forte e um movimento rápido e bruto de cintura foram o suficiente para enterrar a vara de Augusto até o final.

A moça soltou um grito abafado ao se sentir rasgada ao meio, o macho grunhiu cheio de tesão quando sentiu sua vara rasgando o hímen e abrindo espaço à força. As duas vocalizações de sensações se misturaram numa harmonia sexual que mandou calafrios pela espinha de Paulinho: ele sabia o que estava acontecendo ali, até pensou em fazer alguma coisa, mas se lembrou que isso era normal, era assim que os machos alfa agiam. No final das contas, Paula iria aprender a gostar daquilo, assim como ele, Paulinho, tinha aprendido.

Os ovos peludos e pesados balançavam livres no ar enquanto seu dono passava a vara na namorada. Outro relâmpago permitiu ao garoto ver o sangue da irmã escorrendo de sua vagina. Os dois continuavam gemendo, cada vez mais alto, ele de prazer e ela de dor. Enquanto dúvidas invadiam a mente de Paulinho, fazendo-o se perguntar se devia intervir ou não, o tesão tomava conta de Augusto, distraindo o rapaz e afrouxando um pouco a força com a qual segurava a boca da moça. Esse foi seu erro.

Corajosa, Paula morde a mão do namorado, que para de bombar e grita um palavrão. Pego de surpresa e assustado pelo sangue que escorre de sua mão, Augusto acaba dando tempo para que a moça reagisse: se apoiando com uma das mãos no colchão, ela se curva para a frente e acerta uma cotovelada bem forte no queixo do rapaz.

Ainda mais atordoado do que antes e tonto pelo golpe, Augusto não consegue mais manter a posição em que estava e larga as pernas da moça. O pauzão, ainda duro, sai da buceta fazendo um barulho alto enquanto o macho coloca um dos pés no chão, tentando se equilibrar. Paula não dá trégua: livre para se movimentar como quiser, ela chuta o namorado para fora da cama e se prepara para se defender.

Augusto sai do campo de visão de Paulinho, mas o garoto ainda consegue saber onde ele está pois pode ver a irmã, que em poucos segundos encontra-se de pé, encarando o namorado com uma expressão mista de medo e ódio. Numa das mãos ela segura o celular, com a outra ela empunha um longo tubo metálico de desodorante aerossol como se fosse uma arma. Os dois falavam um com o outro num tom meio baixo, então Paulinho não conseguiu entender tudo, mas conseguiu perceber que Augusto falava num tom manso, pedindo desculpas por ter se descontrolado e prometendo que aquilo não aconteceria de novo, enquanto se aproximava lenta e cautelosamente da moça. Paula balançava o desodorante ameaçadoramente.

Ela deu alguns passos para trás enquanto o namorado se aproximava dela, ameaçando gritar. Por mais que ele pedisse desculpas, ela não acreditava nele. Bateu com o tubo no ombro dele, mas logo perdeu sua única arma quando ele passou a segurar a outra ponta do objeto. Augusto já estava perigosamente perto quando a garota inspirou fundo, ameaçando um grito iminente. Somente isso foi capaz de fazer o rapaz recuar, sabendo que não tinha como impedi-la de gritar: não ia mais arriscar tapar a boca de Paula mais uma vez, não queria levar outra mordida daquelas.

“Sai daqui.” Paula falou com um tom nervoso mas sério. Aproveitou outra distração de Augusto para puxar o desodorante com toda a força, fazendo-o escorregar das mãos suadas do namorado. “Sai daqui agora!”

