A babá - II

Um conto erótico de ww
Categoria: Homossexual
Data: 21/10/2009 13:08:17
Nota 9.35

Na primeira parte do conto relatei como, aos 30 anos, bem casada e com um filho ainda bebê, eu me entreguei às ordens da Babá – Fernanda - uma jovem parda e sem graça, que até então não fizera notar sua presença na minha casa a não ser pelos cuidados impecáveis que dedicava ao meu filho. Bastaram alguns momentos a sós, na minha casa em Gramado, logo após o retorno do meu marido para uma semana de trabalho Porto Alegre, para que ela passasse a exercer - e eu aceitar - sua dominação. Não tinha ainda passado 24 horas e as posições já estavam invertidas. Enquanto meus dedos congelavam ao contato com a água fria do tanque – ela havia determinado que eu lavasse à mão as suas roupas e as do meu filho – eu me perguntava porque tinha me submetido àqueles caprichos e humilhações. Bastava um telefonema a meu marido que tudo estaria resolvido: a versão dela, ainda que verdadeira, soaria absurda diante de qualquer outra estória que eu inventasse.

Ao contrário, enquanto a empregada brincava com meu filho na sala, frente a lareira, eu me dedicava a lavar calcinhas e tip-tops, procurando ser eficiente e rápida, pois ainda tinha de ajeitar a cozinha, lavar os banheiros, arrumar os quartos e preparar a janta, antes que pudesse cair nos braços daquela que agora era minha dona. Também tomava cuidado para não estragar as unhas feitas durante a tarde, com receio de que ela me rejeitasse.

Cumpridas as faxinas, enquanto o forno assava torta de palmito que eu rapidamente fizera no liquidificador, Fernanda deixou que eu tomasse um banho rápido, que limitou em 5 minutos. O prazer da água quente sobre meu corpo me deixou excitada, e eu comecei a me tocar, quando fui interrompida: - acaba logo com esse banho, porra! Tu ainda tem de dar de mamar ao Filipe e eu to morrendo de fome. Não fica te amarrando a noite toda.

Os gritos dela aumentaram ainda meu tesão, a vontade de continuar a masturbação com os dedos dentro da minha xana era quase insuportável, mas eu não ousei desobedecer. Sequei meu corpo com rapidez; em seguida vesti o velho pijama de flanela de Fernanda, um pouco apertado, já que ela havia se apropriado das minhas camisolas e robes de seda, e corri para sala. Filipe choramingava, como fome, e Fernanda, irritada pela demora, me lançou um olhar congelante. Enquanto eu amamentava, pedia desculpas e dava explicações à Babá que, ainda brava, não aceitava meu convite para sentar ao meu lado e segurar a minha mão. Estando Filipe satisfeito, Fernanda tomou-o dos meus braços, com carinho, e cantando um nana-neném que me encheu de ternura, fê-lo dormir imediatamente. Fui tomada por duas emoções conflitantes: o ciúme de mãe, ao ver meu filho feliz e tranquilo no colo de outra mulher, e o tesão de saber a noite de sexo e submissão que me esperava. Tenho vergonha em admitir que o tesão venceu o ciúme.

Rapidamente pus a mesa, apaguei s luzes, acendi as velas, abri o espumante – um mostacatel doce demais, mas que ela adorava -, servi as taças, tirei a torta do forno fui buscá-la no nosso quarto. Ela foi meiga comigo, beijou a minha boca, me chamou de linda e eu me derreti. Implorei por uma pegada mais forte, e ela, bondosa, enfiou os dedos na minha buceta enquanto me abraçava com força. Gozei imediatamente e, esfomeadas que estávamos, fomos jantar, derrubamos mais outro espumante, trocando juras de amor eterno e beijos a todo o tempo.

Louca de tesão pela emoção do momento, eu cometi o erro de tomar a iniciativa ao convidá-la para fuder. Violenta, ela repentinamente mudou o humor e disse: - não gosto quando tu te sente importante e não reconhece o teu lugar. Eu digo quando a gente fode, e como a gente fode! Tu obedece e nunca toma iniciativa.

Arrependida, eu me prostrei aos seus pés, insistindo em perdão, enquanto ela olhava fixamente - através da janela - o branco da geada que tomava o verde do jardim. Sorrindo, ela levantou e disse:

- Quero transar la fora!

- Mas tá dois graus negativos, tá muito frio! – eu, ainda ajoelhada, respondi apreensiva.

- Não te preocupa, eu uso o poncho do corno do teu marido. – e arrematou – tu vai assim, só vestindo o meu pijaminha velho.

Dizendo isso, dirigiu-se à rua, vestiu o poncho de lã grossa, tão grande que mais parecia um cobertor, pendurado ao lado da porta, e estendeu a mão para que eu a seguisse.

