Fiz um amigo de escravo sexual

Um conto erótico de Roney
Categoria: Homossexual
Data: 29/12/2009 00:14:53
Nota 7.38

Eu conheci o André na adolescência, segundo ano do ensino médio. Era um cara que morava só com um irmão mais velho, pois seus pais viviam no interior, e era muito divertido, mas reservado e tímido. Eu também morava sozinho, meus pais eram de uma cidade no interior e eu estava estudando na mesma escola que ele. Ficamos muito amigos, conversávamos sobre quase tudo, quando nos tornamos íntimos começamos a falar de mulheres e sexo. Eu notava que ele sempre ficava calado, intimidado, vexado, quando tratávamos desse assunto. Aquele ano eu tinha terminado um namoro e tinha ficado o ano inteiro sem namorar, só pegando. André nunca saía de casa, não ia para as festinha da turma, era muito caseiro.

Mas aos poucos eu fui conquistando a confiança dele e ele passou a me revelar seus segredos sexuais. Um dia disse a mim que se masturbava, ele ficava muito vermelho quando falava dessas coisas, eu disse a ele que aquilo era normal. Depois ele falou que via filmes pornôs quando ficava sozinho à noite e se acabava na punheta, um dia inclusive pagara uma garota de programa. Que nunca tinha namorado sério. Outro dia ele me mostrou este site de contos, que ele acessava com freqüência e lia os contos. Mas nunca tinha publicado nenhum. Eu acabei ficando curioso sobre o André, gostava de sua amizade, de seu companheirismo, e via que ele tinha necessidade de falar de sexo comigo, tinha um interesse por mim. Quando eu ia pra casa dele, ele fazia questão de ficar só de cueca, dizendo ser por causa do calor, ou ficar vendo vídeos pornôs na net, essas coisas que induzem ao sexo. Uma vez ele e eu azarávamos uma gata no MSN quando ela nos chamou para um sexo online pela webcan, eu fiquei constrangido de me masturbar na frente dele, mas ele não ficou nem um pouco, apesar da timidez demonstrou que tinha uma enorme confiança em mim. Começou a se tocar para a gata, vendo ela também se tocando, e foi me chamando pra participar, a gata também. Eu já estava excitado com a gata nua na webcan e com o pau dele que eu nunca tinha visto e que não era grande, nem era grossão, mas era vermelhão, de uma cor que me atrai e excita, eu já estava de pau duro. Acabei entrando na brincadeira e me toquei. Meus pensamentos e meus olhos iam da morena ao André, eu já assustado comigo mesmo,assustado em me ver excitado com o meu melhor amigo e com uma gostosa peituda na webcan. Eu não era gay, sabia disso, gostava de mulher. E acreditava que ele também não era. Mas depois daquela experiência, meus sonhos eróticos passaram a misturar mulheres com o André pelo meio, eu estava pensando muito nele, mesmo sem deixar gostar de mulher. Tivemos muitas outras experiências sexuais juntos, mas sem nos tocarmos ou nos insinuarmos um ao outro.

Eu sofria muito reprimindo aquela vontade de ter algo com meu amigo. O ano foi passando e a vontade de comer ele virou fixação em mim. Então decidi partir pra coisa mais perigosa que eu já havia fantasiado.

Era junho e a oportunidade surgiu quando um tio meu viajou e me deixou o encargo de ficar na chácara dele cuidando, me deixou com um carro e comida e tudo a meu bel-prazer, ia fazer um tour pelo Nordeste que demoraria 15 dias. Eu me achei o cara, nos primeiros dias eu levei mulher pra chácara, levei uma galera, fiz a maior orgia. Um dia eu estava lá quando André apareceu de surpresa.