Augusto, em silêncio, deu alguns passos para trás. Percebendo que aquilo provavelmente tinha terminado, Paulinho silenciosamente encostou a porta de novo e saiu correndo para seu quarto. Fez bem, pois logo ao encostar sua porta ouviu a do quarto da irmã sendo aberta. Agora, por uma fresta da sua porta, o garoto viu o rapaz saindo desajeitadamente, tropeçando enquanto tentava ajeitar as calças e a pomba semi-dura balançava no ar, ainda derramando algumas gotas de pré-gozo. Paula vinha logo atrás, com o aerossol em punho e xingando o namorado. Aquela era a primeira, e possivelmente a última, vez que Paulinho via o moreno rendido daquela forma. Enquanto ouvia os dois descerem as escadas, ficou se sentindo mal: talvez Paula não fosse como ele, Paulinho; talvez nem toda mulher fosse como ele, um viadinho que gosta de sofrer. Sim, depois de ver o que viu, percebeu que a irmã com certeza não era dessas. No seu coração pesou a culpa por não ter feito nada para ajudar a irmã, que teve que cuidar sozinha da situação. Ficou com raiva de Augusto.

“Não sei onde tá a chave, vou pegar a minha. Fica parado aí”, Paula falou as três frases, especialmente a última, em tom autoritário, obviamente dirigindo-se a Augusto. Ligou a lâmpada e, sem virar-se, subiu as escadas de costas para não perder o rapaz de vista. Voltou para o quarto e em pouquíssimos segundos estava de volta, descendo as escadas.

Paulinho saiu do quarto em silêncio e se aproximou da escada. Chegou a tempo de ver o jovem homem ainda de braguilha aberta, com o pênis para fora. Ele ajeitava alguma coisa no bolso enquanto a namorada chegava ao pé da escada.

Enquanto Paula procurava a chave certa no molho, Augusto acabou olhando para o topo da escada, seu olhar cruzando com o de Paulinho, que sentiu um frio na espinha e ficou sem reação. O outro apenas deu um meio sorriso e mexeu a boca, como se esperando que Paulinho lesse seus lábios, o que o garoto não conseguiu fazer.

“Bora”, a moça falou enquanto abria a porta, sem perceber o contato visual entre o namorado e o irmão. “Sai logo.”. Teve resposta, mas Augusto falou baixo demais para que Paulinho pudesse entender. O que quer que tenha sido, não funcionou, a moça continuou irredutível. Fechando sua braguilha com certa dificuldade por causa do volume criado pelo membro grande e insatisfeito, ele vestiu sua camisa e saiu para a noite chuvosa. Paula fechou a porta logo em seguida.

Paulinho correu de volta para seu quarto e ficou espiando pela fresta da porta. Desligadas as luzes da sala, viu a irmã subir as escadas de volta, ainda um tanto nervosa. Ao invés de voltar para seu quarto, a moça foi para o banheiro, o barulho de água caindo revelou que ela estava tomando um banho. Já eram por volta de 2h, então o garoto decidiu dormir. Uma vez na cama, entretanto, não conseguia acalmar sua mente, inundada pelas imagens do que presenciara e por uma série de sentimentos que iam da culpa à excitação. Cansado do jeito que estava, acabou que todos aqueles pensamentos foram dando lugar ao sono. Não demorou muito e adormeceuMal dormiu, acordou num sobressalto. Tinha tido um rápido pesadelo, mas parecia que esse pesadelo ainda não tinha terminado. Olhou para o relógio digital, não havia dormido nem 20 minutos. Olhou em volta de si: apesar de que não houvesse nenhuma luz senão a da Lua, seu quarto parecia estar igual. Ainda assim não conseguia se acalmar. Sentia uma presença ali, como se estivesse sendo observado. Talvez houvesse alguém, ou algo, debaixo da cama, dentro do armário ou entre o guarda roupa e a parede.

Riu de si mesmo, se achando muito infantil por ter medo dessas coisas, mas também não teve a coragem de se levantar e ir tirar a prova. Apenas se virou na cama, encarando a parede e tentando se forçar a dormir.

