Uma viagem a trabalho e uma grande surpresa

Um conto erótico de Marco Ferraz
Categoria: Homossexual
Data: 13/04/2012 16:52:21
Nota 10.00

Aquela não era a primeira vez que viajávamos juntos pela empresa. Como trabalhamos com comércio exterior, temos que participar de congressos e feiras em diversos estados. Algumas vezes, quando temos sorte, vamos para o exterior. Meu nome é César. Eu sou casado, tenho 36 anos e duas filhas.

O Paulo é meu colega de seção e já fomos juntos a congressos duas outras vezes. Na verdade, como ele é bem reservado, sei muito pouco sobre ele. Sei que é solteiro, vi algumas fotos dele com namoradas, gosta muito de ir a shows de música, andar de bike... enfim.... informações básicas. Ah... ele tem 25 anos.

Normalmente, a empresa nos coloca em bons hotéis, confortáveis e em quartos separados, porém, aquele congresso em Curitiba estava muito concorrido. Fomos em um grupo de doze pessoas da empresa: sete homens e cinco mulheres. Ao chegarmos no hotel, fomos informado que o mesmo estava lotado e que provisoriamente, teríamos que dividir os quartos por três dias. Depois teríamos quartos separados. Numa rápida conversa, combinamos que as mulheres ficariam juntas em dois quartos e os homens, dois em cada quarto e um com três. Eu dividi o quarto com o Paulo.

Já era tarde e teríamos que acordar cedo, pois as atividades começariam às 8 da manhã do dia seguinte.

Chegamos ao quarto e para o nosso espanto, aí só havia uma cama de casal. O Paulo pergunta:

- ué... será que é esse quarto mesmo? não teria que ter duas camas?

- deveria... mas acho que é porque o hotel está lotado. . Vamos descer lá pra pedir para colocarem duas camas?

- porra, bicho... a essa hora?... que porcaria!

- a não ser que a gente fique aqui por hoje e avise eles amanhã cedo... se você não se importar.

- não... por mim não... eu tô morto de cansaço mesmo....

- tá bom então. Então amanhã a gente resolve isso.

- será que o quarto do pessoal tá assim também?

- sei não... mas o que eu quero agora é só tomar um banho e descansar... amanhã vai ser puxado.

- Tem razão!

Já dividi o quarto outras vezes, mas nunca a cama. Até aí, tudo bem. A cama era grande e confortável. Eu me sentei e comecei a desfazer a mala. O paulo logo tirou a roupa e ficou só de cueca e foi pro banho. Enquanto ele tomava banho, eu fiquei assistindo tv. Logo, ele saiu enrolado na toalha. Não sei como, mas quando ele tirou a toalha para colocar o short do pijama, eu reparei na bunda dele. O paulo tinha o corpo liso... a bunda dele parecia lisa também... parecia que se depilava... aquilo me chamou a atenção. Levantei, fui pro banheiro. Quando estava aparando a barba ele bate na porta:

- César, cê vai demorar muito?

- tô fazendo a barba ainda, por que?

- você se importa se eu entrar e escovar os dentes? tô morrendo de sono.

- tá bom

Eu estava pelado e continuei assim. Ele entrou e começou a escovar os dentes. Ele usava um short de pijama bem justo... era quase uma cueca boxer. Eu fiquei de lado, me barbeando e ele inclinado escovando os dentes. Foi inconsciente reparar na bunda dele de novo... de fato, o cara tinha uma bunda avantajada...até então, não tinha reparado muito em bunda de homens. Ele termina de escolvar e me faz um pedido:

- César, me faz um favor cara: amanhã de manhã, se eu não acordar com o relógio, me acorda cara! Bicho... eu tenho sono pesado pra cacete e além disso tô tomando um remédio que me faz desabar.

- sem problema... Eu te chamo.

- beleza! Boa noite cara! até amanhã.

- até.

Eu via o Paulo apenas como um moleque... nunca nem sequer imaginei se ele fosse gay ou coisa assim.... mas que o cara tinha uma bunda estranha... isso tinha!

Tomei um banho demorado, pra relaxar... Sou casado há 14 anos. Vez ou outra nessas viagens a trabalho, aproveito para dar uma extravasada no tesão... alías, que cara que viaja sozinho a trabalho não aproveita o tempo que está sozinho para curtir? Eu pretendia fazer isso. Dois dos meus companheiros de viagem já tinha até visto agência de prostitutad de luxo para a diversão. Um dos caras vai aproveitar o tempo longe da mulher e vai pegar Carlinha, do marketing, que veio conosco par ao congressso. Isso é muito comum em viagens de empresa. E eu, como todo homem, aproveito o tempo para provar algo diferente do arroz e feijão de casa de todo dia, .. mas não tinha planejado nada ainda. Ainda tinha sete dias pela frente... e com certeza o tesão ia aflorar.

