Urologista gato e sacana

Um conto erótico de Luis Alabares
Categoria: Homossexual
Data: 25/01/2008 08:37:01
Nota 9.33
Assuntos: Homossexual, Gay

Urologista gato e sacana

Olá, meu nome é Luis e tenho 25 anos. Sou branco, 1,79m, 78kg, cabelos e olhos castanhos e malho todos os dias.

O que vou contar aqui aconteceu em 2005. Era dezembro e fazia muito calor. Naquela época, eu trabalhava em uma cidade pequena próxima de Campinas (SP).

Em função de eu usar terno o dia todo naquele calor, deu uma alergia na minha virilha, que ficou levemente avermelhada. Por conta disso, resolvi ir a um urologista – coisa que nunca havia feito –, para ver do que se tratava. Eu teria de fazer isso na hora do almoço, e para piorar havia poucos urologistas na cidade. Só consegui marcar uma consulta no terceiro consultório em que liguei, em uma clínica especializada em urologia. Meu médico seria um tal de Paulo.

Como eu nunca havia ido a um lugar desses, não sabia o que encontraria. No dia e hora marcados, cheguei ao consultório, que era uma casa adaptada para uma clínica. Eu estava derretendo de tanto calor debaixo daquele terno, suava muito. Encontrei apenas dois homens na fila de espera (um com idade aproximada de 35-40 anos e outro bem mais velho, um senhor mesmo, acompanhado da esposa).

Esperei minha vez amistosamente, lendo revistas, mas no fundo não conseguia parar de pensar em como seria lá dentro do consultório, eu e o Paulo apenas, falando sobre uma alergia numa região no mínimo “suspeita”. Será que ele vai pedir pra ver? Será que vou poder mostrar sem tirar a cueca, apenas puxando ela para o lado? E se eu não conseguir me conter e ficar de pau duro? Como será que o Paulo vai reagir? Para me precaver, naquele dia tratei de colocar uma cueca decente, preta, que não fosse nem muito erótica nem muito brochante...

Agüentei firme e tentei não ficar pensando em sacanagens, para evitar constrangimentos. Eu era o último paciente antes do almoço do médico, de forma que o consultório estava quase vazio quando a recepcionista me chamou. Ela me apontou a última sala à direita, no final de um corredor da casa.

Dei duas batidas de leve na porta, para avisar que entraria, e abri. Ah!!! O que eu mais temia tinha acontecido: o médico era um gato!!! Loiro, branco e queimado de sol, a camisa branca que contrastava com sua pele dourada, o braço arregaçando a manga da camisa, que ficava apertada naquela região, o que demonstrava que ele fazia exercícios com regularidade. A única coisa que eu podia ver era seu rosto e seu tronco: um rosto quadrado, a barba bem feita, olhos azuis, um sorriso perfeito, dentes brancos, pescoço forte, ombros largos, punhos grossos, mãos grandes e dedos grossos... Resumindo: o cara tinha pinta de garanhão!

Apesar do tesão momentâneo de quando o vi, sou muito discreto, e nunca vou em frente antes que o macho tome a iniciativa. Por isso, me contive. Ele me falou para entrar e encostar a porta. Entrei na sala e retribuí aquele sorriso lindo, trocamos um aperto de mão e ele falou para que eu sentasse na cadeira à frente da sua mesa. Vendo o meu embaraço em estar ali, ele tratou de me deixar à vontade comentando sobre o calor do dia, e me pediu que esperasse ele guardar a ficha do paciente anterior em um arquivo morto que ficava atrás dele. Quando ele levantou da cadeira, pude ter uma visão quase completa de sua frente, e em seguida de seu verso, confirmando minha primeira impressão: que cara gostoso! Bunda empinada e mala rechonchuda aparecendo entre suas pernas naquela calça branca!! Uhmm!!!