Mas de repente, não podia respirar direito. Uma mão forte lhe cobria a boca e, acidentalmente, uma das narinas. Conseguiu virar o rosto um pouco e distinguiu um vulto alto e robusto na escuridão. Completamente assustado, Paulinho se debatia sem nem sequer ouvir os repetidos “Shhh!” que lhe eram dirigidos. Enquanto se debatia, entretanto, ele se mexeu tanto que a mão que tinha sobre o rosto acabou mudando de posição, ainda impedindo-o de gritar, mas agora liberando o nariz do garoto, que deu uma inspirada bem funda para recompensar o tempo que tinha ficado sem respirar direito. Foi aí que ele sentiu.

Aquele cheiro familiar. Poderia ser do suor dele? Sim! Ela ele que estava ali. Era Augusto.

“SHHH!” O sussurro irritado foi a confirmação do que o garoto já havia percebido. Submisso do jeito que era, obedeceu, mas teve a ousadia de perguntar “Como você entrou aqui?” Como resposta, levou um tapa, e finalmente entendeu que não devia fazer perguntas.

Seguiu o barulho de um zíper sendo aberto. Paulinho começava a entender as coisas: Paula tinha rejeitado Augusto, então ele foi descontar em Paulinho. Mas não teve nem tempo de pensar melhor, foi logo puxado pelos cabelos e forçado a cheirar pica.

Não que ele fosse reclamar, obviamente. O viadinho adorou sentir os pentelhos e o pauzão molhados da chuva. Sentiu bem de leve um cheiro diferente, com certeza o cheiro da irmã, mas nem mesmo a água da chuva conseguiu lavar o cheiro de macho daquela pica, que continuava ali firme e forte. O simples ato de inalar aquele odor era o suficiente para fazer o cuzinho do garoto piscar de tesão. Meio deitado, meio sentado, ignorou o desconforto da posição e se concentrou no que fazia.

Augusto deu um gemido reprimido quanto sentiu os lábios quentes ao redor de sua pica. Não podia fazer muito barulho ou então acabaria chamando a atenção de Paula. Com toda a glande na boca, Paulinho segurava a verga de Augusto pela base e fazia carinho no sacão dele. Foi engolindo a vara lentamente, sem deixar de encarar o macho com olhos de puta excitada, demonstrando em silêncio o quanto gostava de tudo aquilo.

Sentindo que não havia necessidade de obrigar o garoto a fazer algo, Augusto acabou soltando os cabelos do outro. Enquanto era chupado e sentia a língua macia ao redor do seu pau, ele tirava as próprias calças. Já nu da cintura para baixo, deu outro gemido ao sentir a cabeça de seu pau sendo apertada pela garganta de Paulinho, e olha que o garoto tinha engolido pouco mais da metade.

Fez um pouco mais de esforço para engolir ainda mais. Mas assim como da primeira vez, acabou indo com sede demais ao pote: tinha engolido pouco mais da metade quando teve que tirar o cacete da boca o mais rápido possível para não vomitar. Tossia e lacrimejava, mas masturbava Augusto numa tentativa de mantê-lo calmo enquanto isso.

Apesar de seus esforços, recebeu um grunhido irritado. Resolveu massagear o ego do rapaz: “Desculpa, mas é que ninguém consegue dar um jeito num pau monstro como esse” Falou fazendo carinho no pedaço de carne que pulsou orgulhoso com o elogio. Por mais que tivesse tentado se fingir de indiferente, Augusto não conseguiu esconder um sorrisinho orgulhoso no canto da boca.

Paulinho também não demorou para continuar o que tinha que fazer. Já tinha colocado o ovo direito de Augusto na boca e chupava com desejo enquanto continuava com a punheta. Depois colocou o ovo esquerdo e ficou alternando entre os dois até finalmente chupá-los ao mesmo tempo.

Pensou que estava indo bem até sentir uma mão agarrando-lhe pela nuca e lhe puxando com força para trás. Não deu nem tempo de limpar a saliva que lhe escorria debaixo da boca, formando um fio que ia da ponta do queixo à ponta da cabeçona de Augusto, foi virado de costas e meio que jogado contra a cama de maneira tão descuidada que o garoto teve que tomar cuidado e usar as mãos para proteger o rosto e evitar bater a cabeça contra a parede. Foi aí que entendeu: Augusto não o estava mais punindo por não chupar direito, ele simplesmente não queria mais ser chupado.