Andamos de mãos dadas pela grama, literalmente quebrando com os pés o gelo que a geada formava, Nos beijamos, eu morta de frio buscava o calor do corpo dela, que indiferente, não fazia menção em me abraçar. Chegando a um banco, antes de sentar, com a mão Fernanda empurrou minha cabeça para baixo. Novamente de joelhos, na posição que ela elegera como clássica, levantei as pontas do poncho e da camisola, pus meu rosto entre suas pernas, e comecei a chupa-la. Estendi as mãos sob as roupas dela, e com a ponta das unhas roçava seus seios, seu pescoço, pelo ventre ...A escuridão era quase total, quebrada pelas estrelas, pela fraca iluminação da rua, e por um tênue feixe de luz que saia da porta entreaberta da minha casa. O silencio, absoluto, era seguidamente maculado ora pelos gemidos ensurdecedores de Fernanda, ora pelo seus xingamentos, quando ela gritava aos quatro cantos o quanto me desprezava, o quanto eu era vulgar e puta, o quanto eu lhe pertencia.

Nem o frio que congelava a minha bunda e contraia minhas costas, nem a dor que sentia nos joelhos, nem a humidade que me subia pelos pés, nem o pavor de ser flagrada naquela situação pelos vizinhos ou segunraças do condomínio, me afastaram do meu dever de enfiar a língua na buceta quente da minha dona, e fazê-la gemer e gozar.

Eu estava totalmente motivada a fazê-la feliz, e naquele momento nada mais me importava que sentir os líquidos quentes que brotavam das suas entranhas a cada investida da minha língua, a cada carícia dos meus dedos. Apesar de gemer alto, como sempre ela demorava a gozar. Exausta e enrigecida como eu estava, ousei prender seu clitóris pequeno com meus lábios, e acelerar a passagem da minha língua, primeiro insinuante, depois em um ritmo frenético. Carinhosa, ela berrou:

- Continua assim, minha escrava! Não para que a tua senhora ta gozando!

Essas palavras doces me fizeram rir por dentro, e eu ainda acelerei os movimentos da língua, acompanhando os urros animalescos que o ápice do gozo provocava.

Exausta e contente, eu permaneci no chão, até porque as juntas do meu corpo demoravam para responder aos estímulos do meu cérebro em levantar-me. Eu arrisquei reclamar: - to dura de tanto frio! – o que não sensibilizou a Babá.

Fernanda, já de pé, em tom de escárnio, sem mostrar qualquer compaixão, disse rindo:

- Aquela champagne toda me deu vontade de fazer xixi. Tu não quer um mijo quente? Vai ajudar a te esquentar ...

Até hoje me pergunto porquê não acabei com aquela palhaçada naquele momento de suprema humilhação. Ao contrário disso, rebaixei ao cúmulo da indigência moral a que um ser humano, de forma espontânea, pode se submeter:

- Desde quanto tu precisa pedir? Tu sabe melhor que ninguém o que eu mereço ...

Foi o suficiente para que ela se postasse sobre mi, de pé, com as pernas abertas, levantando as pontas da camisola e do poncho, e soltasse jatos de urina quente sobre meu corpo, meus cabelos, meu rosto, minha boca. O calor do mijo me dava uma sensação de conforto, o fedor da urina me enjoava, e o olhar de satisfação e deboche de Fernanda me enchia de tesão recolhido. Nem a indiferença da Babá ao meu sofrimento arrefeceu a vontade que eu dedicava a ela. Depois da mijada, Fernanda voltou-se em direção à casa, e sem olhar para trás, disse com todo o desdém que poderia soar dos seus lábios:

- Antes de dormir lava o meu pijama, que ta todo mijado. Depois tu pode ficar o tempo que tu quiser no banho.

Tive alguma dificuldade para levantar. Não tenho certeza, mas acho que também urinei ali, deitada no chão, como forma de esquentar minhas articulações o mínimo necessário. Vagarosamente, me apoiando no banco onde antes sentara minha dona, consegui aos poucos ficar de pé, e claudicando, passo a passo, entrei na casa, e fui me aquecer frente a lareira. Eu chorava de raiva, mas a raiva era dirigida a mim, pois sempre que meu pensamento alcançava Fernanda, o tesão e o carinho eram as emoções que afluíam.

Não agüentando mais o cheiro de mijo que exalava do meu corpo e das minhas vestes fui até o tanque. Nua, lavei o pijama da Babá, deixando que a água fria sobre as minhas mãos me castigasse por protagonizar uma história tão absurda como a que eu estava vivendo. Lavei, enxagüei, torci, pendurei e corri para o banheiro, aproveitando o tempo livre que me fora permitido. A água quente, sob forte pressão, me recompôs rapidamente, e com a mesma pressa me estimulou. Pensando em ter com Fernanda na cama o quanto antes, não me demorei mais que o necessário para me sentir limpa e refeita.

No entanto seu sono era profundo, e eu não achei justo acordá-la. Dormi pouco, lembrando daquela noite extraordinária e do imenso prazer e desespero que essas lembranças me traziam. Claro que me masturbei, uma, duas, várias vezes, cuidando para não acordar minha Senhora.

