COMPARTILHANDO AS PUTAS 2

Um conto erótico de valeriobh
Categoria: Grupal
Data: 20/09/2011 18:57:14
Nota 10.00
Assuntos: Grupal

Na manhã seguinte Felipe encontrou a camareira Dalva no corredor do hotel onde morava. Precisava conversar com ela, já que ela sabia que ele era casado e o havia flagrado com outra mulher na cama. A chamou pro seu quarto e fechou a porta. Tomando as rédeas, disse que iria reclamar com a direção do hotel pelo fato dela ter entrado no quarto sem bater, lhe vendo pelado Nervosa a camareira pediu desculpas e disse que achava que o quarto já estivesse vazio, e implorou para que Felipe não reclamasse porque ela poderia perder o emprego, e naquela cidade pequena eram poucos os empregos com carteira assinada e benefícios. Felipe então pediu que ela não comentasse com ninguém o fato de tê-lo visto com outra mulher na cama, já que era casado. Dalva perguntou o motivo dele trair a mulher, já que achava a esposa dele linda. Felipe devolveu a pergunta e perguntou ha quantos anos ela estava casada. Dalva respondeu 20, já que havia se casado com 15. Felipe a elogiou dizendo que dava pra ela uns 28 anos, já que era uma morena atraente, e perguntou se durante todo esse tempo ela não sentiu desejo sexual por outro homem. Dalva fez uma ligeira pausa e disse que sim, e já excitada com o teor da conversa, disse que naquela noite nem conseguiu dormir direito lembrando a cena que havia visto, e teve que procurar o marido para aliviar seu tesão. Felipe logo percebeu que a camareira havia ficado com tesão ao vê-lo pelado, e lhe perguntou se ela havia gostado de ver o pau dele. Como Dalva balançou a cabeça afirmativamente, ele perguntou se ela queria ver novamente, já abrindo o zíper da calça e colocando o pau murcho pra fora. Felipe fez alguns movimentos de punheta até deixá-lo meio duro, e olhando pra mandou que chupasse. Como se estivesse hipnotizada, Dalva se abaixou e abocanhou o pau, passando a chupar forte e desajeitadamente. Felipe deu-lhe um leve tapa no rosto, mandando-a parar, porque ela estava machucando seu pau, e notando a passividade dela, mandou que ela ficasse de quatro na beirada da cama. Dalva obedecia sem questionar, e passiva ficou quando Felipe suspendeu seu vestido e literalmente lhe arrebentou a calcinha, passando a lhe dar leves tapas nas nádegas enquanto enfiava dedos na buceta peluda e no cu apertado. Quando conseguiu enfiar 4 dedos na buceta, foi ao criado e pegou uma camisinha, encapando o falo, que logo sumiu dentro da vagina melada. Socava com força, a chamando de esposa adultera, vagabunda que chifrava o marido corno, e que ela seria sua puta particular dali pra frente. Dalva apenas gemia de dor e prazer e passiva tornou a ficar quando percebeu que ele havia retirado o pau da xota e estava ajeitando na olhota do seu cu. Trincou os dentes, mas agüentou firmemente sua primeira penetração anal. Pouco antes de gozar, Felipe retirou o pau e a camisinha forçando o falo na boca dela, a fez engolir toda a porra que saiu do seu saco. Limpou o pau na calcinha dela e sem nada falar saiu do quarto, deixando a camareira semi-nua e desfalecida na sua cama. Assim que chegou ao fórum encontrou Rose (a morena do conto anterior) trabalhando como faxineira. Ele se aproximou dela e perguntou porque estava usando o uniforme de faxineira, tendo Rose dito que o Juiz Luis havia lhe contratado para trabalhar. Felipe se dirigiu pro gabinete do Luis e o elogiou pela contratação da Rose, ressaltando que ela deveria ser putinha dos dois. Naquela tarde Dalva procurou Felipe no fórum e disse que não poderia chegar sem calcinha em casa, porque seu marido era muito ciumento e desconfiado. Felipe lhe entregou um dinheiro para que ela comprasse uma calcinha e quando a camareira estava saindo, se virou e disse que havia visto a mulher que ele havia comido no dia anterior trabalhando na limpeza. Felipe riu e disse que ela fez por onde conseguir o emprego. Dalva então perguntou se Felipe também poderia arrumar um emprego pra filha dela. Disse que a filha tinha 18 anos, era casada ha pouco tempo, mas morava com ela, que seu marido trabalhava no corte de cana em São Paulo, e que eles