Ainda de barriga sobre a cama, olhou pra trás e viu o corpo forte e alto atrás de si, a parte mais visível era definitivamente o pênis: além de ser grande e grosso, brilhava na luz fraca do quarto por estar coberto de saliva.

Foi então que Paulinho sentiu seu shorts fino ser agarrado. Augusto poderia facilmente ter tirado os shorts e pronto, mas decidiu fazer diferente: com uma mão segurava o corpo do passivo no lugar enquanto com a outra dava fortes puxões no tecido. Cada puxão fazia o tecido amassar os ovos pequenos de Paulinho, que gemia baixo com a dor, obviamente, os gemidos foram ignorados.

Por volta do quarto ou quinto puxão, o tecido começou a ceder, e logo a única coisa que tinha restado dos shorts eram farrapos que caíram no chão e o elástico, mais difícil de rasgar, que foi ignorado ainda ao redor da cintura do garoto. Já mais experiente em rasgar roupas,

Ouvindo a respiração ofegante e vendo, ainda que com dificuldade, a expressão no rosto de seu macho, Paulinho tinha medo e excitação. Enquanto observava Augusto, já mais experiente em rasgar roupas, destruir sua cueca em alguns segundos, ele sentia alguma coisa lhe dizendo que aquela foda seria diferente da primeira. Augusto parecia um animal.

Apesar do medo, Paulinho se apoiou nos joelhos e empinou a bunda para cima e para trás, oferecendo-a ao seu homem e colocando-a na exata altura do caralho. Suspirou fundo e engoliu seco, preparando-se para a dor que viria a seguir. Recebeu um beliscão apertado na nádega macia enquanto o outro se curvava um pouco para a frente, já mirando sua lança.

E meteu-lhe pica.

No outro quarto, Paula acordou assustada por um grito lancinante. Reconhecendo a voz do irmão, saltou da cama e correu preocupada. “Paulinho!” Gritou já no corredor, logo antes de encontrar a porta do quarto trancada. “Paulinho! Você tá bem?!”

Gritou mais uma vez antes de ouvir a resposta, que veio numa voz abafada: “Tô sim.”

“O que aconteceu?!” Perguntou mais calma.

“Eu... ahn... tive um pesadelo.” A voz parecia chorosa... meio doída.

“Pesadelo?”

“É! Um pesadelo. Tipo aqueles que eu tinha quando era menor.”

Um breve silêncio se seguiu.

“Precisa de alguma coisa? Eu lembro que quando você tinha esses pesadelos você não conseguia mais dormir só...”

“Não, mana. Eu realmente tô bem, só preciso voltar a dormir...”

“Tudo bem então” Paula respondeu, um sorriso aliviado se abrindo no rosto dela ao se convencer de que o irmão já não era mais tão frágil e medroso como antigamente. “Vou voltar pro meu quarto... Bom ver que você tá deixando de ser uma criança e já tá se transformando no homenzinho da casa.”

Mal sabia ela que, do outro lado da porta, seu irmão era feito de mulherzinha, sendo furado por um pau monstro, esse sim de um homem de verdade

Augusto deu um riso meio sacana, meio sádico, mas também bem contido. O rapaz se controlava para não gargalhar alto depois de ter ouvido a namorada chamar Paulinho de “homenzinho”. Olhou para a face do passivo, pela qual escorria algumas lágrimas de dor, e depois para sua própria verga morena, que abria espaço entre as nádegas redondas, depois de ter-se cravado até a metade num golpe. Ela estava dura desde então, sem ter amolecido um pouquinho sequer mesmo enquanto Augusto assistia o garoto conversando com a irmã, falando com dificuldade por ter uma mandioca enterrada no rabo daquele jeito.

