Meu primeiro amor cont...

Um conto erótico de toddynho (DIEGO)
Categoria: Homossexual
Data: 25/08/2011 16:19:52
Nota 10.00
Assuntos: Homossexual, Gay

CONTINUA....

O resto do verão passou depressa. Ele viajou com a família por um mês inteiro. Nos vimos pouco. Ele sempre me dava carona na bicicleta dele quando estava saindo de casa, ele passou de bicicleta, me viu e não parou. Eu voltei pra casa triste.

Esperei ele chegar em casa e fui até lá. Seus pais estavam fora, no trabalho, então eu pensei que poderia ter uma conversa séria com ele. Bati na porta e vi que estava aberta. Entrei e fui direto em seu quarto.

— O que você quer Diego? – ele perguntou.

— Quero falar com você, cara. Não é possível continuar com essa situação.

— Não tem situação nenhuma, Diego. Eu estava viajando, cheguei há poucos dias. Qual é o lance?

— Edu, você sabe que as coisas entre nós não vão bem desde aquele episódio da academia...

— Não tem nada a ver, cara.

— Você sabe bem do que eu estou falando.

— Não sei não, cara. Agora eu tenho que me aprontar pra sair...

Eu o interceptei a caminho da porta. Não iria deixa-lo escapar da situação de novo.

— Deixa eu passar, cara.

— Não, até que a gente sente e converse.

— Tô falando pra me deixar passar.

Havia raiva em sua voz. Mas eu não pretendia deixá-lo escapar dessa vez. Se ele não queria me ouvir, talvez ele entendesse de outra forma. Puxei-o e o beijei. O mundo pareceu derreter-se em volta. Ele ficou parado por uns momentos e chegou a corresponder ao meu beijo, mas desvencilhou-se de mim.

— Não podemos fazer isso cara. Isso está errado. Eu não quero...

— Não pode estar errado, Edu, você é meu melhor amigo, eu te amo, eu sei que você sente também...

— Eu não sinto nada, Diego, você está enganado.

Eu não podia acreditar. Ele não queria reconhecer o que sentíamos um pelo outro. Tentei beijá-lo de novo. Ele desviou o rosto e me empurrou. Não esperava isso e bati em seu armário com força. Fiz menção de me aproximar de novo e ele me empurrou de novo. Eu não podia acreditar que ele quisesse me machucar.

— Edu, eu...

Senti uma dor excruciante. Ele tinha me dado um soco. Eu caí e bati a cabeça na cômoda. Nunca ninguém tinha conseguido me bater, eu sempre fui forte. Podia tê-lo impedido, mas nunca iria imaginar que o Edu me acertaria um soco. Logo o Edu, que eu defendera tantas vezes quando éramos crianças. Eu estava sentado no chão, passei a mão na nuca e vi que estava sangrando. Olhei pra ele.

Ele estava paralisado. Olhava pra mim quase sem expressão nenhuma. Eu me levantei e sai, sem dizer mais nada.

Fui para casa. Estava arrasado. Não sabia o que pensar. Nunca sentira nada tão forte por alguém. Mas não me restavam muitas opções agora. Tinha que me conformar. Havia perdido o que eu achava que seria o amor da minha vida e também o meu melhor amigo.

Os dias se passaram e eu não o procurei mais. Às vezes, nos esbarrávamos na escola e ele olhava pra mim como se quisesse dizer algo, mas não falava nada. Eu, que estava determinado a não provocar mais nada, também ficava na minha. Era difícil, no entanto. A cada vez que o via, queria poder dizer-lhe que esquecêssemos tudo, que voltássemos a ser amigos, que eu sentia a falta dele.

Um dia estava ouvindo música em meu quarto quando notei que ele estava parado na porta, olhando para mim.

— Oi, Diego. Posso entrar?

Eu não respondi. Continuei a fitá-lo. Não conseguia falar nada. Não tinha ainda me dado conta de como eu estava magoado com ele.

— Desculpe, cara. Eu vou embora...

— Não, espera... Não vá embora, não...

Ele voltou-se pra mim com um olhar interrogativo. Entrou e sentou-se ao meu lado na cama.

— Diego, eu nem sei direito por onde começar... Eu não sei o que me deu, cara. Eu não tinha o direito de te machucar daquela forma. Sua cabeça já melhorou?

Ante o meu silêncio, ele continuou.

— Cara, me desculpe. Eu estou profundamente arrependido de ter agido como um babaca. Eu espero que você me perdoe. Você é o meu melhor amigo e eu sinto muito a sua falta. Fala alguma coisa, vai. Por favor...

As lágrimas rolavam. Ele se aproximou e enxugou meu rosto com as mãos. Seu toque agora era tão terno, como eu idealizava que seria...

— Se eu ao menos soubesse antes... Me perdoa, Diego. Eu estava muito confuso. Eu não queria aceitar que o que eu sentia por você era mais que amizade...

Ele finalmente se aproximou e me beijou. Eu estava ainda muito assustado para fazer qualquer coisa. Percebendo a minha falta de reação, ele disse:

— Não fica assustado não, Diego, eu não vou mais te magoar. Me beija, vai. Eu sei que você quer...