Pela manhã, após amamentar Filipe e fazer minha higiene pessoal, fui acordada de um breve cochilo pelo hálito seco e fétido que exalava do beijo de Fernanda. A repugnância que aqueles dentes ainda não escovados me causava estimulou a que eu a beijasse ainda mais, e hidratasse a sua boca com a minha saliva, que, ao contrário da dela, mantinha o frescor do creme dental. Emocionada, e quase chorando de alegria pela atenção que ela me dedicava, menti:

- Adoro esse teu bafo quando tu acorda de manhã.

E diante do seu sorriso de onça, disse a verdade:

- Adoro ser a tua escrava.

Aquelas palavras encheram a Babá de energia. Em um salto, aproveitou o lençol para amarrar as minhas mãos à cabeceira da cama, e com a camisola e o cinto do chambre atou meus pés, deixando meus braços e pernas em forma de “X”. Nunca fui comida com tanto entusiasmo. Também nunca apanhei tanto. Fernanda beijava a minha boca, de repente descia para minha xana, lambia com vontade, depois mordia meu clitóris, depois avançava com as mãos fechadas sobre meu corpo, esmurrando minha barriga, socando meu queixo, para em seguida alisar meus cabelos, beijar de novo a minha boca, enfiar novamente seus dedos, Fui assim apanhando, gozando, sangrando, doendo, deleitando, gemendo, amando cada minuto daquela foda selvagem, que só parou bem mais tarde, ao choro do meu filho, que despertava com fome.

Depois do desjejum que eu servi a ambos, sugeri a Fernanda que fosse ao SPA em meu lugar. Disse que ela iria adorar os tratamentos de pele e cabelo, que ela merecia bem mais que eu. Além disso, eu poderia me dedicar à casa durante o dia, para estar pronta logo ao entardecer, pois a noite que prometia muito. Levei-a ao Kur Hotel de carro, e ela foi levada pelas atendentes enquanto eu resolvia a pequena burocracia da recepção.

Tirei o dia para descansar e curtir meu filho. Sempre que sentia saudades, ou tesão, mandava um torpedo pelo celular, mas não recebi resposta. Ao final da tarde, quando fui buscá-la, elogiei com entusiasmo o cabelo macio, a pele limpa e suave, as mãos bem feitas, mas dela não obtive qualquer reação, a não ser uma frase demolidora:

- Em casa a gente conversa, não quero fala desse assunto na frente do Filipe.

Ansiosa, temerosa, mas principalmente curiosa, dirigi o mais rápido que pude, e chegando em casa sofri uma série infindável de xingamentos, todos de conteúdo moral, desqualificando por completo a minha pessoa. Em resumo, Fernanda havia conhecido a tal manicure que relatei na primeira parte do conto: a reprodução da conversa sensual que tivemos e a notícia do selinho que trocamos na despedida deixaram a babá possessa de ciúmes. Ao final da cantilena de impropérios, Fernanda ordenou:

- Deixa a janta servida na sala e te retira pro quarto do Filipe. Hoje eu não quero mais ver a tua cara de vagabunda. Depois tu vem acabar o serviço.

Perplexa, contive o choro com muito esforço, e fui quieta para o quarto, entendendo que a menina realmente tinha razão na sua fúria. Mais uma vez a raiva de mim mesma tomou conta das minhas emoções. Fiquei absorta nesses pensamentos, velando o sono do meu filho, por um longo tempo, até que a vontade de fuder e ser fudida foi maior. Tomei coragem e fui ter com Fernanda, que se divertia assistindo ao ridículo programa da Luciana Gimenes:

- Meu amor, queria te pedir desculpas, sei que não tem reparo pro que eu fiz. Mas não é justo contigo que tu fique essa noite sem sentir prazer, só porque eu não soube me comportar...

Ela me olhou fixamente, e com a voz tão fria quanto calma, concordou comigo:

- Tu tem razão. Tu que apronta e eu que me fodo. – Diante do meu sorriso ela continuou – mas não quero que tu me toque. Vai, sai por Gramado, e traz uma garota de programa bem gostosa pra fuder comigo.

Diante da minha surpresa, ela finalizou:

- Vai duma vez, vadia, que quero ver meu programa e não agüento mais ver a tua cara.

continua ...

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Comentários

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08/06/2015 18:46:08
gostei
20/08/2010 08:48:03
VC WW SO PENSA EM COISAS COM GENET DO MESMO SEXO? REZAR AJUDA A LIMPAR A ALMA
14/01/2010 17:23:08
Esse e o melhor dos tres contos sobre a baba
26/10/2009 21:12:09
Qui vadia!
23/10/2009 13:37:46
Umpouco longo, mas to ansiosa pelo final.
22/10/2009 22:09:16
muito exitante
22/10/2009 19:16:38
Sr. Walfredo. sua imaginação precisa de algum ajuste urgente.
21/10/2009 17:02:17
vc é uma puta msm eu dava um tapa na cara dela e mandava ela chupar minha buceta,e colocava ela de joelhos dava outro tapa nela. vc tem é que chupar minha bucetinha

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