Eu fiquei feliz por vê-lo ali, afinal ele não tinha vindo na bacanal. Eu mostrei a chácara inteira, e quando fui mostrar o córrego, que o meu tio transformara em banho, ele foi tirando a camisa na beira da água e abaixou o short, tirando a cueca e caiu na água. Eu fiquei surpreso vendo ele se banhar nu na minha frente, nadando no ribeirão, sal bundinha branquinha iluminada pelo sol, seus cabelinhos em redor dos mamilos e no saco, seu pau mole,mas boiando na água. Eu tive uma ereção, mas como estava de jeans consegui disfarçar.

Quando ele foi embora eu fiquei maquinando um jeito de pegar ele, queria pegar e comer mesmo, saciar meu desejo, mas não queria fazer isso abertamente, para depois ele saber que eu desejava ele, saber que eu queria comer ele, não queria chegar nele e falar assim de cara, da minha vontade. Foi quando me veio a ideia de seqüestrá-lo e mantê-lo preso na chácara até conseguir comer ele! Quase me bati, renegando essa ideia, era loucura, era coisa de psicopata, era crime, era perigoso.... Mas seria excitante! Fui me apegando à ideia. Quando dei por mim. Estava planejando tudo. Fui na cidade, comprei mantimentos, comprei um gravador, fiz uma lista de filmes com frases que talvez eu precisasse falar a ele, porque eu não queria conversar com ele, para que ele não me descobrisse. Fui gravando e cortando as gravações, deixando só as falas. Arrumei um quarto da chácara onde ia deixar ele, arrumei também cordas recobertas de pano para que ele não se machucasse, uma venda negra, tampei a janela com umas tábuas que um marceneiro amigo me deu, o quarto ficou escuro. Não me preocupei muito com a acústica, porque a chácara ficava longe de tudo e sua casa era a única num raio de 20 km. A estrada também era a única e só ia dar nela. Comprei outras coisas e me preparei para seqüestrar ele.

Conversei com um cara para que seqüestrasse ele pra mim, eu pagaria, estava mesmo louco para tê-lo. E aquela ideia de sadismo estava me fazendo a cabeça. Na noite certa, o cara ficou esperando ele sair de casa, pois ele sempre ia comer num lanche da praça. A rua dele era no centro, mas ficava deserta quando ele voltava. Eu acompanhava tudo pelo celular. Foram momentos de nervosismo a espera que fiquei até o seqüestrador me ligar e dizer:

— Olha, tudo certo. Eu já joguei ele no bagageiro, ta apagado como tu queria. Tô indo pra chácara, ninguém nos viu.

Eu fiquei esperando eles com ansiedade, com medo de algo dar errado, uma vontade de voltar atrás, mas já tinha ido até ali, não ia dar pra trás. Quando o carro iluminou a estrada com os faróis , meu coração foi a mil. O Carro parou no gramado em frente à casa e o meu amigo saiu, abriu o bagageiro e tirou o André de lá desacordado, tinha dado clorofórmio pra ele.André era mais alto do que eu, mas mais fraco, eu o segurei nos braços. O meu amigo disse:

— Tá aqui tua encomenda, veja lá o que tu vai fazer enhi , Roney, eu nem sei quem tu é. E pode cuidar em ajeitar ele logo, que o efeito do sonífero aí passa rápido.

Eu o paguei e ele foi-se embora. Eu carreguei André até o quartinho, coloquei ele na cama, tranquei a porta, fiquei uns minutos admirando ele ali na cama, só pra mim. O rosto de criança, as sobrancelhas grandes, os lábios finos, as mãos enormes. Despertei de meu enlevo e comecei a tirar a roupa dele, tirei tudo quase sem ver o que surgia a minha frente. Depois o amarrei pelos punhos, uma corda para cada punho, as cordas eram um pouco grande e eu as amarrei na própria cama. Depois amarrei do mesmo jeito as pernas pelos tornozelos. Pus a venda e uma mordaça. Deixei ele abertão e de bruços, fiquei um pouco admirando suas costas lisas, sua bunda. Depois, saí lá fora e fui cuidar de outras coisas.