Continuei na minha, esperando ele voltar, mas não conseguia parar de olhá-lo. Quando ele sentou em sua cadeira novamente, colocou as mãos sobre a mesa, olhou bem nos meus olhos com uma cara muito simpática e perguntou: “E então Luis, o que te traz aqui?”.

Eu expliquei a ele que estava com uma espécie de alergia na virilha. Ele falou:

– É só isso? Então tá bom, já vamos ver isso aí. Luis, é a primeira vez que você vai a um urologista?

Respondi que sim, e então ele falou:

– Ta. Então vou te fazer um questionário padrão, ok?

Falei que por mim tudo bem, e ele começou:

– Como é sua vida sexual Luis?

Respondi que era “normal”, dando risada.

– Tá, mas é ativa? Com que periodicidade você costuma transar? Você tem namorada? Sai com outras parceiras? Tem ou já teve algum relacionamento com outro homem?

Respondi a ele que tinha uma vida sexual ativa, que tinha uma namorada e que transava com ela toda semana, e encerrei a resposta. Simplesmente não respondi se tinha outras parceiras ou se saía com homens, como se ele não tivesse feito a pergunta. Nesse momento notei que ele era casado, pois tinha uma aliança discreta no dedo. O Paulo aparentava ter uns 32 anos, e pelas fotos e diplomas em sua parede, deduzi que não tinha filhos...

Ele continuou o questionário, querendo saber se eu usava camisinha, sobre outros métodos contraceptivos, se estava tudo bem com meu corpo etc. Conversei com ele normalmente, como é tão se faz entre dois homens. Falei que não gosto de camisinha, mas uso, que estava tudo bem e que o único motivo para eu ter aparecido por lá era mesmo a alergia. Então ele falou:

– Ok Luis, obrigado. Vamos ver o que ta acontecendo “aí” então. Sobe por favor naquele degrau e abaixa a calça.

Confesso que nessa hora assustei, mas como ele agia com muita naturalidade, me tranqüilizei novamente. A escada em que ele pediu que eu subisse tinha apenas dois degraus, de forma que meu pau ficava na altura dos olhos dele em pé. Ele foi até o lavatório, lavou as mãos e colocou luvas. Enquanto ele fazia isso, desabotoei o cinto e tirei a camisa de dentro da calça. Como a camisa e a gravata ainda continuavam tapando minha mala, ele pediu que eu as tirasse. Fiz isso e as coloquei sobre a maca, com cuidado para não amassar, pois teria de voltar ao trabalho depois da consulta. Quando ele terminou e veio em minha direção, abri o zíper e baixei a calça – que, como era uma calça social, escorregou até os meus pés. Fiquei ali só de cueca, com as calças arriadas, e ele bem de frente, com os olhos na altura do meu pau... Eu olhava pra frente e ficava pensando: “Nossa, que situação constrangedora!!!”.

Como eu não baixei a cueca, ele fez um gesto com a mão para que eu a tirasse. Eu, completamente constrangido, falei:

– Tem certeza que precisa?? Dá pra ver, olha só...

E puxei a cueca para o lado, abrindo espaço para ele ver. Ele olhou para a minha cara e disse:

– Luis, vamos lá, você já é um homem, não tem problema em ficar pelado na minha frente. Eu sei bem o que tem aí debaixo, eu também tenho...

Eu fechei os olhos e baixei a cueca... Coloquei uma mão na cintura e a outra na cabeça, pensando: “Bom, pelo menos meu pau, mesmo mole, é bonito e não me deixa passar vergonha. Só espero que ele não demore, não sei quanto tempo vou conseguir segurar a ereção”. E assim eu tentava me consolar com a situação, enquanto ele olhava concentrado para o meu pau... Depois de uns 30 segundos olhando, ele falou:

– Vou fazer um exame, ok? Pode ficar relaxado.

Pensei comigo “Agora que já estamos neste ponto, pode fazer o que quiser, pode até jogar com minhas bolas!”, mas em vez disso respondi um simples “Ok”.