Já meio impaciente, o macho pegou um travesseiro e puxou para perto. Agarrando Paulinho pela nuca mais uma vez, ele forçou a boca do garoto contra o travesseiro e meteu de novo.

Esperto e já mais controlado, o garoto mordeu a fronha com todas as forças para evitar gritar de novo. Surpreendentemente, quando Augusto deu a primeira estocada, Paulinho sentiu mais dor do que na sua primeira vez. Por estar muito puto com Paula, o macho fazia questão de machucar o garoto o máximo que pudesse. E com certeza tinha conseguido, pois o passivo quase desmaiava e sentia seu corpo perder as forças com cada estocada, a cabeça rombuda lhe rasgando por dentro e as veias saltadas arranhando seu intestino.

Os últimos centímetros foram os mais difíceis de receber, em parte pelo fato de eles não estarem tão lubrificados, já que Paulinho não tinha conseguido chupar até o final. De qualquer jeito, ao reconhecer a sensação da virilha peluda encostando na sua bunda, o viadinho deu um suspiro aliviado.

Augusto grunhiu ao sentir o cuzinho relaxando ao redor de sua rola. Pegou o garoto pela cintura e começou a mover o garoto para frente e para trás, sincronizando com os movimentos dos próprios quadris.

Paulinho gemeu alto quando sentiu seu cuzinho sendo usado de novo. Cada estocada lhe causava uma onda de dor e tesão pelo corpo todo. Sentir a lança de Augusto entrando em seu corpo era bom, mas o melhor de tudo, com certeza, era saber que estava servindo aquele homem logo atrás de si. Ouvir os grunhidos, ver a expressão de tesão e sentir o cheiro de sexo e de macho que exalavam do outro faziam a bichinha se sentir realizada.

Não demorou muito e Augusto começou a pegar mais pesado. Suas estocadas ficavam mais fundas e os grunhidos mais altos, mas não a ponto de acordar Paula. Paulinho conseguia sentir seus ovinhos sendo atingidos pelo saco do ativo, que balançava descompassadamente por causa das investidas meio irregulares. Além de morder o travesseiro, ele também já tinha cravado suas unhas no colchão para ajudar a suportar a dor e apoiado seu ombro na parede para evitar escorregar com as estocadas. Virou um pouco a cabeça de novo (sem largar a fronha) e, com os olhos marejados, viu que Augusto estava de novo com os olhos de um animal. Em sua mente, previu que aquilo ainda ia ficar pior.

Conforme a foda ia ficando mais intensa, chegou uma hora em que o som dos impactos entre os dois corpos ecoava alto pelo quarto, ainda que meio abafado pela chuva que caía lá fora. As estocadas ficaram tão fortes que a cama de Paulinho balançava rápido, e não demorou muito para que ela começasse a bater na parede.

Ainda que morrendo de medo que o barulho acordasse sua irmã de novo, Paulinho não conseguiu protestar ou chamar a atenção de Augusto, pois, com tamanha tora no cu, não conseguia articular nenhuma palavra, mas apenas gemidos e gritinhos, Agarrou os pulsos do comedor, o que pareceu conseguir chamar-lhe a atenção.

Depois de um grunhido irritado, Augusto percebeu do que se tratava. Mas, ao invés de diminuir o ritmo, apenas parou por uns segundos, se abaixou e puxou a cama, com Paulo em cima, para longe da parede como se não fizesse nenhum esforço. Resolvido o problema, colocou as mão no colchão para se equilibrar melhor e voltou a foder a bichinha.

Sem a parede na frente para lhe segurar, Paulinho não podia evitar escorregar para longe de Augusto em cima do colchão por causa dos movimentos dele. Cravar as unhas no colchão não adiantou muito, e embora ele tentasse se arrastar de volta para a posição inicial, o ritmo da foda e a dor que sentia impediam seu sucesso.