Era tudo o que eu mais queria nesse mundo, pra ser exato. Ele voltou a me beijar e desta vez eu correspondi com vigor. Ele parou de repente, eu olhei pra ele sem entender e ele se levantou e fechou a porta de quarto. Eu levantei e fui ao seu encontro, abraçando-o por trás enquanto afundava meu nariz em sua nuca para tentar capturar aquele cheiro que me inebriava. A muito custo ele conseguiu se desvencilhar do meu abraço e virou-se pra mim..

— Eu te amo, Diego.

— Eu também te amo, Edu.

— Me desculpe se eu levei tanto tempo pra me dar conta, cara. Procurava tanto por ai... E o que eu realmente precisava para mim estava aqui ao meu lado todo esse tempo. Eu te amo, cara.

Voltei a beijá-lo. Um fogo começava a me consumir por dentro. Minha língua forçava a entrada em sua boca, minhas mãos viajavam pelas suas costas, sua nuca, sua bunda... Segurei firme em sua bunda e o puxei de encontro a mim, fazendo-o suspirar. Podia sentir seu pau me pressionando a perna.

Sem parar de beijá-lo, comecei a tirar nossas roupas. Parei um momento para admirá-lo. Nu, na minha frente, com o pau em riste, o Eduardo era um verdadeiro monumento. Queria poder capturar cada segundo e guardar na memória.

Antes que pudesse impedi-lo, o Edu caiu de joelhos e pegou no meu pau. Começou a punhetá-lo devagar e olhou pra mim.

— Como eu sonhei com isso, cara...

— Fique à vontade, é todo seu.

Quando senti sua boca engolindo meu pau, pensei que fosse me desmanchar. Sua boca era tão quente, tão úmida... apesar de sua falta de experiência ele parecia saber exatamente o que fazer, colocando qualquer mulher no chinelo.

— Vá com calma, gatinho, senão eu vou gozar logo.

Ele parou, levantou-se e chegando bem perto, falou:

— Certo, e não é isso que eu quero. Tenho outros planos...

Eu sorri e voltei a beijá-lo. Nossos corpos queimavam de calor. Ele me derrubou na cama e deitou sobre mim, empurrando seu pau contra o meu. O prazer era indescritível. A situação, inacreditável. Era demais para eu aguentar. Lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto.

O Edu, quando percebeu, chegou bem próximo.

— Não chora não, meu gato. Eu te amo, eu tô aqui. Eu vou sempre estar aqui, sou todo seu.

E me beijou. Eu não sabia mais onde estava, tudo se dissolvia ao redor. Ele começou a afastar minhas pernas, posicionado-se entre elas.

Comecei a senti-lo pincelar meu cuzinho com o pau, procurando pela entrada. Instintivamente levantei um pouco as pernas, facilitando seu trabalho. Podia sentir seu pau encaixadinho. Ele parou. Eu, sem abrir os olhos, falei.

— Estão na gaveta do criado-mudo.

Ele entendeu direitinho e pegou as camisinhas e o gel. Vestido a contento, voltou a posicionar-se e olhou pra mim.

— Vem. Tô pronto pra você ¬– falei.

Por mais cuidado que se tenha, ser penetrado pela primeira vez, ainda mais por um pau daquele calibre, doía um bocado. Ele, percebendo meu desconforto, parou um pouco.

— Quer que eu pare, Di?

— Não, Edu. Vai passar logo.

Ele ficou uns bons minutos e retomou a penetração. Era tudo festa agora, não havia dor, só o prazer da sensação de estar sendo preenchido, completado.

Sentindo o caminho livre, o Edu começou a movimentação, aumentando o ritmo conforme as minhas respostas. Conforme ele sentia que agora era eu que empurrava a bunda ao encontro de seu pau, ele começou a estocar pra valer. Meu pau estava duraço então, batendo na minha barriga, ele começou a tocar pra mim, mas sua posição, entre minhas pernas, não ajudava.

Eu assumi esse trabalho e comecei a tocar a melhor punheta da minha vida, como pau do Edu todino dentro de mim.

— Eu não vou aguentar muito tempo, Edu, tá bom demais...

— Então goza, eu tô quase lá também. Você é quente demais. Que cuzinho...

Comecei a jorrar em seguida. Minhas pernas tremiam, meus braços tremiam, meu coração parecia que ia explodir. O Eduardo, me vendo assim, começou a gemer também, caindo sobre mim ofegante.

Um bom tempo depois, voltando de paradise city, sentia sua respiração em meu pescoço. Ele ainda estava sobre mim, parecia que cochilava.

Ele notou que eu me mexia e levantou a cabeça, olhando pra mim. Eu sorri e disse:

— Você tem que ir pra casa? Já está meio tarde.

— Casa, que casa? Eu tenho outros planos...

Disse isso e deitou na cama, fazendo-me abraçá-lo por trás...

Espero que tenham gostado meu MSN é [email protected]

Comentários

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28/08/2011 02:01:01
Oi diego me chamo Natan e meu noivo Carlos, tenho 18 e ele 19 anos. Gostamos muito de seu conto,pois não é apenas sexo selvagem e sem sentimento, mostra q nós também amamos puramente como qualquer hetero. Bjs e abs de seus fãs.
27/08/2011 00:01:08
MUITO BOM DIEGO!!!!!!!!! PARABÉNSSSSSSSS, NOTA 1000!!!!!1
25/08/2011 21:11:10
Muito bom, tem continuação?

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