Ele então foi e colocou as mãos em mim: uma em minha coxa, perto da virilha, e outra no saco, puxando-o para o lado, de forma que pudesse ver bem o local da alergia. Em seguida, soltou o saco, deixando pendente entre minhas pernas, e com a mão foi o apalpando: entre os dedos apertava de leve minhas bolas, procurava pelas veias, ia até bem perto do meu cú acompanhando com o dedo...

E foi então que meu pau começou a dar sinais de vida: ele dava uns pulos de leve, indicando que o sangue estava bombando para lá e que logo logo ele estaria duro como uma rocha!

O médico não se intimidou e continuou seu exame... Foi questão de segundos, mas me pareceu uma eternidade! Quando ele terminou, meu pau já estava a meia bomba, lindo e teso, ainda pendendo para baixo... Ele falou simplesmente:

– Ok, pode se vestir Luis. Obrigado!

Enquanto me vestia, eu pensava: “Filho da puta gostoso, quando a coisa começa a crescer na sua mão você cai fora, né safado?! Vem cá e balança minha benga agora que vou te mostrar como é que se faz!”.

Quando terminei de colocar a roupa, já tinha passado aquele instante de fúria. Me olhei em um espelho grande que havia de frente para a maca, para ver se estava tudo certo. Meu pau já tinha se aconchegado à cueca, mesmo meia bomba, e isso demarcava claramente minha mala...

Eu olhei para a mala do médico, em busca de ver algo, mas não percebi nada além do volume normal (que já parecia bastante bom, por sinal). Sentei na cadeira à sua frente, e ele disse:

– Bom Luis, está tudo certo com você! Você tem um pênis bonito, saudável, bom, e o que você tem é uma alergia simples, causada pela costura dessas cuecas cavadas como a que você está usando hoje.

Ele explicou que a pele da virilha é muito fina, porque é uma zona erógena, e que o com o calor essa região transpira muito. Junto a isso, o elástico e da costura da cueca vão criando um atrito com a pele, o que vai fazendo alguns microscópicos cortes na região, por isso a vermelhidão.

Enquanto ele dava suas explicações, eu pensava comigo: “‘Pênis’ dr. Paulo?? Pênis não!!! Pau, cacete, vara, pica, qualquer coisa, mas ‘pênis’ não!!! É brochante!!! Você fala que meu pau é bonito e chama ele de ‘pênis’?? Assim você vai deixar meu garotão triste!!”. Pensei em tudo isso numa fração de segundos e quis falar, mas me segurei firme!

Ele então continuou:

– Luis, vou te receitar uma pomada, dois ou três dias e isso deve estar completamente sarado. O que você tem não é contagioso, mas se você conseguir evitar sexo nesses dias, melhor. Além disso, recomendo que você troque suas cuecas por cuecas boxer sem costura, o que vai evitar esse problema.

Eu, ingenuamente espantado com a existência de uma cueca sem costura (naquela época, eu só sabia da existência de calcinha e sutiã sem costura, cueca era novidade pra mim...), perguntei: “Mas existe cueca sem costura?”.

O “dr. Paulão”, como eu já o chamava em minha mente, deu um sorriso da minha ingenuidade e falou:

– Existe Luis, claro! É novidade no Brasil mas você vai encontrar em X, Y e Z lojas.

Respondi apenas com uma cara de “Ah!! Que interessante!”, e ele, vendo que era muita novidade pra mim (eu era apenas um garotão de 23 anos, imagine...), me surpreendeu dizendo:

– Se você quiser, se não se incomodar, posso te mostrar como é, estou usando uma agora...

Ha!!! Obviamente eu queria ver!!! Seria minha vingança ver ele ali na frente “quase” pelado, como havia feito comigo!

Mas, em vez de ser constrangedor, ele foi muito masculino, agindo com a maior naturalidade e me tratando simplesmente como um homem que estava curioso em conhecer aquela “novidade” toda: uma simples cueca de algodão sem costura...