Não demorou muito e aquilo começou a atrapalhar a foda. Quanto mais longe o garoto estava de seu macho, mais difícil para ele meter até o final. Augusto se irritou e puxou o garoto para trás com força, voltando a se apoiar na cama em seguida. Apesar de não ter falado nada, a força do puxão deixa claro pra Paulo que ele ficou irritado com aquilo. Achando que não daria em nada, o passivo ficou calado.

Alguns segundos depois, novamente o mesmo problema. Augusto reagiu da mesma maneira, ao mesmo tempo que deu um grunhido insatisfeito. Conhecendo bem seu macho, Paulinho sabia que aquele grunhido significava que Augusto ficou irritado com ele, provavelmente pensando que o garoto deveria se segurar melhor. Tentou falar alguma coisa, explicar que não era culpa dele, mas o choro doído e a respiração acelerada o impediram de falar.

Da terceira vez, entretanto, as coisas foram diferentes. Paulinho se concentrava para conseguir falar alguma coisa quando sentiu o caralho sair do seu rabo de repente, deixando um espaço que foi rapidamente preenchido por ar frio. A sensação de vazio gelado foi tão intensa que desestabilizou o garoto, atrasando sua fala.

Virou o rosto para ver seu fodedor e tentar chamar-lhe a atenção, mas não viu quase nada. Boa parte de sua visão foi bloqueada e ele sentiu uma pressão intensa sobre seu rosto, empurrando sua cabeça para baixo, contra o colchão.

Pego de surpresa, assustado e sem poder ver o que acontecia por causa da escuridão e por causa daquilo que cobria sua visão, acabou se debatendo para se livrar daquela coisa sobre seu rosto. Má escolha: teve o rosto amassado com ainda mais força e ficou quieto, mesmo sem saber o que Augusto estava fazendo com ele, depois de levar um murro forte nas costelas de baixo.

Gemeu por causa do murro, e depois gemeu ainda mais quando foi perfurado por Augusto mais uma vez. Apesar da dor causada quando a verga do rapaz voltava a lhe preencher o cu, Paulinho conseguiu entender o que acontecia.

Cansado de ter que ficar ajeitando a posição de Paulinho toda hora, Augusto tinha encontrado uma solução mais simples: Com o pé esquerdo no chão, ele levantou sua perna direita e pisou no rosto do garoto, tanto para abafar seu choro quanto para mantê-lo no lugar.

O macho voltou a estocar, mas dessa vez com mais força do que antes. Paulinho, que nunca sequer tinha imaginado uma posição dessas, se sentiu como uma égua currada pelo garanhão. E seu garanhão lhe agarrava uma das coxas, puxando-o para perto de seu corpo, cravando sua bunda no próprio pau. Toda vez que metia, fazia sem querer mais pressão no rosto do garoto, que não reclamou em momento algum, apenas aceitou, mais uma vez, sua posição de submisso.

E Paulinho tinha certeza que nunca sentiria tanto tesão na vida, ou pelo menos não por uns anos. Mas tudo o que é bom dura pouco, e logo Augusto começava a respirar bem forte e o passivo sabia que ele ia gozar logo, e logo o macho sacou sua pica do cuzinho do menino, mas não gozou imediatamente.

O viadinho sentiu o pé grande sair de cima do seu rosto, mal virou a face para olhar para Augusto e foi agarrado pela cintura e virado em cima da cama, colocado de costas em cima dela. O rapaz praticamente pulou para cima da cama, aterrissando de joelhos abertos, a cabeça de Paulinho entre as duas pernas musculosas e peludas.

Sem cerimônia, enfiou o pau na boca do passivo, que partiu os lábios e afastou os dentes imediatamente, para não irritar ou machucar seu homem. O passivo agarrou as pernas robustas do macho maior para se segurar, enquanto o ativo pegou-lhe a cabeça, puxando-a para frente e para trás enquanto fodia-lhe a boca.

De repente, com os olhos arregalados, Paulinho foi puxado na direção do caralho de Augusto com muita força. Seu pescoço doía por causa do movimento brusco e da posição desconfortável, mas não tinha escolha, teve que ficar ali, com o nariz enfiado nos pentelhos de Augusto, e com a verga dele enterrado na sua garganta.