Duas horas depois, escutei ele se debater no quarto. Fiquei entre aliviado por ele ter acordado (já estava me preocupando com o efeito do clorofórmio) e ansioso, era a hora d’eu entrar no quarto. Catei do gravador e entrei, acendi a luz. Ele se debatia na cama empinando a bunda, tentando se ajoelhar, quando sentiu minha presença se aquietou. Eu me cheguei à cama e liguei o gravador nas falas:

— Que bom que acordou. Você estar preso num quarto numa fazenda longe de qualquer civilização. Eu sou o único por aqui. Eu vou cuidar de você e você só vai ficar aqui até saciar meu desejo. — Ele se debatia e eu sentia um misto de pena e alegrai por vê-lo ali para mim.— Eu vou te dar comida, bebida, te proteger do frio e do calor. Vou te dar prazer. Não te faltará nada, a não ser a liberdade, por enquanto.— Ele estava tenso, eu levei a mão a sua cabeça, peguei nos seus cabelos macios, ele respirava forte, suava. Passei a mão no seu pescoço, nas costas, fiz-lhe carinho. Depois, já superexcitado e de pau duro, desci a mão até suas coxas cabeludas, passei a mão entre suas pernas e vi que ele se arrepiava. Quando peguei no seu saco de leve, ele se deitou na cama prendendo minha mão, eu a tirei sem dizer uma única palavra. Acariciei seu cuzinho. Acariciei por algum tempo e vi que ele relaxava. Compreendi que só iria conseguir traçá-lo quando desse prazer primeiro a ele e depois a mim. Coloquei um lençol em cima dele, por causa do frio e apaguei a luz. Fui pra sala e fiquei escutando ele se debater ainda um pouco até parar. Eu só me tranqüilizei depois que ele se aquietou, sentado na sala eu me perguntava se não tinha passado dos limites. Tinha medo de alguém aparecer. Tinha medo de perder a amizade de André, caso ele me descobrisse. E tinha sobretudo desejo pelo cara!

Na manhã seguinte, às sete horas eu fui vê-lo, abri a porta e acendi a luz. Ele ainda dormia e eu me sentei ao seu lado na cama, percebi que ele estava com o pau duro. Fiquei de rola dura na hora. Olhava aquela pica com gula. Foi me dando uma vontade de pegar nela, de chupar ela. Então tive coragem. Com muito cuidado, desatei a corda da cama, que prendia o braço direito e amarrei-a no outro lado, de modo que ele pudesse se virar. Mexi com ele até ele acordar. Então, André tentou fechar as pernas escondendo o pau ereto, mas não conseguiu. Eu liguei o gravador e a máquinazinha falou: “Se vire”. Ele assustado se virou de “papo pra riba” e sua vara derreou durinha para uma das pernas.

Eu me coloquei entre as pernas dele e peguei no seu pau. Ele tentou se debater, mas eu comecei a masturbá-lo e ele pareceu ir aceitando, com pouco estava gostando. E eu superexcitado, nunca tinha pego noutro pau. Punhetei ele por um tempo e escutei seus gemidos.Depois fui tendo coragem, me agachei e beijei seu pau, ele quase teve um espasmo. Passei a língua na sua cabecinha, corri os lábios pelo seu pau, ,massageei seus ovos, acariciei suas coxas e depois meti seu pau na minha boca e comecei a sugar, a chupar como se chupasse um dindim. Ele gemia e eu me masturbava enquanto boqueteava ele. Ele tremia. E eu também. Me lembrava de como gostava de ser chupado pelas minas e ia tentanto imitar elas, punhetei mais um pouco e de repente ele se estrebuchou, eu percebi que ele ia gozar e deixei de chupar, não queria engolir porra. O gozo escorreu pelo seu pau até sua barriguinha. Ele gemeu gostoso. Eu continuei me masturbando e quando fui gozar, mirei o rosto dele, lambuzei a venda, seus lábios, sua testa. Ele sacudiu a cabeça. Depois que me refiz do orgasmo, peguei uma toalha de rosto e o limpei. Mexi nas cordas para que ele pudesse se sentar na cama para tomar o café da manhã que eu preparara.Ele quis dar um salto e quase machuca um punho. Eu segurei o riso. Pus o gravador pra falar:

— Tu não gostou da maneira como te acordei? Eu já disse que só quero te dar prazer? Pois dei. Agora eu vou te dar o café da manhã, tirar a mordaça e dar em tua boca. Se tu tentar alguma coisa, eu quebro teus ovos... Não invente de gritar! Ok?