“Claro, ele só pode agir assim, com tanta naturalidade!!”, pensei comigo. “Ele não sabe que eu estou o achando um gato e adorando a situação toda! Ele não sabe que na verdade eu to louco pra ver ele inteiro pelado e de pica dura babando, ele acha que sou 100% hetero!!!”.

Enquanto eu me perdia em meus pensamentos cômicos, de raiva, de constrangimento, de tesão, de curiosidade, de um turbilhão de sentidos, o meu já “querido dr. Paulão” ficou em pé e foi desabotoando sua calça... E eu fui gostando daquilo... Fiquei sentado, estático em minha cadeira, e não conseguia tirar os olhos daquilo tudo. Acompanhava cada movimento de seus dedos... Ele olhava pra si mesmo, e agia na maior naturalidade. Para mim, a cena era erótica demais! Dois homens jovens e malhados, pele cor de sol, eu ali sentado, de terno e gravata, e ele do outro lado da mesa, todo de branco, um médico, tirando sua calça para me mostrar sua cueca!!!

Se não fosse verdade, nem eu mesmo entenderia como tínhamos chegado àquele ponto. Mas na hora, acho que agimos com muita naturalidade, num impulso... No meio de um turbilhão de pensamentos, eu não podia conter o pensamento de que na verdade ele era um exibicionista e que estava querendo mesmo era se mostrar pra mim, afinal ele já tinha me visto nu, e se mostrando me “retribuiria”...

Enfim: tudo o que pude fazer foi morder meu lábio para segurar minha empolgação... Eu olhava fixamente cada centímetro de sua cueca aparecendo: era branca e estilo boxer, claro! Vi também uma parte de sua barriga saradinha e uma parte de suas coxas grossas, com uns pêlos loirinhos engrossando à medida que se aproximavam da virilha e penetravam a cueca... Mas o mais importante de tudo: que mala!!! Um saco farto, que preenchia toda a cueca formando um recheio suculento, os pêlos fartos lotando a região pubiana, e seu pau mole, arranjado para a esquerda mas “escorregado” para baixo pelos movimentos cotidianos!!! Adorei aquela cueca, dava pra ver certinho o contorno do pau dele!!! E que pau!!! Mole, devia ter uns 10 ou 11cm!!! Delícia!!!

Com uma mão o dr. Paulão segurava sua camisa, de forma que não atrapalhasse a visão da “cueca” (como ele pensava que eu estava olhando), e com a outra ele segurava a calça para que ela não descesse até seus pés. Quando dei por mim, ele já tinha sacado tudo: sem que eu me desse conta, fiquei ali mordendo meu lábios com uma cara inegável de desejo! Quando percebi, ele já me tinha visto! Ele olhava direto nos meus olhos com uma cara de aprovação, um sorriso disfarçado de quem nunca fez aquilo mas está gostando de ser observado. Tentei recuperar minha pose anterior, disfarçar, mas não era mais possível, já tinha dado bandeira e entregado o ouro de graça!

Ele sorria sacanamente, mas não falou nada, vendo que fiquei meio sem graça. Simplesmente, com aquele sorriso sacana nos lábios, começou a falar sobre a cueca, mostrou as costuras feitas sem linha etc... Eu, mais uma vez, “escutava mais não ouvia”. Em meus pensamentos, eu tinha um dilema para resolver: “Será que ele percebeu que to louco de tesão por ele? Se sim, já perdi tudo, só resta atacar. Se não, melhor eu ficar quieto. O que eu faço? Pensa rápido Luis”.

Como não tinha muito tempo para pensar, tomei a primeira atitude que me veio à cabeça. Levantei e perguntei na lata, de uma vez, sem pensar nem respirar:

– Posso sentir o tecido? Isto é... Se você não se incomodar...

Com o sorriso de quem já esperava uma reação desse tipo, ele disse:

– Claro, vem cá!