precisavam juntar dinheiro pra comprar uma casinha. Felipe brincou dizendo se ela fosse tão gostosa quanto a mãe e também fizesse por merecer, falaria com o juiz para contratá-la, mandando a filha dela aparecesse no final do expediente no dia seguinte. Na tarde seguinte a secretária do promotor Felipe anunciou que tinha uma moça de nome Rute, filha de Dalva, querendo falar com ele. Felipe mandou a moça entrar e dispensou a secretária. Rute era uma mulatinha tipo mingnon, baixinha, peitinhos pequenos, cintura fina e bundinha arrebitada (diferente da cavalona da mãe dela). Felipe a mandou sentar e após as perguntas triviais, lhe perguntou se ela estava mesmo disposta ao trabalho, porque além de trabalhar duro na limpeza, deveria atender a outros pedidos dele e do juiz. Rute disse que sim, que precisava trabalhar, e como não tinha experiência anterior, ela faria tudo o que lhe mandassem fazer. Felipe alisou ostensivamente o pau sobre a calça e disse que gostava de mulheres obedientes, e perguntou o até que ponto ela iria em troca do emprego, tendo a moça dito que sua mãe havia conversado com ela, e que sabia que deveria agradar o patrão fazendo tudo o que fosse mandado. Felipe mandou que ela fosse até a porta e a trancasse, mandando que parasse no retorno. Mandou que ela desse uma volta, e elogiando o corpo da moça, mandou que ela tirasse o vestido, logo ficando apenas de calcinha e sutiã. Com a mão fez sinal para que se aproximasse e sentasse no seu colo. Rute não apenas sentou como passou a rebolar como uma cobra no cio. A moça era uma putinha nata. Ele abriu e retirou o sutiã, passando a apertar os bicos dos seios enquanto beijava e lambia a nuca e os lóbulos das orelhas. Rute ficou toda arrepiada e se entregou de vez, levando uma das mãos pra debaixo da bunda, passando a apertar o rígido pau do novo chefe. Ela mesma se abaixou e liberou o falo, e antes de enfiar em sua boca, disse que sua mãe não havia mentido quando disse que ele era grande e grosso. Chupou divinamente até receber uma carga de porra na goela, engolindo tudo. Continuou chupando até deixou-o novamente duro. Somente então se posicionou apoiada na mesa, com a bunda empinada e com olhar de puta carente, pedindo para fudê-la com força, que fazia meses que não transava já que o marido estava fora. Felipe arrancou com violência a calcinha, abrindo as nádegas e passando a chupar a semi-depilada buceta e o cu escuro da mulata. Tinha um cheiro divido de fêmea no cio, e sem pensar meteu a pica sem camisinha na xoxota melada. Quando o pau começou a latejar, dando sinal que ele iria ejacular, a moça apenas pediu que não gozasse dentro da buceta, já que não usava remédio. Felipe tirou o falo da xota e foi empurrando no rabo melado dela, que após uma inicial resistência, recebeu no membro até o final. Bombou com força até despejar nos intestinos da mulata nova carga de porra. Como o pau saiu com a cabeça suja de merda, Felipe limpou o falo na calcinha que estava em cima de sua mesa, tendo Rute brincado com ele dizendo que ele gostava de destruir as calcinhas das mulheres que comia (numa alusão a sua mãe). Após ela colocar o vestido (sem calcinha), Felipe mandou que ela se ajeitasse e permanecesse na sala, e foi conversar com o juiz Luis. Luis ponderou dizendo que não havia mais vagas no fórum, mas diante da insistência do Felipe, ainda mais depois que ele contou o que havia feito com a moça, disse que iria arrumar algo pra ela, mandando que a trouxesse. Felipe falou pra Rute que o emprego estava quase certo, só bastando que ela também fizesse o juiz feliz. Apresentou a moça ao novo chefe, e antes de sair lhe entregou uma camisinha para que pudesse testar toda a qualidade dela. ([email protected]).

Comentários

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21/09/2011 18:10:23
Adoro uma mulher safada. Daria tudo prá ter uma mulher assim ao meu lado! Como daria. Qq mulher interessada num cara liberal, de Belo Horizonte/MG, imune a ciúmes e amante de uma mulher que ande com a buceta fervendo de vontade de dar, faça contato. Adoro dividir uma mulher numa transa...rs...

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