Saí do banho e o Paulo já dormia no lado direito da cama. Além de dividir a cama, teríamos que dividir também o lençol e o cobertor. Como estava calor, deitei só de short em cima do lençol.

De fato, ele tinha um sono pesado. Dava para perceber pela sua respiração. Tanto é que fiz vários barulhos, liguei a tv novamente e ele nem se mexia.

Deitei, assisti o noticiário na tv e peguei no sono.

Sei que parece estranho ou exagero ou mentira minha, mas de fato, despertei no meio da noite, a tv ligada e eu estava deitado de lado e encostado no corpo do paulo. Inicialmente me assustei e tentei entender... como que chegamos naquela situação. O paulo continuava dormindo pesado e eu estava ali, grudado nele, quase que encoxando-o, como se fosse abraça-lo por trás. Naqueles dois minutos tentei lembrar: fui eu que grudei nele? Foi ele que encostou em mim? Que porra era aquela? Eu dormindo agarrado com um outro macho? No mesmo instante que meu cérebro tomou consciência, eu me dei conta de que mesmo sendo um macho que eu tava encoxando, ele tinha bunda.... e a bunda dele era gostosa! Puta que pariu! Meu pau começou a latejar e ficou duraço na hora.

Fiquei ali, estático, no escuro... mas meu pau começou a latejar na bunda dele... e inevitavelmente eu comecei a ter tesão. Pronto!

Meio sem saber o que fazer, virei de lado. Que porra era aquela que estava acontecendo? E se fui eu que me encostei nele e ele acorda e me vê de pau duro encoxando ele? Vai achar que eu sou um tarado, bicha ou coisa assim.

Depois daquilo tudo, fatalmente, meu tesão não passou. Sem que eu quisesse, comecei a fantasiar.... e por ser algo que nunca tinha pensando, fiquei com muito, mas muito tesão.

O Paulo continuava dormindo. Lembrei da cena em que vi a bundinha lisa dele e lembrei também de que ele me falou que tinha o sono pesado.... tentava evitar, pensar numa buceta para desviar, mas não conseguia.... estava com tesão na bunda do moleque! Me senti um canalha naquela hora... mas fiquei cego pelo tesão.

Daí, lembrei também que havia a possibilidade de ele ter encostado em mim?... será? será que o paulo é gay?

Eu estava usando uma samba canção bem folgada e o bicho tava tinindo ali dentro. Me virei de lado de novo e lentamente fui chegando nele... um pouco mais.... um pouco mais e... alcancei a sua bunda de novo. Encostei o pau nele e fiquei ali parado, para ver se ele tinha alguma reação. Passaram alguns minutos e nada. Encostei mais... meu caralho ficou bem no meio da bundona dele... puta que pariu! Eu estava perdendo o controle. Depois de mais algum tempo assim... dei uma mexida e meu pau deslizou na bunda dele.

Que loucura! Que tesão louco era aquele! Se aquele puto acordasse, eu comeria ele sem nenhum constrangimento. Nunca tinha pensando em comer o cú de um cara... mas a partir daquele dia, já não pensava mais assim.

O paulo continuava estático. Realmente ele estava dormindo. A prova final eu ia tirar agora: Levei minha mão até a bunda dele e dei uma apalpada. Se ele acordasse, eu fingiria dormir.

Toquei a polpa da bunda dele bem de leve... e nada. Caralho... que bunda era aquela! Desci minha mão e comecei a alisar ela inteira. Como eu estava deitado de barriga pra cima, peguei no meu pau e comecei uma punheta bem de leve, ainda com o pau dentro do short. Com a mão esquerda, pegava na bundinha dele...

Na minha cabeça, vinha a imagem da bunda da minha mulher, de um monte de mulher gostosa, mas eu tava sentindo era a bunda de um cara... e que bunda gostosa... Meu dedo chegou bem no cuzinho dele. Nessa hora eu já tava embalado na punheta... gozei gostoso, com um tesão que nem lembro quando senti assim.

Fui ao banheiro e limpei a meleca. Voltei pra cama e dormi pensando naquilo tudo... me sentindo um pouco encanado por ter feito aquilo com ele... principalmente por ele ser "ele" e por ele estar dormindo.

Às sete horas da manhã do dia seguinte, o relógio despertou. E o Paulo não acordara. Usei o banheiro e quando saí, chamei-o. Ele acorda normalmente:

- Bom dia César!

- Bom dia, Paulo! Que sono pesado heim cara?