Enquanto eu dava a volta na mesa, ele abriu um pouco as pernas, para a calça não descer, soltou a mão direita da calça, e fez aquele movimento que todo macho faz quando está conquistando outro homem para o sexo: primeiro, ajeitou a cueca, puxando-a um pouco para baixo; em seguida, ajeitou sua mala, mexendo nela por cima da cueca; por último, o gesto fatal: enfiou a mão dentro da cueca e posicionou o pau para a esquerda.

Todos esses movimentos ele fez me acompanhando fixamente com os olhos, e aquele sorriso não saía de sua boca. Eu percebia que ele me olhava, mas não conseguia tirar os olhos da região de seu pau...

Chegando mais perto, pude ver que seu pau tinha dado uma leve crescida, mas ainda não chegava a estar meia bomba... Estava simplesmente “mais à vontade” dentro daquela cueca apertadinha... Eu cheguei perto e nem falei nada, já fui estendendo a mão... No caminho do braço, não sabia que direção seguir: “Onde pego?”, pensava. “Na coxa, por baixo, no lado ou na barriga, por cima? Ou no pau, de uma vez por todas?”.

Numa crise de consciência de microssegundos, optei pelo menos invasivo: enfiei o dedo indicador por dentro da cueca na parte de frente da coxa, e com o polegar senti o tecido... Nem bem eu havia colocado o dedo dentro da cueca, minha unha roçando os pêlos de sua coxa, eu já considerava que tinha perdido minha grande chance...

O que me excitava ainda mais era o fato de que eu percebia no ar que ele também havia se decepcionado com o destino que minha mão havia tomado... Para quebrar o gelo, comentei:

– Nossa, que tecido gostoso!

Ele nem deu atenção ao que eu falei, olhava sério em meu rosto, ali tão perto dele, um ar de gravidade e tesão. Então, ele segurou minha mão e falou:

– Gostou? Sente aqui em cima, no elástico que prende...

Dizendo isso, ele levou minha mão para a região imediatamente superior à sua mala. Eu olhei de relance para ele, que me olhou direto nos olhos com um ar autorizador, como que diz: “Vai! Pega!”. Sua respiração estava mais forte, eu podia sentir.

Devagar, eu me encostei em sua mesa, como para me preparar. Em seguida, enfiei a ponta do dedo indicador dentro de sua cueca, só a ponta mesmo, mas o suficiente para sentir seus pêlos grossos. Do mesmo modo que havia feito antes, senti o tecido com o polegar... Enquanto eu fazia isso, ele olhava fixamente para minha boca, e em sua boca eu via o desejo por um beijo. Fiquei com o dedo ali dentro por um tempo, pensando no que faria em seguida. Mais abaixo, eu sentia a cueca dilatar com o pau dele, que crescia sem vergonha nenhuma...

Quando percebi que o médico já não fazia questão de segurar ou disfarçar sua ereção, tirei o dedo de dentro da cueca, e dei um sorriso provocativo, como quem diz: “Você quer? Mas não dou!!”.

Dei uma risada e em tom sarrista disse:

– Parece que alguém aí dentro da sua cueca ficou bem contente...

Ter falado isso foi um alívio, pois quebrou aquela tensão que estava no ar. O médico ficou decepcionado, respirou fundo para recuperar a consciência, mas não fazia mais questão nenhuma de dissimular seu tesão. Assim, deixava o pau crescer livremente dentro da cueca...

Ele continuou de calça baixada, respirava fundo, olhava para os lados desacreditado do tamanho do tesão que a situação tinha e sorria como quem diz: “Puta que pariu, por que você não continuou?”. Olhava para mim me desafiando a voltar lá e continuar o que tinha começado, enquanto alisava descaradamente seu cacete duro, me provocando. A vara dele cresceu muito!!! Torta para a esqerda eu podia ver todo o seu contorno, sua grossura, suas pulsadas.

