Crescimento (Meu primo e eu) - Evolução. (parte 4)

Um conto erótico de outroX
Categoria: Homossexual
Data: 30/03/2013 02:32:42
Nota 10.00

Oi gente, desculpa pela demora em postar... Essa semana foi um pouco cheia. Não viajei nem vou viajar no feriado então aqui estou aproveitando que tenho tempo pra dar uma adiantada na narração dos meus momentos com Pablo. Ok. Vamos continuar:

Bom, como eu disse no final da parte passada, eu, logo depois de receber meu primeiro beijo percebi que queria mais. Percebi que teria que mostrar o que eu sabia, mostrar minhas vontades à Pablo se eu quisesse me fazer importante. Se eu não quisesse ser esquecido e ficar lá, sem coragem de partir pra outra. Enfim... Por cerca de duas semanas, nós transamos quase diariamente. Fosse sexo oral, anal ou só uns beijos mais legais, sempre estávamos fazendo alguma coisa.

Eu sou louco por bunda. Percebi isso com Pablo. Ele é magrinho, mas sabe magrinho que tem uma bundinha linda? Bem redonda, não tão grande... Então... Eu sempre tive vontade de pegar, apertar, talvez penetrar um dedo, quem sabe ser o ativo da relação uma vez... Sempre fui louco por aquela bunda. O problema era que a posição que ele me “comia”, não favorecia o toque. Pelo menos não o meu nele. Afinal, eu sempre estava de bruços. Era chato.

Não lembro com exatidão como aconteceu minha primeira tentativa de tocá-lo mais “intimamente” (hahaha), mas acho que foi na casa dele e antes de acontecer não estávamos transando realmente. Já disse que minha memória para diálogos não é muito boa, mas algumas coisas permanecem aqui. Lembro que estávamos na cama, nos beijando, ele como sempre tentando me fazer descer até seu pênis para um boquete (o que eu nunca gostei muito de fazer). Ele sempre teve a mania de me chamar de “meu”. O “meu” com mais alguma coisa, ou simplesmente me olhar como se eu fosse exclusivo dele (e naquele momento eu era).

- Meu gostoso. – Ele dizia e voltava a me beijar com mais força, quase me deixando sem ar. Eu não sabia beijar muito bem, mas ele não parecia ligar. Sempre de um jeito calmo, me guiava para que eu soubesse como e o que fazer durante e entre os beijos.

Eu não cedi aos pedidos dele para um sexo oral, pois sabia que ele não ficava muito confortável com beijos na boca pós boquete. Continuei ali, ainda sobre ele, o beijando do melhor jeito que podia... Ele pareceu esquecer um pouco a vontade de me ter chupando seu pau. Continuou sem mais insistir. Eu, em determinado momento, o puxei para cima de mim rolando para o lado abraçado com ele. Continuei a beijá-lo profundamente, porém aos poucos abaixava sua bermuda. Ele me olhou de um jeito estranho, acho que por eu estar tocando na sua bunda. Coisa que eu nunca havia feito. Mas voltou a me beijar. Pescoço, boca, mamilos, voltava ao pescoço, mamilos novamente, boca... E eu lentamente abaixando sua cueca.

Consegui o que eu queria depois de uns dois olhares “o que você está fazendo?” de Pablo respondidos por mim com

- Relaxa, Pablo...

Como eu apertei aquela bunda. Abaixei a bermuda e a cueca dele, passei a mão levemente no pênis, masturbava-o lentamente... Ele libera muito líquido lubrificante do pau, o que facilitava os movimentos com a mão... Lentamente, meu dedo deslizou para trás e eu consegui tocar o lugar que queria. Passava o dedo bem devagar pelas tais “pregas” que falavam nos contos eu lia aqui no site e aumentava o força nos beijos para não deixa-lo pensar muito e me tirar dali. Eu sentia seu cu se contrair a cada vez que eu intensificava os beijos e/ou aumentava o ritmo da punheta. Ele gemia e eu me sentia muito bem sabendo que eu podia comandar, ainda que de forma sutil, nossos momentos juntos.