- porra.. não te falei

- eu fiz um monte de barulho, liguei a tv você nada...

- pois é.

Não tinha mais dúvidas de que realmente ele não tinha percebido nada. Me senti meio mal por ter feito aquilo com ele. Afinal, eu bulinei o cara enquanto ele dormia! Me senti um sacana! Mas o tesão da situação foi mais forte do que eu. E também tanto tempo sem fazer sexo acaba dando nisso. Por um outro lado, vi que aquela fantasia era gostosa! Lembrava minha época de moleque! Mas também o fato do Paulo ter a bunda daquele jeito me incomodou. Passei a observa-lo mais para ver se ele tinha algum trejeito de gay, mas aparentemente nada.

Descemos, tomamos café e passamos o dia normalmente no congresso. Na correria do dia, nem pensei no que tinha acontecido. Só no mo final do dia, quando vi o Paulo novamente que lembrei.... Como aquilo foi possível? Como eu cheguei aquele ponto de bulinar o cara durante a noite? Como tive coragem de quase comer o cara?

Resolvi esquecer aquilo e deixar pra lá. Saímos para jantar. O Paulo voltou para o hotel mais cedo, dizendo que tinha que preparar relatórios do dia seguinte. Eu continuei conversando com os outros caras do grupo e daí lembrei que não tínhamos pedido para trocarem as camas no quarto... mas com certeza o Paulo, que chegou primeiro no hotel, deve ter pedido.

O papo rendeu e já era tarde quando voltei para o hotel. Cheguei no quarto e a cama de casal ainda estava lá. Não sei por que, mas fiquei animado com aquilo. Mas estava determinado a não fazer nada!

Para falar a verdade, para todo homem, comer um cú é sempre um fetiche. Nunca comi o cú da minha mulher e nem lembro quando foi a última fez que tracei um cú. Acho que ainda era solteiro. Esses pensamentos me vieram à tona na hora do banho foi e foi fatal: O tesão veio e bati uma punheta gostosa pensando no bunda do paulo... me aliviando ali, achei que não corria o risco de ataca-lo durante a noite de novo.

Fui pra cama e ele estava deitado de barriga pra cima. Deitei de costas pra ele. Estava relaxado. Passado um tempo ele se remexe na cama. Encolhe as pernas. Depois se mexeu de novo e fica de costas para mim, na mesma posição da noite anterior.

Juro que tentei me controlar e nem acreditei que eu estava com tesão de novo. Tinha acabado de bater uma punheta!

Mas aquela bunda ali do meu lado e ele dormindo de novo... por que não aproveitar? Repeti todo o ritual: cheguei as poucos até encostar nele de novo. Grudei nele e quando rocei, senti diferente: levei a mão até a bunda dele e para minha surpresa o puto estava sem cueca! Sim... ele dormiu pelado! Tirei a mão da bunda dele na hora e virei pro lado.

O que era aquilo? Seria o que eu tava pensando? Não... não podia ser!

Será que o paulo dormiu pelado porque tava querendo alguma coisa? Mas como assim?Então ele não tava dormindo ontem? Ou simplesmente quis dormir pelado? Mas que pessoa "normal" que sabe que vai dormir com outro macho do lado, dorme pelado? A não ser que... será?

Não conseguia pensar com a cabeça de cima.... meu pau pensava por mim... e querendo ou não esse viadinho mexeu com quem não devia!!!

Toquei de leve de novo a bundinha dele! Caralho! Ela lisinha mesmo! Tava na cara que ele depilava a bunda! Passei com a mão lentamente até que meu dedo tocou o cuzinho dele. Senti que ele se arrepiou. O puto tava acordado! E se continuava fingindo é porque tava gostando!

Pensei: Ah Paulo, seu safado! Então você tava brincando comigo né? Me fez de bobo, né? Molhei o dedo com saliva e pincelei o cuzinho dele. Ele continuava imóvel.

Cheguei bem perto do ouvido dele e tentei falar:

- Paulo?.... Paulo? Cê tá acordado não tá?

Sem nenhuma reação

No momento da minha maior loucura, tirei o pau pra fora do short e coloquei bem no meio das pernas dele. Puta que pariu! Meu pau tava muito duro!

- Paulo... cê tá me sacaneando né? Eu sei que cê tá acordado

E ele continuou estático.Segurei meu pau e deslizei pela bunda dele. Estava quase perdendo a cabeça.... acho que era isso que o puto queria. Mas e se eu metesse nele e ele acordasse?... E se realmente tivesse dormindo?

Tive um acesso de sanidade e virei de lado. Caramba... eu quase perdi a razão ali... respirei... mas o tesão continuava... tava muito, mas muito a fim de fuder aquela bunda! Que porra era aquilo que tava acontecendo?

