Um sonho de mulher...

Um conto erótico de Adam Carter
Categoria: Heterossexual
Data: 12/06/2011 17:31:57
Última revisão: 02/10/2011 14:32:06
Nota 10.00

Faz quase um ano que postei meu ultimo conto. Alguns dias depois de postar o conto “O Chantagista”, tomei atitudes que mudaram radicalmente minha vida de modo a não ter mais muito tempo a frente do computador, logo, sem tempo para escrever novos contos.

A tal mudança que citei acima deu-se em abandonar meu emprego da época na administração de uma empresa, para viajar o Brasil na “boléia” de um caminhão.

Hoje, faz quase um ano que sou oficialmente um “caminhoneiro”. Esta profissão, admirada por uns, menosprezada por outros, me proporcionou neste pouco tempo conhecer lugares que talvez nunca conheceria enquanto trancado num escritório. Desta forma, também conheci diversas pessoas, e com algumas delas vivi momentos de agradável companhia...

Hoje, especialmente, quero narrar uma história que ocorreu no final do ano de 2010. Eu havia carregado uma carga de Joinville para Cariacica, ES, para ser entregue no dia 22 de Dezembro. Acreditava eu que no mesmo dia carregaria mamão em Linhares, e assim passaria as festas de final de ano em casa... Mas, não deu nada certo, e eu acabei ficando sem carga.

Um amigo, também caminhoneiro, sabendo da minha condição, e tentando evitar que eu passasse natal e ano novo num pátio de posto, convidou-me para alojar-me em sua casa, em Guarapari, cidade litorânea, cerca de 70 km de onde eu estava.

Guarapari é uma cidade linda, o mais procurado balneário de todo o Espírito Santo. Meu amigo, Marcos, morava num pequeno apartamento há duas quadras da praia do Morro. Ciente de que aquele espaço não acomodava mais uma pessoa, decidi por me alojar no caminhão mesmo, estacionado na esquina do prédio. Só utilizava o apartamento para chuveiro, banheiro e refeições.

Era uma tarde ensolarada... Marcos e sua esposa haviam ido ao supermercado complementar a dispensa de alimentos da casa. Sentindo-me meio deslocado, decidi por dar uma volta na orla da praia, e quem sabe um mergulho. Próximo do apartamento de Marcos havia uma loja de moda praia, e na falta de um traje de banho, acabei comprando uma sunga, tipo “sungão”, de cor preta, esta qual já vesti para o passeio na orla.

É inegável dizer que o estado do Espírito Santo é agraciado com lindas mulheres. Eu não sabia para que lado olhava, pois de todos os lados emanavam beldades para todos os gostos.

Posso dizer que até aquele momento, meus olhares não eram correspondidos, para minha infelicidade... Bem, mas a vida continua.

Acho que fazia uns 10 minutos que eu caminhava quando não pude deixar de notar a garota que vinha em minha direção. Eu me lembro de cada detalhe...

Uns 22 anos, 1,70m de altura, uns 55, 56 kg distribuídos em um corpo escultural, servido de seios fartos, que eram justamente o que mais lhe chamavam a atenção. Pele branca bronzeada, cabelos castanhos claros com cachos nas pontas, rosto angelical, vestida apenas com um biquini, pequeno, com a parte de cima preta... e óculos de sol.

Não consegui parar de olhar. Sabe quando você não olha, você seca? Instintivamente, devorei aquela mulher com os olhos. Geralmente eu ficaria sem graça de fazer isso, mas fiz sem perceber. Sim, ela percebeu... e para minha surpresa, não com a mesma sede que eu a olhei, mas com sutileza, também me olhou “de cima embaixo”, e eu, também percebi.

Após este inusitado encontro, ambos continuamos nossas caminhadas em sentidos opostos. Eu não conseguia parar de pensar naquela mulher, e na chance que talvez eu tivesse por ela ter correspondido meus olhares.