Ele confirmou com a cabeça. Eu fiquei um pouco indeciso, com medo dele gritar se eu tirasse a mordaça. Depois de um tempo, eu desamarrei sua boca e ele a abriu querendo respirar todo o ar do quarto. Se acalmou aos poucos. Estava sentado na cama, eu sentei ao seu lado e o fiz abrir a boca, dei o bolo para ele comer, depois o cacau no canudo. Ele comeu tudo e depois eu peguei a mordaça para pôr novamente, antes ele se atreveu a falar:

— Quem é você? Por que ta fazendo isso? — Não respondi e amordacei ele apressadamente. Encurtei as cordas e ele ficou deitado de peito pra cima. Eu me deitei ao seu lado e comecei a beijar e lamber seu peito, seus mamilos, mordiscava eles, os biquinhos subiam excitados. Voltei a beijar suas coxas, comecei a acariciar a entrada de seu cu com os dedos.Eu ficava louco com seus gemidos! O pau dele subiu de novo e eu fui ao frigobar, peguei uma pedra de gelo e comecei a masturbá-lo novamente, ele começou a se tremer, eu então trisquei o gelo na sua glande e ele se contorceu de prazer! Eu corri o gelo pelo seu pau e seu saco, pela sua bundinha, mas não coloquei no cu. Ele gemeu logo, sem precisar eu bater. Eu o deixei ali e fui fazer o almoço. O seu celular tocou e eu atendi deixei a ligação cair de propósito, depois enviei uma msg dizendo que estava tudo bem e que eu (no caso, ele) estava estudando com um amigo.

Meio-dia eu entrei de novo no quarto com o almoço dele. Tinha decidido que era hora de me satisfazer mais. Tirei minha roupa e fiquei de pau duro. Tirei sua mordaça e ele respirou folgadamente. Então me coloquei em cima dele bem próximo à sua cabeça e ele sentindo o cheiro de pica me perguntou o que eu ia fazer. Calado eu o fiz abrir a boca e meti meu pau veiado, grosso e de 18 cm. Ele quase se engasgou com a surpresinha. Eu me mexi socando e dando a entender que eu queria um boquete, ele entendeu e começou a me chupar. Eu ia ao delírio, ele me chupava uma hora forte, uma hora fraco, uma hora rapidamente, outra hora lentamente me enlouquecendo. Logo percebi sua rola durinha e vi que ele tava gostando. Tirei meu pau e fiz ele lamber meu saco, meus pêlos, lamber meu pau com a língua, depois ele próprio abocanhou meu pau de novo e ficou chupando enquanto eu acariciava seus mamilos. Quando me veio a vontade de gozar eu segurei fortemente sua cabeça contra minha pica e enchi sua boca de porra. Ele tentou se soltar, mas acabou engolindo tudo. Eu arfava. Depois, fiz ele almoçar. Ele falou:

— Você quer é me comer é? Se for, por que não faz isso agora?