Me afastei um pouco e comecei a tocar uma punheta, para aplacar o tesão de novo!

Passaram uns cinco minutos e eu já embalado de novo na punheta quando sinto a mão dele pegando no meu pau, timidamente. Segurou e soltou. Foi a deixa!

- Filho da puta!!!Cê tá me torturando né? Mas agora vou dar o que você quer, seu puto!

Vou comer seu cú agora... Era isso que cê queria né? heim? era isso que você queria o tempo todo...

Lambuzei o dedo e alcancei o cuzinho dele o puto suspirou fundo! Cuzinho quente... piscava, como querendo morder o meu dedo.

Puta que pariu! Que bunda o safado tinha! Percebi que ele gostava das sacanagens que eu sussurrava no ouvido dele. Falei mais:

- promete que vai aguentar meu pau todinho no seu cú, vai? heim? Não vou deixar você fugir... agora já era. Não tem mais volta.

Ele se virou e ficou de bruços. Pronto! Me encaixei em cima dele e deixei o tesão me guiar. Nunca tinha traçado um viadinho antes.

Encostei a cabeça na porta do cuzinho dele. A cabeça buscou a entrada e achou fácil. Só naquela hora que lembrei da camisinha. Que saco!

Me levantei rapidamente e busquei na mala.

Fiquei em pé ao lado da cama enquanto colocava e ainda não acreditava que o paulo estava ali deitado de bunda pra cima me esperando...

Subi de novo em cima dele e encaixei. Mal eu encostei ele gemeu. Segurei ele pelo quadril e puxei contra mim... agora sim entrou...Que cuzinho apertado! T[a pressionando meu pau, que sensação gostosa. Vou enfiando devagar, até que ele geme:

- aííí..

- tá doendo?

- tá... um pouco...

- quer que eu tire?

- não...só fica parado um pouco.... aííí.....

Logo o puto começou a mexer a bunda, e quando rebolava, meu pau entrava mais dentro dele... logo cravei tudo.!!! Meus 20 centímetros de pica estavam todinhos dentro do cú do paulo.

Agora era a minha vez de comandar. A cada estocada que eu dava, ele soltava um gemido, um gritinho pedido que eu avançasse mais e mais. Nossos corpos estava molhados de suor. Eu não estava me contendo de tesão.. ia explodir em gozo logo, logo. Ele levanta a bunda e fica de joelho na cama. Eu acendi a luz do abajour pra ver meu pau entrando e saindo do cú dele. Nessa posição conseguia mexer com mais força, segurando ele pelo quadril. Pouco tempo depois, ele começou a se contorcer inteiro e a gemer ao mesmo tempo:

- ahhhh.. me fode.... me fode mais! ahhhh... mais...

- que fome de pica que você tem em seu puto?... isso... rebola assim na minha rola, vai.... aproveita que ela é inteirinha tua agora...isso... vai...

Ele gemeu alto e senti uma pressão no pau....seu cu contraia com força.... o puto tava gozando.... sem nem sequer tocar na rola dele... aquela pressão foi a gota d´água pra mim, que empurrei ele e deitei meu peso em cima dele... era a minha vez de gozar... que loucura

- ahhhhhhh toma seu filho da puta!.... toma porra nesse cú guloso, toma! ahhhhhhh..

Fiquei um tempo com o pau dentro do cú dele. Que esquisito eu ali atracado com um macho. Essa hora, depois do gozo, seria a hora da carícia, do beijo, mas era um homem que estava ali na cama comigo. Tirei o pau de dentro dele e fui pro banheiro. Tomei um banho rápido. Mil coisas se passavam pela minha cabeça. Até tentei imaginar o que poderia acontecer, mas resolvi deixar rolar. Ao sair, encontro-o do mesmo jeito na cama: pelado, deitado com a bunda pra cima. Deito ao lado dele e tento puxar conversa:

- e aí Paulo? tudo bem?

- hum-hum

- Cara, que loucura foi essa? Diz pra mim?

- eu também não sei.

- você gostou?

- não sei... não sei

- cara... sei que é loucura isso, mas eu gostei caramas eu curti muito isso... que tesão louco!

Ele muda o tom de voz:

- cara, ninguém pode saber disso tá ouvindo? ninguém!

- calma Paulo, relaxa cara! Claro que ninguém vai saber! Eu tenho muito mais a perder do que você! cê tá arrependido?

- não sei...

- Eu nunca imaginei que você era g....

- claro que não, césar! e faça de conta que você não sabe de nada, por favor!

- calma! cê tá preocupado com isso?