O mais velho começou a gemer de maneira mais ou menos contida, enquanto suas bolas se contraíam no queixo de Paulinho e despejavam seu leite na garganta do garoto. Como o pênis estava muito fundo, o menino nem teve a chance de escolher engolir ou não, apenas teve sua garganta inundada por porra que ia passando direto.

Sentiu a verga se contrair várias vezes dentro de sua boca enquanto esguichava gala garganta abaixo. A ânsia foi crescendo e crescendo cada vez mais e desesperando Paulinho. Conseguiu evitar o vômito, mas acabou tossindo parte do gozo de volta. Como a boca do garoto estava bem cheia, o sêmen acabou saindo pelo nariz, melecando o rosto do passivo e a virilha de seu macho.

Exausto, e depois de mais alguns segundos enterrado na garganta de Paulinho, Augusto tirou seu pau satisfeito de lá de dentro. Sem falar nada, apenas se jogou na cama, exausto pela foda, enquanto o viadinho assoava o nariz, tentando tirar a porra que tinha ficado lá dentro. Seu rosto sujo de lágrimas, baba e gozo.

Por mais que tivesse medo de que a irmã o pegasse com porra no rosto ou flagrasse Augusto dentro de seu quarto, Paulinho não teve outra escolha senão destrancar a porta do quarto e sair de fininho. Andou pelos corredores com dificuldade e lentidão por causa da surra de pica que seu cu tinha levado. Precisava muito ir ao banheiro passar água no nariz, pois a porra que tinha ficado grudada dentro dele ardia que nem o inferno. Alguns minutos depois voltou para o seu quarto, aliviado ao perceber que Paulinha estava quieta e silenciosa como sempre. Abriu a porta em silêncio, entrou e trancou.

Não pôde evitar ver o corpo moreno, forte, peludo nos lugares certos, descansava displicente de braços abertos sobre a cama. Os olhos fechados e uma expressão calma. Um sorriso satisfeito de macho saciado. O peito e a barriga se levantavam e baixavam numa respiração arfante de quem acabou de correr uma maratona. Jogado em cima da barriga o pauzão que, mesmo meio mole, chegava até o umbigo. Ver Augusto ali, daquele jeito, naquele quarto meio iluminado, foi algo que Paulinho não pôde aguentar.

Se aproximou da cama e se curvou para a frente apesar da dor no rabo. Fechou os olhos e colocou a língua para fora, gentilmente limpando os pelos e o pau do sêmen que tinha ficado neles. Percebeu que seu macho estava dormindo, então agiu com toda a cautela do mundo para não acordá-lo enquanto aproveitava aqueles restinhos do seu mingau.

Depois de terminado o serviço, Paulinho estava feliz. Vendo que seu homem dormia como uma pedra, lembrou-se de uma antiga fantasia, algo que sempre sonhara fazer. Hesitou, teve medo, sabia que era perigoso, mas decidiu arriscar.

Com movimentos leves e cautelosos, subiu na cama, primeiro os joelhos, depois as mãos. Foi baixando o corpo, se ajeitando, se acomodando e encontrando seu lugar. Colocou sua cabeça sobre o bíceps do moreno, com o rosto virado para a cabeça do outro. Encaixou seu corpo pequeno, magro e quase sem pelos no corpo grande, robusto e peludo e repousou uma das mãos levemente sobre o cacete já amolecido. Por último, deu um beijinho no braço musculoso do outro e fechou os olhos, feliz por realizar o sonho de dormir agarradinho com seu macho.

Mas Paulinho tinha um sono leve, e depois de alguns minutos começou a sentir o corpo grande ao seu lado se movimentar. Não deu importância e continuou ali, até que sentiu Augusto puxar o braço com força. “Sai daqui, bicha!” Augusto falou irritado enquanto empurrava Paulinho para longe de si.