Comecei a penetrar um dedo. Ele travou automaticamente. Me olhou nos olhos com uma aparente curiosidade que se confundia com vergonha, talvez. Rolamos novamente na cama, ele não ficou em cima de mim por muito tempo. Me colocou deitado de lado, foi para trás de mim, dobrou meu joelho, abriu com a mão um lado da minha bunda, expondo completamente o meu cu, mirou o pênis ali e começou a me comer (odeio esse termo, mas ok) com certa força. Eu sentia dor, como sempre, afinal, não havia penetração completa, o que causava um constante atrito entre seu pau e meu ânus. Porém, em determinado momento, lembro da mão dele pegando a minha e a direcionando para sua bunda... Atendi sua vontade sem nenhuma reclamação, claro. Segurei sua bunda com força e reduzi seu ritmo de foda. Ele foi parando, parando até ficar bem lento, quase sem mexer. Ele levou o corpo para trás e quando voltou, eu o segurei mais longamente ali o fazendo penetrar seu pênis quase completamente em mim (a posição ainda não era completamente aceitável, mas era um avanço). Ardeu, não doeu tanto, afinal depois de tantas “quase penetrações”, não foi tão difícil de entrar. Quando fiz isso, soltei sua bunda, virei a cabeça para trás e o beijei demoradamente enquanto ele metia fortemente com o pênis saindo quase completamente e voltando para dentro de mim.

Eu gemia cada vez mais e ali começava a sentir realmente prazer na relação sexual em si. Não só na conquista, como eu disse antes.

Ele gozou. Gemendo muito, os dois completamente suados... Ele continuou atrás de mim por um tempinho, mas se eu não me engano eu ouvi alguém no portão e ele se levantou rapidamente e nos vestimos. Era a mãe dele chegando do trabalho. Ela nem entrou no quarto em que estávamos, passou direto para a cozinha e só de lá falou:

- Pablinho?

- Oi, mãe...

- Quem tá aí?

- É Mateus. “Tamo” jogando vídeo game.

Ele ligou o vídeo game que havia ganhado algumas semanas antes, me olhou, sorriu e voltou a olhar pra tela. Me senti feliz. Sabia que não tinha sido espetacular, afinal eu via vídeos na internet e não fizemos quase nada se comparado ao que os caras profissionais fazem. Mas havia sido diferente. Houve tesão, sabe? Vontade de estar ali em cada segundo que se passou.

A mãe dele recebeu alguns dias de folga do trabalho e passou a ficar mais em casa nesse período. As chances que tínhamos de estar juntos, limitaram-se à minha casa. Minha mãe não saia muito durante a semana, mas nos fins de semana, ela normalmente ia ao nosso antigo bairro, beber com umas amigas. Era nesses dias que aproveitávamos. Às vezes Pablo não podia, pois jogava bola num campo que tinha lá perto e normalmente, as partidas eram marcadas para os domingos. Mas sempre que podíamos, repetíamos o que aconteceu na casa dele naquele dia.

Eu, idiota, comecei a tentar mais e mais penetrar talvez um dedo nele (sabia que eu ser ativo naquele momento estava fora de cogitação, então tentava o que eu podia). Sempre que via uma chance, tentava... Ele começou a ficar desconfortável e evitava que eu tocasse sua bunda ou se deixava fazer isso, quando percebia que eu me direcionava para o seu cu, tirava minha mão. As posições foram ficando mais ousadas, a dor diminuía... As coisas iam mudando. Um dia eu assisti um vídeo (na verdade vários) e vi uma posição que me chamou a atenção. O cara (ativo) ficava sobre o passivo, levantava as pernas dele e o penetrava (acho que chamam de “frango assado”). Achei o máximo. Tentei fazer isso com Pablo, mas ele dizia que não entrava, que era desconfortável... E voltamos ao básico. Os jogos de futebol dele se tornaram mais constantes por conta de um olheiro que podia leva-lo para um clube qualquer então, não nos vimos muito por umas 3 semanas.

Quando tive a chance de tê-lo só pra mim, decidi fazer o que eu queria. Ele chegou lá em casa, ficamos assistindo por um tempo, e ele começou a passar a mão na minha bunda.

- Tô com saudades... – Ele dizia com a maior cara de safado enquanto com a outra mão apertava o pênis.

- Eu também. – respondi e o beijei levemente. Ele veio pra cima de mim e começamos a nos beijar e alisar.

Logo, ele estava atrás de mim, metendo feito louco enquanto eu gemia de dor e de prazer. Ele pareceu ouvir um barulho no portão, levantou, foi ver e não era ninguém. Voltou com o pau ainda duro, balançando pra mim. Me sentei na cama e o chupei com vontade. Ele gemia quando eu tentava ir mais fundo e continuava com os “meu”. Com os olhos ou falando mesmo. Jogava a cabeça pra trás e gemia alto. Eu caprichava, apesar de não gostar muito. Não ficávamos juntos havia um tempinho. Saudade ajuda no tesão (hahaha). Ele me deitou novamente na cama e quando ia se deitando, eu o parei.

- Espera. Quero tentar uma coisa.

- O que? – Ele olhava desconfiado.