- claro que eu tô, porra! Eu dei pra você! A gente trabalha junto! Você é casado.. eu sou homem...

- calma! vamos levar isso numa boa! Foi só tesão! Meu e seu! E foi gostoso! É isso que importa agora.... heim?

Tentei continuar o assunto, mas ele não deixou. Estava encanado! Fiquei em silêncio, ali ao lado dele.

Cheguei perto do ouvido dele e sussurei:

- teu cú é muito gostoso! Foi muito bom comer você, cara!

- ahhh não... não faz isso cara!

- ah.. por que? eu sei que você quer de novo!

- vamos dormir, César! Amanhã o dia vai ser puxado.

- Quer dormir mesmo?

- Quero.

- Acho que eu vou te atacar no meio da noite.

- não! Nem pensar.

- Vai me deixar assim...de pau duro?

- Não! Vira prá lá!

Segurei ele pelas costas! Ele tava louquinho pra abrir pra mim de novo, mas tava com medo de admitir que gostou. Levantei as pernas dele e metí fácil. Dessa vez fodemos de ladinho, demoradamente.

Gozei gostoso! Dessa vez ele não gozou.

No dia seguinte, eu acordo primeiro, tomo banho e o acordo. Ele está sério, dando a entender que não quer tocar mais no assunto.

Fiquei na minha. Será que ele realmente acredita que dá para fingir que nada aconteceu?

Descemos e encontramos o restante do grupo. Ele agia normalmente. Não me encarava. E foi assim o restante do dia.

Várias vezes durante o dia eu lembrei o que aconteceu. Pensei friamente no tamanho da loucura. Pensei na minha família, mas o tesão sempre falava mais forte.

No final do dia, o Paulo voltou direto para o hotel. Não quis jantar com a gente.

Voltei para o hotel e ao entrar no quarto, vejo que agora têm duas camas. Ele estava no computador, fazendo os relatórios.

Tentei puxar assunto:

- e aí Paulo! Você que pediu para trocarem as camas?

- foi sim! melhor assim né?

- hahaha ficou com medo de mim?

- não, césar! Com medo de mim mesmo.

- Mas paulo...

- não cara... nem toca nesse assunto. Vamos esquecer isso. Por favor! A gente não pode se arriscar assim. Vamos esquecer e pronto, ok?

- tá bom! Então tá feito.

Pelo tom de voz dele, percebi que estava sério. Vi que tinha que respeita-lo.

Tirei a roupa e enquanto me preparava para o banho, o meu telefone toca. Fui até a janela para atender. Enquanto atendia, eu andava pelo quarto e percebi, que de vez em quanto ele me olhava.

Entrei no banheiro... e alguns minutos depois ele bate na porte. Eu abro a porta e ele me entrega o telefone que estava tocando. Novamente, ele me olha. Disfarça, mas me olha.

Enquanto estou fazendo a barba, vejo a porta abri de novo. Ele pára e fica me olhando e eu sem entender. Meu pau está meia bomba. Enfim, ele fala:

- desculpa por ter sido grosso aquela hora.

- tudo bem cara! desculpa se eu fui insistente.

- é que é difícil pra mim.

- difícil por que?

- dificil aceitar isso... eu não posso me arriscar tanto assim.

- nem eu... mas cara... rolou tesão... e foi por isso que aconteceu.

Ele se aproxima de mim e fica bem na minha frente. Acaricia meus braços, massageia meu peito... e eu me excito com aquele toque gostoso.

Ele começa a dar uns beijos no me peito e vai descendo... sem que eu pudesse esperar, ele se ajoelha e abocanha minha rola...

Eu me encosto na parede e vejo estrelas... o safado chupa meu pau com uma vontade louca... Beija meu saco, me cheira, me punheta... com certeza tinha prática no que tava fazendo.

- escondendo o jogo né, seu puto?.... quando eu ia imaginar que você faz uma chupeta desse jeito heim, safado?... isso.... chupa minha rola... vai... engole tudo..... seu puto!

Chupava com tanta vontade que até se engasgava. Nem consigo lembrar a última vez que fui chupado assim com tanto gosto. Levantei ele e o coloquei apoiado na pia. Ali, no claro, vi o quanto aquela bunda era gostosa! Simplesmente irresstível. Agarrei-o por trás enquanto mordia sua orelha, chupava seu pescoço. Senti seu corpo se arrepiar. Ele sussurra:

- Ai César.... que loucura é essa heim? ahhhhhhh...

- É só tesão... vamos aproveitar. Quero que você relaxe e aproveite...tá ouvindo?