O garoto caiu da cama no chão. A queda quase não machucou, mas os chutes que recebeu em seguida sim. “Eu te fodo e te deixo me mamar, mas não sou viado nem vou ser teu namoradinho, morou?!” o rapaz mais velho rosnou.

E depois do último chute, voltou à posição original. “Agora me deixa dormir que amanhã eu vou ter que acordar cedo pra sair sem a vadia arrombada da tua irmã ver.”

Paulinho se ajeitou, procurando uma posição para dormir ali no chão mesmo. Ainda que não tivesse realmente concretizado seu sonho de dormir de conchinha com um macho alfa, seu lado masoquista ficou satisfeito ao perceber que aquela era a primeira vez que Augusto lhe dirigia a palavra na noite, e isso tinha sido apenas para reforçar quem era que mandava ali.

Acordou de manhã com a luz do sol entrando pela janela e batendo no rosto. As costas doíam por causa do chão duro no qual tinha dormido e a bunda doía por causa do cacetão duro que lhe tinha fodido. Com dificuldade, sentou-se no chão e olhou para a cama: Augusto não estava mais lá, e suas roupas também tinham sumido. Suspirou decepcionado por não ter acordado cedo o suficiente para levar seu homem até a porta. Olhou para o lado e viu sua chave da casa em cima do criado mudo, mas ele sempre a deixava perto da porta de saída. Isso foi o suficiente para ele entender que, enquanto Paula o expulsava de casa, Augusto tinha aproveitado a chance para pegar a chave de Paulinho, que ele usaria depois para entrar de novo na casa.

Suspirou de novo, decidindo deixar de pensar nessas coisas complicadas. Apenas se arrastou até sua cama, que tinha umas manchas de esperma, e se deitou sobre ela e se aconchegou...

Da primeira vez em que transaram, Paulinho tinha servido como um plano B enquanto Paula não liberava, mas dessa segunda vez Paula tinha rejeitado Augusto por causa de sua brutalidade, coisa que Paulinho se demonstrou capaz e disposto a aguentar. Será que isso convenceria Augusto a continuar fodendo Paulinho?

Foi com essa pergunta em mente que Paulinho voltou a dormir, sentindo o cheiro de seu macho ainda impregnado nos lençóis.

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Comentários

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07/02/2018 09:56:48
parabens
10/11/2015 04:40:21
cara, gostei muito. pena que não continuo a historia de Paulinho e Augusto.
20/02/2014 13:45:40
Ahhhh que bom que teve continuação. E vale dizer: que continuação! Poxa... Mesmo que o Augusto tenho pego pesado com o passivinho, se este gosta e aceita, que continue rs; Só que ainda deu espaço para uma continuação... Será que teremos uma? E tenho a impressão de que vai rolar muita sacanagem entre esses dois enquanto o macho bruto estiver namorando a irmã do Paulo
18/02/2014 22:22:08
Cara o conto é muito bom, seu talento é enorme e tenho certeza que tem capacidade pra desenvolver e muito a história, adoraria que você fizesse uma continuação dele... Seria possível?
04/12/2013 14:56:28
por favor continue este conto muito bom ,apesar que acho ele muito escroto,mas Tu tem tem talento para escrever ótimo...
06/11/2013 00:12:55
10
03/11/2013 20:38:11
Me amarrei parceiro. Li o anterior e esse, e agora to lendo os outros. Bom d+ teus contos. O tema em si é instigante e excitante pra mim. E olha q faz tempo que não leio contos, mas os teus, me fez voltar a ler hehe Tesão dukralho!
03/11/2013 19:29:16
Nossa!! tudo de bom , adoro seus contos, vai ter continuação???
03/11/2013 16:02:04
Credo quem gosta disso ser humilhado nojento
03/11/2013 10:48:25
Muito bom, o Augusto foi muito egoista, custava ter deixado o garoto dormir com ele.
03/11/2013 09:31:37
Ai que escroto esse Augusto!
03/11/2013 04:54:53
Ai que escroto esse Augusto!

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