Continuei caminhando até o final da orla, buscando uma maneira de me aproximar daquela beldade. Eu estava fissurado, encantado, desnorteado... e se existisse uma possibilidade de eu tocar aquele corpo, eu agarraria com todas as forças...

Chegando ao final da orla, tomei a direção oposta, ainda a imaginar uma maneira de me aproximar daquela princesa. A passos distraídos, me cercavam centenas de possibilidades de me achegar a ela. Distraído, sem que percebesse, novamente aquela garota se aproximava, e quando retornei a realidade, ela estava já muito próxima, acabei falando a primeira coisa que me veio a mente.

“Moça, que horas são?”

“Eu não tenho relógio, moço” - respondeu ela.

“Ah, desculpe... pra falar a verdade, vi que você não tinha relógio, mas foi a única coisa que me veio a mente pra chamar a sua atenção” - disse eu.

Naquele momento seu rosto iluminou-se com um sorriso....

“Estou sendo inconveniente? - disse eu – é que quase quebrei o pescoço te olhando na primeira vez que você passou...”

Novamente, ela riu...

“Não, não está sendo inconveniente” - disse ela aos risos.

“Muito prazer, Adam Carter”.

“O prazer é todo meu, Adam. Meu nome é Rafaela”.

“Rafa, já te falaram que você é linda?”

Rafaela só ria, nada falava...

Continuei:

“Posso te acompanhar?”

“Pode...” - disse ela.

Continuamos caminhando lentamente pela orla da praia, e pude descobrir que ela de fato tinha 22 anos, morava em Aracruz e estava ali com umas amigas. Haviam alugado um apartamento algumas quadras do apartamento do Marcos. Rafaela tinha um namorado, mas estavam brigados, e por isso ele havia ficado em Aracruz.

Também disse a ela quais eram as circunstâncias de eu estar ali, que estava alojado no caminhão... e por fim acabamos sentados em uma mesa em cima da areia, conversando e tomando água-de-coco até o anoitecer.

A toda oportunidade eu elogiava sua beleza, seu sorriso, como era simpática. E sem que ela percebesse fitava suas curvas, seus fartos seios presos ao biquíni, suas coxas e o que a parte de baixo do biquíni cobria entre suas pernas.

Eu estava obcecado por Rafaela, e queria tê-la em meus braços, satisfazer seus desejos, saciar a vontade de seu corpo.

Por fim, Rafaela comentou que no dia seguinte ela e suas amigas iriam até uma praia chamada “Bacutia”, próximo à rodovia do Sol, um lugar bonito e tranquilo, e perguntou se eu gostaria de ir também, e lógico, minha resposta foi “sim”.

Nos despedimos, trocamos telefones para combinar a ida para a praia de Bacutia, e com um beijo no rosto nos despedimos no entardecer.

Naquela noite confesso que foi difícil pregar os olhos. Não parava de imaginar o que poderia acontecer no dia seguinte. Minha imaginação me levou a diversos pensamentos, todos muito parecidos... seu corpo colado ao meu em êxtase de prazer.

No outro dia, de tardinha Rafaela me ligou, e combinamos um ponto para eu pegar carona com ela e suas amigas até a praia de Bacutia. Trajeto curto, logo chegamos, e todos sentamos na areia, onde nos bronzeávamos ao sol e jogávamos conversa fora.

Era evidente para Rafaela e suas amigas minha descarada atração por ela. Aos poucos também tornou-se evidente que ela também estava atraída por mim. Por trás de meus óculos também podia perceber que Rafaela me fitava com os olhos...

Também tenho meus encantos... com 1,97m, 95 kg, olhos verdes, coxas grossas...

Percebi algumas vezes que Rafaela me fitava o corpo, e que deslizava seus olhos por trás dos óculos de sol por minhas coxas e o volume de minha sunga...

Notar que aquela beldade olhava meu corpo, de modo que também me desejava, me deixava excitado e era inevitável que o volume por baixo de minha sunga transparecesse de modo a desconcertar até as duas amigas de Rafaela.