- tô...... ahhhhhh.... isso é bom..... ahhhhh que delíciaaaaa

Comecei a fuder ele ali em pé. O puto se remexia e gemia alto. Bombava forte no cú dele e ele pedindo mais. A certa altura, ele se solta e manda eu sentar no vaso sanitário. Eu sento e ele vem para o meu colo. Encaixa meu pau no cú dele e solta o corpo. O safado sabe o que faz. Depois que entrou tudo, ele passou a cavalgar em mim.... que loucura! Com tanto tesão, explodi no gozo rapidamente.

Entrei no box para tomar banho. Ele me olhava e eu percebi que já tinha perdido a vergonha. Estava à vontade agora. Ele entrou no box e sem falar nada, começou a me fazer carinho. Pegou o sabonete, me ensaboou todo o corpo. Por mais que eu estranhasse e aquilo incomodasse a minha masculinidade, gostei de receber o carinho dele. Quando ele tocou no meu pau, eu me excitei novamente e ganhei uma nova gulosa. Ficou um clima legal agora! Estava enfim me dando conta que estava tendo uma relação homossexual.... e isso era bom.

Naquela hora a coisa foi além da penetração. Rolou um lance gostoso! A certa altura ele me abraçou e ficamos ali, colados, embaixo d´água. Passei para detrás dele, e timidamente, retribuí o carinho, agarrando ele por trás, roçando meu corpo no dele, beijei a nuca, massageei as costas... mas a bunda dele me fascinava! Não conseguia tirar a mão de lá.

Ele saiu primeiro e foi pro quarto. Quando saí, ele estava deitado atravessado na cama, de barriga para cima. Me chamou pra perto e levantou as duas pernas, me mostrando o cú bem aberto. Ele queria ser comido de frente. Achei estranho comer um cara de frente, até por que no começo não fiquei muito à vontade vendo o pau dele duro. Mas ele me puxou e eu me apoiei nas pernas dele. Ele passou as pernas por trás. Enquanto eu metia, ele me tocava o peito, me beijava a barriga... parecia um papai-mamãe. A certa altura ele cruzou os braços nas minhas costas e eu caí inteiro em cima dele. Enquanto eu cadenciava a metida no vai e vem, ele me puxava pra cima... encostei meu rosto do lado do dele, ouvindo bem de perto o gemido dele no meu ouvido. Tinha percebido o que ele queria, e deixei acontecer.

Ele veio com a língua pelo meu pescoço, chupou meu queixo e alcançou minha boca... eu fiquei parado. Estava assustado: puta que pariu! Tava beijando um homem... era a confirmação total da viadagem.... mas a sensação que eu sentia foi maior que tudo... estava com muito tesão fodendo ele daquele jeito. Abri a boca e também enfiei a língua na boca dele... um beijo de tesão... molhado... um beijo de carinho. Gozei muito nessa foda. Foi muito bom.

Durante aquela noite, conversamos um pouco. O Paulo falou que descobriu que gostava de transar com homens há poucos anos. Mas que não aceitava isso e que das vezes que aconteceu, sempre se arrependia no dia seguinte e que por isso procurava evitar. Falou que nunca vai assumir isso perante os outros... e que por isso tinha medo de mim. Eu tentei tranquiliza-lo. Falei que eu tinha muitos preconceitos, que nunca pensei em comer um viado, mas que aqueles dias ali estavam me fazendo rever todos os conceitos. Queria que ele confiasse em mim... até por que eu queria continuar comendo ele. Ele disse que não... que poderia acontecer somente enquanto a gente estivesse ali. Quando voltássemos pra são paulo, nunca mais. E foi incisivo nisso.

Na manhã seguinte, logo após o café, a recepcionista do hotel nos avisou que a partir daquela noite, cada um do grupo teria o seu quarto. No fundo, eu queria aproveitar o restante dos dias do congresso comendo ele. E do jeito que ele é... seria difícil rolar de novo. O Paulo era muito discreto. Não dava sequer uma risada ou um olhar. Tentei aborda-lo para tentar combinar alguma coisa, vê se ele tava afim, mas não tive sucesso.

Naquela noite, voltamos para o hotel... e já no quarto individual, fiz a rotina normal: Liguei pra família, li emails, tomei banho e o óbvio: bateu o tesão. Fiquei mal acostumado. Tava muito afim de levar uma chupada dele de novo. De pau duro, comecei uma punheta... mas o tesão tava muito forte. Resolvi arriscar. Peguei o telefone e toquei no quarto dele:

- alô!

- e aí, Paulo, te acordei?

- humm tava quase dormindo...

- sério?

- sim...

- porra, não tá sentindo falta de nada não?

- não... do quê deveria?

- ah... cê sabe, seu safado! Nem adianta mentir e dizer que não tá sentindo a falta de um macho pra dormir com você, seu puto!