- Mete assim. – Deitei de barriga pra cima, levantei as pernas e as abri o máximo que pude, expondo meu cu completamente.

- Assim sai. Você sabe, Mateus.

- Tenta!

Ele não pareceu muito satisfeito em ceder mas veio pra cima de mim. Colocou o pau naquele caminho entre o meu pênis e ânus e foi descendo devagar. Como estávamos transando antes, a penetração foi rápida. A cabeça entrou de uma vez e eu fechei os olhos e soltei um longo “ohhhhhh”. Voltei a olhar pra ele que estava parado me olhando com cara de “doeu?”.

- CON-TI-NUA – Eu quase gritei.

O pênis dele é torto. Curvado para a esquerda. Nessa época, ele tinha quase 19 Cm de pau. Ele não teve muita calma. Em duas estocadas terminou de penetrar. Mais um “ohhhhhhhhhhhh” meu. Mais um olhar de “doeu” dele. Ele estava completamente dentro de mim. Sentia cada centímetro. Quente, fino na ponta que engrossando até a base... Sentia a curvatura que me proporcionava extremo prazer. Segurei sua bunda com força e o empurrei mais ainda para dentro de mim. Ele ainda parado. Me olhando com certo receio. Eu só gemia. Passei a mão no peito dele, passei para as costas, desci para a bunda e toquei o seu cu. Quase de um vez penetrei metade de um dedo. Ele gemeu alto.

- Me fode! – Eu disse o olhando nos olhos.

Ele ficou me olhando, tirei o dedo do cu dele, peguei a cabeça dele, o beijei e quase gritei

- ME FODE, PABLO! VAI!

Pablo sumiu. O inexperiente sumiu ali. Ele metia rápido, com força.

- Te foder, é?

- Vai. Me fode. – Eu falei quase sussurrando, sem força. Fechando os olhos quando senti o pênis dele tocar lá no fundo.

Cada vez mais fundo. Eu sentia a curva do pau dele entrando e saindo de mim. Não consegui falar mais nada. Gemia absurdamente alto com os olhos fechados. Ele também não falava. Apenas metia. Quando eu abria os olhos, os dele estavam fixos me olhando. Eu mordia o lábio e só gemia.

- Vou gozar! Vou gozar!

Ele acelerou o ritmo, cada vez mais rápido. Entrava e saia com facilidade. Gozou. Quase gritando. Foi diminuindo a velocidade e despencou em cima de mim. Eu o abracei e ele ficou ali, ainda dentro de mim, todo suado. Depois de um tempo, ele se levantou e foi ao banheiro. Fiquei ali completamente extasiado. Eu havia conseguido o que eu queria. A cara que ele fez enquanto transávamos, nunca saiu da minha cabeça. Sempre que lembro desse momento fico excitado.

Ele saiu do banheiro e voltou para o quarto. Já vestido. Eu também havia me vestido. Ele parecia de certa forma envergonhado, sem ação. Sentou do meu lado, eu me deitei, e o puxei para deitar-se do meu lado.

- Onde você aprendeu aquela posição? – Ele perguntou me olhando de um jeito bem calmo.

- Não sei. Só tive vontade de fazer daquele jeito. Gostou?

- Gostei. – ele respondeu já olhando pra cima. Não pôde ver meu sorriso.

Era um novo nível. Quase completamente sexual, mais forte, mais meu... Eu conseguia me impor, mesmo chocando Pablo um pouco e ele correspondia. Não se expressando com palavras. Mas eu via que dava certo quando ele se aproximava de mim e no short a ereção era clara. As coisas estavam ótimas... Mas alguns pontos mudariam rapidamente, para meu desgostoGente, eu vou fechar a parte 4 aqui. Ficou um pouco grande, mas como disse que ia narrar fases, essa foi uma das com mais coisas (sexualmente falando) e não queria perder a chance de narrar alguns dos momentos que mais lembro com Pablo. Devem ter percebido que não usamos camisinha. Eu sabia da importância e acho que ele também, mas não usávamos. Passamos a usar um tempo depois, mas logo paramos. Era desconfortável pra mim e para ele. Mas é uma coisa importante. É proteção. Tá? Só falando. Rsrsrs’. Enfim... O de sempre: votem, comentem, critiquem, elogiem, deem sugestões sobre minha narração... Não gosto muito de usar algumas expressões, mas me senti um pouco à vontade para usá-las. Qualquer reclamação, aí embaixo. Espero que tenham gostado dessa parte da minha história. Até a próxima (acho que sexta que vem). Um abraço.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
31/03/2013 21:51:25
muito bom!

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