Mais certo de que poderíamos nos entender, convidei Rafaela para uma caminhada na areia, o que ela prontamente aceitou.

Tendo nos afastado um pouco de onde estavam suas amigas, caminhando ao seu lado, jogando conversa fora, sorrateiramente peguei em sua mão, e ela correspondeu-me, não tirando-a. Enquanto caminhávamos, acariciava sua mão, demonstrando que ante toda a atração que tinha por ela, também imperava um carinho e uma admiração por sua simpatia e inteligência.

Já longe de onde estávamos, perguntei a Rafaela se poderia fazer algo que tinha vontade de fazer desde a primeira vez que a vi. Ela não perguntou o que era, apenas disse que sim.

Delicadamente, puxei seu corpo contra o meu, e beijei sua boca. Ficamos ali nos beijando por alguns minutos, e digo que para mim naquele momento não havia nada mais delicioso. Minhas mãos em suas costas logo deslizaram por seu corpo, tocando suas coxas, e sua deliciosa bunda, pressionando seu corpo ao meu, para que ela sentisse o quanto eu a desejava.

Eu beijava sua boca, seu rosto, seu pescoço, continuava pressionando seu corpo junto ao meu... Estávamos envoltos naquele clima, e era inevitável o que vinha por acontecer. Eu desejava Rafaela tanto qual ela me desejava.

Havíamos caminhado bastante, estávamos num ponto remoto da praia e ali havia uma lanchonete ou petisqueira desativada, daquelas construções rusticas, cobertas de palha.

A tarde já se despedia, e embaixo daquela cobertura de palha formava-se uma penumbra, e para ali puxei Rafaela pela mão, para que ninguém pudesse nos ver.

Encostei Rafaela na parede de madeira, nossos pés pisando o chão de areia da praia, e novamente comecei a beijá-la. Passei as mãos por suas costas, abrindo o laço da parte de cima de seu biquíni, jogando-o de lado, deixando seus lindos e fartos seios a mostra. Com minhas mãos peguei suas duas mãos, erguendo-as acima de sua cabeça, e imobilizada, deslizei minha boca até seus seios, deliciando-me daquelas maravilhas de seu corpo.

Primeiro um, depois o outro... Chupava os bicos, prendia-os entre os lábios, leves mordidas indolores que causavam sonoros gemidos de Rafaela. Vez ou outra, enquanto chupava seus seios, olhava para seu rosto e a via com os olhos fechados num climax de tesão.

Soltei seus braços mas não deixei de continuar chupando seus seios, mas deslizei minha mão direita por sua barriga, colocando-a devagarinho por baixo de sua calcinha do biquíni, deslizando meus dedos até tocar sua bucetinha totalmente depilada.

Agachei-me em sua frente, com as duas mãos puxei sua calcinha para baixo, vendo o despontar daquela bucetinha rosadinha, linda, depiladinha...

Abri um pouco as pernas de Rafaela e coloquei a cabeça entre elas, de modo que meus lábios, minha língua puderam tocar aquela deliciosa xaninha...

Indescritível o gosto da xaninha de Rafaela. Seu mel escorria por meus lábios, e eu fazia questão de sugar tudo...

Rafaela não mais se segurava em pé, e quase sem forças agachou-se, sendo conduzida por mim a deitar na areia. Deitada, de pernas abertas, eu tinha uma visão ainda mais bela de sua xaninha. Caí de boca novamente, agora sugando seu grelinho para seu delírio ainda maior, que a esta altura já gemia num tom ainda mais agudo.

Não demorou muito para que Rafaela, contorcendo-se de tesão, aumentasse o ritmo dos gemidos, dando clara impressão de estar gozando...

Neste momento não me aguentava de tesão, e tirei para fora de minha sunga meu pau grosso e duro como pedra. Rafaela olhou fixamente para ele, ajoelhou-se em minha frente, segurando-o com uma das mãos e colocando-o inteiro em sua boca, ora movimentos de entra e sai, ora sugando só a cabeça, ora lambendo todo.