- césar... menos cara! cê tá muito empolgado com isso! se liga! A gente tem que se controlar....

- porra paulo! Se controlar por que? Tamo aqui, longe de tudo...

- não cara. Agora é muito arriscado. Já pensou se alguém vê a gente no quarto do outro.

- porra... é só disfarçar!!!

- não, nem pensar. Vamos dormir cara! Já tá tarde.

- não consigo dormir. Tô aqui pensando no meu pau na tua boca, você chupando minhas bolas...

- pára.. vou desligar...

- meu pau tá muito duro cara... bem durão, do jeito que cê gosta... imagina ele duro aí, bem na tua mão heim?

- você é louco cara!

- quero meter fundo em você... meter até o talo... que tal?

- não!

- vai... diz pra mim que esse cuzinho gostoso já não tá piscando só com a possibilidade de ser invadido de novo por essa rola grossa aqui, heim? diz pra mim... tá ou não tá...

- não tá!

- tá sim.... eu sei que tá... tô aqui.. deitado na cama.. peladão.... vem prá cá...

- cê tá louco? cê tá do lado do quarto do Andrade!

- e daí.?.. a gente não faz barulho!!! vem...

- não.

- Então eu vou aí...

- nem pensar, César... bate uma punheta e pronto!

- tá bom... eu só quero uma chupada, bem rápido e deixo você ir.

- ah claro. Eu acredito.

- eu juro. Você vem, me faz uma chupeta e eu te libero.

- Tô desligando, césar...

- ó... vou deixar a porta destrancada. É só você vir pelo corredor e entrar como se aqui fosse o seu quarto, ok?

- vai dormir esperando

- tchau. Tô te esperando.

Confesso que fiquei esperando. E de fato ele não veio. O Paulo era bem resolvido quanto a isso. Para mim era mais uma aventura de um cara casado safado que estava longe da mulher... mas pra ele as coisas tinha outro significado. Foi bom para eu enxergar a real e respeita-lo também.

No dia seguinte, durante o congresso, ele viu que eu estava sentado sozinho e se aproximou:

- e aí, césar... dormiu bem essa noite (com uma cara de deboches)

- bem eu não dormi né? mas tudo bem.

- Você é louco! Não pode ser tão empolgado assim não!

- você tá certo, Paulo! Eu me empolguei demais....

- Mas saiba que eu fiquei com muita vontade... aliás, com muita vontade!

- Ficou?

- Claro que fiquei. E a vontade não passa, sabia?

- Que pena que a gente trocou de quarto.

- é.. mas como você disse... a gente tem que se acostumar né?

- é.

- cara... além de tudo, você ainda é casado? Tem mulher e filhos... já pensou se alguém descobre...

- não. Não pensei e não vou pensar. Cara, eu deixo o tesão fluir. Faço tudo sempre certinho. Tudo nas regras. Eu mereço extravasar um pouco. Por isso não me preocupo.

- Queria ser igual a você... desencanado... mas não sou.

Outras pessoas se aproximaram e mudamos o assunto.

Dois outros caras do nosso grupo vieram conversar comigo a respeito de um puteiro que iriam à noite. Eu desconversei, dizendo que estava sossegado. À noite, no jantar, percebi uma morena da filial de Mato Grosso tava dando mole pra mim. Ela era uma gata, bem novinha e gostosa. Acho que minha fome de sexo tava saciada... não quis investir. Talvez amanhã, no último dia.

Voltei pro quarto pensando em descansar. O dia tinha sido realmente puxado.

Por volta das onze e meia da noite, já estava deitado tentando pegar no sono, ouço um toque na porta. Quando abro a porta, tomo um susto, pois o Paulo me empurrou e entrou direto no meu quarto. Fechei a porta e quando tentei falar, ele faz sinal de silêncio, pedindo para falarmos baixo. Ele sussura:

- Desculpa, cara!

- desculpa do quê?

- Por ontem! Eu não quis vir quando você queria...

- não esquenta...

- você fica tão gostoso assim.... só de cueca, César...

- E o que deu em você hoje...

- Eu sou um idiota!!! Nós só temos mais um dia pra aproveitar e eu fico com frescura...

- me desculpa, vai?

Eu tô sentado ao lado dele na cama. Ele dá um pulo e senta no meu colo e me pergunta:

- você ainda quer?

- o quê?

- isso aqui ó... (desliza a bunda bem em cima do meu pau, que responde imediatamente)

tô com saudade da tua pica, César... quero dar pra você de novo. Me come?....