Eu voltei para o meu lugar e fiquei sorrindo, desafiando e vendo aquele cara gostoso ali cheio de tesão por mim! Que delícia!

Como ele continuava de pé alisando o próprio pau, falei, provocando:

– Adorei essa cueca, muito boa, vou procurar pra comprar pra mim! E a pomada, o sr. não vai fazer a receita?

Ele me encarou desacreditando que eu estava acabando com tudo. Gesticulando com a cabeça, disse:

– Tem certeza de que posso guardá-lo?

Sorrindo, balancei a cabeça que sim. Ele insistiu:

– Tem certeza mesmo? Absoluta?

Demorou! Se em vez disso ele tivesse ido até mim, eu não teria resistido! Teria feito tudo o que ele quisesse ali mesmo, sem pensar duas vezes! Mas como ele ficou lá parado, mantive minha opinião, sempre sorrindo provocativamente:

– Sim, tenho certeza!

Ele, sorrindo, ajeitou o pau duro que mal cabia ali dentro da cueca, subiu a calça, ajeitou sua camisa. Mesmo quando terminou de se arrumar, eu podia ver claramente o volume sob a calça jeans... Apontando para sua mala realçada, disse:

– Ta vendo o que vc fez? Já muito muito garotão como você ficar de pau duro durante meu exame, mas é a primeira vez que vejo o médico ficar tarado...

Ele se sentou à mesa, passou as mãos no rosto, para recobrar os sentidos, balançou a cabeça fazendo sinal negativo, querendo dizer: “Que pena Luis, você deveria ter aproveitado...”. Em seguida, voltou ao trabalho e imprimiu a receita.

– Luis, você vai passar essa pomada duas vezes ao dia, sempre depois de tomar banho. Em 3 dias, quero que volte ao consultório para vermos como está.

Falando isso, ele agia com se tivesse um trunfo na manga: eu seria obrigado a voltar lá.

Eu respondi, tirando sarro:

– Dr. Paulo, daqui 3 três vai ser sábado!

Reconhecendo que estava me coagindo a voltar, ele disse:

– Então venha na sexta!

– Não vou poder, estarei em um evento fora do estado.

Decepcionado e percebendo que eu era meio arredio a ordens, ele decidiu perguntar, em vez de mandar:

– Você pode na segunda-feira próxima, então?

– Sim, eu posso. – respondi sorrindo.

Antes de eu ir embora, o dr. Paulo ainda pediu meu número de celular, “para o cadastro do consultório”. Obediente, passei o número. Na verdade, fiz isso com o maior prazer possível. Quando abri a porta para sair, olhei para trás. Encerrando a conversa, ele disse:

– Luis, não esquece: nada de sexo esses dias! Em solidariedade a você, também vou ficar de jejum, ok?

Respondi com um “Ok, sim senhor!” provocando e ele se despediu com uma piscada.

Ao todo, a consulta demorou apenas 15 minutos, mas saí daquela sala como se tivesse passado horas lá dentro.

Louco de tesão, voltei ao trabalho.

Como tudo isso terminou, você fica sabendo no meu próximo conto: “Um fight entre eu e o urologista gato”.

Gostou? Se você tem o perfil do dr. Paulão, me escreva: [email protected]

Moro em São Paulo e to a fim de te conhecer para algo real!


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Comentários

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02/02/2009 17:44:46
gostei do seu conto vc escrevel muito bem, cara é nessas hrs que agente perde a cabeça e termina esquecendo de ser hetero...vou entrar en contato com vc, gostei de vc quero conhece-lo melhor
12/12/2008 15:26:38
curti muiot seu conto, m epasa o endereço desse médioc pois esotu precisando de uma consulta de verdade, quem estivera fim meu e-mail é: abraço
20/05/2008 03:16:49
que delícia! moro perto de campinas, e ADORO caras loiros, fiquei doido pelo médico. muito tesão o conto! nota máxima!!!

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