Eu estava indo a loucura! Eu poderia gozar a qualquer momento...

Tirei meu pau da boca de Rafaela, deitei-a novamente no chão, colocando-me por cima dela, penetrando meu cacete em sua bucetinha depilada. Ai que sensação! Por instinto fazia movimentos de entra e sai, e ambos estávamos muito excitados. Rafaela gemia gostoso ao meu ouvido dizendo “não para”. Eu segurei seus braços pra cima, e imobilizei-a com o peso do meu corpo. Enquanto estocava sua buceta, beijava sua boca ou chupava seus seios, sem permitir que ela se mexesse, notando que isso lhe causava ainda mais excitação.

“Você agora é toda minha... vou fazer o que eu quiser com você”. - dizia eu ao seu ouvido.

Rafaela esboçava alguns movimentos mas meu corpo e meus braços a mantinham sobre meu controle. Sentindo que ela gostava, continuei prendendo-a, e estocando sua bucetinha com mais força. Nossos corpos já encharcados de suor, e a intensidade dos gemidos de Rafaela novamente aumentavam até que explodiu novamente no gozo prolongado, urros de prazer de uma mulher que estava satisfeita...

Mas eu ainda não havia gozado. É de costume sempre satisfazer a mulher primeiro. Meu prazer está intimamente ligado a isso. Virei Rafaela de bruços, contemplando aquela bunda formosa, lisa, deliciosa. Fiz com que ela empinasse um pouco a bunda de modo a penetrar sua bucetinha por trás.

Confesso que tal posição me causa muita excitação, e o tesão aumentava a cada batida dos meus quadris em sua bunda... Quando eu me preparava para estocar com mais força buscando o gozo, Rafaela projetou-se para frente tirando meu pau de sua bucetinha. Fiquei sem entender, até que ela o pegou todo lambuzado de seu mel e guiou-o até seu cuzinho apertadinho...

Era demais pra ser verdade!

Eu estava satisfeito com aquela xaninha deliciosa, mas fui agraciado com um cuzinho apertadinho tão delicioso quanto...

Rafaela relaxada, fazia leves rebolados para ajudar meu pau grosso adentrar seu rabinho gostoso, até que senti a pressão que envolvia meu cacete... Estava dentro!

Não foram muitas estocadas... eu já não conseguia mais me controlar... meu corpo pedia pelo gozo, e numa última e profunda estocada jorrei em seu cuzinho o climax de meu prazer... perdendo as forças do corpo logo em seguida.

Estávamos exaustos, vencidos pelo prazer.

Alguns minutos permanecemos ali, inertes...

Logo nos recompomos e ajudei Rafaela a vestir seu biquíni, amarrando o laço da parte de cima. Beijei sua boca mais algumas vezes, como forma de agradecimento por tanto prazer obtido...

Não era só tesão... Rafaela era mulher pra ser amada, desejada em todos os sentidos... Uma mulher completa.

Fomos para o mar, nos lavamos, e voltamos de mãos dadas até o ponto onde ainda suas amigas nos aguardavam.

Eu passei ainda dois dias em Guarapari, inclusive a virada de ano. Assisti os fogos e passei a virada de ano abraçado a Rafaela... Mas infelizmente fui chamado para carregar de volta e ela também precisou voltar à sua vida.

Nos dois dias que ainda ficamos juntos, repetimos o feito da praia na cabine do meu caminhão... Que mulher maravilhosa...

Confesso que foi difícil me despedir, ver aquela beldade distanciando-se pelo retrovisor enquanto eu acelerava sentido sul...

Hoje conversamos sempre que possível pelo msn, mas até agora não foi possível um flash back da praia de Bacutia...

Rafaela me autorizou a narrar esta história aqui na casa dos contos, para que outras pessoas possam imaginar o tamanho prazer que sentimos naquele entardecer...

Tá faltando tempo pra escrever outros contos...

Mas, logo sai outro...

me add...

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