- Masss (enquanto eu tentava falar ele me beija. Eu me estiro na cama e o puto em cima de mim. Tentei me vingar dele por ontem, mas o safado já foi descendo, beijando meu corpo todo, até alcançar minha rola. Pegou nela por cima da cueca. Apertava, beijava, fazia carinho. Pôs a cabeça do meu pau pra fora e deslizou aquela língua quente. Que delícia de chupada esse safado sabia fazer. E eu que estava sossegado, tava ali me contorcendo com aquela gulosa! A certa altura ele me fala:

- fode a minha boca!

- hã?

- vem... fica em pé... fode a minha boca

Ele ficou ajoelhado na minha frente com a boca aberta e eu segurando o pau pela base, esfreguei-o na cara dele. Meti na boca dele, segurei sua cabeça com as duas mãos e o puto só sugava. Daquele jeito, quase metade do meu pau entrava na boca dele... Percebi o gozo vindo e tirei da boca dele... mas ele pediu para não parar... ele passou a me acariciar com as duas mãos, enquanto eu fodia a boca dele. Não tava acreditando que ia gozar dentro da boca dele... nunca fiz isso antes... O primeiro jato foi certeiro na garganta dele. Com tanto tesão, soltei porra! E o puto não cuspiu!!! Nem acreditei que ele engoliu meu esperma.

Depois disso, cai morto na cama:

- você é louco, Paulo... ahhhhhhh.... louco!

- essa era a chupada que você queria ontem. Resolvi te dar uma compensação....

- você não fica com nojo?

- só fiquei com nojo na primeira vez.. hoje eu acho normal. Mas e aí? Estou perdoado por ontem?

- tá! claro que tá!

Meu pau ainda tava meia bomba. E começou um carinho daquele jeito mesmo, com meu pau todo melado. Engraçado como mulher tem frescura com essas coisas. Ele não.

Subiu em cima de mim e encaixou meu pau na portinha do cuzinho dele. Entrou fácil dessa vez. Começou a cavalgar em mim como uma puta no cio. Segurei ele pelo quadril e bombei gostoso nele. Meu pau entrou até o talo... se desse enfiava até as bolas. Ele rebolava igual uma puta mesmo! Tava mostrando pra mim que gosta de ser comido, que gosta de ter um pau inteirinho atolado no rabo dele. Esse paulo era mais safado do que eu podia imaginar.

Agora me diz: como esse puto ainda pode ter dúvida de que gosta de rola? Na verdade, eu entendi o que se passava com ele: ele ficou com medo de se mostrar tanto logo de início, com medo de eu pensar que ele fosse realmente uma bicha louca enrrustida. A cada vez que eu comia ele, ele ia se soltando mais e se permitindo sentir tesão. Acho que foi confiando mais em mim também.... Por isso hoje ele tá assim, folgoso, decidido, puto desse jeito!

Ele gozou primeiro. Como não podíamos fazer barulho, foi um gozo sem gemido, mas cheio de tesão. Rapidamente ele se vestiu e saiu. Safado! Só queria ser comido mesmo!

Já eu, depois de duas gozadas seguidas, eu fiquei lá, estirado na cama e adormeci daquele jeito que estava.

O Congresso terminou à tarde. Ainda tivemos um happy-hour. O vôo de retorno era à noite. Conversando com os outros companheiros, ouvia quietos eles falarem das putas que comeram e acharam estranho o fato de eu não comentar nada. Levei numa boa... na verdade tinha muita coisa pra pensar. O Paulo estava na conversa também, daquele mesmo jeito de sempre, reservado, tímido. De vez em quanto eu olhava pra ele ainda tentando entender como aquele cara tão sério vira aquela puta na cama.

Era muito estranho olhar pra um homem e saber que já comi ele. Ainda não estava acostumado a olha-lo dessa forma... e percebi que seria difícil quando voltasse ao trabalho na segunda-feira.

Voltei pra casa... e como das outras vezes, dei um belo trato na minha mulher... Comi a buceta dela com o prazer de sempre... mas feliz por ter experimentado uma sobremesa diferente.

No trabalho, tudo caminha normalmente. Passaram três semanas sem nenhum comentário com o Paulo... mas para minha sorte... ele sentiu fome de rola de novo...

Mas isso eu conto em uma outra oportunidade.


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Comentários

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18/04/2012 13:38:03
Demais ... sou como seu amigo ... e ... gostaria de experimentar sua pica.
13/04/2012 21:19:03
Muito, intenso! Tô todo melado. Queria ser este Paulo para te sentir assim.
13/04/2012 16:56:14
Cara, que delícia! Se você fode tão bem quanto escreve..., putz esse cara é muito sortudo. Eu não pensaria duas vezes em dar pra você! Se quiser trocar idéia, me escreve:

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