Eu o deixei só, a tarde inteira. Fui vê-lo às oito horas da noite. Estava decidido a traçar ele. Beijei de novo seu corpo inteiro, massageei seu pau e o deixei duro. Lambi seus mamilos. Peguei meu pênis, arregacei suas pernas e fiquei pincelando na entrada de seu cu, ele de frango assado. Ele gemia, tremia-se todo. Eu estava prestes a realizar meu desejo de meses! Eu também me tremia e gemia, tinha vontades de sorrir. Fui enfiando meu pau no seu cu, entrou a cabeça, peguei sua pica e fiquei acariciando, fui enfiando mais meu pau, ele parecia querer gritar de dor ou prazer. Eu sentia seu cuzinho circundando meu pau, sua bundinha branca se encostando no meu saco. Eu batia uma pra ele batia com rapidez, quase descontrolado e metia nele com força. Ficamos assim um bom tempo. Até que gozei em seu cu e deixei ele gozar em minha mão, depois o fiz lamber a própria porra.

Pronto! Tinha me realizado! Tinha satisfeito meu desejo! Comi o amigo que me excitava e ainda lhe proporcionei horas de prazer! Fiquei a tarde inteira comendo ele, e ele não reclamava. Pela tardinha eu fui tirar a mordaça para aplicar-lhe o clorofórmio e então levá-lo para casa, eu estava com tudo dele, o celular, os documentos, a chave de casa. Quando tirei a mordaça, sempre com medo dele gritar, ele falou antes de eu dopá-lo:

— Era isso que você queria? Trepar comigo?

Eu fiquei calado. Ele continuou:

— Eu vou le falar uma coisa... eu não sei quem você é.... Mas se você acha que me fez algum mal, não fez. Eu realizei uma fantasia minha ficando preso, subjugado aqui, chupando sua rola, sendo comido. Eu sonhava em passa por isso. Enquanto você me submetia, eu ficava me imaginando com um colega meu. — Eu fiquei surpreso com aquela espontaneidade do André — Eu tenho um amigo chamado Roney. Ele é hetero... mas eu vivo doido de desejo por ele, eu sonho com ele chupando meu pau e eu chupando o dele que é grande e deves er muito gostoso. Eu sonho dar pra ele! Agora, com isso que você me fez, como eu não sei quem você é, eu vou sempre imaginar que você é ele.

Fiquei alguns minutos parado sem saber se ele tinha me descoberto ou tava falando a verdade. Depois o dopei. Pus no carro, fui a sua casa, abri o portão, entrei com o carro e fui colocá-lo na cama, vestido. Saí e fui me embora.

No dia seguinte liguei pra ele simulando que não havia visto fazia três dias.Ele atende, senti sua voz um tanto diferente. Fui na casa dele com receio de que ele me acusasse de alguma coisa. Mas ele não me falou nada, tentava agir naturalmente, e eu também. Ficamos com um clima diferente pela semana inteira. Até que um dia eu disse que ele estava diferente e perguntei o que tinha ocorrido. Era uma cartada perigosa. Então ele me pediu segredo e me contou que tinha sido seqüestrado por uma pessoa que ele não fazia ideia de quem era, tinha sido sodomizado, estuprado mesmo, comido, e depois acordado em casa. Eu insinuei que ele tinha era sonhado. Mas ele me jurou de pés juntos que era real o que passara. E me confessou o que mais estava lhe incomodando: Havia gostado do que passara! Eu fiquei pasmo e por um instante pensei em lhe dizer que eu era o “seqüestrador”, mas temi estragar nossa amizade e nunca lhe falei. Somos amigos até hoje e eu guardo este segredo que é dele e meu.

Comentários

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10/02/2010 10:09:49
Muito bom, estou de páu duro! esse conto, me fez lembrar quando eu comia um amiguinho de infância, eu tinha 16 anos e um pú grande, ele 14 anso, eu comia o cu dele todos os dias, e ele gostava! o cuzinho dele, estava sempre cheinho de pôrra!
09/01/2010 19:00:40
muito bom
04/01/2010 23:38:48
Meio perigoso, eu não teria coragem! Mas bem excitante!
29/12/2009 10:19:26
Roney. imaginação têm limites. procure controlar a sua. Nota 02
29/12/2009 02:36:43
Cara a muito tempo que não leio um conto tão bom parabéns gozei muito
fix
29/12/2009 01:48:19
muito bom...

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